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30/05/2022

Significado de Linguagem Corporal

O que é Linguagem Corporal:

Linguagem corporal é uma forma decomunicação não-verbal, onde o corpo "fala" através de gestos,expressões faciais e posturas.

A linguagem corporal surgiu bastante antes da linguagem verbal, e ainda hoje representa uma das mais importantes formas de comunicação do ser humano. Especialistas afirmam que aproximadamente 93% de toda a comunicação humana é não verbal. 55% da comunicação é feita sem a utilização de palavras, ou seja, está relacionada com posturas, expressões faciais e gestos. A sonoridade e vocalização (tom de voz, ritmo e velocidade de fala) também são importantes e correspondem a 38% das mensagens transmitidas.

A postura dos braços, pernas, cabeça e a expressão facial podem transmitir vários sentimentos. Por exemplo: se uma pessoa não mantém contato visual enquanto outra pessoa está falando com ela, isso pode querer dizer que ela não está interessada na conversa ou na pessoa. Por outro lado, quando uma pessoa está com os braços cruzados, essa postura pode ser considerada defensiva, revelando insegurança. A distância entre o locutor e interlocutor também pode indicar tensão entre os dois.

A psicóloga social Amy Cuddy, afirma que a nossa postura não só pode mudar a opinião dos outros sobre nós, mas também influencia a visão que temos de nós mesmos. Cuddy também identifica posturas poderosas e não poderosas, que podem ter impacto positivo ou negativo na nossa autoestima. Uma postura adequada pode contribuir em vários cenários, como entrevistas de emprego, por exemplo.

Linguagem corporal e mentira

Existem vários especialistas que se dedicam ao estudo da linguagem corporal, e podem identificar os verdadeiros sentimentos de uma pessoa, que muitas vezes não coincidem com o que a pessoa fala.

O psicólogo estadunidense Paul Ekman é reconhecido como o maior especialista em expressões faciais. O seu trabalho influenciou a criação do seriado Lie to Me, onde um grupo treina

30/05/2022

Metodologias de ensino

Metodologia de ensino significa o modo pelo qual se dá o processo de ensino e aprendizagem.

A forma de ensinar e de aprender pode acontecer de formas distintas a partir de perspectivas diferentes sobre o papel de educadores e educandos no processo de construção de conhecimento.

De forma geral, a centralidade pode estar no conteúdo, na figura dos educadores, nos estudantes ou mesmo no processo como um todo.

Exemplos de metodologias de ensino

Tradicional

A metodologia tradicional de ensino foi criada no século XVII. Nela, o professor é visto como o elemento central do processo, detentor do conhecimento e responsável por transmiti-lo aos alunos.

O próprio termo aluno, vem dessa concepção, a-luno significa “sem luz”, essa luz é representada pelo conhecimento, que deve ser transmitido pelo professor.

Nessa metodologia, pautada pela disciplina, é comum que os alunos e alunas estejam sentados enfileirados de frente para o educador. Em alguns casos, o professor ou professora ministra as aulas em uma espécie de palco, que reforça sua hierarquia e seu papel de superioridade.

O conteúdo é o mais importante dessa forma de ensino, devendo ser aprendido através da memorização.

Montessori

A metodologia montessoriana foi desenvolvida por Maria Montessori, no início do século XX. Nesse modelo de ensino e aprendizagem a centralidade não está no conteúdo, mas sim no desenvolvimento autônomo dos indivíduos.

Para isso, tudo aquilo que está presente no ambiente cumpre uma função na aprendizagem e deve estar ao alcance das crianças e estudantes. Essa metodologia diminui a dependência do educador no processo de aprendizagem, estimulando a autonomia.

É uma metodologia muito utilizada com crianças nos primeiros anos do ensino fundamental, mas pode ser estimulada ao longo de toda a formação.

25/05/2022

*As coisas estranhas que fazemos em África já se tornaram "parte nossa cultura"*

*1.* Nos importamos mais com os mortos do que com os vivos.

*2.* Gastamos mais a enterrar uma pessoa do que lhe salvar a vida.

*3.* Nós não viajamos pra ir ver um parente doente, mas viajaremos quando ele morrer, nós viajaremos para o enterrar.

*4.* As pessoas raramente vão te respeitar enquanto estiveres em vida, mas quando morreres irão prestar as suas últimas homenagens no teu caixão e dizer "foi uma boa pessoa".

*5.* Uma pessoa pode não receber flores em toda a sua vida, mas quando morrer, terá um monte de flores em volta da sua campa.

*6.* Passaremos noites no óbito do nosso vizinho e será a nossa primeira vez dentro da casa dele.

*7.* Nenhum familiar rico se importa em conhecer o teu bairro até você morrer, e eles encherão a tua rua com carros caros e alguns vizinhos dirão "ele afinal tem uma grande família."

*8.* Levaremos o morto à Igreja, mesmo sabendo que enquanto vivo nunca frequentou a mesma.

