Colônia De MINAS NOVAS

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18/02/2025

A QUESTÃO DA USAID: "Conspiração global da esquerda"
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A “teoria da conspiração” se provou verdadeira: o escândalo da USAID mostra que a esquerda montou, de fato, um governo global autoritário

Muita gente não está entendendo a dimensão do escândalo da USAID.

Mais uma “teoria da conspiração” foi comprovada: a esquerda criou uma espécie de governo paralelo em escala global, através de uma intrincada rede de ONGs e outras instituições, financiada principalmente pelo governo americano, por meio da USAID.

Mas não é só a USAID. Outras agências americanas também foram instrumentalizadas, além do próprio Departamento de Estado e de Defesa.

Além disso, há outras agências e órgãos de diversos países do Ocidente que foram aparelhados da mesma forma, sem falar na já conhecida atuação de bilionários globalistas, como George Soros e Pierre Omidyar.

O aparelhamento desses Estados resultou em um governo não eleito, com muito mais poder do que presidentes e representantes eleitos. A esquerda criou ainda uma rede que engloba universidades, centros de pesquisa científica, think tanks, milhares de ONGs, veículos de imprensa e jornalistas, as maiores corporações, Hollywood e a arte em geral.

O laboratório de Wuhan, que criou o vírus da covid, foi financiado por essa rede, por exemplo. Ideologia de gênero, identitarismo, ambientalismo radical, abortismo, imigração em massa, controle de armamento civil, liberação das dr**as e desencarceramento em massa são as principais bandeiras do movimento para destruir a sociedade, facilitando o seu controle por uma elite não eleita.

Esse grupo montou o que

chamou de “Show de Truman”, uma realidade artificial criada para fazer você apoiar o globalismo socialista, e reprimir qualquer opositor.

O ÚNICO meio que eles não conseguiram controlar completamente foi a Internet. Por isso, especialmente depois do Brexit e da eleição de Trump, o foco se voltou para a CENSURA DAS REDES SOCIAIS.

Nesse aspecto, o Brasil ganhou destaque como campo de te**es, onde a censura e a perseguição política em massa foram usadas com sucesso para retirar do poder um líder político não alinhado ao projeto globalista.

Todo o aparato de repressão montado no Brasil não contou apenas com o apoio do velho establishment político brasileiro, que queria encerrar o processo de limpeza iniciado pela revolta popular de 2013; também contou com o decisivo apoio da megaestrutura globalista totalitária.

Donald Trump foi outro alvo dessa mesma máquina, cujo objetivo era tirá-lo de circulação. Para o infortúnio dos globalistas, ele não só sobreviveu, como entendeu que apenas a destruição dessa máquina poderá devolver a liberdade aos EUA e ao Ocidente, incluindo o Brasil.

24/01/2025

TODO E QUALQUER BRASILEIRO DE VERGONHA NA CARA TEM NOJO DE LULA E SE SENTE ENVERGONHADO DE TER VOTADO NESSE BANDIDO:

Qualquer um que seja minimamente brasileiro sabe que metade da população deste país tupiniquim corre pra vomitar só de ouvir a voz de lula.
Outros 30% só ficam enjoados, mas desligam a fonte, radinho de pilha, tv ou cleular, enojados com tanta cara de pau.
O resto simplesmente enfia a cabeça num buraco -especialmente se acaba de chegar do supermercado e se pergunta, envergonhado: 'como fui acreditar nesse cara?'
Mas luladasilva, cada vez mais alienado e sociopata, ainda acha que o melhor remédio é a fala mansa pra enganar otário dos anos 2000.
Ainda acha que alguém acredita nele, mesmo sem receber cache pra mentir.
Já tomou umas traulitadas recentemente, fazendo live com audiência mais baixa que temperatura de frigorífico de mercadinho de bairro.
Mas não aprende.
Governa e desgoverna para o passado lustroso onde, em cima de caixote, convencia otários a fazer greve, seu produto, que vendia para os empresários.
Só que esses otários não existem mais, ou são uma raridade: sumiram pelo caminho, mortos de fome ou de burrice mesmo.
A ideia do Sidônio, que nunca teve avó pra avisar que 'o peixe morre pela boca', entretanto é bacana.
Deixa o cara falar, Sidônio, deixa. Este, também, é tão antipático como o chefe.

