CDS PP Torres Vedras

CDS PP Torres Vedras Partido Conservador nos costumes e na defesa da Nacionalidade
Humanista na defesa de uma sociedade de equidade e justa.

Personalista respeitando as diferenças individuais. Liberal na economia e gestão financeira da nação.

05/04/2026

Nesta Páscoa, mais do que tradições religiosas, celebro aquilo que nos une de forma profundamente humana, a família, a civilização que construímos juntos e a busca constante pela paz.
A paz, no entanto, raramente é um caminho fácil.
Muitas vezes nasce de escolhas difíceis, da capacidade de enfrentar e reduzir o sofrimento, de anular a fonte do sofrimento, não só o nosso, mas também o dos outros. É construída pela resiliência de quem persiste, e, por vezes, pelo sacrifício silencioso de alguns em benefício de muitos, mesmo que para isso seja objecto de críticas, segregação e anulação social.
Se há uma guerra que verdadeiramente corrói sociedades, não é feita de armas, mas de intenções, que essa sim leva ao uso das armas, leva ao sacrifício dos inocentes, a inveja, o desejo de prejudicar o outro, a vontade de ver cair aquilo que não conseguimos alcançar.
Esse impulso, quando alimentado, destrói laços, enfraquece comunidades e compromete o bem comum.
Que esta seja uma altura para reforçar o contrário, empatia em vez de rivalidade, cooperação em vez de divisão, tolerância em vez de cancelamento e consciência de que o progresso coletivo depende da integridade individual e do esforço de cada um para construir uma sociedade melhor.
Celebrar a Páscoa pode ser, acima de tudo, um ato de humanidade, personalismo, liberdade e democracia.
Herculano Raposo
presidente comissão política cds-pp Torres Vedras

30/03/2026

Em resposta a uma publicação do Prof. Venerando Aspra de Matos, pessoa de um espetro político oposto ao meu e com o devido respeito institucional e pessoal que lhe tenho, também na minha qualidade de líder local do CDS-PP (concelhia de Torres Vedras), dedico-lhe este texto.
Quanto ao autor do texto publicado pelo professor Venerando Aspra de Matos, como não o conheço deixo-lhe a minha indiferença.
Assim:
O caso do Padre Max, surge entre o terrorismo político, a instrumentalização partidária e falsas ligações.
O assassinato do padre Maximino de Sousa, conhecido como Padre Max, permanece como um dos episódios mais obscuros e politicamente carregados do período pós-25 de Abril em Portugal. Mais do que um crime isolado, tornou-se um símbolo da violência ideológica dos anos revolucionários, mas também da confusão, manipulação e disputas narrativas que marcaram esse tempo.
Foi um crime político no contexto do pós-revolução.

Na noite de 2 de abril de 1976, (fará esta semana 50 anos), uma bomba colocada no automóvel do Padre Max explodiu na Cumieira, em Vila Real, matando-o a ele e à estudante Maria de Lurdes, (procedimento também habitual à época bem usado pelas FP25 bem ligadas ao comunismo da época, recordemos).
O sacerdote, ligado a causas progressistas e próximo da UDP, era uma figura incómoda para setores conservadores da região, tendo sido alvo de ameaças e intimidação antes da sua morte.
O crime ocorreu num período particularmente instável da democracia portuguesa, marcado por confrontos ideológicos intensos entre esquerda e direita.
Nesse contexto, organizações clandestinas de extrema-direita, como o MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal), desenvolveram atividades violentas, incluindo atentados bombistas e ações de intimidação política, numa clara resposta às brigadas armadas de fiscalização, apoiadas pelo P*P.
Décadas depois, o processo judicial acabaria por reconhecer o caráter político do atentado, atribuindo ao MDLP responsabilidade enquanto organização que planeou e financiou o crime. No entanto, os autores materiais nunca foram condenados por falta de provas.

Ao longo dos anos, construiu-se, sobretudo em determinados discursos políticos e mediáticos, a ideia de uma ligação entre o assassinato e o CDS (Centro Democrático Social).
Essa associação baseou-se, em parte, no ambiente de hostilidade local ao Padre Max, onde alguns militantes ou simpatizantes de direita participaram em campanhas de intimidação.