*9.* Na nossa cozinha não tem balcão de granito, mas na campa de um morto teremos.

*10.* Numa aldeia inteira pode não ter alguma casa cimentada, mas a campa do morto será de cimento.

Isto é uma realidade. Possuímos uma autêntica "cultura de hipocrisia" e "idolatria aos mortos"... uma cultura que é "Pró-Morte " e não "Pro-Vida!"

Precisamos dar valor a *VIDA* e aos *"VIVOS"* antes da morte e aos mortos.Pára por *1 minuto* e pensa: Que proveito terá o teu presente, sentimento ou demonstração de amor a quem não mais está aqui ou entre nós.

A vida é muito curta e imprevisível. O amanhã não é garantido. As pessoas não vivem para sempre. Demonstração de amor aos pais, família e amigos é agora.

Campanha de sensibilização *AOS VIVOS E NÃO AOS MORTOS*. Abaixo hipocrisia.

20/04/2021

Quais os tipos de ginástica? Veja as características de cada um
Classificada como um tipo de ginástica, a hidroginástica é um exercício aeróbico praticado na água que ajuda a melhorar a capacidade cardiorrespiratória e a resistência muscular
Classificada como um tipo de ginástica, a hidroginástica é um exercício aeróbico praticado na água que ajuda a melhorar a capacidade cardiorrespiratória e a resistência muscular
Equilíbrio, flexibilidade e força. Você sabia que essas três palavrinhas estão associadas a praticamente todos os tipos de ginástica? Classificada em modalidades competitivas e não competitivas, o exercício reúne características voltadas para diversos aspectos do desenvolvimento físico e mental. E para que você conheça um pouco mais sobre a ginástica, nós destacamos os principais tipos da atividade e descrevemos as características de cada um. Dá uma olhada na matéria!

1. Ginástica rítmica
Praticada, principalmente, na modalidade competitiva, a ginástica rítmica é um esporte que reúne elementos característicos do balé e da dança. Ele é voltado para habilidades de força, flexibilidade, agilidade e resistência e reúne diversas vantagens para o desenvolvimento infantil e adulto, tendo sido reconhecido como modalidade esportiva em 1962 pela Federação Internacional de Ginástica. Para praticá-lo é preciso unir os movimentos da dança e do balé com aparelhos próprios da modalidade, como fitas, cordas, bolas e arcos.

2. Ginástica artística
A ginástica artística (ou ginástica olímpica, como é conhecida no Brasil) é outro esporte que exige um domínio expressivo do corpo. Ele trabalha a força, a flexibilidade, a agilidade, a coordenação e o equilíbrio de maneira precisa, envolvendo uma sequência de movimentos e acrobacias praticadas em diferentes tipos de aparelho, como argolas e barras.

3. Ginástica laboral
Praticada no ambiente de trabalho, a ginástica laboral é um conjunto de exercícios físicos realizados com o objetivo de evitar dores, lesões e incômodos musculares ocasionados por esforço repetitivo ou por qualquer problema provocado pela atividade ocupacional. Em geral, esses exercícios são alongamentos que começam na região da cabeça e também abrangem os braços, as pernas, os pés e a coluna, sendo praticados com a supervisão de um fisioterapeuta ou um profissional específico.

4. Hidroginástica
Praticada na água, como o próprio nome indica, a hidroginástica é um exercício aeróbico que ajuda a melhorar a capacidade cardiorrespiratória e a resistência muscular, diminuindo o risco de contusão devido a ausência de gravidade. Além de ser uma modalidade não competitiva, essa é uma das mais procuradas por pessoas da terceira idade ou em recuperação motora, sendo realizadas com equipamentos como halteres e braceletes. Mas embora seja o foco de públicos específicos, o exercício também é muito indicado como fisioterapia, além de ser uma ótima opção para quem sofre com problemas respiratórios.

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20/04/2021

GINÁSTICA

A ginástica é um conceito que engloba modalidades competitivas e não competitivas e envolve a prática de uma série de movimentos exigentes de força, flexibilidade e coordenação motora para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental.

Pintura do italiano Giovanni Battista Tiepolo, chamada Polichinelo e os acrobatas de 1797, época em que a ginástica renascia em apresentações públicas. A obra encontra-se no Museu Settecento Veneziano.
Desenvolveu-se, efetivamente, a partir dos exercícios físicos realizados pelos soldados da Grécia Antiga, incluindo habilidades para montar e desmontar um cavalo e habilidades semelhantes a executadas em um circo, como fazem os chamados acrobatas. Naquela época, os ginastas praticavam o exercício nus (gymnos – do grego, nu), nos chamados gymnasios, patronados pelo deus Apolo. A prática só voltou a ser retomada — com ênfase desportiva e militar — no final do século XVIII, na Europa, através de Jean-Jacques Rousseau, do posterior nascimento da escola alemã de Friedrich Ludwig Jahn — de movimentos lentos, ritmados, de flexibilidade e de força — e da escola sueca, de Pehr Henrik Ling, que introduziu a melhoria dos aparelhos na prática do esporte. Tais avanços geraram a chamada ginástica moderna, agora subdividida.

