PROJECTO "MAIS CONCELHO MARINHA GRANDE"
VALORES:
O munícipe em primeiro lugar
Trabalho em equipa
Produção de conteúdos e planeamento
Melhoria continua da comunicação com a comunidade
Gestão participativa da comunidade e cidadania
Criatividade
Gestão rigorosa, transparente e de elevada performance. Minhas Senhoras, meus Senhores, caros amigos,
Intencionalmente fizemos coincidir a apresentação d
o grupo de cidadãos eleitores +Concelho com uma das datas mais marcantes para a identidade concelhia, o 18 de Janeiro.
É esta a nossa forma singela, mas sentida de homenagear aqueles que, em condições de extrema adversidade, não tiveram medo de tentar a mudança. Independentemente das motivações políticas da revolta ou do que ela trouxe em benefício, o sonho e a coragem dos que participaram não podem ser esquecidos.
É esta memória que homenageamos.
É esta memória que obriga a pôr em causa a inevitabilidade dos modelos que persistem em nos impor e que tantas provas já deram de não serem capazes.
É esta memória que nos motiva para a mudança.
É esta memória que valida o combate por causas. A catástrofe do descontrolo das contas públicas, o drama do desemprego, a injustiça de pagarem sempre mais os desfavorecidos, é bem a demonstração da ruína dos modelos de governação actual. A falta de rigor, a falta de transparência, a falta de diálogo, explicam muitos dos erros que nos conduziram à ruína.
É tempo de acreditarmos em novos modelos de governação. Em modelos que valorizem a participação comunitária. Em modelos que valorizem o rigor. Em modelos que valorizem o dialogo. Em modelos que valorizem a transmissão de saber. Esta constatação é válida, apenas, na “governação nacional”? Não! É igualmente válida na governação concelhia. Os erros são os mesmos.
É tempo de mudar! Ao pôr em causa a eficácia do modelo de governação actual, temos de fazer um paralelo entre o modelo de governação nacional e o de governação concelhia. Independentemente da profundidade da análise, facilmente chegamos à conclusão que:
Ambos atingiram o “limite de vida” e nos conduziram à ruína;
Em ambos, os erros têm a mesma génese:
Excessiva partidarização;
Excessivo número de políticos profissionais, sem experiência da economia real;
Deficit de qualidade nos intervenientes políticos;
Excessiva dependência de interesses económicos obscuros;
Deficit de participação, da comunidade, na vida pública.
É tempo de um novo modelo de governação!
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No plano nacional, parece-nos que ainda não estão reunidas as condições para tal luta. Para além da falta de tradição da participação cívica, são necessários planos de comunicação caríssimos, são necessários grandes meios financeiros. Rapidamente se poderia cair nos braços de quem financia, interessadamente e interesseiramente o sistema. Mas o +Concelho é exclusivamente interior às fronteira do Município. No Concelho nunca estiveram reunidas melhores condições para implementar um novo modelo de governação. Em rigor, nos últimos executivos camarários, não existiu nenhum modelo de governação. Não houve governação. Houve administração da coisa pública. Que, sob o ponto de vista de resultados, pouco seria diferente, se tivesse sido feita pelos competentes funcionários da Câmara Municipal. Governação impõe um plano estratégico para o Concelho. Impõe fazer a ponte do que se fez no passado e os objectivos que se pretendem atingir no futuro. Impõe a transmissão de saberes, entre os sucessivos executivos. Os partidos têm muita dificuldade em fazê-lo. No Concelho, somos poucos, estamos perto, somos criativos e temos tradições de erguer a voz e ousar contestar. Faltava-nos o catalisador. É por isso que aqui estamos! Mas o essencial é o Concelho. O nosso concelho tem pergaminhos, estamos muito acima da média nacional:
Temos trabalhadores de excelência;
Temos empresas de excelência;
Temos empreendedores e empresários, ímpares;
Temos vocação de mundo;
Temos criatividade e saber;
Temos tecnologia de vanguarda;
Temos condições ambientais únicas;
O que nos faz falta, mais? Como se explica que a acção dos executivos camarários, não esteja em linha com a nossa marca genética de excelência? Como se explica que os executivos camarários, não busquem saber junto das nossas empresas, que já o demonstraram ter? Como se explica que os executivos camarários, não sejam os embaixadores do nosso concelho?
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Mais Concelho Marinha Grande O +Concelho é, na forma, um grupo de cidadãos eleitores. Nasce para ser o veículo privilegiado da intervenção cívica dos munícipes, na coisa pública do concelho da Marinha Grande. Ou seja, para o exercício da cidadania. Um grupo de causas. Um grupo de portas abertas, que convida todos os munícipes a integrá-lo. Um grupo afirmativo, pela positiva, com olhar centrado no futuro. Um grupo pragmático, de acção, de fazer. Um grupo que chama à política uma nova geração. Um grupo que defende a transmissão dos saberes dos políticos actuais e do passado. Um grupo que não nasce da cisão de partidos. Um grupo que não nasce para promover nenhum partido. Um grupo que não nasce para promover interesses pessoais. Um grupo para engrandecer o Concelho! Qual a razão de existir do +Concelho? A insatisfação pelo que tem sido a governação concelhia dos últimos executivos. Qual a visão do +Concelho? Um concelho amigo dos munícipes. Um concelho referência de excelência da qualidade de vida. Um concelho referência de excelência do sentimento identitário e da participação cívica da comunidade. Um concelho referência de excelência na utilização dos dinheiros públicos. Um concelho referência de excelência do desenvolvimento económico sustentável.
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Linhas orientadoras:
1. No envolvimento com a comunidade:
»Orçamento participativo
uma percentagem do orçamento camarário contemplará o apoio a projectos propostos directamente pelos munícipes.
»Provedor do munícipe.
2. Na Transmissão saberes e consulta da comunidade, dar voz aos munícipes:
» Conselho da Comunidade. Onde terão assento munícipes, coletividades, associações, clubes, instituições concelhias, autarcas e ex-autarcas, dando assim voz à comunidade.