Contudo, a existência de um envolvimento institucional ou orgânico do CDS no atentado nunca foi provada em tribunal. A investigação judicial, apesar de longa e complexa, não estabeleceu qualquer responsabilidade direta do partido enquanto estrutura política.
Mas uma mentira repetida, cinica, falsa e com origem na fação mais degradada do espetro político em Portugal, na época fez questão de a perpetuar.

Assim, a associação entre o crime e o CDS deve ser entendida sobretudo como um produto do clima político da época e de leituras posteriores, muitas vezes marcadas por disputas ideológicas.
O assassinato do Padre Max insere-se num ciclo mais amplo de violência política que caracterizou Portugal entre 1975 e 1976, onde as esquerdas se manifestaram largamente mostrando aquilo a que vinham e aquilo que eram e são. Grupos como o MDLP, ligados a setores da direita anti-comunista e organizados em parte a partir do estrangeiro, recorreram a atentados e ações clandestinas para travar o avanço da esquerda revolucionária. Ações que são claramente de repúdio, mas uma resposta à afronta comunista.
Este período, frequentemente designado como o “Verão Quente”, foi marcado por bombardeamentos de sedes partidárias, ataques a sindicatos e assassinatos políticos. A lógica era a de uma guerra não declarada, onde diferentes fações procuravam influenciar o rumo da jovem democracia portuguesa.
No meio desta história, surge frequentemente o nome de Diogo Pacheco de Amorim, associado ao MDLP durante a sua juventude.
Essa ligação tem sido usada, em debates contemporâneos, para insinuar uma responsabilidade direta no assassinato do Padre Max.
Contudo, importa distinguir factos de narrativas. Apesar da sua passagem por meios ligados à direita radical da época, Pacheco de Amorim nunca foi condenado por envolvimento no crime. Em termos judiciais, não existe prova que o ligue à execução ou planeamento do atentado, sendo frequentemente apontado como alvo de associações abusivas ou politicamente motivadas, numa tentativa desesperada de ter um rosto para uma narrativa, de criar um culpado, para ilibar o verdadeiro culpado que quiça não tem origem à esquerda, numa esquerda que disputava o eleitorado entre si.
A própria história do processo demonstra como o caso foi marcado por falhas investigativas, pressões políticas e dificuldades probatórias, o que contribuiu para a persistência de suspeitas difusas e acusações sem confirmação judicial.
O caso do Padre Max permanece aberto na memória coletiva portuguesa, não apenas pela brutalidade do crime, mas também pela incapacidade do sistema judicial em identificar e condenar os responsáveis diretos.
Ao longo das décadas, diferentes forças políticas procuraram apropriar-se do episódio para reforçar narrativas próprias, seja para denunciar a violência da extrema-direita, seja para contestar alegadas manipulações e falsas imputações.

Entre a verdade judicial, limitada mas factual, e as leituras políticas muitas vezes ampliadas, subsiste uma zona cinzenta onde a história e a memória se cruzam. O assassinato do Padre Max continua, assim, a ser menos um caso encerrado e mais um espelho das tensões que marcaram o nascimento da democracia portuguesa.

Herculano Raposo

22/03/2026

📌 Ataque na Marcha pela Vida:
Um escândalo!
Uma vergonha!
Um atentado à democracia!
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14/03/2026
Caros/as Militantes, Simpatizantes e Famílias,É com grande alegria que vos convidamos para o Jantar de Reis do CDS-PP e ...
29/12/2025

Caros/as Militantes, Simpatizantes e Famílias,

É com grande alegria que vos convidamos para o Jantar de Reis do CDS-PP e JP Lisboa, que terá lugar no próximo dia 10 de janeiro de 2026, pelas 19h00.

Celebramos não só a tradição desta data, mas também o espírito de união que tem mantido viva a nossa casa política. Depois de 51 anos de história, continuamos juntos, com o mesmo compromisso para com Portugal e com todos aqueles que dão vida ao CDS-PP. Contaremos com a presença de dirigentes nacionais do CDS-PP, da Juventude Popular e, acima de tudo, de cada um de vós e família.

