ColetivAção

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O ColetivAção é o resultado do trabalho de solidariedade, nas ruas e nas redes, de um conjunto de militantes do Partido dos Trabalhadores que atua nos movimentos populares de moradia, saúde, cultura, educação, mulheres, negritude e direitos humanos.

Em outubro de 2025, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Desmaio Achocolatado Rachadinha Milicia...
29/05/2026

Em outubro de 2025, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Desmaio Achocolatado Rachadinha Miliciano BolsoMaster, declarou que gostaria de ver os EUA bombardearem barcos na Baía da Guanabara, como têm feito no mar do Caribe.

Um senador da República sentiu inveja por ainda não ter visto os EUA explodir barcos que, supostamente, segundo o parlamentar, estariam inundando o Brasil com dr**as. Logo ele, filho de um ex-presidente pego com 39 quilos de co***na no avião oficial do governo brasileiro.

Aliás, se ele tem provas de que os barcos que navegam nas águas da Guanabara estão traf**ando, por que nunca denunciou formalmente à Polícia Federal? No mínimo, incorre em omissão?

O senador correu atrás do seu sonho e foi aos EUA pedir ao presidente Donald Trump para classif**ar as organizações criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como terroristas. Na verdade, o pedido de Flávio ap***s reforçou um desejo já manifestado por Trump, o de retomar o Brasil como seu quintal.

Até o Reino Monera sabe que não há intenção de combater o narcotráfico, senão a de interferir na soberania nacional, principalmente no ano eleitoral em que o candidato favorito é uma pessoa para quem a soberania nacional é inegociável.

A covardia e o sabujismo da família Bolsonaro e sua estreita relação com crimes de milícia colocam em risco não ap***s as eleições brasileiras, mas, também, o modelo de pagamento PIX, por exemplo. Essa classif**ação dá aos EUA, que se considera o xerife do mundo, meios para interferir em questões que devem ser decididas pelos brasileiros, como suas relações internacionais.

O sonho do Flávio Bolsonaro é ver o Brasil como colônia dos EUA e, como prêmio dessa abjeta entrega, seu pai fora da cadeia. Definitivamente, o Brasil não está entre as prioridades dessa família, que só faz mal a este país e não se importa com a sua soberania, desde que seus interesses pessoais sejam atendidos.

Sem pressão não haverá aprovação. Esse é o recado que o Congresso Nacional está mandando à classe trabalhadora. Quando o...
26/05/2026

Sem pressão não haverá aprovação. Esse é o recado que o Congresso Nacional está mandando à classe trabalhadora. Quando o golpista Michel Temer tomou o poder, em 2016, a reforma que desfigurou mais de 100 artigos da CLT e a reforma fiscal que arrochou ainda mais os trabalhadores passaram a valer na data da promulgação das leis. Esse é o Congresso com o qual os trabalhadores estão lidando.

Agora, que é para acabar com uma condição de superexploração do trabalho, uma semiescravidão, os parlamentares da direita querem impor um período de transição para o fim da escala de trabalho 6x1. A imposição de um período de transição é uma espécie de chibatada a mais nas costas dos trabalhadores.

Nesse sentido, é necessário que a classe trabalhadora, organizada e unida em seus respectivos sindicatos, fique atenta e não permita um milímetro de retrocesso. Há parlamentares à espreita para aplicar mais um golpe contra os trabalhadores e impor-lhes uma carga de 52 horas semanais, por meio de uma regra de negociação direta entre patrão e empregado.

Os 14 meses propostos de transição são, na verdade, uma janela de oportunidades para a direita tentar mudar as regras do jogo antes de terminado do período acordado entre governo e oposição. Nesse sentido, é fundamental que os sindicatos mantenham os trabalhadores bem informados dos movimentos no Congresso e mobilizados para uma possível reação.

A mentalidade escravocrata brasileira está estampada no pedido de vistas ao projeto, pelo deputado federal da extrema-direita, Mauricio Marcon (PL). Ele é um legítimo representante da casa-grande, cujo mandato está a serviço do que há de mais atrasado em termos de civilização. Agora, mais do que nunca, durante essa tortuosa “reta’ de chegada, é fundamental pressionar o Congresso e impedir qualquer tentativa de ainda mais retrocessos.

