UNITA NAMIBE

UNITA NAMIBE Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de UNITA NAMIBE, Partido político, Rainha Njinga Mbandi, Namibe.
(3)

UNITA, foi fundada a 13 de Março de 1966, por ocasião do seu primeiro Congresso, na localidade de Muangai, província do Moxico, no leste de Angola, pelo Dr. Jonas Malheiro Savimbi e um grupo de Patriotas conhecidos como os Conjurados do 13 de Março.

01/09/2026

📍FUTURO DE ANGOLA | INVESTIMENTO NA INFÂNCIA | Há uma imagem que me persegue e que me desafia a não desistir.
As mães elas acordam ainda o sol não despontou. É o motor da economia familiar: vai para o escritório, vai para a zunga, vai para a lavra. Carrega o peso do dia e, nos braços, a maior das suas preocupações: o bebé. Onde deixá-lo para ir trabalhar? Este é o drama silencioso de milhões de mulheres angolanas, a pedra no sapato que nos impede de dar um passo maior rumo ao desenvolvimento.

Imaginemos uma Angola onde isso é passado. Não falamos de um simples depósito de crianças, mas de verdadeiros centros de lapidação, onde a formação da personalidade da criança começa nos primeiros cinco anos, a fase mais crucial da vida.

A nossa visão é clara: construir Creches e Centros Maternos-Infantis em todos os bairros de Angola, chegando a todos os 326 municípios. Locais seguros onde a mãe deixa o seu filho para receber estímulo, educação e carinho, enquanto ela garante o sustento da casa.
Mas não queremos construir simples lugares para “guardar crianças”. Queremos criar Centros de Desenvolvimento da Primeira Infância.

Espaços seguros, limpos e acessíveis, onde a criança possa receber alimentação adequada, cuidados básicos, estímulos cognitivos, actividades pedagógicas, acompanhamento do desenvolvimento e preparação para a vida escolar.
Um local de excelência onde a criança vai beneficiar:
CUIDADO

▫️alimentação;
▫️água;
▫️higiene;
▫️descanso;
▫️segurança.

DESENVOLVIMENTO

▪️linguagem;
▪️música;
▪️jogos;
▪️psicomotricidade;
▪️socialização;
▪️pré-leitura;
▪️pré-matemática.

SAÚDE

▫️vacinação articulada com os serviços existentes;
▫️acompanhamento do crescimento;
▫️identificação precoce de problemas;
▫️encaminhamento para unidades sanitárias.

PROTEÇÃO

▫️prevenção da violência;
▫️identificação de negligência;
▫️registo e acompanhamento.

FAMÍLIA

▪️educação parental;
▪️nutrição;
▪️higiene;
▪️aleitamento;
▪️desenvolvimento infantil.

COMO FAZER?

PRIMEIRO, Lançar o Mapa Nacional da Primeira Infância nos primeiros 100 dias de governação, ou seja, mapear cada município e bairro para saber quantas crianças precisam de atendimento.

SEGUNDO, aproveitar escolas, edifícios públicos e terrenos disponíveis, adaptando-os onde for mais económico e rápido, em vez de começar sempre pela construção de grandes edifícios.

TERCEIRO, criar modelos diferentes para diferentes realidades: centros maiores nos grandes bairros urbanos e unidades comunitárias de menor dimensão nas zonas rurais.

QUARTO, formar e empregar educadores, auxiliares, técnicos de saúde infantil, cozinheiras e outros profissionais locais.

QUINTO, estabelecer uma gestão partilhada entre o Estado, municípios, igrejas, organizações comunitárias e sector privado, com regras públicas de qualidade e fiscalização.

SEXTO, garantir que nenhuma família pobre fique excluída por não poder pagar.

SÉTIMO, aumentar substancialmente a cobertura da educação da primeira infância, partindo dos actuais 19% entre crianças de 3 a 5 anos.

OITAVO, medir anualmente não apenas quantas creches foram construídas, mas:

quantas crianças foram atendidas, quantas mães passaram a trabalhar, quanto custou cada criança e quais resultados as crianças obtiveram.

UM PROGRAMA QUE CRIA EMPREGO

Imagine-se a escala.
Centenas de centros.
Cada centro precisa de:

▫️educadoras;
▫️auxiliares;
▫️cozinheiras;
▫️pessoal de limpeza;
▫️pessoal administrativo;
▫️vigilantes;
▫️técnicos de saúde em regime articulado;
▫️supervisores.