O Jantar será volante e pela primeira vez realizado na sede do CDS-PP (Largo Adelino Amaro da Costa). Terá um contributo por pessoa de 25€ (adultos) e 15€ (crianças até aos 12 anos). Inscrição é obrigatória e realizada através deste link:
https://forms.gle/fjhVxcEmz1J4zD2r9

Queremos trazer vida ao Caldas!

Que seja uma festa para as famílias e que dê a conhecer a história e a nossa sede a quem ainda não a conhece. Será um momento especial de convívio, partilha e celebração.

Esperamos por todos!

Aproveitamos este momento para desejar a todos continuação de boas festas e umas óptimas Entradas em 2026.

Caros/as Militantes, Simpatizantes e Famílias, É com grande alegria que vos convidamos a inscreverem-se no Jantar de Reis do CDS-PP Lisboa, que terá lugar no próximo dia 10 de janeiro de 2026. Celebramos não só a tradição desta data, mas também o espírito de união que tem mantido viva a n...

24/12/2025

⭐️ Chegada a época de Natal, é momento de balanço, de agradecimento e de reafirmarmos os valores que nos definem: família, solidariedade e responsabilidade.?...

24/12/2025

Desejamos a todos um ótimo natal em família e que o novo ano seja repleto de saúde, prosperidade e felicidades !

13/12/2025

No passado dia 10, o CDS votou contra a moção apresentada pelo Chega na Assembleia Municipal de Torres Vedras, sobre o 25 de Novembro de 1975.
Esta decisão deveu-se ao facto de a moção conter três parágrafos centrados na alegada tentativa de ilegalização do Chega, usando uma data histórica fundamental como pretexto para chamar a atenção para um tema partidário específico.

O CDS tem um profundo respeito e particular carinho pelo significado do 25 de Novembro e não se revê neste tipo de oportunismo político, razão pela qual optou por votar contra a referida moção.
Deixo aqui a declaração de voto do CDS-PP apresentada na referida Assembleia Municipal. ..

Senhora Presidente da Assembleia, Senhor Presidente Caro Sérgio Galvão, Senhores Vereadores Senhores deputados.

O 25 de Novembro é uma data fundadora da nossa democracia. Foi o momento que afastou definitivamente o espectro de um regime autoritário de esquerda e garantiu a pluralidade política, a liberdade e a convivência democrática que hoje todos usufruímos. Por isso, enquanto democrata, nunca votaria contra qualquer moção que dignifique e valorize esta data que tanto representa para Portugal e com espírito de tolerância mútua e pluralismo político, não tenho qualquer preconceito político com quem apresenta a moção.

No entanto, não posso deixar de assinalar, nesta moção, a tentativa de usar o evento de 25 de Novembro de 75, para servir e chamar a atenção para, agendas particulares ou reivindicações de caráter corporativo.
Essa não é ,nem nunca seráa minha posição, nem a posição do partido que represento o CDS-PP, partido que aliás, teve um papel essencial na institucionalização desta comemoração a nível nacional, na Assembleia da República.

Reafirmo a rejeição da instrumentalização desta data.
O 25 de Novembro merece unidade, respeito e elevação.

O 25 de Novembro de 1975 permanece como um dos marcos decisivos da nossa História contemporânea, um dia em que Portugal ...
25/11/2025

O 25 de Novembro de 1975 permanece como um dos marcos decisivos da nossa História contemporânea, um dia em que Portugal confirmou, com coragem e determinação, o rumo democrático escolhido pelo povo.
Num momento crítico, quando a sombra de uma possível ditadura de inspiração comunista ameaçava subverter as conquistas de Abril, este dia acabou por ser o ponto de viragem que garantiu que o país seguiria um caminho de liberdade, pluralismo e respeito pelo Estado de Direito.