O Sistema Único de Saúde é a maior política pública de saúde do mundo, que atende mais de 200 milhões de pessoas, sendo ...
18/05/2026

O Sistema Único de Saúde é a maior política pública de saúde do mundo, que atende mais de 200 milhões de pessoas, sendo algumas delas estrangeiras que saem dos seus países para se tratarem no Brasil. O SUS é estudado por pesquisadores e admirado por gestores de vários países, que buscam maneiras de implementar sistema similar em seus países de origem.

Há problemas no SUS? Muitos, mas o Brasil tem o que nenhum outro país do mundo tem. E eles serão dirimidos na medida em que a população tome consciência da sua grandeza e complexidade e passe a influir nos seus destinos, por meio da participação. Somente assim, gestores incompetentes ou mal-intencionados não terão como desviar os recursos destinados a ele.

Portanto, comprometa-se com você mesmo e participe do Encontro Distrital de Saúde, que ocorrerá no Windsor Plaza Brasília, em Brasília, na terça-feira (19), cujo tema central é Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil. A atividade contará como etapa preparatória para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, que ocorrerá em 2027.

O SUS tem recursos para garantir esses aspectos, o que falta são olhos participativos para dar por isso. Para fortalecer o SUS no DF, identif**ar os montantes de financiamento adequados e ampliar o acesso digno, integral e resolutivo ao sistema, deve-se participar para conhecer e influir. Invista na sua cidadania, credencie-se por meio do link https://shre.ink/7WpJ participe, contribua, se enriqueça e fortaleça o SUS, que ele é nosso.

Serviço:
Data: 19 de maio de 2026.
Horário: Das 08h às 16h (Encerramento).
Local: WINDSOR PLAZA BRASÍLIA, localizado no SHS, quadra 05, Bloco H, Brasília-DF
Alimentação: Será oferecido café da manhã e almoço no local aos participantes devidamente credenciados

A pequena ponta de um iceberg gigante e malcheiroso foi revelada pelo veículo jornalístico Intercept Brasil, na quarta-f...
14/05/2026

A pequena ponta de um iceberg gigante e malcheiroso foi revelada pelo veículo jornalístico Intercept Brasil, na quarta-feira (13). Nele, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, cobra do ex-banqueiro Daniel Vorcaro um valor para o financiamento do filme sobre seu pai, hoje preso por tentativa de golpe de Estado.

Ao longo do dia, a opinião pública ficou sabendo que os R$ 134 milhões são um valor astronômico para uma produção cinematográf**a, mesmo para produções roliudianas. Ao mesmo tempo, sabe-se que a produtora não recebeu valor algum e que esses foram parar no Texas, onde mora, ora vejam, Eduardo Bolsonaro.

Uma verdadeira caixa de pandora foi aberta, principalmente depois que Flávio Bolsonaro declarou em vídeo que a sua família não tinha contato algum com o banqueiro. Na mensagem a Daniel, Flávio deixa claro que ele sabia da “situação dificílima” pela qual o “irmão” estava passando. Na certa, ele se referia às investigações que prenderiam o banqueiro no dia seguinte.

Será que os policiais federais envolvidos com o bando informavam Flávio dos avanços das investigações? Coisa que será revelada nos próximos dias. Hoje, quinta-feira (14), o patriarca da família Vorcaro, Henrique, foi preso pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

Muita água turbulenta e contaminada passará debaixo desta ponte, por onde está passando, por exemplo, o senador Ciro Nogueira, “irmão de vida” de Daniel Vorcaro. O fato auspicioso para a esquerda é que a extrema-direita vive um fratricídio entre si, no qual os personagens, candidatos ou não, se atacam cega mutuamente.

Infelizmente o espaço é pequeno para tanta informação. Cabe, doravante, torcer para a briga entre a extrema-direita e pelo aprofundamento das investigações. Torçamos.

Impostos, taxas, contribuições e tributos são instrumentos fiscais à disposição de todo e qualquer Estado, usados confor...
14/05/2026

Impostos, taxas, contribuições e tributos são instrumentos fiscais à disposição de todo e qualquer Estado, usados conforme a necessidade arrecadatória, bem como para defender a economia. Em geral, são vistos pela população como inimigos que atacam a renda das famílias.

Em agosto de 2024, o presidente Lula instituiu uma taxação de 20% sobre importação para compras de até US$ 50, cerca de R$ 250 na cotação de hoje. Infelizmente, devido a apuração enviesada de uma certa imprensa e da sanha belicosa da oposição, que não se envergonha de disseminar mentiras, o governo foi duramente atacado, afetando a sua popularidade.