Isso significa milhares de empregos, muitos deles para mulheres e jovens.

E há uma segunda oportunidade:

criar uma carreira profissional de educador e cuidador da primeira infância.
Formação curta, certificação, progressão profissional e avaliação permanente.

COMO FINANCIAR

Criaria um Fundo Nacional para a Primeira Infância, com financiamento plurianual protegido.

As fontes poderiam incluir:

1. Orçamento Geral do Estado.
2. Transferências para municípios.
3. Parcerias público-privadas.
4. Cooperação internacional.
5. Fundos de responsabilidade social empresarial.
6. Contribuições das empresas que beneficiem directamente do serviço.
7. Parcerias com organizações religiosas e comunitárias.

É VIÁVEL?

Sim.
Não precisamos inventar tudo.
O mundo já experimentou diferentes modelos.

A Coreia do Sul desenvolveu mecanismos de acesso universal à educação e cuidados na primeira infância. A Alemanha criou o direito legal a uma vaga de educação infantil a partir do primeiro ano de idade. A Suécia atribui às autoridades locais responsabilidades fortes na garantia de vagas. O Brasil está entre os países que reconhecem direitos de acesso à educação infantil desde a primeira infância. (OECD⁠)

Não precisamos copiar nenhum país.

Precisamos aprender com os melhores e construir o nosso próprio modelo, adequado à realidade angolana.
E há uma razão económica para fazer isso.

Quando uma mãe consegue deixar o seu filho num lugar seguro, ela pode trabalhar.

▫️Pode vender.

▫️Pode estudar.

▫️Pode ir à lavra.

▫️Pode aceitar um emprego.

▫️Pode abrir um pequeno negócio.

Pode aumentar o rendimento da família.
É assim que uma política de cuidados à infância também se transforma numa política de combate à pobreza.

É possível. E é por isso que não podemos desistir.

📍Venha fazer parte da UNITA.
30/08/2026

📍Venha fazer parte da UNITA.

📍População do Baba, município do Saco-Mar, manifestou hoje, contra a política descabida do Governo provincial de o reass...
29/08/2026

📍População do Baba, município do Saco-Mar, manifestou hoje, contra a política descabida do Governo provincial de o reassentar para a zona do Charungo.

29/08/2026

📍NÃO PODEMOS FALHAR | Porque os nossos filhos estão a observar-nos.

Um dia perguntarão:
“Quando Angola precisou de vocês, o que fizeram?”

Não quero que respondamos:
“Esperámos.”

Não quero que digamos:
“Não era responsabilidade nossa.”

Não quero que confessemos:
“Tivemos medo.”

QUERO QUE POSSAMOS DIZER:
Fizemos a nossa parte.
Não fomos indiferentes.
Não nos resignámos.
Não vendemos a nossa consciência.
Não entregámos o nosso futuro.

Defendemos a democracia.
Defendemos a justiça.
Defendemos Angola.

Quando chegar a hora de escolher entre assistir à História e participar nela, escolhemos participar.

Meus compatriotas,

O futuro está diante de nós.
A História está a bater à nossa porta.
E ninguém pode responder por nós.

CADA ANGOLANO CONTA.
CADA CONSCIÊNCIA CONTA

29/08/2026

📍Queriam obrigar as mamãs a participar na actividade do MPLA, fechando o mercado.

📍CONFERÊNCIA DE IMPRENSAO Governo Sombra da UNITA realizou, uma conferência de imprensa sobre os desafios da abertura do...
27/08/2026

📍CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

O Governo Sombra da UNITA realizou, uma conferência de imprensa sobre os desafios da abertura do ano lectivo 2026/2027.

📍DIÁLOGO POLÍTICO | O Secretário Provincial da UNITA no Namibe, Américo Wongo, recebeu, na manhã de hoje, uma delegação ...
27/08/2026

📍DIÁLOGO POLÍTICO | O Secretário Provincial da UNITA no Namibe, Américo Wongo, recebeu, na manhã de hoje, uma delegação do Partido Bloco Democrático.

O encontro serviu para abordar questões de interesse político e social, num ambiente de diálogo e concertação entre forças políticas que pensam Angola.

