Escola Vercellino
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Endereço
Avenida Alexandrina Bertoldi Vercellino, 361, Vila Ginasial
Boituva, SP
18557-342
Horário de Funcionamento
| Segunda-feira | 08:15 - 23:00 |
| Terça-feira | 07:00 - 23:00 |
| Quarta-feira | 07:00 - 15:00 |
| Quinta-feira | 07:00 - 15:00 |
| Sexta-feira | 07:00 - 15:00 |
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Uma História de 1950...
Foi criado pela Lei n.º 613, de 2 de janeiro de 1950, mas sua instalação ficara no papel e dormia em alguma gaveta da Secretaria da Educação. Em 1954, já no 3.º ano da sua gestão, o Prefeito João Rosa da Silva se faz acompanhar do vereador Pedro Cinti, em audiência com o Governador Lucas Nogueira Garcez, para dele obter a tão ansiada instalação daquela importante escola.
Organizou-se, então, o Ginásio em Boituva, a título precário, como era a praxe administrativa, no prédio da EEPG. “Cel. José de Campos Arruda Botelho”, que acabava de ser inaugurado. A Inspetora Federal, Prof.ª Maria das Graças visitou a referida Escola, entendeu-se com o seu diretor, Prof. Jecy Alves Pereira, que, por sua vez, também se entendeu com a Delegacia de Ensino Básico, aprovaram o funcionamento do Ginásio, em período noturno, para o ano de 1956, sem que houvesse qualquer empecilho para o prédio abrigar as duas unidades de ensino.
As atividades do Ginásio Estadual se iniciaram no dia 23 de março de 1956, no Grupo Escolar “Cel. Arruda Botelho”, como se registrou anteriormente. A título precário. Direção e corpo administrativo: Prof. Augusto de Assis Cruz, responsável pelo expediente, Prof. Antenor Dias da Silva Júnior, secretário efetivo, em substituição a D. Helly Grillo, diretora efetiva, João Pastre, como secretário, Ruth Alves Lima Silva, como inspetora de alunos, Hélio Zacharias e Naze Sarkis, como serventes.
Depois de muito, veio enfim a tão esperada construção do nosso Ginásio Estadual. Na época, travou-se um empasse quanto à sua localização. No fim, optou-se (ouvido os reclamos dos que habitavam a parte alta da cidade, acima da Estrada de Ferro, que desejavam a obra, para valorizá-la, desde os tempos de Mário Pedro Vercellino) pelo terreno, ainda inculto, lá nos altos e canto da cidade, no final da, hoje, rua Jorge Convertino, de propriedade de Ary Vercellino, bastante acidentado, em lançante, que exigiria árduo trabalho de terraplenagem, mas oferecendo em doação, abrangendo uma área de 10000 (dez mil) m², livre de qualquer ônus para os cofres públicos. Única condição: que o nome do “Alferes” Mário Pedro Vercellino fosse o patronímico da nova Escola, o que, pela justiça que se fazia àquele prestigioso homem público, foi aprovado, sem discussão, pelas autoridades maiores do Governo.