Anos mais tarde, a Federação Internacional de Ginástica foi fundada, para regulamentar, sistematizar e organizar todas as suas ramificações surgidas posteriormente. Já as práticas não competitivas, popularizaram-se e difundiram-se pelo mundo de diferentes formas e com diversas finalidades e praticantes.

20/04/2021

HOME FILOSOFIA ARISTÓTELES
ARISTÓTELES

FILOSOFIA
Aristóteles ficou muito conhecido por iniciar o chamado período sistemático da Filosofia Antiga, tendo classificado e sistematizado o conhecimento já existente até então.

Aristóteles foi um importante filósofo para a Grécia Antiga e para o Ocidente em geral, visto que a importância dada por ele ao conhecimento empírico e as suas classificações sistemáticas do conhecimento muito influenciaram a Filosofia Escolástica e Moderna e as ciências modernas que surgiram a partir do século XVI.

O filósofo grego também se dedicou a estudos de lógica, que renderam bons resultados para a argumentação, para a linguagem e para a escrita filosófica até a contemporaneidade, quando filósofos da linguagem desenvolveram novos modos de se entender e estudar a lógica.

Quem foi Aristóteles?

Nascido na cidade de Estagira, pertencente ao Império Macedônico, no ano de 384 a.C., Aristóteles foi considerado pela posteridade o mais importante filósofo da Grécia, ao lado de Platão. Muito pouco se sabe sobre a sua juventude, com exceção do fato de ter ido viver em Atenas, o que possibilitou que conhecesse o pensador que se tornaria seu mestre: Platão.

Aristóteles estudou na academia de Platão durante muitos anos até se tornar professor da instituição. Nesse período, aprofundou-se nos estudos platônicos sobre o ser e sobre a essência das coisas, sobre a dialética, sobre a política e sobre as ideias socráticas. Também estudou ética e aprofundou seus estudos em ciências da natureza, campo do conhecimento pelo qual o pensador tinha certa predileção – sua formação inicial aprofundou-se bastante nessa área quando era mais jovem.

Durante a sua vida intelectual, Aristóteles afastou-se gradativamente das ideias do seu mestre, Platão. Enquanto Platão considerava válido apenas o conhecimento intelectual da verdade obtido por meio das essências puras, ou seja, um conhecimento puramente intelectual, Aristóteles passou a considerar a validade intelectual de outro tipo de conhecimento: o empírico.

Quando Platão morreu, Aristóteles esperava receber o cargo de gestor da Academia, o que não aconteceu. Chateado com a situação, em 347 a.C., o pensador mudou-se para Artaneus, cidade na Ásia Menor, onde ele recebeu o cargo de conselheiro político.

No ano de 343 a.C., Aristóteles voltou para a Macedônia e tornou-se professor e mentor intelectual do filho do Imperador Filipe II: Alexandre, que mais tarde se tornaria Alexandre, o Grande. No ano de 335 a.C., o pensador fundou Liceu, uma escola filosófica para ensinar os seus discípulos. Havia muitas semelhanças entre o Liceu de Aristóteles e a Academia de Platão.

Leia também: A trajetória de Alexandre, o Grande

Videoaula: Aristóteles

Principais ideias

Talvez o maior legado que Aristóteles tenha deixado para a posteridade seja a classificação sistemática das áreas do conhecimento, a lógica e a valorização do conhecimento empírico para a obtenção de qualquer conhecimento prático sobre o mundo. Veja a seguir algumas das principais ideias do pensador grego:

→ Democracia

Ao contrário de Platão, que era um crítico do sistema político democrático ateniense, Aristóteles reafirmou e defendeu a democracia como a forma mais justa de se governar.

→ Sistematização

Até então, os estudos filosóficos eram desorganizados sob a ótica sistemática. Não eram comuns as classificações dos modos de conhecimentos. Aristóteles foi um dos que afirmaram a importância da classificação que separa os conhecimentos sobre lógica, ética, política, física, metafísica e estética.

→ Metafísica

Aristóteles é uma das principais referências em estudos de metafísica e, certamente, a principal referência sobre o assunto na Antiguidade. Muito do que ele escreveu sobre a metafísica veio dos estudos platônicos, porém, há uma imensa carga de conceitos e ideias que Aristóteles acrescentou ou esclareceu de maneira mais profunda.

→ Ética

Em seu livro Ética a Nicômaco, Aristóteles apresenta as suas teorias morais, defendendo o que ele chamou de Ética Eudêmia. O termo “Eudêmia” deriva do mesmo radical da palavra daemon, que no vocabulário grego antigo seria uma entidade equivalente à consciência, ou seja, uma espécie de voz que guia o nosso pensamento e nossas ações. A ética, segundo Aristóteles, deveria ser guiada pela prudência e pela moderação.