06/11/2024
VITÓRIA DE DONALD TRAMP PARA O GOVERNO DO EUA PODERÁ SER MUITO BENÉFICA À VOLTA DA DIREITA, TAMBÉM, NA POLÍTICA BRASILEI...
06/11/2024

VITÓRIA DE DONALD TRAMP PARA O GOVERNO DO EUA PODERÁ SER MUITO BENÉFICA À VOLTA DA DIREITA, TAMBÉM, NA POLÍTICA BRASILEIRA, FACILITANDO O RETORNO DO PRESIDENTE BOLSONARO AO PALÁCIO DA ALVORADA:
Na madrugada de hoje (6), manhã em West Palm Beach, na Flórida, após a confirmação da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, ele fez um discurso em que reafirmou seu compromisso com as promessas de campanha. Trump disse durante toda a sua jornada de volta à Casa Branca que a intenção é implementar políticas protecionistas, incluindo a imposição de tarifas sobre produtos importados, com o objetivo de fortalecer a economia americana e proteger os empregos domésticos. “Tarifa é a palavra mais bonita do dicionário”, disse ele em outubro, durante um discurso de campanha.

Eleito, tudo pode mudar, a depender de negociações. Mas, caso cumpra as promessas, as importações agrícolas do Brasil podem correr um risco de entrar no pacote de medidas, embora lideranças do setor no país aposte no contrário. Os EUA são o segundo maior comprador do agro brasileiro, atrás apenas da China. Na última década, entre 2014 e 2023, os EUA importaram do Brasil, em valores nominais, US$ 76,7 bilhões em produtos do agro brasileiro, dos quais US$ 36,7 bilhões ocorreram no primeiro mandato de Trump, entre os anos de 2017 a 2021, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

E, assim, haveremos de ter um Governo direcionado aos interesses nacionais, com ênfase à valorização das pessoas, das famílias e das tradições saudáveis nas quais se edificaram as nações ocidentais judáicas-cristãs.

Vem aí a Reforma Tributária, onde a "picanha" fará parte da sua "sexta-básica". ´É só vc aguardar para saber...
11/07/2024

Vem aí a Reforma Tributária, onde a "picanha" fará parte da sua "sexta-básica". ´

É só vc aguardar para saber...

28/06/2024

"Nos tempos do Rouca "

