Frente Parlamentar da Agropecuária - FPA

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Contribuir para o bem estar da sociedade brasileira, atuando no Congresso Nacional em defesa da geração de emprego e renda no campo, da produção de alimentos saudáveis, energia renovável em harmonia com a preservação do meio-ambiente, garantindo a segurança alimentar da população.

12/06/2026

Mais um senador da base governista desmentindo a narrativa da “bomba fiscal”.

Cid Gomes foi claro: o PL 5122/2023 é autorizativo. Ou seja, o projeto não obriga o governo a gastar um valor específico, não cria desembolso automático e não entrega um cheque em branco.

O próprio Executivo terá o poder de definir os limites, regulamentar o acesso e calibrar o programa conforme a disponibilidade fiscal.

Se até senadores governistas reconhecem isso, f**a a pergunta:

Como um projeto que dá ao governo total controle sobre sua execução pode ser tratado como uma ameaça às contas públicas?

12/06/2026

📺 CNN WW | Endividamento rural não pode ser colocado no cesto de pautas-bomba

Análise do WW, da CNN Brasil, destaca que o endividamento rural não pode ser tratado da mesma forma que outras pautas classif**adas pelo governo como “bombas fiscais”.

Na avaliação dos comentaristas, o agro enfrenta uma conjuntura específ**a e preocupante, marcada por juros elevados, restrição de crédito, redução do seguro rural, aumento dos custos logísticos e impactos climáticos acumulados.

A análise também chamou atenção para o fato de que a crise no campo vai além do produtor rural, com reflexos sobre a economia brasileira, a produção de alimentos, o acesso ao crédito e a geração de riqueza em diversas regiões do país.

Via CNNBrasil

11/06/2026

💬 “Estamos falando de um segmento que carrega o Brasil.”

Após a aprovação do PL 5122/2023 no Plenário do Senado, a senadora Tereza Cristina reforçou a urgência de uma solução para a grave crise financeira enfrentada pelos produtores rurais.

Nos últimos dias, o Ministério da Fazenda tentou desqualif**ar o projeto com estimativas de impacto fiscal que chegaram a R$ 800 bilhões. Depois, o próprio governo passou a falar em números próximos de R$ 140 bilhões. Afinal, qual é a conta verdadeira?

O que muitas manchetes não destacam é que a proposta prevê a utilização de recursos já existentes, como fundos constitucionais e superávits. Ao rejeitar esses mecanismos, o próprio governo passa a defender alternativas com potencial impacto sobre recursos do Tesouro.

Enquanto a discussão se concentra nos números, a crise no campo continua. Produtores enfrentam juros elevados, perdas acumuladas e dificuldades para manter a produção.

🚨 Afinal, quando se fala em endividamento rural, inflação e produção de alimentos, não estamos falando apenas do produtor. Estamos falando do custo da comida na mesa dos brasileiros.

11/06/2026

🕚 Em menos de 24 horas, o impacto fiscal do PL 5.122 caiu de R$ 800 bilhões para R$ 140 bilhões.

R$ 660 bilhões desapareceram da conta.

A pergunta é inevitável: se o texto aprovado pelo Senado não mudou nessa proporção, o que mudou foi o cálculo ou a narrativa?

O governo precisa explicar por que calcula impacto como se a renegociação dependesse de desembolso direto do Tesouro, quando a proposta prevê o uso de fontes já existentes: Fundos Constitucionais, Fundo Social do pré-sal, superávits e mecanismos de garantia.

Se há recursos disponíveis nesses fundos, por que eles não podem ser usados para garantir juros acessíveis ao produtor rural?

Onde está esse dinheiro?

Por que transformar em “rombo fiscal” uma solução que permite ao produtor pagar suas dívidas, com prazo, juros e responsabilidade?

O PL 5.122 é autorizativo. Ele cria instrumentos, mas não obriga o governo a usar tudo nem impõe operação aos bancos. Então por que vender à sociedade a ideia de um impacto automático?