Segundo o filósofo, havia uma mediania (uma espécie de justa medida) entre dois extremos morais, que eram considerados viciosos (ruins): um por excesso de algo e outro por falta de algo. A justa medida seria a moderação da ação entre os dois vícios, o que resultaria na virtude. Por exemplo, a coragem seria a virtude por justa medida, compreendida entre o vício da temeridade (excesso de coragem) e covardia (falta de coragem).

→ Lógica

Aristóteles escreveu alguns tratados de lógica nos quais nos deixa um método preciso para entender o conhecimento formal (das formas) por meio da linguagem. A lógica é exata, assim como a matemática, e permite o julgamento da forma de um enunciado, permitindo perceber se ele faz sentido ou não. A lógica aristotélica é composta, principalmente, pelo quadrado aristotélico e pela verificação linguística dos enunciados, que hoje pode ser feita pelas tabelas de verdade. O filósofo também conceitua as noções de substância (aquilo que permite que uma matéria siga uma determinada forma) e categorias (diferenças conceituais que classificam os seres, como qualidade, quantidade, cor etc.).

Leia também: Substâncias e categorias em Aristóteles

→ Empirismo

Pode-se dizer que Aristóteles foi o primeiro pensador a teorizar a importância do conhecimento prático para o entendimento da verdade e do mundo. Segundo o filósofo e ao contrário de Platão, o conhecimento da verdade deveria passar, necessariamente, por dois campos de nosso saber: o intelecto puro e os sentidos do corpo. A nossa capacidade sensorial que é possibilitada pelos órgãos dos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) é a responsável pelo aprendizado primeiro e mais básico de nosso intelecto. Aqueles dados sensoriais que obtemos por meio dos sentidos, somente depois de coletados, podem ser depurados pelo intelecto e relacionados aos conceitos puros.

Na imagem abaixo, recorte da Escola de Atenas, afresco de Rafael Sanzio, vemos no plano central Aristóteles, do lado direito do espectador, e Platão, do lado esquerdo. A atitude dos dois pensadores na pintura é emblemática. Ela apresenta as diferenças entre suas ideias quanto ao conhecimento empírico e metafísico, pois Platão aponta o dedo para cima, como quem quer dizer que o conhecimento está no mundo das ideias, enquanto segura o seu diálogo Timeu, que fala da formação da natureza no plano ideal e no plano material (imperfeito). Aristóteles, por sua vez, com sua mão espalmada para baixo e segurando a sua Ética (livro de filosofia prática), parece sinalizar que se deve olhar também para o mundo prático, sensorial e material.

Platão e Aristóteles em recorte do plano central da Escola de Atenas, pintura renascentista de Rafael Sanzio.

Obras

Temos, hoje, conhecimento de 22 textos deixados por Aristóteles. A maioria são tratados extensos escritos pelo próprio filósofo e, em muitos casos, divididos em vários livros ou tomos. Dentro de sua obra, também se encontram alguns conjuntos de notas que deveriam ser usadas nas aulas do filósofo no Liceu. Especula-se que algumas dessas notas tenham sido feitas por seus alunos.

Veja alguns dos principais escritos de Aristóteles separados por seus assuntos gerais:

Tratado metafísico: A Metafísica, conjunto de escritos denominado pelo filósofo de Escritos sobre Filosofia Primeira e, posteriormente, reunidos e catalogados por Andrônico de Rodes, é um extenso tratado sobre uma filosofia pura que se dedicaria a entender o que é o ser em sua totalidade, ou seja, uma espécie de ciência geral, mestra de todas as ciências.

Tratados de Lógica:

Categorias – pequeno tratado de lógica que apresenta a necessidade da distinção de categorias diferentes para que a expressão filosófica faça sentido. Também são apresentadas nesse livro as noções básicas da lógica clássica.

Da Interpretação – texto que possui pontos em comum com O Sofista, de Platão. Fala sobre a verdade e sobre a relação das palavras escritas e as operações mentais, ou o raciocínio.

Tratados de Física:

Physica – constituída de oito livros, a obra faz observações científicas sobre a Física Antiga, anotando algumas noções que os antigos já possuíam sobre, por exemplo, densidade e movimento.

Tratados de Biologia

Aristóteles escreveu alguns tratados de biologia, analisando o funcionamento dos corpos animais, classificação de plantas e insetos e as teorias sobre a origem da vida. Entre seus tratados sobre o assunto, estão:

História dos animais

Da Geração e da Corrupção

Da Geração Animal

Tratados de Antropologia

Da Alma – escritos sobre a formação da alma, que habitaria e daria movimento e vida aos corpos humanos, além da capacidade racional. Também pode ser considerado um tratado de psicologia antigo.

