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O Livreiro - SEBO Acervo literário de conteúdos diversos que se prestam a vários fins.

Bora!
05/12/2025

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Dizem que o fruto não cai longe da árvore! Nosso amigo ilustre, Lázaro Carneiro, o poeta do cerrado, o caipira que leu N...
21/11/2025

Dizem que o fruto não cai longe da árvore!

Nosso amigo ilustre, Lázaro Carneiro, o poeta do cerrado, o caipira que leu Nietzsche, deixou frutos por essa terra chamada Brasil. Seu filho, Carlos Eduardo Carneiro, desponta para a literatura com seu primeiro livro: "POEMA ALGUM". Suas poesias resgatam a sensibilidade, apesar de vivermos tempos tão difíceis; nos mostra um ser pensante conectado completamente ao nosso mundo, suas belezas e agruras, sutilezas e infâmias. As ilustrações e alguns poemas são de autoria de Alice Brasil, filha de Carlos e neta de Lázaro. Ela partiu aos 10 anos de idade, encantada que era, mas deixou um legado de conexão com a espiritualidade e a natureza. Tudo isso e tudo o mais que conseguir perceber e sentir nas palavras de Carlos e Alice estarão a sua espera no livro POEMA ALGUM, em venda de pré-lançamento no Sebo O Livreiro, o qual f**a a rua Saint Martin 15-07, centro, em Bauru.

Chegou com tudo mesmo!Dragon Ball completo, 42 volumes; e também Boruto e Naruto. Juntaram-se a esses os treinadores de ...
28/01/2025

Chegou com tudo mesmo!
Dragon Ball completo, 42 volumes; e também Boruto e Naruto. Juntaram-se a esses os treinadores de Dragões.
No Sebo O Livreiro.

As pessoas acreditam em sinais!   A vida nunca foi fácil! A humanidade migrou da coleta e da caça para o plantio em gran...
05/11/2024

As pessoas acreditam em sinais!

A vida nunca foi fácil! A humanidade migrou da coleta e da caça para o plantio em grande escala. E nessa faina, a natureza sempre foi a grande parceira, mostrando através de sinais ( mudança do clima, do vento, do cheiro, da temperatura,...) o melhor momento/local para cada atividade relativa a sobrevivência do ser humano. No mundo moderno, a psicologia se ocupa de entender e definir os sinais característicos de cada comportamento anômalo ou não, de modo a compreendermos melhor o outro e a nós. E a natureza.... Ela continua a nos enviar sinais sobre as mudanças que estão ocorrendo e prevendo novas por virem. Certo que há dificuldades ao homem moderno em perceber essas mudanças, visto que se afastou do convívio com a natureza. Preso às novas tecnologias, esqueceu-se do valor da terra a sobrevivência humana neste orbe. Basta que um pulso eletromagnético, advindo de uma explosão solar, atinja a terra e acabe com a eletricidade para que a humanidade ressinta-se de ter se afastado da natureza. Aí será tarde para a maioria. Hordas de Youtubers e influêncers, zumbis tecnológicos, estarão a vaguear pelas ruas à procura de um sinal (para o celular).
Não entenderam o sinal do planeta. O homem trucou com um 3 na mão, mas o planeta estava com o zap!

Prof. Reginaldo Furtado (O Observador!)

Vamos cuidar da alma por que o corpo...
16/07/2024

Vamos cuidar da alma por que o corpo...

Só essa semana, livros religiosos a 5,00 reais cada.No Sebo O Livreiro!Das 10h às 15h
15/07/2024

Só essa semana, livros religiosos a 5,00 reais cada.
No Sebo O Livreiro!
Das 10h às 15h

Aproveitem!!!
10/05/2024

Aproveitem!!!

Quer desenvolver suas personagens de games?O Livreiro lhe ajuda!
20/03/2024

Quer desenvolver suas personagens de games?
O Livreiro lhe ajuda!

Escreveu não leu, o pau comeu!Quando fazemos algo sem prestar a devida atenção podemos cometer erros que venham a nos cu...
29/08/2023

Escreveu não leu, o pau comeu!

Quando fazemos algo sem prestar a devida atenção podemos cometer erros que venham a nos custar caro.
Tomo a liberdade de incluir como "falta de atenção" o descuido (proposital ou não) em procurar a verdade, o fato, antes de expor seu ponto de vista ou tomar uma decisão. O que dizemos e fazemos fala muito sobre nós. Levando-se em consideração que papagaio também fala, nossas ações são o verdadeiro expoente "do quê" realmente somos. Podemos aceitar que podemos falsear nossos atos, mas, em algum momento, nossas atitudes irão nos denunciar. Nos últimos anos temos visto emergirem do lodo da insignificância existencial - falo aqui sobre moral e ética - indivíduos que até pouco tempo caminhavam ao nosso lado ostentando a pecha de cidadão de bem. Nessa sociedade capitalista em que vivemos o dinheiro pode comprar muita coisa, mas não compra inteligência, conhecimento (compra informação), moral ou a ética. O conceito de moral pode variar de acordo com os costumes de cada sociedade, mas a ética é aquilo que você faz quando ninguém está olhando. Aliada a empatia, pode alça-lo à condição de ser evoluído e, por que não dizer, "rico". Como efeito colateral da falta de ética e moral, temos como grande mal "a inveja". Ela muitas vezes surge do desejo de ser como o outro, por que "ter", o dinheiro pode resolver, mas "ser" depende de fatores que na quase totalidade das vezes, está além do poder so dinheiro. Não sou psicólogo, mas acredito que a ganância venha a ser uma patologia psicológica , cuja características marcante é o desejo insaciável por mais, sempre mais, poder, dinheiro, etc. Chico Xavier, uma vez perguntado se tinha medo de alguma coisa, respondeu que sim, e as pessoas, atônitas, quiseram saber do que ele tinha medo. Ele respondeu que, se eles pudessem ver como ele podia, no que a pessoa se transforma quando ela está com inveja... eles também teriam medo! Voltando ao início do texto, a inobservância das variantes duma ação, fala ou pensamento, pode nos fazer incorrer em erros os quais nem sempre poderemos corrigir. A análise mais profunda da situação nos ajuda a compreender melhor o outro, não julgar e mostrar empatia. Seremos julgados com a mesma severidade com que julgamos!

