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25/03/2026
TRABALHAS 22 DIAS POR MÊS PARA PAGAR 30 DIAS DE TETO?​A problemática da habitação não é uma falha do sistema; é o sistem...
20/03/2026

TRABALHAS 22 DIAS POR MÊS PARA PAGAR 30 DIAS DE TETO?

​A problemática da habitação não é uma falha do sistema; é o sistema a funcionar perfeitamente para quem nos explora. A tua renda não é um lucro, é a tua vida, roubada mês após mês.

​Enquanto os fundos imobiliários batem recordes históricos e os senhorios acumulam riqueza sem precisarem de trabalhar, a classe trabalhadora do Porto é empurrada para fora da sua própria cidade. A pressão do Alojamento Local e da turistificação agressiva já não se confina ao centro histórico; alastrou-se como um cancro para as periferias, sangrando bairros inteiros em Gaia e na Maia. O fim da farsa reformista do programa "Mais Habitação" e as isenções hipócritas do Governo burguês provaram o que já sabíamos: o Estado é o baluarte do capital e não vai salvar ninguém.

​O salário mínimo nacional desfaz-se perante o aumento brutal do custo de vida, a inflação e o sufoco da Euribor. Não existe qualquer mérito em ser senhorio. A habitação não deve ser um privilégio explorado pelos interesses capitalistas, mas um direito humano fundamental, e qualquer tentativa de lucrar sobre o nosso desespero é um ato de violência. O capitalismo condena milhões à miséria enquanto uma minoria acumuladora especula e lucra sobre as necessidades humanas; a habitação é um direito, não um privilégio.

​Esta crise sistémica é interseccional e esmaga-nos em todas as frentes. A juventude e os estudantes enfrentam a total escassez de camas em residências universitárias públicas, sendo atirados para quartos insalubres a preços extorsivos. A educação superior converte-se, assim, num privilégio de classe. Não é falta de casas, é excesso de especulação. O direito à cidade não se negoceia em bolsa!

(continua nos comentários)

BOICOTE À REMIGRATION SUMMIT: CONTRA A CIMEIRA FASCISTA NO PORTOO fascismo europeu tenta agora camuflar o seu ódio com a...
17/03/2026

BOICOTE À REMIGRATION SUMMIT: CONTRA A CIMEIRA FASCISTA NO PORTO

O fascismo europeu tenta agora camuflar o seu ódio com a retórica higienizada da “remigração”. Não nos deixemos enganar: por detrás desta farsa linguística esconde-se o projeto violento e inerente ao Estado burguês colonial. Querem legitimizar a limpeza étnica e a expulsão em massa de migrantes e pessoas racializadas, descartando brutalmente aqueles que o sistema capitalista e imperialista marginaliza.

​Estas ideias abjetas são o motor da chamada Remigration Summit, uma articulação internacional da escória de extrema-direita que ousa tentar organizar-se na cidade do Porto a 30 de maio. No nosso território, os fantoches do capital e reacionários do Chega, assim como as hordas do Reconquista, Movimento Social Nacional, IDM e 1143, assumem o papel de cães de guarda desta agenda. O racismo é um pilar do capitalismo, um instrumento utilizado para dividir e explorar as massas oprimidas.

O MAR rejeita qualquer ilusão de debate pacífico ou de contenção eleitoralista contra esta ameaça. O combate ao racismo e a todas as formas de opressão é absoluto e indissociável da nossa luta para desmantelar o capitalismo. Não toleraremos a normalização do fascismo. A resposta a esta cimeira tem de passar pela organização das nossas bases, pela solidariedade internacionalista militante e pela preparação de ação direta implacável nas ruas para impedir este encontro.

​Rejeitamos categoricamente todas as fronteiras impostas pelos imperialistas, que as utilizam para dividir os trabalhadores e manter o poder das elites. A independência de um povo só será plena quando todos os povos forem livres. Vamos transformar o Porto na tumba do fascismo europeu!

​Ninguém é Ilegal! Pela Revolução Social e pelo Comunismo Libertário!

A Revolução é Agora! O Amanhã Será Nosso!

CUBA NÃO ESTÁ SOZINHA!
16/02/2026

CUBA NÃO ESTÁ SOZINHA!

O VOTO COMO ESCUDO, A AÇÃO COMO ESPADAINTRODUÇÃO: A ESTRATÉGIAPerante a encruzilhada histórica desta 2.ª volta, o Movime...
06/02/2026

O VOTO COMO ESCUDO, A AÇÃO COMO ESPADA

INTRODUÇÃO: A ESTRATÉGIA

Perante a encruzilhada histórica desta 2.ª volta, o Movimento Ação Revolucionária (MAR) não vacila. A nossa análise não se curva perante o imediatismo nem se rende ao medo; ela serve para armar a classe trabalhadora com a verdade. Este comunicado é o roteiro para quem recusa escolher entre carrascos, mas compreende que, na guerra, o terreno onde lutamos determina a nossa vitória. A nossa missão final é a extinção completa do Estado e do Capital, mas a nossa tática hoje é a autodefesa ativa contra o fascismo.