Tratados sobre escrita (poesia e retórica)

Poética

Retórica

Frases

“O homem é, por natureza, um animal político.”

“O homem é um animal de linguagem.”

“O menor desvio inicial da verdade multiplica-se ao infinito na medida em que avança.”

“O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa tudo o que diz.”

Resumo

Aristóteles nasceu em Estagira, na Macedônia;

Teve uma sólida formação em Ciências da Natureza, algo que muito contribuiu para a sua filosofia;

Foi discípulo de Platão;

Lecionou na Academia de Platão;

Após a morte de Platão, retornou para a Macedônia, onde se tornou preceptor de Alexandre, o Grande;

Fundou o Liceu, sua própria escola para ensinamentos filosóficos;

Sistematizou e separou o conhecimento filosófico da Antiguidade.

Por Francisco Porfírio
Professor de Filosofia

Aristóteles, o grande pensador grego que iniciou o período sistemático da Filosofia Antiga, fundou o Liceu e foi discípulo de Platão.
Assista às nossas videoaulas

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20/04/2021

Vantagens e desvantagens da pesquisa quantitativa e da pesquisa qualitativa?

Pesquisa quantitativa:
- vantagens: simples aplicação; dados confiáveis; poucas alternativas; facilitada codificação, interpretação e análise dos dados.
- desvantagens: validade problemática; pouca confiabilidade; perguntas difíceis de serem formuladas; os entrevistados podem não saber o que responder.
Pesquisa qualitativa:
- vantagens: trabalha valores e não somente respostas predefinidas; melhor compreensão das opiniões dos entrevistados; riqueza de análise de dados.
- desvantagens: pode ser induzida pelo entrevistador; pode ser tendenciosa; respostas que promovem diferentes interpretações; dificuldade de resultados precisos.

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20/04/2021

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Pesquisa Qualitativa e Quantitativa: Entenda O Que São e as Diferenças

Blog Empreendedorismo Pesquisa Qualitativa e Quantitativa: Entenda O Que São e as Diferenças
cadernos sob mesa com o título de métodos de pesquisa quantitativa
A pesquisa quantitativa utiliza uma metodologia baseada em números, métricas e cálculos matemáticos. A pesquisa qualitativa, por sua vez, baseia-se no caráter subjetivo. Ou seja, seu resultado não mostra números concretos, e sim narrativas, ideias e experiências individuais dos participantes.

Não sabe o que é pesquisa qualitativa e quantitativa, nem quando cada uma delas deve ser utilizada?

Se você ainda não tem familiaridade com esses termos, é o momento certo para aprender mais sobre eles.

Afinal, esses dois métodos são imprescindíveis para embasar a tomada de decisão da empresa, seja na hora de lançar um produto no mercado, seja ao avaliar o perfil dos consumidores, por exemplo.

Mas, para isso, você precisa ter domínio da proposta da pesquisa qualitativa e quantitativa.

Existem diferenças importantes entre elas.

Dependendo do que você pretende pesquisar, existe uma opção mais adequada.

Então, quer saber como funciona cada uma e em quais contextos elas devem ser utilizadas?

Siga com a leitura deste artigo, pois vou explicar as principais diferenças entre as pesquisas, como aplicá-las no negócio e quando usar cada uma.

Vamos nessa?

Acompanhe comigo.

Antes de continuar, se você quer aumentar sua vendas e saber quais são as melhores estratégias para promover seu negócio online, clique aqui para receber o Guia Completo de Marketing Digital.

guia completo de marketing digital

O que é pesquisa qualitativa e quantitativa

papéis de dados e planejamento sobre análises qualitativas
Entender o que é pesquisa qualitativa e quantitativa é fundamental para qualquer empresa.

Esses dois tipos de pesquisa são importantes para diferentes finalidades, como estas abaixo, por exemplo:

Fazer uma avaliação do mercado
Analisar tendências
Testar uma campanha de marketing
Verificar a aceitação de um produto
Avaliar a reputação da marca.
O fato é que qualquer decisão estratégica no negócio, sobretudo na área de marketing e desenvolvimento de produtos, deve ser embasada por dados concretos.

Esse recurso ajuda o gestor ou responsável por uma campanha a fazer escolhas mais assertivas e, dessa forma, obter resultados otimizados.

Então, se você ainda não conhece as diferenças entre as duas metodologias, é hora de entender melhor o assunto.

Em Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada (Bookman), Naresh Malhotra traz uma breve definição a respeito dessa distinção.

“A pesquisa qualitativa proporciona melhor visão e compreensão do contexto do problema, enquanto a pesquisa quantitativa procura quantificar os dados e, normalmente, aplica alguma forma da análise estatística”, afirma.

Bem, tendo essa definição em mente, é hora de aprofundarmos o assunto.

Abaixo, eu explico o que é cada tipo de pesquisa. Confira.

