06/03/2025
1. Quando a conjuntura internacional é particularmente incerta e perigosa, e a previsibilidade política e económica são activos imprescindíveis dos países, as oposições pretendem lançar Portugal numa crise política escusada, enviando aos nossos parceiros europeus e aos investidores internacionais uma mensagem totalmente irresponsável;
2. Quando Portugal é elogiado e referenciado na União Europeia e no mundo pelos resultados alcançados em 10 meses de governação que trouxeram crescimento económico, redução da dívida pública, resolução de problemas sócio-profissionais de professores, militares, forças de segurança, profissionais de Saúde e outros, paz social, atenção aos idosos e aos jovens, as oposições pretendem interromper este ciclo virtuoso, colocando a táctica partidária egoista à frente dos interesses de Portugal e dos portugueses;
3. O CDS esteve e está totalmente empenhado, com lealdade, no projecto político que através da Aliança Democrática tem resolvido problemas reais dos portugueses, positivamente valorizado em todos os estudos de opinião;
4. Exactamente por isso, interrompendo este ciclo, as oposições estarão a assumir um divórcio com os portugueses e não a romper compromissos parlamentares anteriormente aceites. Por causa disso deverão ser julgados. A eles e só a eles se deverá esta crise política;
5. O CDS não deseja eleições, porque valoriza fundamentalmente o interesse nacional. Não obstante, se for essa a vontade imposta pelas oposições, o CDS estará totalmente mobilizado, para que a necessária justiça para com a AD seja feita nas urnas e Portugal prossiga um rumo de crescimento e de justiça social que há muito não se vivia.
CDS PP