Marcelino Pinto Canidelo 2025

Marcelino Pinto Canidelo 2025 Partido CHEGA Canidelo de Vila do Conde. Esta página irá acompanhar a evolução da freguesia nesta legislatura.

ORGULHO DOS SOCIALISTAS DE VILA DO CONDE Assembleia extraordinária: 23 minutos. O ponto principal ficou por discutir e o...
06/06/2026

ORGULHO DOS SOCIALISTAS DE VILA DO CONDE

Assembleia extraordinária: 23 minutos. O ponto principal ficou por discutir e os vila-condenses continuam sem respostas às questões que exigem esclarecimento.

Quem não deve, não teme. Mas, olhando para o que aconteceu, f**a a sensação de que há quem tema o escrutínio e o debate público.

Os cidadãos têm o direito de saber como são tomadas as decisões e como são geridos os dinheiros públicos. As assembleias existem precisamente para isso: fiscalizar, esclarecer e prestar contas.

Vila do Conde merece transparência, respeito pelos contribuintes e responsáveis políticos disponíveis para responder às perguntas difíceis.
Menos fugas ao debate. Mais esclarecimentos.
CHEGA - Concelhia Vila do Conde Pedro Silva Julio Alves CHEGA CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde Daniel Sousa Vairão - Chega Ligia Fernandes

A REUNIÃO DAS DERRAPAGENSEsta reunião aprovou, num único dia, mais de 1,7 milhões de euros em trabalhos extraordinários ...
18/05/2026

A REUNIÃO DAS DERRAPAGENS

Esta reunião aprovou, num único dia, mais de 1,7 milhões de euros em trabalhos extraordinários em obras públicas. Não são obras novas — são extras em obras que já tinham orçamento aprovado.

O caso mais escandaloso é a Escola da Ribeirinha, em Macieira da Maia. A obra foi contratada por 4,9 milhões de euros. Hoje aprovaram mais 1.060.747 euros em extras. No total, a derrapagem acumulada é de 1.983.327 euros — 40% acima do preço inicial. Quase um milhão desse valor serve para mudar pavimentos, uma decisão de especif**ação que devia ter sido tomada no projeto original. Pedi registo em ata e votei contra.

O edifício da PSP foi adjudicado em maio de 2023 para execução em 24 meses. Estamos em maio de 2026, três anos depois, e ainda não está concluído. Hoje aprovaram mais 266.543 euros em 37 itens esquecidos no projeto, incluindo pinturas de poços de elevadores que já estavam previstas no caderno de encargos. Não são imprevistos — são erros. E quem paga são os contribuintes de Vila do Conde. Votei contra.

O PLANO ANTICORRUPÇÃO QUE É UMA FARSA
Hoje aprovaram também o Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção do Município. Votei contra. Porquê? Porque designaram como responsável pela fiscalização anticorrupção o mesmo Diretor Municipal que, nesta reunião, assinou as propostas de despesa dos subsídios, das adendas, dos contratos e das empreitadas que esse plano deveria fiscalizar. É a raposa a guardar o galinheiro? Exigi a criação de uma comissão pluripartidária para garantir fiscalização verdadeiramente independente.
E o próprio plano anticorrupção aprovado hoje identif**a expressamente como risco a falta de rigor na análise de projetos de obras públicas.

SUBSÍDIOS SEM PRESTAÇÃO DE CONTAS
Foram aprovados subsídios a 12 entidades sociais e culturais, num total superior a 200 mil euros, com a mesma fórmula genérica em todas as propostas: atentos os fundamentos invocados. Nenhum relatório de execução do ano anterior. Nenhuma prova de que o dinheiro foi bem aplicado. Votei a favor da Associação Portuguesa de Paramiloidose. Abstive-me em todas as restantes — não por questionar as entidades, mas porque dinheiro público exige transparência e prestação de contas.

OUTRAS NOTAS
Abstive-me em todos os restantes pontos da ordem do dia onde a documentação de suporte não foi disponibilizada, porque não se aprova despesa pública sem verif**ar os documentos que a justif**am.
Vila do Conde merece melhor. Continuarei a exigir transparência, linha a linha, euro a euro.

Pedro Silva, Vereador CHEGA Vila do Conde

CHEGA - Concelhia Vila do Conde CHEGA Pedro Silva Julio Alves CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde Daniel Sousa Vairão - Chega CHEGA - Distrital do Porto Ligia Fernandes

DECLARAÇÃO - Resposta ao Comunicado da Comissão Política do PS de 15/5/2026Tendo a Comissão Política Concelhia do CHEGA ...
15/05/2026

DECLARAÇÃO - Resposta ao Comunicado da Comissão Política do PS de 15/5/2026

Tendo a Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila do Conde tomado conhecimento do Comunicado emitido pelo Presidente da Concelhia do Partido Socialista, e Presidente da Câmara, Vitor Costa, não pode deixar de tornar publica a analise que fez do mesmo.

