Trezedeck Baruk Ata Adonai Eloin Efatá, Brasil acima de tudo e Deus acima de todos

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um momento de extrema tensão envolvendo um trabalhador e uma onça-pintada,...
02/06/2026

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um momento de extrema tensão envolvendo um trabalhador e uma onça-pintada, um dos maiores predadores das Américas.

Nas imagens, o homem aparece muito próximo do animal e opta por permanecer imóvel enquanto observa seus movimentos. A cena chamou atenção pela tranquilidade demonstrada diante de uma situação que poderia facilmente provocar pânico.

Especialistas explicam que encontros com grandes felinos exigem cautela. Em geral, correr ou fazer movimentos bruscos pode aumentar os riscos, já que esses comportamentos podem ser interpretados como ameaça ou estimular o instinto de perseguição do animal.

A onça-pintada é o maior felino das Américas e desempenha um papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas onde vive. Apesar de sua reputação como predadora, ataques contra seres humanos são considerados raros e normalmente acontecem em circunstâncias específicas.

Embora o vídeo tenha impressionado milhares de pessoas, especialistas reforçam que a melhor atitude em situações semelhantes é manter a calma, evitar aproximação e permitir que o animal tenha uma rota livre para se afastar.

A gravação também serve como lembrete da importância da convivência responsável entre atividades humanas e a fauna silvestre em regiões onde esses animais habitam.

Em abril de 1989, o Brasil assistiu a uma das cenas mais marcantes da história recente da sua música: a aparição de Cazu...
28/05/2026

Em abril de 1989, o Brasil assistiu a uma das cenas mais marcantes da história recente da sua música: a aparição de Cazuza no Prêmio Sharp de Música, no Copacabana Palace, já em estado avançado de saúde fragilizada pela AIDS.

O artista chegou de cadeira de rodas, extremamente debilitado — pesando cerca de 38 kg —, mas ainda assim ocupando o centro simbólico da noite. Não como exceção, mas como presença inevitável.

Naquela cerimônia, Cazuza foi premiado três vezes pelo álbum *Ideologia* (1988). A canção “Brasil”, na interpretação de Gal Costa, foi eleita Música do Ano e também venceu na categoria de Melhor Música de Pop Rock. O próprio disco *Ideologia* recebeu o prêmio de Melhor Disco de Pop Rock.

O momento carregava uma tensão emocional que ia além da música. Pouco antes, uma reportagem da revista Veja estampava na capa a manchete: *“Cazuza: uma vítima da AIDS agoniza em praça pública”*. A frase foi duramente criticada pela família e por artistas, por expor de forma sensacionalista a condição do cantor.

No palco, cercado por amigos e familiares, Cazuza resumiu sua própria permanência com uma frase que atravessou o tempo: **“Estou vivo por causa do meu trabalho.”**

No dia seguinte, o jornal O Globo estampou uma manchete mais sóbria: *“A noite de Cazuza”*.

O episódio virou mais do que uma premiação. Tornou-se um retrato cru de um país que ainda aprendia a lidar com a AIDS, com a exposição da doença e com a dignidade de quem a enfrentava publicamente.

Vem ser feliz na Lindex ótica
28/05/2026

Vem ser feliz na Lindex ótica

A PROFECIA DA ATLÂNTIDADurante 2.000 anos, a Igreja disse que Jesus foi um mestre do amor, do perdão e da outra face.A F...
21/05/2026