O que é pesquisa quantitativa

A pesquisa quantitativa utiliza uma metodologia baseada em números, métricas e cálculos matemáticos.

Ou seja, todos os dados obtidos a partir da pesquisa podem ser traduzidos numericamente em percentuais.

Com esse tipo de método, é possível obter respostas objetivas.

Por exemplo, se a sua necessidade é identificar o número de pessoas que comprariam um determinado produto que a empresa vai lançar, a pesquisa quantitativa seria capaz de gerar esse dado numérico.

A metodologia usa uma amostragem aleatória, mas geralmente composta por um número grande de indivíduos, a fim de obter resultados mais próximos da realidade possível.

A conclusão, ao fim da pesquisa, geralmente é obtida com estatísticas e percentuais calculados a partir dos números coletados.

Trata-se de um modelo capaz de identificar preferências, comportamentos e tendências entre consumidores.

O que é pesquisa qualitativa

A pesquisa qualitativa, por sua vez, baseia-se no caráter subjetivo.

Ou seja, seu resultado não mostra números concretos, e sim narrativas, ideias e experiências individuais dos participantes.

Os dados, portanto, são obtidos no formato de palavras - ideias e concepções do indivíduo.

Portanto, a pesquisa qualitativa geralmente é feita a partir de entrevistas.

Ao contrário de identificar percentuais, na pesquisa qualitativa, são encontradas as motivações por trás de um determinado comportamento ou preferência.

Então, já dá para perceber que ela apresenta uma abordagem aprofundada.

Justamente por isso, a amostragem é menor. São selecionados menos indivíduos em relação à pesquisa quantitativa.

No entanto, a pesquisa é capaz de extrair insights a partir da subjetividade do participante, indo além dos números.

Instrumentos de pesquisa quantitativa e qualitativa

Existem várias ferramentas para desenvolver as pesquisas na sua empresa.

Em relação à pesquisa quantitativa, geralmente são usados formulários de pesquisa e questionários de múltipla escolha.

O SurveyMonkey é uma ferramenta online bastante utilizada para aplicar questionários e, portanto, é a minha recomendação se esse é o tipo de pesquisa que você precisa fazer.

A partir dos dados brutos, o ideal é que você exponha os resultados em formato de gráfico ou tabela para facilitar a visualização.

Já se tratando de uma pesquisa qualitativa, as ferramentas são variadas: entrevistas, grupos de foco, diários, questionários abertos, etnografia e observações do pesquisador, por exemplo.

Nesse caso, os dados são registrados a partir de textos.

Qual a diferença entre pesquisa quantitativa e pesquisa qualitativa?

dados de pesquisa qualitativa e quantitativa
Agora que você já sabe como funciona cada tipo de pesquisa, é hora de entender as diferenças entre elas.

Não significa que uma seja melhor do que outra, e sim que, dependendo do que você busca, uma delas é mais adequada.

A escolha do método varia conforme o problema que você deseja solucionar e do tipo de resposta que quer obter.

Diferenças na abordagem

A primeira distinção diz respeito à abordagem.

Como eu disse antes, na pesquisa quantitativa, a amostra é constituída de um número maior de pessoas.

A abordagem é direta, gerando respostas objetivas a partir de questionários.

Já na pesquisa qualitativa a amostra é menor, mas as pessoas respondem a perguntas subjetivas, gerando insights com profundidade.

Nesse caso, são exploradas as particularidades de cada entrevistado.

Diferenças nos resultados

Na pesquisa quantitativa, os resultados são gerados em formato de números, que podem ser transformados em percentuais.

Esses dados podem ser facilmente visualizados se aplicados em gráficos e tabelas, conforme eu comentei anteriormente.

Na pesquisa qualitativa, os resultados aparecem em relatórios aprofundados em formato de texto.

Podem ser destacados, por exemplos, trechos de entrevistas, ideias e frases marcantes do entrevistado.

O que é uma pesquisa mista?

É possível univer os dois métodos em um único projeto.

Claro, ela será composta por dois momentos diferentes: um a partir da pesquisa quantitativa, e outra a partir da qualitativa.

É o que chamamos de pesquisa mista.

Uma alternativa, nesse caso, é fazer uma pesquisa quantitativa com um número maior de pessoas.

A partir dos resultados, é possível selecionar uma amostra com pessoas-chave para explorar a questão tratada de uma forma subjetiva, com a pesquisa qualitativa.

Por exemplo, você faz uma pesquisa quantitativa sobre aceitação de um produto no mercado e descobre que um percentual significativo não compraria aquele item.

A partir desse resultado, uma possibilidade é aplicar uma pesquisa qualitativa de modo a compreender quais fatores geram a não receptividade, para, então, fazer as correções necessárias.

Nesse caso, você estaria fazendo uma pesquisa mista, que utiliza as duas abordagens, mas em momentos diferentes.

Quando usar pesquisa qualitativa ou quantitativa?

dados de pesquisa qualitativa
Afinal, quando optar pela pesquisa qualitativa e pela quantitativa?