A data simboliza a vitória daqueles que recusaram ver Portugal resvalar para um regime de partido único, centralizador e opressor.
O comunismo, que tantas vezes se apresenta como defensor dos desfavorecidos, demonstrou, nos exemplos históricos por todo o mundo, a sua verdadeira face, a de destruidor da sociedade, nivelador não pela promoção do bem-estar, mas pela distribuição equitativa da pobreza, pela limitação das liberdades individuais e pelo esmagamento da iniciativa e da diversidade de pensamento.

Nesse momento decisivo, a pátria contou com homens que não hesitaram.
O comandante Jaime Neves e os Comandos assumiram, com firmeza e sentido de missão, a responsabilidade de travar o avanço de uma deriva autoritária.
A sua ação foi determinante para proteger a democracia nascente, defender o pluralismo político e assegurar que o futuro de Portugal não seria sequestrado por qualquer forma de tirania.
A estes homens, que agiram com coragem, disciplina e profundo amor à pátria, permanece uma eterna gratidão.

Graças à sua determinação, Portugal pôde consolidar as instituições democráticas, construir uma sociedade aberta e livre, e afirmar-se como uma nação que escolhe a liberdade acima de qualquer tentação totalitária.

O 25 de Novembro é, por isso, um dia de memória, de reconhecimento e de celebração da maturidade democrática dos portugueses.
Uma data que recorda que a liberdade nunca é garantida por inércia, conquista-se, defende-se e honra-se.

Herculano Raposo
Presidente da comissão política e Concelhia do CDS-PP de Torres Vedras

12/11/2025

A Oportunidade de Libertar o Oeste
Gratuitidade da A8 entre a Malveira e o Bombarral

Em 2026, dará início as negociações da atual concessão da Autoestrada A8, que deverão dar início a nova concessão em 2028, abrindo uma oportunidade única para repensar o futuro da mobilidade no Oeste. Este é o momento certo para que as autarquias limítrofes ao concelho de Torres Vedras, Mafra a sul, Lourinhã e Bombarral a norte, se unam numa posição comum e reivindiquem a gratuitidade do troço Malveira/Bombarral.

Esta medida teria um impacto direto e profundo na vida das populações do Oeste. Atualmente, a A8 já é gratuita entre o Bombarral e São Martinho do Porto, no concelho de Caldas da Rainha. Não há, portanto, razão para que a zona mais populosa e economicamente ativa da região — o eixo Malveira–Torres Vedras–Bombarral, continue a suportar portagens que penalizam o quotidiano de milhares de residentes e trabalhadores.

A gratuitidade deste troço da A8 seria uma forma justa de compensar as desigualdades existentes. O futuro Hospital do Oeste, que será construído entre Bombarral e Torres Vedras, não implicará encargos para o município das Caldas da Rainha, mas representará custos e desafios acrescidos para Torres Vedras e para quem se desloca das zonas mais a sul do Oeste. Tornar este percurso gratuito significaria facilitar o acesso à saúde, à economia e ao emprego, promovendo coesão territorial e justiça social.

Não se pode ignorar que milhares de pessoas do Oeste continuam, por razões pessoais ou profissionais, a deslocar-se diariamente para Lisboa em veículo próprio. Para essas famílias, a gratuitidade da A8 representaria uma poupança significativa e um incentivo à fixação na região, enquanto reforçaria a ligação económica entre o Oeste e a Área Metropolitana de Lisboa.

A autarquia torriense teria muito a ganhar com esta tomada de posição. Apoiar e liderar esta reivindicação seria um sinal claro de compromisso com o desenvolvimento regional, com a qualidade de vida das populações e com a sustentabilidade económica do território.

O CDS-PP, enquanto representante dos torrienses e enquanto força de governo, assume a defesa desta causa como uma prioridade estratégica para o futuro do Oeste. É tempo de negociar com determinação, em conjunto com as autarquias vizinhas, para que a A8, da Malveira ao Bombarral, se torne uma via de liberdade e progresso para todos os que vivem e trabalham nesta região.
Porque o Oeste merece circular sem barreiras.

Herculano Raposo

Endereço

Torres Vedras
2560-TORRESVEDRAS

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