Também não faz sentido projetar uma renegociação de mais de 10 anos como se a Selic atual fosse eterna. Oremos!!! O produtor vai pagar com juros. E, com a queda esperada da taxa básica, o custo futuro da equalização tende a ser menor.

Outro ponto que o governo evita enfrentar: se houvesse seguro rural suficiente, muitos produtores não estariam hoje pedindo renegociação. A área segurada com subvenção federal caiu para 3,2 milhões de hectares em 2025, 77% abaixo do recorde de 2021.

Ou seja: primeiro faltou proteção. Agora tentam barrar a solução.

Transparência exige mostrar os cálculos completos, as fontes reais de financiamento e o impacto verdadeiro da proposta.

Porque o custo de não fazer nada também existe.

Ele aparece no produtor sem crédito, na próxima safra comprometida, no abastecimento sob risco e no preço da comida para o consumidor.

E a pergunta final é simples:

O governo quer resolver o endividamento rural ou quer apenas construir uma narrativa para impedir que o produtor volte a produzir?

✅ Aprovada a proposta que evita o colapso do campo!O Senado Federal aprovou o PL 5122/2023, proposta que cria uma linha ...
11/06/2026

✅ Aprovada a proposta que evita o colapso do campo!

O Senado Federal aprovou o PL 5122/2023, proposta que cria uma linha especial de renegociação para produtores rurais que acumularam dívidas em razão de perdas de safra, secas, enchentes, eventos climáticos extremos, queda nos preços das commodities, alta dos juros e aumento dos custos de produção.

O projeto permite a reestruturação desses débitos com prazos mais longos e condições compatíveis com a realidade do produtor, garantindo fôlego para quem produz continuar plantando, colhendo, investindo e gerando empregos no campo.

A medida surge em um momento crítico, em que milhares de produtores enfrentam dificuldades financeiras após sucessivas adversidades climáticas e econômicas, colocando em risco não apenas propriedades rurais, mas também a produção de alimentos e o abastecimento nacional.

A aprovação é resultado de um amplo esforço de construção e diálogo. Nosso reconhecimento ao trabalho do relator da proposta, o senador Renan Calheiros () e à atuação incansável da senadora Tereza Cristina (), que conduziu exaustivas negociações para garantir que os produtores rurais fossem contemplados pelo texto aprovado.

A proposta segue para o Plenário da Câmara dos Deputados, onde terá mais uma etapa fundamental para se transformar em lei.

📍 É uma vitória da segurança alimentar, da economia e de todos os brasileiros que dependem da força do campo.

10/06/2026

✅ Uma vitória para quem produz e para o Brasil!

O Senado aprovou o PL 5122/2023, que cria condições para a renegociação das dívidas dos produtores rurais afetados por crises climáticas e econômicas.

A aprovação é fruto de muito diálogo e construção coletiva. Nosso agradecimento ao relator, senador Renan Calheiros, e à senadora Tereza Cristina, que teve papel fundamental nas negociações para garantir um texto que atendesse a realidade do campo.

Seguimos trabalhando para que a proposta avance e traga o alívio que milhares de produtores precisam.

10/06/2026

🚨 Não se engane com os bilhões anunciados.

O governo prepara mais um Plano Safra recheado de números gigantes e discursos otimistas. Mas, na prática, os números não passam do que realmente são: propaganda.

Para 2025/26, o governo anunciou para o agro R$ 516,2 bilhões e vendeu a ideia de um plano recorde. Mas a realidade no campo foi outra. Grande parte desse valor não representava recursos novos do governo. Dos números divulgados, R$ 185 bilhões eram CPRs, instrumentos privados lastreados pelo próprio produtor e uma parcela signif**ativa dependia de recursos privados ofertados a juros de mercado.