Prof. Reginaldo Furtado ( O Observador!)

Essa foi por pouco!acordei de manhã e senti algo estranho no ar.O celular não estava ligando; as luzes do quarto não est...
17/08/2023

Essa foi por pouco!

acordei de manhã e senti algo estranho no ar.
O celular não estava ligando; as luzes do quarto não estavam acendendo; na verdade não havia energia na casa. Lá fora, nenhuma buzina, nenhum escapamento barulhento de moto... nada!
Fui lavar o rosto, achando que tudo não se passava de um resto de sonho, mas não havia água nos encanamentos que vinham da rua; apenas a despressurizada que vinha da caixa d'água. Saí a rua e, atônito, vi meus vizinhos também na rua; também atônitos. Ninguém sabia dizer o que aconteceu, e cada um à sua maneira tentava explicar o que parecia inexplicável. Todas as máquinas haviam parado de funcionar! Seria o apocalipse; guerra nuclear, queda de torres de energia, invasão marciana, os comunistas chegaram...? Alguns, assustados, voltaram para dentro de suas casas e trancaram as portas. Outros, após perceberem que seus celulares não ligavam mais, saíram como zumbis pelas ruas, pois não sabiam como se comportarem na ausência das mídias sociais lhe dizendo o que fazer. Na geladeira, tudo se mantinha graças ao resto de gelo que ainda restava, mas que não tardaria em derreter. Não havia como ligar para a companhia de energia e reclamar; também não dava para ligar os carros, pois as baterias fritaram. O mundo moderno me parece ter sucumbido. As horas foram se passando e nada, nenhum sinal da volta da energia elétrica. Lá fora já podia se ouvir os estertores do desespero que já se fazia notar. Não tive coragem de sair e ver o que acontecia! A única energia pulsante era a de meu coração assustado. O que fazer se a energia não voltar?
Devo controlar o consumo de água da caixa, mas e quando acabar? E comida? Chega a noite. Com o por do sol, a escuridão toma conta, a não ser por pequenas luzes em meio a escuridão; provavelmente algumas velas. Provavelmente por medo, a maioria silencia mantêm as janelas e cortinas fechadas para não chamar a atenção. Os gemidos de medo e desespero se fazem ouvir junto a pedidos de calma e silêncio. E assim a escuridão persiste até que os primeiros raios de sol apontem no horizonte. Eu mal dormi a noite, por medo e apreensão. Tomo coragem e saio, sorrateiro e desconfiado, rumo ao mercado próximo a minha casa; parece que metade da cidade chegou antes e saquearam quase tudo. Me junto a turba, tentando encontrar comida ou água. Vejo neles o desespero de quem teme a morte que parece se aproximar a cada minuto. Consigo algumas bolachas, um pacote de arroz pela metade, pois estava rasgado, e encontro algumas garrafas de suco caídas em meio aos escombros do que até ontem era um mercado. Enfio tudo dentro de minha camisa e os seguro como posso e fujo pra casa. Entro e me tranco. Num lampejo de sobrevivência, contabilizo tudo o que possuo que possa servir de alimento. Com a chegada da noite os gritos, imprecações, lamentos e pedidos à Deus e ao demônio aumentam. Procuro algo com que possa me proteger. Tenho um machado, uma foice, várias facas, dois martelos e um pedaço de pau. Não há como dormir; estou atento e assustado. Na manhã do terceiro dia, ouço som do trote de cavalos. Olho por um vão entre o portão e o muro e vejo policiais gritando para que fiquemos em casa e não saíamos até que nos avisem que seja seguro sair. E não dizem mais nada. E não sabemos de nada. Cinco dias já se passaram e não vejo ninguém na rua, a não ser os zumbis digitais. A água começa a escacear, o desespero aumenta e tudo parece perdido quando, de repente, ouço gritos eufóricos vindo da rua de trás. Eu e mais uma pequena multidão saem das casas e correm para ver o que acontecia. Eram os vingadores que vieram nos salvar. Pulei tanto de alegria que caí da cama e derrubei o copo d'água que estava em cima do criado mudo. Preciso para de assistir filmes antes de dormir.

Prof. Reginaldo Furtado (O Observador!)

E eles chegaram para salvar o mundo(ou não)!!!Aqui, no O Livreiro!
10/06/2023

E eles chegaram para salvar o mundo(ou não)!!!
Aqui, no O Livreiro!

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