05/12/2020
“O Brasil é um país em que o movimento igrejeiro venceu.
Eu imagino a curadoria técnica evangélica para determinar o que deve ser protegido como patrimônio imaterial brasileiro:
Além de lecionar, Lycurgo afirma em seu currículo que é advogado, pós-doutor em apologética cristã e sociologia jurídica, doutor em educação, mestre em filosofia analítica e especialista em direito.
Ele diz também que tem curso de liderança avançada, ministério pastoral e estudos bíblicos.
Em um de seus sites, o pastor diz que é presidente do Ministério da Defesa da Fé, igreja em Natal (RN), que tem como missão "apresentar de maneira científ**a, histórica e filosóf**a razões para seguir Jesus Cristo".
Nas redes sociais, Lycurgo trata de assuntos existenciais e também posta mensagens cristãs.
"O rio só busca o profundo - o mar é consequência.(Assim deve ser nossa caminhada com Deus!)", escreveu no Instagram na semana passada.
O Iphan confirmou ao GLOBO que o pastor deve ser nomeado para a diretoria de Patrimônio Imaterial.
Funcionários do setor já haviam sido avisados sobre a mudança.
Eles temem que a saída de um nome com formação técnica na área e a chegada de alguém sem experiência possa prejudicar os trabalhos do órgão.
Entre outras funções, o DPI propõe diretrizes e critérios para a preservação e difusão do patrimônio imaterial brasileiro, em conjunto com as Superintendências Estaduais, além de gerenciar programas, projetos e ações nas áreas de identif**ação, de registro, acompanhamento e valorização do patrimônio imaterial.”
Tassos Lycurgo é advogado, professor na pós-graduação de design da UFRN e tem curso de liderança avançada, ministério pastoral e estudos bíblicos