Em primeiro lugar, importa sublinhar que a responsabilidade pelos factos agora denunciados recai sobre toda a estrutura do PS que esteve, e continua a estar, à frente da Junta de Freguesia de Vila do Conde. Não é credível, nem aceitável, que agora seja exigido apenas a saída do Presidente da Junta de Freguesia, enquanto os restantes eleitos socialistas que ali exercem funções se mantenham nos seus cargos como se de nada soubessem.

Tal postura é profundamente desonesta para com os cidadãos de Vila do Conde.

Aliás, foi o CHEGA, quem primeiro denunciou irregularidades na gestão autárquica local, muito antes das eleições. No referido Comunicado, o líder do PS local e atual Presidente de Câmara, tenta agora fazer-se passar pelo guardião da transparência, quando foi cúmplice do silêncio durante anos.

Condenar hoje o que se tolerou ontem não é coragem, é oportunismo político.

O PS tem ainda a audácia de acusar outros de populismo no seu próprio comunicado. Recordamos que é precisamente o atual Presidente da Câmara Municipal, eleito pelo PS, quem é conhecido por fazer política de proximidade com festinhas, croquetes e bolinhos, sem esquecer as grandes festas financiadas com dinheiro público. Existirá maior populismo do que usar o erário público para comprar simpatia eleitoral?

As lições do PS em matéria de populismo são dispensadas por todos.

É mais que óbvio que o Presidente da Junta tem de ser responsabilizado pelo que eventualmente tenha feito mas exigir apenas a cabeça de um, enquanto se protege os restantes, recorda a velha história do peru, durante todo o ano alimentado e tratado, para no Natal ser o único a pagar a conta.

Esta é a lógica do PS em Vila do Conde, sacrif**a-se quem está manchado mas preservam-se os restantes para continuar no poder.

Assim, a Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila do Conde, exige:

• A renúncia imediata de todos os eleitos do PS na Junta e Assembleia de Freguesia de Vila do Conde, e não apenas do Presidente da Junta, pois quem estava presente e nada fez este tempo todo, é igualmente responsável;

• Que o Ministério Público e a Autoridade de Auditoria - Inspeção Geral de Finanças, avancem de imediato com uma fiscalização a toda a gestão financeira da Junta de Freguesia de Vila do Conde dos últimos 8 anos, incluindo as transferências da Câmara Municipal para a Freguesia.

A Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila do Conde recusa-se a aceitar que ética seja somente uma palavra de circunstância utilizada quando convém. A população de Vila do Conde merece representantes que sirvam os interesses do povo, e não aparelhos partidários que se mantêm à custa do bem comum.

Deixamos uma nota final: quando o Presidente da Concelhia do PS e Presidente da Câmara Municipal defende a continuidade, na Junta de Freguesia, da mesma estrutura intimamente ligada ao Presidente da Junta em causa, é inevitável recordar o velho ditado popular que diz que raramente acaba bem meter no galinheiro uma raposa a tomar conta.

Vila do Conde, 15 de maio de 2026
A Comissão Política Concelhia do CHEGA Vila do Conde
CHEGA - Concelhia Vila do Conde Julio Alves CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde Daniel Sousa Vairão - Chega Ligia Fernandes CHEGA CHEGA - Distrital do Porto Pedro Silva

⬇️Link para PDF: https://shorturl.at/z8FFh

DECLARAÇÃO - Resposta ao Comunicado da Comissão Política do PS de 15/5/2026

Tendo a Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila do Conde tomado conhecimento do Comunicado emitido pelo Presidente da Concelhia do Partido Socialista, e Presidente da Câmara, Vitor Costa, não pode deixar de tornar publica a analise que fez do mesmo.

Em primeiro lugar, importa sublinhar que a responsabilidade pelos factos agora denunciados recai sobre toda a estrutura do PS que esteve, e continua a estar, à frente da Junta de Freguesia de Vila do Conde. Não é credível, nem aceitável, que agora seja exigido apenas a saída do Presidente da Junta de Freguesia, enquanto os restantes eleitos socialistas que ali exercem funções se mantenham nos seus cargos como se de nada soubessem.

Tal postura é profundamente desonesta para com os cidadãos de Vila do Conde.