I. A FARSA ELEITORAL E O REPÚDIO AO ESTADO BURGUÊS

O MAR recusa normalizar o circo eleitoral burguês. A abstenção na 1.ª volta (47.74%) não foi indiferença; foi um ato de repúdio claro de um povo cansado de ser tratado como figurante num coliseu romano montado pela comunicação social colaboracionista.

● A Mentira do “Presidente de Todos”: Numa sociedade dividida entre exploradores e explorados, esta afirmação é um insulto. Quem defende o Capital jamais defenderá o Trabalho; os interesses são irreconciliáveis.

● A Engrenagem Partidária: Todos os candidatos são peças de uma máquina desenhada para manter o status quo. A evocação de carrascos como Passos Coelho — o rosto da Troika que o povo combateu nas ruas — prova que a elite quer restaurar o regime de exploração máxima. Não negociamos com a burguesia nem aceitamos paliativos.

● O Circo Mediático: Enquanto o povo é distraído com futebol e polémicas estéreis, o imperialismo atravessa uma crise sistémica que arrasta o país para o abismo, sob a subserviência de uma direita que se ajoelha perante interesses estrangeiros e o governo de Montenegro.

II. O FASCISMO: O PLANO DE CONTINGÊNCIA DO CAPITAL

O candidato da extrema-direita não é apenas um político burguês; é o rosto do fascismo, o plano de contingência armado que o Capital aciona quando a democracia liberal já não consegue conter a revolta.

● O Fim da Dissidência e a Ameaça Presidencialista: A ideia de uma "Nova República", defendida por ele, não é um slogan vazio; é um projeto de poder absoluto. O que o candidato fascista propõe é a transição para um regime presidencialista autocrático, concentrando o poder executivo numa única figura e esvaziando o parlamento. Isto implica uma revisão constitucional radical destinada a varrer os direitos sociais, o direito à greve e a proteção das minorias.

● Revisão Constitucional e Legitimação da Repressão: Não temos ilusões sobre a natureza de classe da atual Constituição, ela é, na sua essência, um documento burguês. Contudo, ela contém ainda os vestígios de uma força progressista, conquistada com o sangue e suor da classe operária em 1976, que garante direitos fundamentais de saúde, educação e liberdade. Reconhecemos que, revisão após revisão, estas garantias têm sido enfraquecidas, abrindo brechas na nossa defesa. No entanto, permitir que o fascismo rasgue o que resta desta trincheira legal seria um erro imperdoável. O fascismo significa o fim da organização operária e a perseguição aberta a mulheres, imigrantes, pessoas LGBTQIA+, etc.

● Onde se Trava a Barbárie: O fascismo não se derrota com o voto, mas nas ruas, nas fábricas e nos campos. Votar noutro capitalista não resolve a raiz do problema — a existência do Estado —, mas impede que a nossa luta seja empurrada para uma clandestinidade letal.

III. O VOTO CRÍTICO COMO TÁTICA DE GUERRA DEFENSIVA

Não temos ilusões: o candidato dito “socialista” é um gestor do capitalismo. O seu apoio ao vergonhoso Pacote Laboral, que entrega os trabalhadores aos pés do patronato, prova que ele é parte da exploração. Contudo, para o MAR, o voto neste domingo não é um ato de fé, é uma tática de guerra defensiva:

● Travar o Fascismo: Votamos para impedir que o Estado caia nas mãos de quem nos quer ilegalizar, perseguir e exterminar. Sob a democracia burguesa, a luta é árdua; sob o fascismo, a luta é clandestina e letal.

● Preservar o Campo de Batalha: Precisamos de espaço para construir a autogestão e a democracia direta. O voto é o escudo que protege a nossa capacidade de organização.

● Recusa do Reformismo: Não votamos com fraqueza, mas com frieza estratégica. O reformismo não é um caminho; é uma tática de sobrevivência do capital que devemos esmagar.

CONCLUSÃO: A REVOLUÇÃO É TOTAL E ININTERRUPTA

Neste domingo, dia 8, apelamos ao voto crítico em prol da democracia e em defesa da Constituição Portuguesa. Não delegamos o nosso poder nem aceitamos o sistema; usamos o voto como escudo, para que a nossa ofensiva continue.

A nossa Revolução não conhece pausas. A luta não parou; ela prossegue agora, no domingo e em todos os dias que virão. Na segunda-feira, dia 9, continuaremos nas ruas, nas fábricas e nas escolas, combatendo o Pacote Laboral e o governo.