Enquanto a propaganda destacava bilhões, o produtor rural enfrentava as maiores taxas de juros dos últimos anos. O Pronamp passou de 8% para 10%. O Moderfrota saltou de 8,5% para 13,5%. As linhas de custeio para outros produtores chegaram a 14% ao ano. Com a Selic em 15%, o custo adicional para o setor foi estimado entre R$ 54 bilhões e R$ 58 bilhões apenas em juros.

Além disso, os recursos para equalização de juros foram reduzidos, o seguro rural foi cortado pela metade e o endividamento continuou crescendo.

Por isso, quando o governo anunciar os números do Plano Safra 2026/27, é preciso olhar além da propaganda.

O que importa não é o tamanho do valor anunciado. O que importa é quanto desse recurso chega de fato ao produtor, com condições viáveis para produzir, investir e continuar sustentando a economia brasileira.

👉🏼 Porque número grande não paga conta. Quem pagou, e continua pagando, é o produtor rural, com juros cada vez mais altos.

10/06/2026

🚨 Endividamento rural hoje pode virar comida mais cara amanhã.

O governo tenta vender a ideia de que o PL 5.122/2023 pode gerar impacto de R$ 800 bilhões em 13 anos. Mas é preciso separar narrativa de realidade.

A proposta não é perdão de dívida.
Não é cheque em branco.
Não é gasto automático.

O que está em discussão é uma linha de renegociação para uma carteira estimada em cerca de R$ 170 bilhões em dívidas rurais estressadas, causada por perdas de safra, clima extremo, queda de preços, juros altos e aumento dos custos de produção.

Pelo texto, o produtor terá apenas 2 anos de carência e prazo de pagamento de até 13 anos, com juros acessíveis e reais:

🔹 3,5% ao ano para Pronaf e pequenos produtores
🔹 5,5% ao ano para médios produtores
🔹 7,5% ao ano para demais produtores rurais

Ou seja: o produtor vai pagar. Mas precisa de prazo, previsibilidade e condição real para continuar produzindo.

Enquanto isso, a inflação de alimentos já acendeu o alerta. Alimentação e Bebidas voltou a pressionar o IPCA, e economistas projetam que a comida dentro de casa pode subir mais de 7% neste ano.

Não existe comida barata com produtor descapitalizado!

🌾 Renegociar dívida rural é proteger a produção, o abastecimento e a comida na mesa do brasileiro.

09/06/2026

💰 Enquanto o produtor estiver endividado, não há como acessar o plano safra!

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, destacou que um dos principais temas da reunião com o ministro da Agricultura foi justamente a necessidade de uma solução urgente para as dívidas acumuladas no campo.

Segundo ele, não é possível confundir os recursos do Plano Safra com os previstos no PL 5122/2023. As duas medidas têm objetivos diferentes: o projeto dá condições para que o produtor renegocie suas dívidas e recupere sua capacidade financeira; só então ele poderá acessar novas linhas de crédito.

👉🏼 É preciso garantir que quem produz tenha condições reais de acessar os recursos.

09/06/2026

🧑🏽‍🌾 FPA trabalha na defesa de quem produz o Brasil!

A diretoria da FPA se reuniu, nesta terça-feira (9), com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para levar as prioridades do setor agropecuário.

Entre as principais demandas, a bancada defendeu um aporte de R$ 27 bilhões para a equalização de juros do Plano Safra. Esse recurso é essencial para garantir crédito rural com taxas mais acessíveis e permitir que o produtor continue investindo, produzindo e abastecendo o país.

O alerta é urgente: no Plano Safra 2025/26, foram destinados apenas R$ 13,5 bilhões para essa finalidade, uma redução de 17,5% em relação ao ano anterior.

👉🏼 Sem recursos suficientes, o crédito f**a mais caro, o acesso ao financiamento diminui e a produção agropecuária é diretamente impactada.

Endereço

Ql 13 Conjunto 13 Casa 13
Brasília, DF
71635-130

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