26/08/2026

NOTA PASTORAL DO BISPO DA DIOCESE DO LWENA

Por: Dom Martín Lasarte sdb (bispo de Lwena)

“Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 15,12)

Queridos fiéis da Diocese de Lwena, particularmente de Cazombo, Macondo, Nana Candundo, Caianda e Lóvua,
Estimadas autoridades civis, tradicionais e pessoas de boa vontade:

Encontrando-me no meio da intensa visita pastoral nas regiões do Alto Zambeze, apenas encontro um momento para abrir o coração e manifestar a grande dor que sinto pela violência e intolerância que se tem experimentado nestes dias em Cazombo.

1. Os factos

São os funerais do Regedor Chinuque Mukanda-Nkunda. Lembro-me do mais velho Chinuque, com muito carinho. Era católico e amava a nossa Igreja. Cada vez que passava por Cazombo, quando podia ia visitá-lo. A última vez, entreguei-lhe uma Bíblia católica em Lunda. Ele me dizia que tinha sonhado que o bispo viria visitá-lo.

É o 24 de agosto, às 09h00. Os sobas levam o caixão do falecido, com uma grande cerimónia tradicional, ao lugar do enterro, no próprio bairro Chinuque, no quintal na frente da sua casa, ante a presença de perto de 5.000 pessoas, na sua maioria Lunda Ndembo. Após de terem feito diversos ritos tradicionais é a vez do bispo. Estando pronto para fazer as orações fúnebres junto do túmulo, a isso das 09h30, chegam as forças policiais, com um enorme contingente de intervenção. Muitos dos presentes não compreendiam a situação, pensavam que chegavam as autoridades para dar proteção ao evento. Pouco depois, os participantes percebem que as intenções eram outras: desenterrar o corpo do chefe tradicional para levá-lo a enterrar noutro sítio. Isto criou uma fortíssima tensão: Manifestações de revolta, gritaria, expressões como “vamos morrer com ele”…

Tentamos o diálogo com a polícia, o apaziguamento da população, sobretudo dos jovens; o contacto com as autoridades competentes, mas a decisão já estava tomada: Tirar o corpo dali, seja como for. Olhando para os olhos de alguns dos policiais, percebia-se o grande desconforto por ter que obedecer a esta impopular intervenção. Após uma grande tensão e conversações, as forças policiais retiram-se estrategicamente. Os oficiais das forças da ordem, com gentileza, convidaram-me a retirar-me, mas, intuindo o que viria a acontecer, preferi ficar com o nosso povo. Eis aí, que inicia a dispersão da população com gases lacrimogéneos. Gritos, corridas, choros, revolta de alguns jovens que lançam pedras. Se bem não tinha chorado no momento do óbito, agora sim, o fiz pelos gases.

Algumas escaramuças continuam nas ruas do bairro. A polícia começa a utilizar balas verdadeiras. Foram atingidos, ao menos, quatro jovens, que foram conduzidos para o hospital. Um dos quais, era duma das nossas comunidades cristãs e tinha sido atingido superficialmente na perna. Graças a Deus, não escutei que tenham acontecido mortes. Às 10h00 desenterraram o caixão, onde supostamente estava o corpo do Regedor, mas não se encontrava. A metade da tarde, por volta das 16h00, do mesmo túmulo, a um nível mais profundo, retiram os restos mortais de Regedor Chinuque que foi levado a ser sepultado, a uns 10 km de Cazombo.

1. Reflexão

Não houve mortes físicas, mas morreu a confiança do povo Lunda para com o Governo angolano. Diziam: “Aqueles que pensamos que nos protegeriam, são aqueles que nos atacam”. Morreu todo o respeito pela tradição africana. Semelhante gesto, tendo como testemunhas milhares de pessoas, tem sido uma afronta, humilhação e até profanação da dignidade e tradições do povo Lunda.

Como as terríveis e criminosas queimadas que vão destruindo as matas da nossa Angola, assim aconteceu uma grande queimada no bairro Chinuque: na consciência cívica, social e política de Cazombo. Foram queimadas as frágeis plantas de aproximação, entendimento, tolerância entre as culturas; foram queimados os brotes de inclusão social, de confiança e de sereno convívio.

E tudo, por uma intolerante decisão de que um mais velho, de 96 anos, não pudesse descansar em paz, onde o solicitou, antes de morrer. Certamente que a legislação angolana não o permite; mas houve vacilações para autorizar ou não o enterro no bairro Chinuque. Até uma lei de Estado, por vezes, pode ter prudencialmente excepções, que mira o bem comum e o respeito dos costumes ancestrais. Há que considerar que a aplicação de uma lei sem uma visão mais ampla, pode trazer muito mais mal que o bem relativo que pretende realizar. Mas, segundo a opinião das pessoas que consultei, o problema não era sanitário, mas de intrigas e pressões, aliciadas pela luta territorial. Temos que apreender a viver juntos e também a morrer juntos.