Para ajudar na escolha, elenquei as principais características que você deve considerar sobre cada uma delas na hora de planejar um mapeamento para a empresa. Vamos nessa?

Quando optar pela pesquisa qualitativa

Como a pesquisa qualitativa lida com a subjetividade, é o método apropriado para entender motivações, opiniões, pensamentos e ideias das pessoas entrevistadas.

Dá até mesmo para descobrir tendências por meio desse tipo de pesquisa.

Nesse caso, as pessoas entrevistadas podem ser consumidores do mercado ou mesmo clientes da empresa.

Trata-se de um modelo eficiente para desenvolver hipóteses e obter insights sobre o problema específico que você pretende resolver.

No livro Gestão de marketing para executivos brasileiros (Saint Paul Editora, 2019), Noel Capon e Carlos Rocha afirmam que a pesquisa qualitativa é mais flexível e versátil, mas raramente conclusiva.

Algumas situações adequadas para esse modelo, de acordo com os autores, são estas:

Descobrir necessidades de clientes
Identificar o comportamento dos compradores
Obter entendimento dos negócios
Conhecer a linguagem usada pelas pessoas
Criar novas ideias.
Em poucas palavras, você deve optar pela pesquisa qualitativa quando sua necessidade for obter uma resposta mais profunda e personalizada, seja na hora de validar o teste de um produto ou de criar uma campanha de marketing, por exemplo.

Quando optar pela pesquisa quantitativa

A pesquisa quantitativa deve ser usada se o seu objetivo for ter resultados numéricos, estatísticas ou percentuais, sem aprofundar nas motivações por trás desses dados.

Como eu falei antes, esse tipo de pesquisa é aplicada a um grande número de pessoas, visto que é mais fácil extrair dela os resultados por meio dos questionários aplicados.

A vantagem é que hoje em dia a contagem dos dados é automatizada por sistemas, reduzindo o trabalho humano e eliminando erros ou retrabalho.

Utilize pesquisas quantitativas quando quiser validar uma hipótese estatisticamente, com dados concretos e confiáveis.

De acordo com Capon e Rocha, pesquisadores de marketing, por exemplo, usam esse modelo para testar hipóteses formuladas no início do processo de pesquisa.

“Algumas análises são bem simples; outras são altamente complexas”, salientam os autores.

Segundo eles, é preciso fazer três perguntas ao considerar uma pesquisa quantitativa, avaliando se ela é, de fato a melhor opção. Veja quais são elas.

Validade interna: Os dados realmente medem o que eu quero?
Confiabilidade: Se você repetir a coleta de dados, obterá os mesmos resultados?
Validade externa: Os resultados podem ser generalizados para outras populações?
Use a pesquisa quantitativa, por exemplo, se você quiser:

Comprovar uma hipótese
Mensurar uma tendência de consumo
Mensurar conceitos que não são ambíguos.
Considerações na hora de escolher o método de pesquisa

Com essas características que eu acabei de citar, você já terá uma ideia a respeito do melhor método de pesquisa conforme a sua necessidade.

Lembre-se do que estou dizendo: a primeira consideração consiste em avaliar o seu problema ou objetivo.

É a partir dele que se torna possível analisar a forma adequada de colher dados e identificar especificamente qual tipo de informação você está buscando.

Esses resultados devem ser úteis na prática.

Ou seja, eles precisam embasar a tomada de decisão na empresa, ajudando o responsável a extrair insights valiosos que contribuam para uma boa performance.

Se a empresa quer lançar um novo produto no mercado, por exemplo, os dados da pesquisa devem ser capazes de ressaltar à equipe se ela está caminhando na direção certa.

E quando for necessário unir dados objetivos e subjetivos, a melhor fórmula é recorrer a uma pesquisa mista.

Como fazer uma pesquisa quantitativa e qualitativa

ilustração de símbolos e título sobre pesquisa quantitativa
Afinal, como colocar em prática esses dois modelos de pesquisa?

Primeiro vale ressaltar novamente: você deve partir do problema que deseja resolver.

O entendimento dos dados que precisa obter não apenas ajuda na definição do tipo de pesquisa, mas na forma como você irá aplicá-la com os participantes.

Na sequência, eu separei algumas dicas que você deve usar para facilitar a implementação das pesquisas. Confira.

Pesquisa quantitativa

Após definir o problema em questão, saiba qual é a hipótese que você deseja testar com a pesquisa.

Por exemplo: você está trabalhando na concepção de um produto e acredita que ele vai agradar aos seus clientes atuais quando for lançado.

Essa é uma hipótese, mas antes de iniciar o desenvolvimento, é preciso colocá-la à prova.

Tendo isso em mente, é hora de selecionar as características dos participantes da pesquisa.

Ou seja, como será feita a seleção da amostra.

