29/05/2026
Em outubro de 2025, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Desmaio Achocolatado Rachadinha Miliciano BolsoMaster, declarou que gostaria de ver os EUA bombardearem barcos na Baía da Guanabara, como têm feito no mar do Caribe.
Um senador da República sentiu inveja por ainda não ter visto os EUA explodir barcos que, supostamente, segundo o parlamentar, estariam inundando o Brasil com dr**as. Logo ele, filho de um ex-presidente pego com 39 quilos de co***na no avião oficial do governo brasileiro.
Aliás, se ele tem provas de que os barcos que navegam nas águas da Guanabara estão traf**ando, por que nunca denunciou formalmente à Polícia Federal? No mínimo, incorre em omissão?
O senador correu atrás do seu sonho e foi aos EUA pedir ao presidente Donald Trump para classif**ar as organizações criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como terroristas. Na verdade, o pedido de Flávio ap***s reforçou um desejo já manifestado por Trump, o de retomar o Brasil como seu quintal.
Até o Reino Monera sabe que não há intenção de combater o narcotráfico, senão a de interferir na soberania nacional, principalmente no ano eleitoral em que o candidato favorito é uma pessoa para quem a soberania nacional é inegociável.
A covardia e o sabujismo da família Bolsonaro e sua estreita relação com crimes de milícia colocam em risco não ap***s as eleições brasileiras, mas, também, o modelo de pagamento PIX, por exemplo. Essa classif**ação dá aos EUA, que se considera o xerife do mundo, meios para interferir em questões que devem ser decididas pelos brasileiros, como suas relações internacionais.
O sonho do Flávio Bolsonaro é ver o Brasil como colônia dos EUA e, como prêmio dessa abjeta entrega, seu pai fora da cadeia. Definitivamente, o Brasil não está entre as prioridades dessa família, que só faz mal a este país e não se importa com a sua soberania, desde que seus interesses pessoais sejam atendidos.