Aliás, foi o CHEGA, quem primeiro denunciou irregularidades na gestão autárquica local, muito antes das eleições. No referido Comunicado, o líder do PS local e atual Presidente de Câmara, tenta agora fazer-se passar pelo guardião da transparência, quando foi cúmplice do silêncio durante anos.

Condenar hoje o que se tolerou ontem não é coragem, é oportunismo político.

O PS tem ainda a audácia de acusar outros de populismo no seu próprio comunicado. Recordamos que é precisamente o atual Presidente da Câmara Municipal, eleito pelo PS, quem é conhecido por fazer política de proximidade com festinhas, croquetes e bolinhos, sem esquecer as grandes festas financiadas com dinheiro público. Existirá maior populismo do que usar o erário público para comprar simpatia eleitoral?

As lições do PS em matéria de populismo são dispensadas por todos.

É mais que óbvio que o Presidente da Junta tem de ser responsabilizado pelo que eventualmente tenha feito mas exigir apenas a cabeça de um, enquanto se protege os restantes, recorda a velha história do peru, durante todo o ano alimentado e tratado, para no Natal ser o único a pagar a conta.

Esta é a lógica do PS em Vila do Conde, sacrif**a-se quem está manchado mas preservam-se os restantes para continuar no poder.

Assim, a Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila do Conde, exige:

• A renúncia imediata de todos os eleitos do PS na Junta e Assembleia de Freguesia de Vila do Conde, e não apenas do Presidente da Junta, pois quem estava presente e nada fez este tempo todo, é igualmente responsável;

• Que o Ministério Público e a Autoridade de Auditoria - Inspeção Geral de Finanças, avancem de imediato com uma fiscalização a toda a gestão financeira da Junta de Freguesia de Vila do Conde dos últimos 8 anos, incluindo as transferências da Câmara Municipal para a Freguesia.

A Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila do Conde recusa-se a aceitar que ética seja somente uma palavra de circunstância utilizada quando convém. A população de Vila do Conde merece representantes que sirvam os interesses do povo, e não aparelhos partidários que se mantêm à custa do bem comum.

Deixamos uma nota final: quando o Presidente da Concelhia do PS e Presidente da Câmara Municipal defende a continuidade, na Junta de Freguesia, da mesma estrutura intimamente ligada ao Presidente da Junta em causa, é inevitável recordar o velho ditado popular que diz que raramente acaba bem meter no galinheiro uma raposa a tomar conta.

Vila do Conde, 15 de maio de 2026
A Comissão Política Concelhia do CHEGA Vila do Conde

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08/05/2026

Os vila-condenses foram confrontados com notícias extremamente graves envolvendo o autarca socialista Isaac Braga, presidente da Junta de Freguesia de Vila do Conde, relacionadas com suspeitas de utilização de dinheiros públicos para benefício próprio.
Perante factos desta dimensão, não pode haver silêncio, complacência nem tentativas de desvalorização política. O dinheiro dos contribuintes pertence ao povo e deve ser gerido com total transparência, responsabilidade e respeito.
O CHEGA repudia de forma firme qualquer prática que possa configurar abuso de poder, utilização indevida de recursos públicos ou falta de transparência na gestão autárquica. Quem assume funções públicas tem o dever de servir a população e não de servir-se do cargo.
É igualmente preocupante que só agora o PS venha falar em “quebra de confiança política”, depois de meses de denúncias, suspeitas e sinais públicos de irregularidades.
Os vila-condenses merecem respostas claras, investigação séria e consequências políticas e judiciais caso as suspeitas se confirmem.
Vila do Conde merece transparência.
Vila do Conde merece respeito pelos contribuintes.
Vila do Conde merece uma política limpa e sem interesses pessoais.
CHEGA - Concelhia Vila do Conde
Pedro Silva Julio Alves CHEGA Daniel Sousa Vairão - Chega CHEGA - Distrital do Porto Ligia Fernandes CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde

1 de Maio — Dia do TrabalhadorHoje é feriado, Dia do Trabalhador. Mas infelizmente há cada vez menos o que celebrar. O t...
01/05/2026