Usamos o voto como escudo, para depois usarmos a Ação Direta como espada rumo à aniquilação total do Estado e do Capital.

A Revolução é Agora! O Amanhã Será Nosso!

DECLARAÇÃO DE SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA: ROJAVA RESISTE!I. A Ofensiva Imperialista Contra a AutonomiaA situação em...
20/01/2026

DECLARAÇÃO DE SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA: ROJAVA RESISTE!

I. A Ofensiva Imperialista Contra a Autonomia

A situação em Rojava (Administração Autónoma do Norte e Este da Síria) expõe, com clareza brutal, a natureza predatória do sistema que combatemos. A agressão coordenada pelo Governo Sírio, pelo Governo de Transição Sírio e pelas forças turcas — com o beneplácito das potências imperialistas ocidentais (EUA e Europa) — confirma a nossa análise: o imperialismo e as elites colaboracionistas perpetuam ciclos de opressão para esmagar qualquer tentativa de libertação real.

* O Inimigo é o Estado e o Capital: As potências estatais e capitalistas não toleram a existência de um projeto baseado na autonomia e na revolução social. O ataque a Rojava é uma tentativa de aniquilar um exemplo vivo de que é possível construir uma sociedade fora das amarras do Estado burguês. O Estado, seja ele qual for, é sempre um instrumento de repressão.

* A Farsa das Fronteiras: Rejeitamos as fronteiras impostas pelos imperialistas, que servem apenas para dividir os trabalhadores e facilitar massacres. A invasão de territórios curdos e o cerco a Kobanê são ataques diretos à autodeterminação dos povos.

II. Ameaça Fascista e a Necessidade de Autodefesa

Os relatos de abusos sádicos, violações de direitos humanos e a libertação estratégica de prisioneiros do ISIS por milícias reacionárias demonstram que o fascismo é o plano de contingência armado do capital.

* Resistência Armada: O MAR defende inequivocamente o direito à resistência armada dos povos oprimidos. Perante a barbárie do ISIS e a agressão militar turca, a autodefesa organizada não é uma opção, é uma necessidade vital para a sobrevivência da revolução e a proteção das conquistas populares.

* Contra a Passividade Cúmplice: A inação da Coligação Internacional liderada pelos EUA prova, mais uma vez, que não podemos confiar nas potências burguesas. A libertação só virá da organização e da força das massas.

III. O Dever Revolucionário do MAR

O cerco a Rojava é uma ameaça à revolução em todo o lugar. O Movimento Ação Revolucionária, fiel aos seus princípios de internacionalismo militante, não se limita à solidariedade retórica, mas exige a participação ativa na defesa das lutas globais.

* A Revolução é Global: A nossa luta não conhece fronteiras; apoiamos as revoltas populares em todo o mundo, pois a liberdade de um povo só será plena quando todos forem livres.

* Solidariedade como Arma: Devemos transformar a solidariedade internacional numa arma de combate. O progresso revolucionário imenso alcançado em Rojava — na construção de uma sociedade baseada na igualdade de género e na democracia direta — espelha os nossos próprios objetivos de uma sociedade sem hierarquias. Defender Rojava é defender o nosso próprio futuro.

Posição Oficial do MAR:

O Movimento Ação Revolucionária declara total solidariedade com a resistência em Rojava. Denunciamos a cumplicidade do imperialismo ocidental e o fascismo do Estado turco e seus aliados. Apelamos à vigilância e à mobilização, pois o ataque à autogestão em Rojava é um ataque a todos nós.

A Revolução é Agora! O Amanhã Será Nosso!

Movimento Ação Revolucionária (MAR)

03/01/2026
COMUNICADOSOLIDARIEDADE PELA PALESTINA LIVRE: A CULTURA COMO ARMA DE COMBATEO Movimento Ação Revolucionária (MAR) reafir...
28/12/2025

COMUNICADO

SOLIDARIEDADE PELA PALESTINA LIVRE: A CULTURA COMO ARMA DE COMBATE

O Movimento Ação Revolucionária (MAR) reafirma o seu compromisso inegociável com o internacionalismo militante e com a libertação de todos os povos oprimidos. A luta do povo palestiniano contra o genocídio e a ocupação imperialista é a luta de todos os revolucionários. Não conhecemos fronteiras na resistência.

Neste sentido, o MAR materializa o seu apoio através da doação de €25 (vinte e cinco euros) ao evento PUNK PELA PALESTINA. Estes fundos, revertendo integralmente para a associação LEVELS GAZA, não são caridade, mas sim recursos para a resistência e sobrevivência de um povo sob ataque constante do capital e do imperialismo.