A PROFECIA DA ATLÂNTIDA

Durante 2.000 anos, a Igreja disse que Jesus foi um mestre do amor, do perdão e da outra face.
A Federação Galáctica acaba de confirmar o que os textos censurados sempre implicaram: eram apenas fragmentos.
Ensinamentos mais moderados que a Igreja manteve porque eram fáceis de comercializar. Sua missão principal era muito mais urgente, e o Vaticano passou dois milênios tentando sufocá-lo.
Veio dar um aviso. Uma profecia ligada ao tempo, codificada em todo o seu ministério, que não se dirigia nem aos romanos nem aos fariseus, mas à civilização que existiria exatamente dois mil anos após a sua crucificação. Nossa civilização. Agora mesmo. Este ano. Agora mesmo.
Atlantis era a civilização tecnologicamente mais avançada que este planeta tinha conhecido, mais avançada que a nossa. Voo. Submarinos. Comunicação global instantânea. Telepatia como prática comum.
Produção de energia baseada em cristais. Tecnologia laser. Dispositivos para manipular matéria e antigravidade que remontam a dezenas de milhares de anos antes do nosso tempo.
Por que aconteceu a destruição da Atlântida? : Porque foi feito acreditar que a tecnologia externa era suprema. Eu via cristais e redes como poder, dominação, controle. Enquanto os padres e sacerdotisas sabiam que a tecnologia interna era a mais importante das duas. Eles mantiveram esse equilíbrio ao longo dos milênios, enquanto o domínio externo ganhou influência.
Padres e sacerdotisas foram marginalizados. Cristais de grande poder, originalmente projetados para cura, foram redirecionados para extração e dominação. Depois veio o evento final. Os cristais dispararam descontroladamente. A tecnologia exterior explodiu em uma escala que este planeta nunca viu antes nem depois.
Um terremoto catastrófico e inundação destruíram Atlantis em um único dia e uma noite. Toda a massa da Terra afundou no mar. O dilúvio foi tão gigantesco que foi registrado no Gênesis quanto o dilúvio de Noé.
Este é o padrão do qual Jesus veio nos avisar. Uma civilização que desenvolve tecnologia exterior mais rápido do que consciência interior, são exterminados. Aqueles que preferiam o domínio interior são marginalizados. Quem preferia o controle externo toma as rédeas.
“SE A TECNOLOGIA ACABA SUPERANDO A CONSCIÊNCIA QUE A SUSTENTA, A CIVILIZAÇÃO COLAPSA”.
Neste momento, é o seu sistema de navegação interior que se torna o único instrumento confiável que você tem. E quase ninguém treinou o seu. Estes sistemas nervosos vão colapsar com o que está por vir.
Isto não é alarmismo. É o mesmo padrão atlante, acelerado, numa civilização mais frágil. Jesus sabia que isso ia acontecer. Thoth programou-o. Toda a linha hermética foi construída para preservar uma mensagem por 10.000 anos até que a humanidade precisasse ouvi-la de novo.
Isabel Garcia Martinez

ABORDAGEM POLÊMICA NO CENTRO DO RIOUm vídeo gravado na região da Glória, no Rio de Janeiro, viralizou nas redes sociais ...
20/05/2026

ABORDAGEM POLÊMICA NO CENTRO DO RIO

Um vídeo gravado na região da Glória, no Rio de Janeiro, viralizou nas redes sociais após mostrar uma abordagem policial que gerou grande debate entre internautas.

Nas imagens, um policial militar aparece realizando uma revista em uma tr****ti, o que levantou questionamentos sobre os limites e a forma como o procedimento foi conduzido.

Após a repercussão, a Polícia Militar informou que o caso será analisado pela corregedoria para apurar se a atuação dos agentes seguiu os protocolos da corporação.

O episódio dividiu opiniões: enquanto parte das pessoas considerou a revista necessária, outras classificaram a abordagem como constrangedora e desrespeitosa.

Um vídeo que voltou a circular nas redes sociais reacendeu debates sobre preconceito, liberdade individual e demonstraçõ...
18/05/2026

Um vídeo que voltou a circular nas redes sociais reacendeu debates sobre preconceito, liberdade individual e demonstrações de afeto em locais públicos no Brasil.

Nas imagens, um empresário aparece discutindo com um casal gay dentro de seu estabelecimento após os dois trocarem beijos no local. Durante a conversa, o comerciante afirma que o espaço seria um “ambiente familiar” e diz que aquele tipo de comportamento não seria aceito ali.

O integrante do casal reage à situação e questiona se a mesma atitude seria tomada caso se tratasse de um casal heterossexual, acusando o empresário de discriminação e preconceito.

O episódio rapidamente dividiu opiniões nas plataformas digitais. Enquanto parte dos internautas classificou a atitude do comerciante como homofóbica e discriminatória, outros defenderam o direito do proprietário de definir regras dentro de seu estabelecimento comercial.

Especialistas lembram que casos envolvendo discriminação por orientação sexual podem gerar consequências legais no Brasil, já que a homofobia pode ser enquadrada criminalmente com base em decisões do Supremo Tribunal Federal.

A repercussão reacendeu discussões sobre respeito, convivência social, liberdade individual e os limites entre regras privadas e direitos civis.

Olhe para a prateleira do seu banheiro por um instante. É muito provável que você veja esse sobrenome ali, mas a históri...
17/05/2026

Olhe para a prateleira do seu banheiro por um instante. É muito provável que você veja esse sobrenome ali, mas a história de como ele chegou até esse lugar é fascinante.