Pela tradição oral, a região fanadeira originalmente era habitada pelos nativos macunis - povo selvagem e rude que se considerava como descendentes dos bugios ou guaribas, um tipo de símios obesos, barbudos e amplamente muito comuns nas florestas da região, macacos que emitem sons roucos que ecoavam como o trovão e causavam medo naqueles índios. Os bugios tinham como predadores as onças e, por essa razão, preferiam viver em grupos e ocupando as altas copas de árvores que ficavam próximas às aldeias e às cafuas, sentindo-se mais protegidos pelos índios que os temiam e respeitavam, não os molestando. O Vale, naquela época, era dominado pelos macacos que roncam.
Em 1717, com a chegada dos primeiros garimpeiros de ouro, de fato começa a narrativa acerca de nossa história. Até ali tudo era selvagem e obscuro, mas é o ponto geográfico de referência histórica de onde se deu, numa jornada heroica e rude, a interligação natural da Estrada Real com os Caminhos do Sertão, pois dali era levando o ouro quintado da Vila do Fanado para Salvador e de lá, daquela província, vinham as tropas trazendo couro, sal, especiarias e produtos manufaturados.
Em 1727 a Vila do Ouro Fanado das Minas Novas já estava formada pelas tendas dos mineradores sefarditas, pelas choças de mascates, pelas cafuas de escravos fugidos, pelos alforriados, pelas choupanas de garimpeiros e aventureiros vindos do sul no rastro dos bandeirantes paulistas. Oficialmente a primeira bandeira a chegar foi a empunhada por Sebastião Leme do Prado que logo depois de fixar-se no local, mandou comunicar às autoridades da Coroa Portuguesa, através da Vila Rica, a descoberta do ouro que abundava nos leitos de alguns riachos da região, principalmente no Ribeirão do Aracati que passou a ser conhecido como Ribeirão do Bom Sucesso em razão da prodigalidade do rico metal ali encontrado. Também no Rio Tambuá verificou-se ocorrência esparsa do ouro, o que se verificava em menor quantidade apenas em betas isoladas, que eram lajedos de cor escura – veios alternados e de pequena extração - nos quais foram encontradas pequenas manchas auríferas encravadas naquelas pedras (lapas), ao contrário do metal amarelo achado em abundância nos demais córregos e veios auríferos, que eram no formato de pepitas roladas, grânulos soltos ou em pó dourado que se extraiam do meio da areia fina ou aluvião , indicando que ali a ocorrência se dava em virtude do carreamento, pelas enxurradas, dos cascalhos que desciam pelos morros e que vinham das chapadas, naturais mananciais da região, cujo minério era garimpado ou lavrado pelo processo de lavação do cascalho em bateias feitas de madeira.
O povo sefardita era numeroso e, pela descendência judaica, detinha conhecimentos da alquimia, da cabala e do alcorão, colocando-se em confronto com os padres jesuítas cuja cultura se orientava nos ensinamentos cristãos. Pela alquimia os sefarditas buscavam os minérios de ferro, cobre, prata e ouro, nesse sentido sendo atraídos, ainda no início daquela centúria (1717), pelo ouro ao qual demandavam, vindos anônimos e discretos a partir do nordeste do país, ao contrário dos bandeirantes que se animavam com o mesmo objetivo, trazendo bandeira, mandados oficiais e cartas de arrematação, porém, acessando o Vale do Jequitinhonha, vindos do sul, da região paulista. Pela cabala e pelo alcorão os sefarditas não distinguiam diferenças raciais e não aceitavam, por orientação religiosa, a discriminação de nativos, indígenas, negros e pardos, assim rechaçando a escravidão e o trabalho forçado. Apesar de demandarem o ouro, aqueles grupos nômades não eram exclusivistas e também se dedicavam à fundição, à ourivesaria e à agricultura, nesta atividade cultivando cereais, mandioca, mamona e algodão arbóreo, enquanto os mineradores paulistas, escravagistas por natureza, para assegurar a mão de obra em suas lavras, proibiam as lavouras e todas as demais atividades produtivas diferentes da extração do ouro. Com o crescente aumento da população também cresceu o consumo de bens necessários para a manutenção das pessoas e daí surgiram as tropas que traziam do Sertão as mercadorias que abasteciam o arraial e suas povoações.
Em 1729 a Coroa Portuguesa, reconhecendo a importância econômica da região fanadeira, mandou que no local das jazidas se instalasse a Vila das Lavras Novas do Bonsucesso do Fanado, quando já se observava a existência de um aglomerado de casas rudimentares edificadas ao longo do morro e na direção do outeiro onde já se erguiam casas de alvenaria, uma capela, uma escola coberta de telhas e uma cadeia anexa à Casa da Câmara que foi construída em formato de fortaleza, com pedras e lajotas retiradas do Rio Fanado.
Em 1730 chega à Vila do Bonsucesso o Comandante e Intendente Coronel Pedro Leolino Mariz que, por determinação do Vice-Rei localizado em Salvador, Capital da Província da Bahia, assume o comando da região do Fanado, manda construir a Casa da Câmara e inicia a construção da Igreja Matriz de São Pedro, dedicada ao santo de sua devoção, no dia 29 de junho daquele ano, cuja data também coincidia com seu próprio aniversário natalício.

Endereço

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Belo Horizonte, MG
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