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Procuração pública, ano de 1870, Império do Brasil.
21/05/2022

Procuração pública, ano de 1870, Império do Brasil.

Revisitando esse clássico, sempre necessário...
30/08/2020

Revisitando esse clássico, sempre necessário...

"Contribuições para a Biographia de D. Pedro II" - Tomo especial da Revista do Instituto Histórico  e Geográfico Brasile...
14/03/2020

"Contribuições para a Biographia de D. Pedro II" - Tomo especial da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1925).

Trata-se de magnífica coletânea de ensaios sobre nosso Imperador, contando com um capítulo escrito pelo grande potiguar Tavares de Lyra @ Solar Dr. Graciliano Lordão

Começando a leitura de mais uma obra de Camilo Castelo Branco. O romance polifônico "Coração, Cabeça e Estômago". A pseu...
17/10/2019

Começando a leitura de mais uma obra de Camilo Castelo Branco. O romance polifônico "Coração, Cabeça e Estômago". A pseudoautobiografia do poeta Silvestre. Um romance ácido, irônico e questionador.

Porque Camilo é muito mais que "Amor de Perdição". É muito mais que uma escola literária estática e simplória.

Vamos lá!

"Sertão" - Contos, de Coelho NettoNos últimos anos que precederam o século XX, surgiu, em meio às incertezas e inquietaç...
26/09/2019

"Sertão" - Contos, de Coelho Netto

Nos últimos anos que precederam o século XX, surgiu, em meio às incertezas e inquietações frente à novidade da República, o que viria a ser o divisor de águas na trajetória literária de um autor que, até então, havia focado sua intensa produção nos cenários urbanos. As questões advindas do recém obliterado regime escravagista ainda fervilhavam nas esferas da vida social e, sobretudo na literatura, onde encontrou guarida para suscitar discussões e apontamentos diante do cenário que
se desenhava.

Foi nesse contexto que "Sertão" (1897), de Coelho Neto, inaugura sua fase regionalista e expõe uma faceta do autor mais voltada para as preocupações sociais de sua época. Severamente atacado pelos modernistas pelo seu estilo repleto de preciosismos da linguagem, o escritor deixou uma marca indelével com uma obra que traduz, possivelmente, as suas qualidades mais evidentes: a imaginação criativa e a capacidade de traduzir seus enredos inusitados em descrições meticulosas. Ainda assim, a tão notada habilidade de Coelho Neto ao manejar as palavras não parece ter sido o bastante para assegurar o devido reconhecimento de sua obra.

A produção netiana encontra-se recentemente restrita apenas a alguns círculos literários, não havendo recebido a merecida atenção no decurso do tempo. A popularidade da qual usufruiu nos primeiros tempos não perdurou, em grande parte, senão principalmente, devido a essas críticas dos modernistas.
Em consequência, as posteriores edições de muitas de suas produções, como é o
caso do Sertão, não ultrapassaram a primeira metade do século XX. @ UFRN, Caicó - RN

O escritor Coelho Netto em seu gabinete de trabalho
20/09/2019

O escritor Coelho Netto em seu gabinete de trabalho

Reunindo as 40 crônicas de Machado de Assis publicadas entre 1876 e 1878 na revista "Illustração Brasileira", o presente...
19/09/2019

Reunindo as 40 crônicas de Machado de Assis publicadas entre 1876 e 1878 na revista "Illustração Brasileira", o presente livro nos proporciona uma leitura inteligível dos textos, uma vez que traz diversas notas explicativas que nos transportam à contemporaneidade dos acontecimentos ali narrados.

Em textos bem humorados, ácidos e cheios de ironia, bem a seu estilo, Machado trata do seu tempo com aguçada inteligência.

"Por serem pouco acessíveis e lidarem com temas cotidianos de dificil compreensão para leitores de outro tempo, as crônicas de Machado de Assis acabaram por compor um capítulo pouco estudado de sua obra. Estudos recentes, entretanto, têm demonstrado a importância que ele mesmo atribuiu ao gênero em sua trajetória" p. 10.

Na passagem dos 143 anos da poeta potiguar AUTA DE SOUZA, trago a segunda edição de "HORTO" publicada em 1910. Exemplar ...
13/09/2019

Na passagem dos 143 anos da poeta potiguar AUTA DE SOUZA, trago a segunda edição de "HORTO" publicada em 1910. Exemplar que pertenceu a Josué Montello.
A edição teve um prefácio carinhoso de Olavo Bilac.
Segue um trecho do poema SIMPLES, uma delicadeza inspirada.
F**a minha homenagem a Auta! @ Parelhas

Leitura do sábado...Treinando um pouco o inglês, senão enferruja...rsrs @ Parelhas
03/08/2019

Leitura do sábado...
Treinando um pouco o inglês, senão enferruja...rsrs @ Parelhas

Um poucl de história para o  final de semana.
13/07/2019

Um poucl de história para o final de semana.

Pequeno Livro do Officio da Missa, que pertenceu à minha bisavó. Edição de 1895, durante o Papado de Leão XIII. A encade...
29/06/2019

Pequeno Livro do Officio da Missa, que pertenceu à minha bisavó. Edição de 1895, durante o Papado de Leão XIII.

A encadernação é do mestre . @ Parelhas

Bom Crioulo, romance naturalista de Adolpho Caminha, publicado em 1895, autor deixado à margem das “celebridades literár...
30/05/2019

Bom Crioulo, romance naturalista de Adolpho Caminha, publicado em 1895, autor deixado à margem das “celebridades literárias” durante bom tempo.

Foi o primeiro romance brasileiro a abordar a homossexualidade masculina no Brasil pós-abolicionista e republicano, mesmo que a partir de um viés ainda preconceituoso, vez que em várias passagens o narrador aborda o tema como um vício, uma anomalia, “impulso do sangue”. Além de expor a precariedade dessas relações amorosas, aborda e denuncia as precárias condições de trabalho e especialmente a brutalidade dos castigos a que estavam sujeitos os marinheiros.

Veja-se como a crítica, mesmo já de meados do século XX, tratava do autor e do romance: “Durante certo tempo esse destino sem rima e essa literatura sem brilho prenderam a atenção dos contemporâneos. O homem tinha sido infeliz e os seus livros continham um pouco do áspero e do amargo da vida... “Hoje, só por um movimento de curiosidade histórica se voltam as vistas para esse enjeitado da vida e da literatura” ...“Não aconselho a ninguém, portanto, a leitura desse romance: considero-o demasiado corrosivo, não tanto pelas coisas que expressamente encerra, como, principalmente, pelo teor de pessimismo que se contém” (Valdemar Cavalcanti, no ensaio “O enjeitado Adolpho Caminha”, publicado na REVISTA DO BRASIL, maio de 1941)

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