1 de Maio — Dia do Trabalhador

Hoje é feriado, Dia do Trabalhador. Mas infelizmente há cada vez menos o que celebrar. O trabalhador português tem cada vez mais deveres e cada vez menos direitos, e já chega de fingir que não é assim.
Quem trabalha acorda cedo, desconta, paga impostos, cumpre tudo o que lhe mandam e no fim do mês ainda assim não chega. A reforma? Cada vez mais tarde. A pensão de quem descontou a vida inteira? Cada vez mais miserável. As famílias que trabalham e têm filhos para criar? Sozinhas, sem apoio nenhum. E o Estado que devia estar do lado de quem cumpre? Esse está ocupado a tratar dos outros.
Porque a verdade é esta, neste país, quem não trabalha só tem direitos, e quem trabalha só tem deveres. O malandro que se recusa a trabalhar tendo saúde e capacidade para o fazer não lhe falta nada — casa, subsídio, apoios, sempre com a mãozinha estendida e sempre recebendo. E ainda por cima é tratado como vítima da sociedade. Já o trabalhador, esse que sustenta o país com o seu esforço diário, esse é ignorado, espremido e calado.
Chega. O Dia do Trabalhador devia ser o dia de defender quem trabalha, não de desculpar quem não quer trabalhar. É preciso mudar isto e devolver direitos a quem cumpre, porque sem quem trabalha não há país, não há futuro e não há nada.

CHEGA - Concelhia Vila do Conde
Pedro Silva
Julio Alves
CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde Daniel Sousa Vairão - Chega Ligia Fernandes Lisete Ribeiro

1 de Maio — Dia do Trabalhador

Hoje é feriado, Dia do Trabalhador. Mas infelizmente há cada vez menos o que celebrar. O trabalhador português tem cada vez mais deveres e cada vez menos direitos, e já chega de fingir que não é assim.
Quem trabalha acorda cedo, desconta, paga impostos, cumpre tudo o que lhe mandam e no fim do mês ainda assim não chega. A reforma? Cada vez mais tarde. A pensão de quem descontou a vida inteira? Cada vez mais miserável. As famílias que trabalham e têm filhos para criar? Sozinhas, sem apoio nenhum. E o Estado que devia estar do lado de quem cumpre? Esse está ocupado a tratar dos outros.
Porque a verdade é esta, neste país, quem não trabalha só tem direitos, e quem trabalha só tem deveres. O malandro que se recusa a trabalhar tendo saúde e capacidade para o fazer não lhe falta nada — casa, subsídio, apoios, sempre com a mãozinha estendida e sempre recebendo. E ainda por cima é tratado como vítima da sociedade. Já o trabalhador, esse que sustenta o país com o seu esforço diário, esse é ignorado, espremido e calado.
Chega. O Dia do Trabalhador devia ser o dia de defender quem trabalha, não de desculpar quem não quer trabalhar. É preciso mudar isto e devolver direitos a quem cumpre, porque sem quem trabalha não há país, não há futuro e não há nada.

Pedro Silva Julio Alves CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde Ligia Fernandes Paulo Sá Pereira Daniel Sousa Vairão - Chega Marcelino Pinto Canidelo 2025 CHEGA - Freguesia de Vila do Conde CHEGA - Distrital do Porto André Ventura

29/04/2026
28/04/2026

TENTARAM CALAR-ME, MAS NÃO ME VÃO CALAR
Na última Assembleia Municipal de Vila do Conde, assistiu-se a mais um episódio preocupante para quem acredita na democracia e na liberdade de expressão.
Intervim como cidadão, no período destinado ao público — exatamente como está previsto no regimento. Cumpri regras, respeitei tempos e falei de forma clara sobre assuntos que interessam à população. Fiz aquilo que qualquer cidadão tem o direito — e o dever — de fazer.
Mas aquilo que se seguiu foi inaceitável.
O presidente da Assembleia tentou, de forma insistente, interromper e silenciar a minha intervenção. Não por desrespeito da minha parte. Não por incumprimento das regras. Mas simplesmente porque o conteúdo da intervenção incomodava.
E é aqui que está o problema.
Quando quem está no poder tenta calar vozes incómodas, não está apenas a atacar uma pessoa — está a atacar a própria democracia. Está a dizer, na prática, que há opiniões que não podem ser ouvidas. Que há cidadãos que devem f**ar calados.
Não aceito.
As Assembleias Municipais não são palcos controlados pelo poder. São espaços de debate, de escrutínio e de participação cívica. E o período do público existe precisamente para isso — para dar voz a quem não está no sistema.
O que aconteceu é grave. E não pode ser normalizado.
Continuarei a intervir, a denunciar e a exigir respeito pelas regras e, acima de tudo, pelos cidadãos de Vila do Conde.
Porque a democracia não se faz de silêncios impostos. Faz-se de vozes livres — mesmo quando incomodam.
CHEGA - Concelhia Vila do Conde CHEGA Julio Alves Pedro Silva CHEGA - Macieira da Maia Vila do Conde Daniel Sousa Vairão - Chega

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