21/05/2024
ERA UMA VEZ UM REINO CHAMADO FÁBRICA ENCANTADA DE ANANINS..
Esse reino, não muito distante da capital, era governado por um senhor que construiu seu império privatizando a saúde. Quando os vassalos e servos não tinham pra onde ir se consultar, podiam pedir clemência, talvez ele fizesse uma ou outra cirurgia, principalmente para que garotas não tivessem mais filhos.
Alguns revoltosos até hoje não entenderam porque ao invés disso esse rei não investia nos hospitais públicos e gratuitos, da mesma forma que não valoriza os professores, não apresenta os critérios da lei Paulo Gustavo… ops parece que fui para um futuro ou outro patamar da história!
Voltando para um passado não tão distante, esse mesmo rei começou a fazer muitas obras, sim, exatamente o que se espera de um rei no seu trono, mas esse recurso vem de onde? Ah sim! De um estrela vermelha em um outro reinado tão tão distante…. Apesar disso, o ingrato rei de Ananin, virou as costas junto com a rainha e apostaram nas táticas mais conservadoras de governança, apostando no rei anterior e na sua engrenagem da morte, essa rainha que vai e volta para os reinos do capital, resolveu votar “não” para a lei que assegurava que não inventem mentiras e divulguem aos cantos de todos os reinados para manipular o povo.
Ahhh e agora quem poderá nos salvar?
Os cavaleiros da justiça e ordem que nascem no sol e no trabalho, sim aqueles vestidos de vermelhos e amarelo, bem que poderíamos apostar, vamos vê?
Em defesa das mulheres do reinado Ananin surgiu uma secretaria, mas era uma casa muito engraçada, não tinha pasta, nem orçamento, praticamente nada!
Ninguém sabia pra que servia não, afinal de contas feminicídio está no ranking bem grandão.
Foi assim que veio a casa da mulher Brasileira, mas uma do reinado vermelho tão tão distante. Esse rei vermelho tem alguns cúmplices em terras Ananins, porém, alguns deles cresceram o olho e em nome de manter seus privilégios e ordem se juntaram ao rei malvado de Ananin. Tem uma secretaria para f**arem bem arranjados, parecia que iam multiplicar os peixes, mas de fato multiplicou-se as brigas.
Vendo isso, algumas revoltas aconteceram, mudaram-se cartas, mas será que mudou o jogo? Nessa briga um outro Rei vindo do Norte tenta inserir sua bandeira, com temor da expansão do Rei Ananin, brigas de reis? Voltemos aos cavaleiros. O outro grupo de cavaleiros, talvez esperando o sol raiar, não demonstra de que lado está, ora aparecem do lado dos pelegos, ora atacando o rei, mas ao que parece viram uma espada, parecida do Rei Arthur que tem que fazer muita força para retirar da pedra, ainda sem nome de quem vai pegar a espada para salvar o povo, seguem ocupando os espaços possíveis em busca de uma luz para refletir…
Clamemos ao povo!
Nas cartas marcadas, poucas coisas mudam, mas se não tivermos alguém com quem conversar, mas difícil será. As eleições estão chegando, só o povo organizado muda, porque não queremos uma revolução da burguesia que segue defendo seu quinhão, queremos destituir o rei, a rainha e toda essa ordem de coisas, que fazem as pessoas abaixarem a cabeça para trabalhos mal pagos, para violências, para um reinado que vive investindo para quem tem o dinheiro de consumir.
Para isso, é preciso ir bem de perto, vê quem f**a calado na espera de algo, quem defende de fato o bem comum, no final desse conto de reis, precisamos urgente de mais foices e martelos quebrando o muro dos feudos, reinventar a fábrica de Ananins que são fruto do alagado, nesse lamaçal de poder, ter muitos caules, se adaptar e reinventar são necessidades.
Esse é um texto de ficção será que é baseado em fatos? Quem perceber coincidências com a realidade me diga.