1. Cristo nos convida ao Amor

Diante desta situação, pode desenvolver-se a espiral do ódio e violência. Neste momento todos bairros e sobados lunda estão comentando o funesto acontecimento que a todos os implica: Desde Jimbi até Kaloba, desde Nhakameshi até Lóvua; desde Macondo até Katocola.

Da nossa parte, exortamos a todos os catequistas a continuar a ser pregadores e testemunhas do amor de Cristo nas suas comunidades. Não se pode vencer o mal com o mal.
O Senhor nos convida a amar "como ele nos amou". O amor de Cristo é universal: acolhe o centurião, a cananeia, o fariseu, a pecadora, o leproso, o cego, as crianças, os ricos e pobres. Ele acolhe a todos por igual e enviará os seus apóstolos a pregar a Boa Nova a todos os povos, até os confins da terra. Se o meu amor é grande pela minha família, o meu bairro, o meu grupo étnico, mas ainda não está aberto para amar a todos, esse amor não é de Cristo.

O amor de Cristo ao Pai e à humanidade envolve todo o seu ser. Portanto amemos com as nossas palavras, actos, pensamentos, sentimentos, com toda a nossa vida.

Amemos com criatividade para encontrar novos caminhos de comunhão. Sejamos todos embaixadores de paz e reconciliação.
Ele nos amou até o fim, até derramar o seu sangue. Foi obediente ao plano do Pai até o momento derradeiro. Portanto, não nos cansemos de amar, embora encontremos mil obstáculos em nosso caminho; aliás o amor é que nos motiva e dá força para caminhar e lutar pela justiça e a verdade.

Que todos nós, que estamos a construir esta nova província de Moxico Leste, sejamos instrumentos de paz, concórdia e amor fraterno entre todos e cada um dos habitantes desta abençoada terra.
Que Maria, Rainha da Paz vele pelo nosso povo.

Cazombo, aos 25 de agosto de 2026
Dom Martín Lasarte sdb (bispo de Lwena)

Fonte: Facebook

25/08/2026

📍NOSSA VISÃO | 𝟑𝟏𝟔 𝐌𝐈𝐋𝐇𝐎̃𝐄𝐒 𝐃𝐄 𝐃𝐎́𝐋𝐀𝐑𝐄𝐒: 𝐎 𝐐𝐔𝐄 𝐍𝐎́𝐒 𝐅𝐀𝐑𝐈́𝐀𝐌𝐎𝐒 𝐃𝐈𝐅𝐄𝐑𝐄𝐍𝐓𝐄

A inauguração do Centro de Convenções da Chicala, com o seu custo astronómico de 316,8 milhões de dólares, não é apenas mais uma obra pública. É a prova viva de que o executivo não conhece Angola. Não conhece a fome que aperta. Não conhece o desemprego que sufoca. Não conhece a ânsia de um povo que quer trabalhar, produzir e viver com dignidade.

A UNITA pensa diferente. E, se estivéssemos no poder, a opção seria radicalmente outra. Não porque sejamos contra infraestruturas, mas porque sabemos que um país não se desenvolve com palácios vazios, desenvolve-se com fábricas a funcionar, campos a produzir e empresas a gerar riqueza.

Se tivéssemos de decidir como utilizar aproximadamente 316,8 milhões de dólares, transformaríamos esse dinheiro numa plataforma nacional de produção, conhecimento, emprego e desenvolvimento.

US$70 MILHÕES PARA EDUCAÇÃO

Construir escolas onde elas fazem falta.

Reabilitar as existentes.

▫️Acabar progressivamente com crianças a estudar debaixo de árvores ou em salas sem condições.
▫️Formar professores.
▫️Equipar laboratórios e oficinas.
▫️Expandir o ensino técnico-profissional.
▫️Criar escolas de formação tecnológica ligadas às necessidades das empresas.

Uma obra pode impressionar durante uma inauguração. Uma escola pode transformar uma vida inteira.

US$35 MILHÕES PARA SAÚDE

Reforçar hospitais municipais e centros de saúde.