O que parte da imprensa e a oposição não contaram para a população, foi que a medida protegeu cerca de 136 mil empregos brasileiros, fez circular R$ 20 bilhões na economia brasileira e, óbvio, aumentou a arrecadação de impostos, passando de R$ 1,4 bilhão, em 2024, para R$ 3,5 bilhões, em 2025.

Em 2024, a economia brasileira encontrava-se em recuperação, depois do desastroso governo Bolsonaro. O que o governo Lula fez foi proteger as contas do Brasil e os empregos dos brasileiros, pois os produtos chineses chegam ao Brasil com preços muito inferiores aos praticados em território nacional.

Hoje, a indústria nacional encontra-se em melhores condições competitivas e o real está bem mais valorizado. Nesse sentido, o presidente Lula entendeu que não é mais necessário manter a taxação. Por esse motivo, no dia de ontem, 12 de maio, ele editou uma Medida Provisória pela qual a isenção a essas importações passou a valer desde o momento da sua publicação.

Ganham os consumidores, principalmente, mas o Brasil também. Para a população em geral f**a a reflexão acerca do que é noticiado por parte da imprensa e pela oposição: preste muita atenção no que eu não digo.

Segurança pública não se faz com improviso nem discurso fácil. Se faz com inteligência, integração e presença efetiva do...
12/05/2026

Segurança pública não se faz com improviso nem discurso fácil. Se faz com inteligência, integração e presença efetiva do Estado.

O lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado marca um novo passo no enfrentamento às facções e redes criminosas no país, com investimento de R$ 11 bilhões e ações coordenadas em todo o território nacional.

A proposta vai além do combate nas ruas: atua também no enfrentamento às estruturas financeiras que sustentam organizações criminosas, no combate ao tráfico de armas, fortalecimento das investigações, modernização do sistema prisional e ampliação da cooperação entre União e estados.

Como afirmou o presidente Lula, o crime organizado não está ap***s “na esquina”, mas também “no andar de cima” — articulado em esquemas econômicos, lavagem de dinheiro e redes de poder que lucram com a violência.

Combater o crime exige olhar para toda essa cadeia, responsabilizando desde a base operacional até quem financia e se beneficia dela.

Mais do que repressão, segurança pública exige estratégia, tecnologia, prevenção e articulação institucional.

Um país mais seguro se constrói com políticas públicas sérias, investimento contínuo e compromisso real com a proteção da população.

Dois movimentos recentes do Congresso Nacional revelam a conjuntura política do país. A rejeição ao nome do advogado-ger...
06/05/2026

Dois movimentos recentes do Congresso Nacional revelam a conjuntura política do país. A rejeição ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal e a derrubada do veto do presidente Lula à golpista Dosimetria escancaram o comprometimento de parte do CN com a fraude Master e com a tentativa de golpe de Estado, em 2023, ainda em curso.

Foi no governo Lula, com Messias à frente da Advocacia-Geral da União, que a bilionária fraude de descontos indevidos a aposentados do INSS, iniciada no governo Bolsonaro, foi descoberta e investigada. Já o PL da Dosimetria nada mais é que a continuidade de tentativa de golpe de Estado, uma vez que visa anistiar quem atentou contra a democracia. Em democracias, como a dos EUA, a pena para esse crime pode passar de 20 anos de cadeia.

Ao longo da CPMI do INSS, revelou-se a ligação dos descontos com o banco Master e, deste, com o governo Bolsonaro, como governadores aliados que investiram bilhões dos contribuintes num banco fraudulento. Um dos mais signif**ativos exemplos é o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, desconhecido de certa imprensa, que pode ter investido mais de R$ 30 bilhões e tentou forçar o BRB comprar o banco de Daniel Vorcaro.

Já a derrubada do veto do presidente à escandalosa intenção de anistiar golpistas é reveladora do desprezo que boa parte dos parlamentares eleitos diretamente tem pela democracia. Até parece que não sabem que não há eleição direta e democrática numa ditadura. A democracia é uma construção cara demais para abrir mão dela.

Apoiar o veto do presidente é a defesa da liberdade, da soberania e do poder de decisão da população. Ao mesmo tempo, para f**ar tudo em pratos limpos, urge uma CPI do banco Master, tanto para esclarecer a fraude já investigada pelos órgãos de fiscalização, controle e repressão ao crime, quanto para expor quem tem medo da verdade.

