23/05/2018
ATA DA 7ª ASSEMBLEIA GERAL DA TREMA
A assembleia teve início às 20:00 do dia 22/5/2018, no Espaço N27, SCLRN 713, b. C, loja 27, em Brasília-DF.
1 – Marcos Pinheiro
2 – Mario Bisneto
3 – Beto Peres
4 – Rênio Quintas
5 – Ballerini
6 – Guilherme Costa
7 – Lauro Aires
8 – Thiago Delima
9 – Gabriel Pinheiro
10 – Leonardo Machado
11 – Mario Sartorello
12 – Tâmara Habka
13 – Julia Maria
14 – Marcos Delgado
Mario Bisneto voluntariou-se para o secretariado da assembleia.
A assembleia começou com apresentação da TREMA para novos associados, por Marcos Pinheiro. Marcos e Rênio Quintas apresentaram a ideia de criar um “selo” de música de Brasília que seria endossado pela Associação, pela Rádio Cultura e por outras organizações, direcionando os usuários para playlists nos mecanismos de distribuição digital, tal como Spotify. Os presentes discutiram a operacionalização dessa lista. Gabriel levantou a ideia de além de se agrupar as músicas em playlists, que se agreguem hashtags de estilo ou outras características às músicas tocadas nas playlists.
Mario interrompeu a discussão para iniciar a pauta inicial da reunião: anuidades, formas de pagamento, métodos de inscrição e carteirinhas. Leonardo Machado levantou a possibilidade do PagSeguro, informando que existe taxa de 2 a 5%, a depender do método de pagamento, e que existe pagamento facilitado pros associados. Outras plataformas foram levantadas, tais como MoIP, que não foi bem recomendado pelos presentes que já utilizaram. Tâmara levantou que o MoIP, após a burocracia inicial, que é grande, não apresenta taxas por transferência, enquanto PagSeguro e PayPal apresentam taxas maiores.
Leonardo Machado ficou de comparar as plataformas de pagamento da anuidade, que foram fechadas em 125 reais (que seriam correspondentes a 10 reais por mês mais uam taxa administrativa simbólica de 5 reais), divisíveis em até duas vezes, sem taxa de associação.
Os presentes decidiram pela não necessidade de carteirinha para os associados.
Ballerini levantou a questão de em que banco será aberta a conta. Mario levantou diversas opções, tais como bancos tradicionais, bancos digitais e cooperativas, como a SICOOB. Os presentes optaram pelo SICOOB, a priori. Caso não seja atrativo, há de ser escolhido um novo banco.
Os presentes concordaram com um contrato de associação que seja preenchível e sirva como formulário de inscrição na associação, que deve ter cópia de RG e CPF, contato que os dados dos associados não sejam tornados públicos.
Rênio levanta uma questão referente à Lei do Silêncio, a LUOS, Lei de Uso e Ordenamento do Solo, que envolve o zoneamento de Brasília, e, portanto, afeta a própria Lei do Silêncio, especialmente no tocante a zoneamentos mistos para limites menos draconianos na Lei do Silêncio e em legislação futura. Rênio levanta que os presentes deveriam procurar o presente da CLDF, Joe Vale, para que a música seja contemplada na LUOS.
Beto Peres reforça a questão da necessidade de se pensar o zoneamento, uma vez que os clubes estariam fora de zoneamentos presentes na jurisdição da Lei do Silêncio, e estariam livres para agir fora dos limites legais de som. Mais perversamente, os moradores do Plano Piloto estariam, incautamente, achando que o som gerado pelos clubes seria dos bares e casas localizados nas comerciais de quadras, mesmo dos que investiram em isolamento acústico. Tâmara coloca que devemos tomar cuidado para não darmos um tiro no pé e perdermos locais como os próprios clubes e o SOF Sul.
Ballerini levanta a questão da politização da Lei do Silêncio. Levanta a questão de ter um candidato da Associação, e não de alguém que represente a associação, mas de alguém da associação que queira se candidatar, para que eventualmente tenhamos 2 ou 3 candidatos que sejam de fato do meio cultural. Marcos Pinheiro levanta que devemos começar a conversar com os candidatos que possam ser trazidos para a gente, mesmo os que não tenham condições de se eleger agora, mas que devemos ter, sim, pelo menos um candidato mais forte com condições reais de eleição. A proposta de candidato próprio não é factível para esse ano porque o prazo para filiação partidária já se passou, a não ser que haja alguém já previamente filiado.
Os presentes sugeriram rodas de debate com os candidatos pretendidos. Vários formatos foram sugeridos, durante um período de tempo extenso. Tâmara Habka levanta a ideia de se fazer uma campanha publicitária com o que já está disponível. A ideia de pequenos debates com a apresentação de uma carta-proposta da Associação é aceita entre os presentes. Por exemplo, distribuição de panfletos e corpo-a-corpo em locais de concentração de público, tal como o jazz no Pinella. Mario Sartô levanta a ideia de educação e conscientização do público, que quando desrespeita regras de convívio social, acaba prejudicando bares e músicos. Rênio levantou a ideia de uma campanha de responsabilização individual de deputados favoráveis à manutenção da Lei do Silêncio, que foi rechaçada em prol de campanhas propositivas e educativas pela educação. Delima sugere que os produtores de eventos também devem ser abordados, visando alguma campanha educativa nos moldes da .
Mário Sartô levanta a questão da necessidade de realização de uma campanha de comunicação inicial para a associação. Marcos se responsabiliza por subir Estatuto e atas em pdf nas páginas da associação. Gabriel levanta a necessidade de se deixar claro os objetivos da associação e as vantagens de se associar a ela para incentivar tanto o ingresso quanto a participação de novos membros.
Tâmara levanta a questão de fiscalização orçamentária do IBRAM e da AGEFIS, via SICOP, uma vez que o dinheiro das multas subsidia a existência dos próprios órgãos. Tâmara levanta, ainda, questão sobre o financiamento para a música no DF e sobre negociações com empresas privadas. Levanta, novamente, a necessidade de se cobrar o programa de gravação no início de junho.
Ballerini levanta a ideia de se fazer reuniões ordinárias. Mario levanta que seja uma vez por mês.
Agradecimentos a Leonardo Machado e Marcos Delgado, que disponibilizaram o Espaço N27. Assembleia encerrada às 22:00.
Brasília, 22 de maio de 2018.