Economia e bem-estar

Economia e bem-estar Esta página surgiu com objectivos de colmatar algumas dúvidas inerentes ao Crescimento e Desenvolvimento Económico.

Então estamos aqui para partilhar conhecimento.

03/06/2021

Bom dia pessoal, a página está crescendo muito.

Gostaria que continuássemos assim.

Mandem-nos temas e sugestões no off, estaremos prontos para partilhar convosco.

09/12/2020

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Boa noite Caríssimos, ultimamente tenho recebido questões sobre alguns conceitos e estamos aqui para compartilharmos sobre o tema abaixo mencionado:

Os bens econômicos são aqueles relativamente escassos ou que demandam trabalho humano, como tal, tem valor econômico. Podem ser classificados em bens públicos e privados.

Bens Privados

São bens que têm característica do uso ser individual, ou seja, o consumo de uma pessoa exclui o consumo da outra. Geralmente estes bens são oferecidos pela iniciativa privada.

Bens públicos

São bens cujo consumo é efectuado por toda a colectividade. Não se aplica o Princípio da Exclusão, ou seja, não é necessário pagar para obtê-los. Além disso, eles não são rivais, isto é, o consumo de um não impede o consumo de outro. Na maioria das vezes, eles são oferecidos pelo poder público com o objetivo de satisfazer as necessidades coletivas, utilizando-se da tributação para captação de recursos para seu financiamento. Ex.: Defesa Nacional, Administração da Justiça.Mas também se incluem praias, lagos, software livres.

Tomem nota!
17/07/2020

Tomem nota!

𝐃Í𝐕𝐈𝐃𝐀 𝐃𝐎 𝐏𝐀Í𝐒 𝐒𝐄𝐌𝐏𝐑𝐄 𝐀 𝐒𝐔𝐁𝐈𝐑 | O OGE revisto está estimado em Kz 13.455.305.790.365,00 (treze mil, quatrocentos e cinquenta e cinco bilhões, trezentos e cinco milhões e setecentos e noventa mil e trezentos e sessenta e cinco kwanzas).
O PIB será negativo, em 3,6%, apontando para uma clara recessão económica. Angola registou deficits fiscais consecutivos nos últimos 5 anos. A Dívida pública atinge 123 % do PIB. Este facto coloca o stock da dívida pública numa trajectória de grande insustentabilidade.
A taxa de inflação prevista é de 25%, o que destrói o poder de compra dos cidadãos e das famílias. As taxas de juros são altíssimas e absolutamente proibitivas e superiores às taxas de inflação.

04/06/2020

Tradicionalmente, os economistas, e particularmente desde Jean Baptiste Say, os fatores de produção têm sido apontados em todo o processo produtivo como sendo: a terra (terras cultiváveis, floresta, minas, recursos naturais), trabalho (o homem) e o capital (máquinas, equipamentos, instalações).

Mas aqueles economistas, já incluíam no conceito económico de terra, não apenas o solo, o que era arável, mas todos os fatores naturais de produção. Assim, para além do solo, incluíam o subsolo, a capacidade energética do mar, os cursos de água, do vento, da luz solar, etc. Por esta razão, alguns autores preferem referir-se aos fatores naturais de produção, abrangendo nesta noção a terra, o solo e também outras forças naturais.

O homem tem de empregar trabalho, com maior ou menor esforço, para aproveitamento dos fatores naturais, ou seja, é necessário revolver a terra, semeando, plantando, fertilizando, colhendo, e também caçando, pescando, domesticando animais, etc. Deste modo, o trabalho insere-se entre os fatores produtivos.

Para melhor aproveitar a natureza, o homem, tem de construir instrumentos, que embora não lhe ofereçam satisfações diretas, irão a breve trecho, facilitar o aproveitamento. Os instrumentos usados para um melhor aproveitamento da natureza constituem o capital. Assim, também este capital, verdadeiramente fundamental, se inclui entre os fatores produtivos. O Capital pode ser material, financeiro, humano e intelectual. Esta separação do capital intelectual e humano visa esclarecer a diferença entre a pessoa física e a capacidade racional do homem.

