07/09/2020
GRITO DOS EXCLUÍDOS | 7 DE SETEMBRO
Na 26ª edição do Grito dos Excluídos, trabalhadoras, trabalhadores e estudantes da saúde compuseram a ala em defesa do SUS no ato cênico organizado em Brasília.
A pandemia do novo coronavírus acentua a vulnerabilidade dos oprimidos e oprimidas que em todo 7 de setembro levam às ruas o seu grito. O desmonte e sucateamento do SUS impossibilitam a saúde pública de dar conta das demandas de saúde da pop**ação e a má gestão da atual crise sanitária resulta em um verdadeiro genocídio para a pop**ação brasileira. Contabilizamos mais de 100 mil mortos diante do negacionismo científico de Bolsonaro, da política de austeridade de Guedes, da boiada de Salles, do fundamentalismo religioso de Damares e do vazio no Ministério da Saúde. Enquanto isso, a EC 95 sufoca o financiamento do SUS e a saúde pública é ameaçada pela perda de R$ 35 bilhões em 2021.
O bloco da saúde se somou aos movimentos da negritude, das mulheres, das LGBTQIA+, da pop**ação indígena, das trabalhadoras da educação e da cultura, unificando vozes em defesa da vida, da liberdade e da democracia. Denunciamos a necropolítica, o genocídio e o negacionismo. Mais uma vez, o Grito dos Excluídos buscou ressignificar o 7 de setembro ocupando o espaço social com a voz e a presença daqueles e daquelas que buscam construir os caminhos para derrubar Bolsonaro e avançar para a independência da opressão e da exploração.
Nosso grito é em defesa da vida, do SUS e da democracia!
📷: Resistência Preta; Trupe Filmes; Ana P; Rodrigo Pilha; Comunicação Grito dos Excluídos.