24/05/2016
Fazia algum tempo que não me expressava de verdade em uma folha de papel.
Quando digo de verdade, é porque algo maior invade, um misto de confusão, paixao, sentimento e medo. Um enredo da sua presença, penso ser uma aventura; e caramba, aventura sua. Durante o dia imagino se esta bem e em que lugar, lembro teu olhar e vem a certeza de que qualquer lugar f**a bem quando você já esta la:)
percebo que tens um modo diferente de ver a vida, talvez por já conhecer tantos traços de tantas pessoas, carregar lembranças consigo, que marcam, momentos ruins claro, porém os melhores sempre exaltados. Quanta facilidade tua em pedalar pra cima da rotina, mesmo sabendo que ao chegar em casa no fim da noite suas pernas estarão cansadas, seu cabelo assanhado, até da calo, mas sua alma mesmo assim leve e feliz.
És flor !
Veraneios que te encontro cabisbaixo, murcha, abatida.
Imploro ao universo por alguma formula; mesmo que sacrifique•me,
mas lhe devolva a primavera, onde própria ela, vive em cada pixel do seu sorriso, tenho motivos e insisto tento desviar, tu me driblas me ganhas e me despe com o olhar. Logo tu, tao moça e independente, criança sorridente, a mim veio encontrar.
Logo eu que to num lenga lenga, atoa, turrando a ponta do lápis ha um tempão, escreveria sobre qualquer outra coisa que não fosse você, mas Oxente !
Quem da ordem em coração ?
Este me põe em cada situacao
Tu só me demoras não diz logo que me quer
Não pega e não joga fora, passam outroras, eu tambem nao redo o pé.
Bem me quer