Nas décadas de 1940/50, o ex-presidente do Brasil, Getúlio Vargas, optou pela industrialização do país. Em troca de vend...
22/04/2026

Nas décadas de 1940/50, o ex-presidente do Brasil, Getúlio Vargas, optou pela industrialização do país. Em troca de vender ferro e petróleo, por exemplo, para os EUA, ele exigiu transferência de tecnologia.
Essa decisão política permitiu que os brasileiros criassem diversas tecnologias. Já nos anos 1990, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tentou vender a Petrobras para tornar o Brasil um país meramente fornecedor de matéria prima.
A decisão faria o Brasil deixar de processar o recurso energético, se tornando um mero fornecedor de matéria prima. A decisão política de um presidente, sem consultar a população, causaria um grande retrocesso civilizatório no país.
De 2006 a 2015, a publicação de artigos científicos saltou de, 33.498 para 61.122. Durante esse período, a Petrobras ganhou o maior prêmio internacional por desenvolvimento tecnológico e o Brasil construiu um acelerador de partículas. Isso só aconteceu por decisão e vontade política dos governantes.
Hoje, as mais cobiçadas fontes de energia natural, junto com a água, são as terras raras. Elementos geológicos com os quais se constrói os mais avançados equipamentos computacionais. O Brasil tem esses elementos em abundância. Controlar a extração e o processamento dessas terras são a chave para o avanço tecnológico de qualquer país.
Segundo o candidato Flávio Bolsonaro, as terras raras devem servir aos EUA. Já Lula, defende criar a Terrabras para cuidar desse recurso, que é disputado por todos os países que participam das principais corridas pelo domínio tecnológico.
Lula e Dilma já demonstraram que vale a pena investir no Brasil e nos brasileiros. A discussão sobre o destino das terras raras brasileiras está no Congresso Nacional, onde o Centrão e a extrema-direita apoiam a proposta de Flávio Bolsonaro, de entregar esses recursos aos estrangeiros, sem o Brasil ganhar nada.
De que lado se coloca um patriota, em defesa da soberania do Brasil ou de sua submissão aos interesses de outros países?

Quando não se pune devida e rigorosamente um crime, dá-se um passe livre para se cometê-lo novamente. O Brasil tem um lo...
17/04/2026

Quando não se pune devida e rigorosamente um crime, dá-se um passe livre para se cometê-lo novamente. O Brasil tem um longo histórico de golpes de Estado não punidos, desde 1889, quando militares e latifundiários, sempre eles, se uniram para depor um imperador progressista.

Para focar ap***s nos mais recentes, a famigerada Anistia Ampla Geral e Irrestrita, de 1979, colocou no mesmo balaio tanto quem resistiu à ditatura civil-militar 1964/1985, quanto quem prendeu ilegalmente, torturou e matou quem lutou contra ela.

Ou seja, não puniu devida e rigorosamente quem cometeu os crimes de lesa-pátria e lesa-humanidade e puniu duas vezes quem resistiu às arbitrariedades do sangrento regime civil-militar. A decisão confirmou as injustiças quando, em 1989, criminosos da ditadura se elegeram para o Congresso Nacional.

Porém, a mais nefasta consequência da anistia à ditadura civil-militar foi um novo golpe de Estado, em 2016, e a tentativa de 2023, que se estende até hoje. A continuidade do golpe está registrada no Projeto de Lei da Dosimetria, que foi totalmente vetado pelo presidente Lula.

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, eleito democraticamente, marcou para o dia 30 de abril a votação que pode derrubar o veto do presidente ao PL. Caso aprovado, todos os envolvidos, desde as pessoas comuns até os que planejaram o golpe e o assassinato do presidente, do vice-presidente Alckmin e do ministro Moraes, terão suas p***s reduzidas e estarão livres em poucos meses.

Quem nega a história se condena a repetir os erros do passado. E a do Brasil é cheia de exemplos de que o perdão a golpista é a senha para um novo golpe. O Congresso Nacional é composto de parlamentares eleitos diretamente em eleições democráticas. Grande parte dele, infelizmente, está disposta a negar a democracia para derrubar o veto do presidente ao PL que beneficia golpista.

Pergunta-se: qual parlamentar quer seu mandato cassado?

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