06/07/2016
Assassino de Policial Rodoviário Federal é condenado a 56 anos de prisão
Ontem o Poder Judiciário do Estado da Bahia emitiu a condenação de Vitor Vagner Matos Neri, autor do disparo que matou o policial rodoviário federal Marcelo Caribé de Carvalho.
Atendendo à denúncia do Ministério Público da Bahia, o juiz Arlindo Alves dos Santos Júnior , após o devido processo legal, emitiu a condenação do acusado do crime e também de outros três participantes da ação, com p***s variando de 22 à 47 anos de reclusão em regime fechado.
A Polícia Rodoviária Federal se solidariza com a família neste momento onde o processo judicial entrega alento para todos nós, pois a perda do PRF Caribé, além de ter representado uma dor imensa aos familiares e amigos, foi golpe sentido também por todos os servidores da Polícia Rodoviária Federal espalhados pelo território brasileiro. O servidor contribuiu nos curtos meses de atividade com dedicação, profissionalismo, honestidade e comprometimento para a preservação da segurança e da vida do próximo.
É inconcebível que um jovem morra de maneira tão brutal ap***s por ser o que é: profissional que ap***s iniciava carreira em instituição que tem a missão de fornecer segurança com cidadania. A condenação dos autores do crime nos direcionam cada vez mais para que trabalhemos no enfrentamento aos ilícitos, tal como tráfico de dr**as e armas, com efeitos benéficos de diminuir ou, quiça um dia, cessar este tipo de ação delituosa.
Crime - o crime foi registrado por volta das 21h30 do dia 24 de setembro de 2015. Marcelo Caribé de Carvalho, policial rodoviário federal de 28 anos, estava em uma barraca, no bairro de Pituba, Salvador/BA, com amigos, quando dois homens chegaram e anunciaram o assalto. Ele teria reagido à abordagem e sido identificado como policial.
O policial foi atingido na cabeça por disparo desferido por Vitor Vagner Matos Neri e ainda teve sua arma furtada após o crime. Socorrido por policiais da 13ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Pituba) e levada para o Hospital da Bahia, onde deu entrada na emergência em estado grave e submetido a neurocirurgia, vindo a falecer dois dias após a internação.
Lotado em Porto Velho, Rondônia, Marcelo estava de folga e participava da própria festa de despedida com amigos e familiares. Ele retornaria para Rondônia no dia seguinte.