Tudo começou em um frio janeiro de 1783, em uma pequena e tranquila vila da Inglaterra chamada Hollingbourne. Foi lá que nasceu William Colgate, um garoto que, sem imaginar, acabaria mudando para sempre a história dos negócios e da indústria de higiene.

Aos 15 anos, a vida de William mudou completamente.

Ele e sua família juntaram seus poucos pertences e atravessaram o oceano rumo aos Estados Unidos. A família se estabeleceu em uma fazenda em Maryland, mas William sentia que seu destino não estava nos campos. Ele queria criar. Queria fabricar.

Em 1804, aos 21 anos e levando apenas determinação consigo, mudou-se para a agitada cidade de Nova York. Não chegou como empresário, mas como aprendiz. Mergulhou no ofício de produzir sabões e velas, aprendendo os segredos das misturas, das texturas e dos aromas.

Dois anos depois, em 1806, decidiu arriscar tudo.

No coração de Manhattan, William fundou seu próprio negócio de amido, sabão e velas. Não foi fácil. Trabalhou dia e noite enquanto Nova York crescia em um ritmo frenético ao seu redor. Mas havia algo que o diferenciava dos concorrentes: uma obsessão pela qualidade e uma vontade constante de inovar.

O que hoje conhecemos como Colgate-Palmolive não foi construída apenas com dinheiro, mas também com valores.

William era um homem de fé profunda. Conforme sua empresa prosperava e se tornava um dos pilares da indústria nova-iorquina, ele decidiu que seu sucesso não pertencia apenas a ele. Destinou grande parte de seus lucros para ajudar na construção de igrejas, escolas e hospitais. Acreditava que a verdadeira grandeza de uma pessoa é medida pelo quanto ela contribui para a comunidade.

William Colgate faleceu em 25 de março de 1857, mas seu legado permaneceu vivo em cada produto que leva seu nome.

Ele mostrou que é possível se tornar um gigante dos negócios sem perder a humanidade no caminho. Sua história ensina que perseverança, trabalho e compromisso com os outros podem ser os ingredientes mais poderosos para o sucesso.

Da próxima vez que você vir esse nome em algum produto, lembre-se do jovem de 21 anos que chegou a Nova York apenas com vontade de trabalhar e construir algo maior.

O HISTORIADOR RUSSO QUE CHOCOU O MUNDO COM O QUE ESCONDIA DENTRO DO APARTAMENTOEm 2011, um caso vindo da Rússia chamou a...
17/05/2026

O HISTORIADOR RUSSO QUE CHOCOU O MUNDO COM O QUE ESCONDIA DENTRO DO APARTAMENTO
Em 2011, um caso vindo da Rússia chamou atenção internacional pela gravidade e pelas circunstâncias extremamente perturbadoras envolvidas.
O historiador Anatoly Moskvin, conhecido por pesquisas sobre cemitérios e história local, foi alvo de uma investigação policial na cidade de Nizhny Novgorod após autoridades apurarem repetidos casos de violação de túmulos na região.
Durante as buscas no apartamento dele, investigadores encontraram dezenas de restos mortais humanos mantidos dentro do imóvel.
Segundo a polícia russa, Moskvin passou anos retirando corpos de cemitérios locais e convivendo com eles dentro de casa.
O caso gerou enorme repercussão internacional e mobilizou autoridades, especialistas em saúde mental e a imprensa mundial.
Após avaliações psiquiátricas, as autoridades concluíram que o historiador apresentava transtornos mentais graves. Em vez de ser enviado para uma prisão convencional, ele foi encaminhado para tratamento psiquiátrico compulsório.
O episódio continua sendo lembrado como um dos casos criminais mais perturbadores já registrados na Rússia moderna.
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Mais de 100 presos não retornam da saidinha de Dia das Mães no RJ; traficantes “Highlander” e “Mata Rindo”, considerados...
17/05/2026

Mais de 100 presos não retornam da saidinha de Dia das Mães no RJ; traficantes “Highlander” e “Mata Rindo”, considerados de alta periculosidade estão foragido

Mais de 1.500 detentos receberam o benefício da saída temporária do Dia das Mães no Rio de Janeiro, mas 117 não retornaram ao sistema prisional dentro do prazo estabelecido pela Justiça.

E o povo me pedindo Pix.. 😒😒😒
16/05/2026

E o povo me pedindo Pix.. 😒😒😒

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São João De Meriti, RJ

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