10/03/2021
O porquê da candidatura e da independência.
Eu, ao contrário do que tem sido propagandeado pelos meios de comunicação, fui o primeiro a anunciar a candidatura à C.M.S. e esse é um dos motivos desde logo, que me levam a acreditar que o Sardoal precisa de ser um país e cortar relações com os mídia tradicionais e criar os próprios, para que haja um imparcialidade e tratamento por igual a todos os futuros candidatos. Mas não é só por isso, pois assim sendo era fácil!
O Sardoal tem todas as condições para ser um país: tem pessoas e tem território estratégico para isso. Quer dizer, pessoas vai tendo digamos assim, mas era uma das coisas que talvez fizesse regressar os que estão fora deles: tal como os judeus e a terra prometida, a criação da República do Sardoal seria um motivo de orgulho tal, que muitos regressariam, para fazer o quê, isso agora não interessa.
Podem perguntar: mas isso seria preciso uma guerra com o estado português que custariam vidas e não levava a nada! Errado. O problema não seria a guerra até porque não é pela acção armada que nos darão a independência, e digo darão pois era um favor que fazíamos ao actual país (era menos um encargo) a que ainda pertencemos. Aliás, o projecto é tão grande que mesmo que as forças armadas portuguesas entrassem em confronto bélico a questão que se segue é: e se ganhamos o que fazemos depois? O meu plano passa por fazer um país, não para tomar conta de um que já existe, se bem que, depois do estrondoso sucesso, outros concelhos vizinhos por certo vão querer ser integrados.
Como é que poderemos ter essa independência perguntam alguns de vós? Fácil, digo-vos eu! Ter um poder negocial impressionante, para os fazer ceder, aumentar a população, criar novos concelhos, simplificar processos e acima de tudo, pensar em grande. Tomem nota!
Tal como a Coreia do Norte tem o seu poder negocial devido ao armamento nuclear, o Sardoal tem todo o peso da N2 em si, esse ex-libris do desenvolvimento e potenciador de desenvolvimento. A negociação é fácil: ou somos um país e continua a existir a N2 ou continuamos concelho de Portugal e boicotamos o troço, de forma a que a N2 passa a existir do Sardoal para cima e do Sardoal para baixo. A N2 passa a ser feita como a prova de ciclismo: à volta que por aqui não passas. Fazer um enclave na N2 é meter em causa todo uma nação.
Por falar em enclave, assim que o Sardoal seja um país, deixa por exemplo de haver aquele enclave que se tem logo à entrada antes da ponte; enclave esse que toma parte da estrada, já fez aniversário e tudo, delimitado por blocos de cimento. Esses e outros enclaves serão anexados, descansem.
A população essa aumentaria, a nosso belo prazer, e deixava de haver aquele incómodo de contar pessoas e fazer censos, que só dão é chatice e números, aos quais depois temos de arranjar estratagemas para os meter a nosso favor. Aproveita-se e acabam-se os imbróglios que são a naturalização e simplificamos o processo de dar a devida nacionalidade a quem quiser. Assim o aumento era quase instantâneo pois podíamos dar nacionalidade aos tailandeses, por exemplo!
O problema das extinções das freguesias será coisa do passado, pois as mesmas passam a ser concelhos e os lugares passam a freguesias, pois tenho de ser justo para com todos os que já me vieram pedir lugar, acabando esse problema, mas começando outros a que eu chamo “dores de crescimento”. Ter mais e melhores concelhos dentro do actual concelho, passa por dar uma dimensão à dimensão daquilo que se sonha e eu sonho com Santorini, estâncias de sky. Sillicones Valleys e por aí fora sempre em grande, tipo os baloiços e os passadiços, mas isto é assunto para uma outra ocasião.
Rumo à independência, rumo à Republica do Sardoal.