Considere características demográficas (idade, gênero, renda), de comportamento e perfil de consumo.

Essa amostra precisa fazer sentido para a pergunta que você está fazendo.

Depois, é hora de elaborar a pesquisa em si, escolhendo uma técnica específica.

Será feito um questionário online, por exemplo?

De que forma as perguntas serão enviadas aos participantes?

Quais perguntas fazem sentido estarem no questionário?

Em outras palavras, pense na dinâmica a ser empregada para que todas as pessoas possam responder à pesquisa.

Depois de aplicada a pesquisa, é hora de se debruçar sobre os dados, pensando em qual formato eles podem ser melhor visualizados, como gráficos ou tabelas, por exemplo.

Se você precisa de estatísticas, esse é o momento de converter as informações brutas em informações legíveis, que façam sentido para a extração de insights e ideias.

E aí, você deve interpretar e analisar os dados, buscando o significado deles e as respostas que eles geram para a sua pergunta inicial.

Não se esqueça de, por fim, criar um relatório de pesquisa com os principais apontamentos.

Pesquisa qualitativa

Na pesquisa qualitativa, você também parte do problema para selecionar a amostra.

Nesse caso, como a metodologia é empregada com um número menor de participantes, é preciso avaliar quais características eles têm que representam um grupo maior de pessoas.

Vamos supor que você já tenha aplicado uma pesquisa quantitativa e, a partir dos resultados, descobriu que há dois grupos distintos.

Então, você deve selecionar um número X de cada grupo (dependendo do seu orçamento e tempo de dedicação), escolhendo pessoas que têm maior potencial para representá-los.

Defina também o método de pesquisa.

Como eu falei antes, há vários, desde entrevistas e diários à observação do pesquisador.

Você pode até mesmo combinar o uso desses instrumentos para concretizar a pesquisa.

Nessa metodologia, é importante criar um registro durante a interação com o participante, como, por exemplo, transcrever uma entrevista na íntegra para não perder nenhum dado importante.

Feito isso, você segue o processo de análise de dados, extraindo insights das falas dos participantes, e cria um relatório com as principais conclusões.

Exemplos de pesquisas quantitativas e qualitativas

ilustração de título e símbolos referentes a pesquisa qualitativa
Conhecer algumas aplicações práticas das pesquisas é importante para ter uma referência na hora de planejar a sua.

Então, vamos a algumas referências?

A pesquisa qualitativa, por exemplo, pode ser usada em uma pesquisa para segmentar o mercado de atuação da empresa.

Nesse caso, uma das opções é mapear as tendências e padrões de comportamento do consumidor, bem como o perfil do público que você deseja atingir, para aumentar a assertividade do negócio quanto à estratégia, serviços e produtos.

Um exemplo bem específico é o desenvolvimento de um produto.

Com uma pesquisa qualitativa, além de compreender as preferências dos consumidores, é possível identificar seus principais desejos e dores, o que contribui para a criação de produtos que se encaixam exatamente nas necessidades do cliente.

Já um exemplo de pesquisa quantitativa é o mapeamento do comportamento dos consumidores a partir de estatísticas.

Usando a mesma situação do desenvolvimento de um produto, esse tipo de pesquisa serve para identificar o percentual de consumidores que comprariam determinado item após o lançamento, o que permite à empresa prever o sucesso ou fracasso de sua criação.

Também é um método que se encaixa no mapeamento do grau de satisfação dos clientes, a partir de questionários onde eles podem dar notas para os serviços ou produtos, por exemplo.

Conclusão

Gostou das dicas deste artigo?

Coloque todas as dicas que eu trouxe em prática para embasar a tomada de decisão no seu negócio.

O primeiro passo para escolher o melhor método sempre é entender qual questionamento você está fazendo.

A partir dessa concepção, poderá compreender quais tipos de dados precisa extrair da pesquisa, verificando se a opção adequada é a qualitativa ou a quantitativa.

E então, é hora de colocar a mão na massa e preparar o método para que você o aplique com os participantes.

Tenho certeza de que você vai reunir insights e dados bastante interessantes para a sua empresa, seja na hora de criar uma campanha de marketing, seja para o desenvolvimento de um novo produto, por exemplo.

E você?

Já realiza algum tipo de pesquisa na sua organização?

Como é esse processo?

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto ou tem uma dica extra para compartilhar?

Então, fique à vontade para registrar suas ideias nos comentários abaixo.

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Sobre Neil Patel

Ele é o co-fundador da NP Digital. O The Wall Street Journal o considera como influenciador top na web. A Forbes diz que ele está entre os 10 melhores profissionais de marketing e a Enterpreuner Magazine diz que ele criou uma das 100 empresas mais brilhantes do mercado. O Neil é um autor best-seller do New York Times e foi reconhecido como um dos 100 melhores empreendedores até 30 anos pelo presidente Obama e como um dos 100 melhores até 35 anos pelas Nações Unidas.

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