O número e definição dos fatores variam, dependendo do propósito teórico, ênfase empírica, ou escola económica.

01/06/2020

Bom dia,

Meus caríssimos, venho por este informar-vos que estamos abertos para sugestões e contribuições concernentes aos conteúdos.

Vamos ajudar a página a crescer, então, eu conto convosco. Economia e Bem-Estar tem de ser uma marca❤️❤️❤️.

Que tiver sugestões pode puxar-me no off.

Tenho dito!

20/05/2020

O que um empreendedor precisa saber sobre a importância da economia na sociedade?

Você sabia que a economia possui 3 principais setores que são importantes para o seu crescimento?

Pois é! A economia é uma ciência social que estuda o comportamento das pessoas e associações no mercado, e a sua função é diminuir ou cortar os gastos, funcionando como um controlador de desperdícios financeiros focada na geração de renda.

Mas Rô, como essa função pode atingir nossa necessidade?

Então, um gasto controlado ou aniquilado, faz com que a economia cresça de forma gradativa e organizada, movimentando o mercado e gerando negociações rentáveis.

E por que você precisa saber disso? Porque é muito importante para seu empreendimento crescer de acordo com o mercado.

Assim, a economia é muito importante e se distribui em 3 principais setores:

1 – Setor Primário

Trabalha na produção utilizando todos os recursos da natureza. Podemos citar, o desenvolvimento da agricultura, pecuária e a extração mineral.

2 – Setor Secundário

Trabalha no desenvolvimento da matéria prima extraída da natureza e industrialização de máquinas e equipamentos. A negociação desse setor é muito gradativa para a economia.

3 – Setor Terciário

É a prestação de serviços de um indivíduo ou organização para com o outro, ou seja, uma pessoa ou empresa presta serviço à terceiros, de acordo com, a sua necessidade. A demanda desse serviço no mercado é muito grande. Por isso, os empreendedores devem ficar bastante ligados nesses setores da nossa economia, pois se enquadram na mais nova perspectiva de crescimento através da tecnologia avançada.

E aí vamos crescer juntos com o mercado?

Grande abraço.

08/05/2020

Fenómenos económicos
A palavra economia vem dos vocábulos gregos "oikos" e "nomos", que exprimem, respectivamente, a ideia de "casa/riqueza" e "regra". Podemos, então, dizer que, etimologicamente, a palavra economia significa regra da casa. E, no fundo, assim é: tal como o casal gere o orçamento familiar para satisfazer as suas necessidades, providenciando para que nada falte ou que pelo menos as necessidades elementares sejam providas, dizendo hoje que não à consola de videojogos que o filho tanto queria, para amanhã lhe poder dar o computador que lhe serve para estudar e também jogar, assim a economia prende-se com a forma como o homem cria e utiliza bens escassos com vista à satisfação das suas necessidades e ao aumento do seu bem-estar.

E se é sem esforço que reconhecemos os problemas económicos como questões do quotidiano (muita vezes sem darmos por isso quando, por exemplo de manhã abrimos a to****ra para o banho diário, ou quando confrontamos o nosso dinheiro com o preço das coisas de que necessitamos ou gostaríamos simplesmente de comprar) nem sempre, reconhecemos os problemas do mundo de hoje como problemas de natureza fundamentalmente económica, embora eles tenham essa dimensão implícita. Quantas vezes as crises que conduzem às guerras têm raízes económicas, ou as consequências de determinados fenómenos sociais, como a discriminação racial, os fluxos migratórios, ou o envelhecimento da população - cujas causas podem ser fundamentalmente de carácter cultural, político ou resultante da evolução científica ou médica- têm implicações no domínio económico.