▫️Equipar maternidades.
▫️Garantir medicamentos essenciais.
▫️Criar laboratórios e serviços de diagnóstico.
▫️Formar técnicos de saúde.
▫️Levar cuidados básicos às comunidades mais distantes.

Não queremos apenas hospitais construídos. Queremos hospitais que funcionem.

US$50 MILHÕES PARA UMA REVOLUÇÃO AGROINDUSTRIAL

Não queremos continuar a olhar para o camponês apenas como beneficiário de programas de emergência.
Queremos transformá-lo num produtor integrado numa cadeia económica.

▫️Financiar pequenos e médios agricultores.
▫️Criar sistemas de irrigação.
▫️Facilitar mecanização.
▫️Construir armazéns e centros de frio.
▫️Melhorar estradas rurais.
▫️Criar unidades de transformação de milho, mandioca, tomate, frutas, café, cacau, algodão, leite e carne.

O agricultor produz ⏩️A indústria transforma ⏩️ O comércio distribui.

O consumidor compra produto nacional.
É assim que se cria riqueza.

US$35 MILHÕES PARA EMPRESÁRIOS, STARTUPS E INDÚSTRIA

Criar um fundo nacional de financiamento competitivo para jovens empreendedores, startups, cooperativas e pequenas e médias empresas.

✅Sem cartões partidários.

✅Sem empresários escolhidos pelo poder.

✅Sem crédito político.

Financiamento para quem tem competência, projecto viável e capacidade de criar emprego. Queremos que o jovem deixe de ver o Estado apenas como empregador. Queremos que tenha condições para criar empresas e empregar outros jovens.

US$15 MILHÕES PARA FORMAÇÃO TECNOLÓGICA E PROFISSIONAL

Formar jovens em programação, inteligência artificial, electricidade, mecânica, soldadura, construção civil, energia solar, agricultura moderna, manutenção industrial, logística e outras áreas do futuro.

Mas com uma condição:

▪️formação ligada ao emprego.
▪️Não queremos formar jovens para engrossar estatísticas.
▪️Queremos formar jovens para trabalhar, empreender e produzir.

US$36,8 MILHÕES PARA ÁGUA, ESTRADAS E ENERGIA

Pequenas e médias infraestruturas capazes de mudar comunidades inteiras.

▫️Água potável.
▫️Energia.
▫️Estradas secundárias e terciárias.
▫️Infraestruturas para zonas agrícolas.
▫️Ligação entre produção e mercado.

Porque uma estrada que permite ao camponês levar a sua produção ao mercado pode gerar muito mais desenvolvimento do que uma obra monumental.

US$75 MILHÕES PARA UMA NOVA POLÍTICA DE REFINAÇÃO

Angola tem petróleo.Mas continua vulnerável na transformação desse petróleo em combustíveis e produtos de maior valor acrescentado.
Precisamos de pensar diferente.

Uma possibilidade seria estudar três projectos de refinação modular, distribuídos estrategicamente pelo Norte, Leste e Sul, sempre depois de rigorosos estudos de viabilidade, disponibilidade de crude, logística, mercado e sustentabilidade financeira.

A Nigéria oferece-nos uma experiência que merece ser estudada.A Waltersmith começou com uma refinaria modular de 5.000 barris por dia e desenvolveu o projecto por fases, com participação do sector público e financiamento privado. A primeira fase foi posteriormente ampliada.

Não precisamos copiar a Nigéria. Precisamos aprender com ela. E mais importante ainda: o Estado não precisa necessariamente de financiar sozinho estes projectos.

Pode entrar com participação estratégica, garantias, infraestruturas e regulação, enquanto o capital privado e os bancos de desenvolvimento mobilizam o restante financiamento.

É assim que o dinheiro público deixa de ser apenas despesa e passa a ser capital catalisador.

𝐍𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐦𝐚́𝐠𝐢𝐜𝐚. 𝐄́ 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨.

ESTA É A DIFERENÇA ENTRE GASTAR O DINHEIRO DO POVO E GOVERNAR.

Pode-se gastar centenas de milhões numa única obra. Ou pode-se utilizar o mesmo recurso para criar escolas, hospitais, empresas, fábricas, agricultores empresariais, técnicos especializados, estradas e capacidade industrial.

Endereço

Rainha Njinga Mbandi
Namibe

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando UNITA NAMIBE publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para UNITA NAMIBE:

Atalhos

Compartilhar