Saudamos com punhos erguidos as bandas e artistas que hoje ocupam a linha da frente cultural: VURMO, IDEAL VICTIM, F**K IT, TCHULA BOMBARDA, LENA SERVO & IVYS WARSAW.

Para o MAR, a cultura não é uma mercadoria, mas uma ferramenta de luta e emancipação. A vossa música, o movimento punk e a cultura underground são essenciais para quebrar as narrativas dominantes e manter viva a chama da revolta.

A libertação de um povo exige a queda de todos os impérios. Enquanto houver um povo acorrentado, nenhum de nós será livre.

Pela Libertação Total da Palestina!
Pelo Fim do Imperialismo!

A Revolução é Agora!
O Amanhã Será Nosso!

GREVE GERAL: PARAR JÁ NÃO BASTA! PELA OCUPAÇÃO E O PODER POPULAR! 🔥🏴​Camaradas, amanhã é dia de Greve Geral. A paralisaç...
10/12/2025

GREVE GERAL: PARAR JÁ NÃO BASTA! PELA OCUPAÇÃO E O PODER POPULAR! 🔥🏴

​Camaradas, amanhã é dia de Greve Geral. A paralisação deve ser a nossa primeira arma, o nosso grito de guerra.

​Enquanto os parasitas do sindicalismo reformista procuram negociar migalhas e "melhores condições" dentro da jaula capitalista, o Movimento Ação Revolucionária, fundado no anarquismo e no comunismo libertário, afirma a verdade inegociável: O problema não é a lei, é o sistema.

​O reformismo é a última tática de sobrevivência do capitalismo e serve apenas para manter as correntes da exploração. Eles querem que regressemos ao trabalho depois de um dia de gritos, contentes com paliativos. O novo Pacote Laboral é o seu mais recente instrumento para nos manter acorrentados, uma ofensiva de classe que aprofunda a precariedade ao alargar os contratos a termo, desregulamentar os horários com o banco de horas, e atacar o nosso direito sagrado à greve. Nós rejeitamos categoricamente reformas incrementais e não negociamos com a burguesia.

​O trabalho assalariado é a escravidão moderna. Não queremos "humanizar" a exploração, exigimos a eliminação total do trabalho assalariado e a aniquilação total da ordem capitalista-imperialista.

​Amanhã, quando fores para o piquete, lembra-te:

* ​As urnas são uma ilusão. A mudança real faz-se agora, na rua, pela ação direta das massas organizadas, sem intermediários.

* ​A greve é apenas o primeiro passo na construção do poder proletário. O objetivo final é o desmantelamento total do Estado capitalista e a construção de uma sociedade baseada na autogestão e na democracia direta.

* ​Radicaliza o protesto: Se a fábrica pára, que seja ocupada e expropriada! Se a universidade fecha, que se torne um centro de poder popular e de autoformação revolucionária! O poder popular substituirá completamente as instituições representativas do Estado burguês.

Não voltaremos atrás. Exigimos o impossível!

A nossa Revolução será total e interseccional, sem pausas, sem meias-medidas.

​Vemo-nos nas barricadas. ✊🚩

A Revolução é Agora! O Amanhã Será Nosso!

25 DE NOVEMBRO: O SANGUE DAS MIRABAL É SEMENTE DE REVOLTA!​A 25 de novembro de 1960, as irmãs Mirabal foram executadas p...
25/11/2025

25 DE NOVEMBRO: O SANGUE DAS MIRABAL É SEMENTE DE REVOLTA!

​A 25 de novembro de 1960, as irmãs Mirabal foram executadas pelo regime ditatorial da República Dominicana — um cão de guarda do imperialismo ianque e do anticomunismo. O seu crime? Resistir. Hoje, não estamos aqui para "comemorar" uma data, mas para empunhar a sua memória como uma arma contra o mesmo sistema que as matou.

​Em Portugal, o terrorismo patriarcal continua a ceifar dezenas de mulheres todos os anos. Isto não são "casos isolados"; é a face visível de um sistema apodrecido. O Estado burguês e as suas leis não nos protegem; a ascensão de ideais misóginos e fascistas é a resposta do capital para nos disciplinar pelo medo.

​O Movimento Ação Revolucionária (MAR) não pede reformas, exige o fim do patriarcado!

​A nossa luta é total e interseccional: não há destruição do capitalismo sem a destruição do patriarcado, do racismo e da cis-normatividade. Afirmamos que a autodefesa não é uma opção, é uma necessidade vital.
​Não queremos apenas o fim da violência; queremos a aniquilação da sociedade de classes que a alimenta. As mulheres, especialmente as racializadas e trabalhadoras, estarão na vanguarda desta Revolução.

​Contra a violência machista, autodefesa feminista!

A Revolução é Agora! O Amanhã Será Nosso!

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