Na verdade, os fenómenos económicos são os decorrentes da actividade económica, ou seja, os decorrentes da produção de bens escassos para satisfazer as necessidades ilimitadas do homem. Ora a actividade económica não é mais do que uma parte da vida em sociedade, não é mais do que um domínio da realidade social: o agricultor que lavra a terra e semeia as batatas é o mesmo que vende as mercadorias no mercado abastecedor, que baptiza o seu filho na igreja paroquial, que foi eleito pelo partido X para a Assembleia Municipal e que é sócio do clube de futebol da sua região.

Mas hoje, mercê da internacionalização do comércio, da produção e dos capitais, a dimensão dos problemas económicos assume a escala planetária. As economias dos diferentes países estão cada vez mais dependentes e integradas (União Europeia, NAFTA, MERCOSUL), a mundialização da economia e a globalização são realidades vivenciadas por todos, mesmo por aqueles que não sabem o que isso é ou o seu porquê.

Por isso, o estudo da Economia:

fornece uma base lógica de entendimento e raciocínio que possibilita a análise de situações sociais;
favorece a integração social do indivíduo, pela visão mais ampla e correcta que proporciona da vivência em sociedade
promove o desenvolvimento de capacidades e atitudes de intervenção positiva como cidadão consciente

Tomem nota!
30/04/2020

Tomem nota!

COVID-19 E O SEU IMPACTO NA ECONOMIA MUNDIAL: SEGUNDO O ECONOMISTA CLÁUDIO JÚNIOR.

Parte 1

Para o economista a Pandemia é uma Estratégia/Arma biológica, que tem como principal objectivo desestabilizar a Economia Mundial e ascender a China como a maior Potência económica no Mundo.

O Economista fez uma retrospectiva dos acontecimentos históricos que mudaram o rumo da economia mundial:

1- Primeira Guerra Mundial: Segundo Cláudio Júnior, após a I Guerra Mundial deu-se o fim da supremacia europeia e ditou a ascensão dos EUA, que nos anos 20 do século XX se tornara na maior Potência económica do mundo, porque o seu território e as suas actividades económicas não foram afectados pela Guerra, o que levou os EUA a se tornar o maior abastecedor (matérias-primas, bens de consumo e armas) do Continente Europeu, concomitantemente concedendo empréstimos para reconstrução do continente, tornando o Continente Europeu frágil e dependente economicamente dos EUA.

2- A Crise Global de 1907: provocada pelos EUA, e teve fortes repercussões económicas na Europa, Ásia e América Latina. (Recomendo o seu estudo).

3- A Grande Depressão (Crise de 1929): que teve origem nos EUA e se alastrou a todos os continentes. (Recomendo o seu estudo).

4- Crise Bancária Sistemática (Crise 2007 à 2009): teve a sua origem nos EUA e com fortes repercussões sobre todos os grandes mercados financeiros internacionais, sendo a maior vitima a Europa, crise associada a enorme volatilidade nos mercados de câmbios. (Recomendo o seu estudo).

Para o Economista, tendo o FMI previsto a COVID-19 como a Pior Recessão dos últimos anos.

Considera os acontecimentos acima citados, não diferente do cenário actual, e com graves repercussões na Europa e nos EUA, obrigando assim muitos países (até mesmo as grandes economias) a obter empréstimos financeiros, bens e serviços da China.

As economias do mundo (principalmente as grandes economias) com o actual cenário económico, apresentam fraco crescimento económico, porque o sector produtivo está em desaceleração e consequentemente, as contas públicas com défices orçamentais excessivos (recorrendo a endividamento externo para fazer frente ao combate da Covid-19), acumulação de défices comerciais (Contas Externas) e taxas de inflação elevadas.

CLÁUDIO JÚNIOR defende que a COVID-19, mostrou que nenhum país do mundo conseguiu racionalizar a implementação dos modelos económicos para saber lidar com grandes eventos futuros. Os sectores económicos não estão em proporção ao sector da Saúde, o que quer dizer que nenhum país tem investido tão seriamente no sector da saúde como tem investido no sector da Defesa, agora não se pode matar vírus com material bélico.

Continua...

16/01/2020

É bom aprender.

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