Sandra Oliveira - CHEGA

Sandra Oliveira - CHEGA Assembleia Municipal de Lagos
Lider de bancada

04/09/2026

Conversa da esquerda vs. conversa da direita
CONVERSA DA ESQUERDA: “Sou cidadão do mundo. Venham todos!”
EU, DE DIREITA: Também sou cidadã do mundo. Gosto de viajar, conhecer outras culturas, respeitar o espaço dos outros e, no final, regressar ao meu país.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Eu apoio as mulheres de burca. Sou feminista. Coitadas, vivem oprimidas e quase não saem de casa. Temos de respeitar a sua cultura.”
EU, DE DIREITA: Temos é de defender a liberdade das mulheres. Mostrar-lhes que num país democrático têm direito a escolher como querem viver, sem imposições, opressão ou violência.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Sou muito humanista. Temos de receber todos os que querem vir para melhorar de vida.”
EU, DE DIREITA: Imigração, sim — mas legal, regulada e com respeito pelas nossas leis, valores, cultura, identidade e liberdade.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Nós também fomos um povo de emigrantes. Os portugueses também saíram para melhorar de vida.”
EU, DE DIREITA: Sim, emigrámos. Trabalhámos, cumprimos as leis dos países que nos receberam e procurámos integrar-nos nas suas sociedades. Não fomos para lá impor a nossa cultura, nem para cometer crimes ou desrespeitar quem nos acolheu.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Temos de acolher todos, garantir-lhes habitação, apoios sociais e educação.”
EU, DE DIREITA: Eu trabalho e pago os meus impostos. É legítimo defender que os portugueses, as nossas famílias e os nossos filhos também tenham prioridade nas políticas do nosso próprio país.
Defender fronteiras, imigração regulada, segurança, identidade nacional e igualdade perante a lei não faz de ninguém desumano.
O que já começa a cansar é o cinismo político de quem confunde solidariedade com ausência de regras e humanismo com portas abertas sem limites.
Ser de direita não é odiar ninguém. É defender o nosso país, a nossa liberdade, a nossa segurança e o direito de Portugal decidir quem entra, quem f**a e em que condições.
🇵🇹 Primeiro, Portugal. Primeiro, as nossas famílias. Primeiro, os nossos filhos.
E isso não é falta de humanidade.
É responsabilidade.

15/08/2026

NO ALGARVE - UMA VISITA DA MINISTRA NÃO RESOLVE UMA CRISE QUE SE ARRASTA HÁ ANOS
Ontem tivemos a visita da Ministra da Saúde ao Algarve.
É importante que uma ministra venha ao terreno. Mas visitar hospitais, ouvir profissionais e reconhecer que existem problemas não chega.
O Algarve precisa de soluções. E precisa delas agora.
No Hospital de Faro, doentes classif**ados com pulseira amarela — ou seja, urgentes — chegaram a ter 17 HORAS de espera para serem observados por um médico. A referência para um doente urgente é, em condições normais, até 60 minutos.
17 horas. Para um doente considerado urgente.
Isto não é aceitável. Não pode ser normalizado. E muito menos pode ser apresentado como uma resposta adequada do Serviço Nacional de Saúde.
E há outro problema gravíssimo: ambulâncias dos Bombeiros retidas durante sete e oito horas nas urgências algarvias, à espera que os doentes sejam recebidos pelas equipas hospitalares.
Uma ambulância parada à porta de um hospital deixa de estar disponível para acudir a uma pessoa que pode estar, naquele momento, a lutar pela vida.
Não estamos apenas perante um problema hospitalar. Estamos perante um problema de segurança e emergência pré-hospitalar. A própria AMAL e a Federação de Bombeiros do Algarve alertaram para o risco que esta situação representa para toda a região.
E depois temos as maternidades, que continuam a viver numa lógica de condicionamentos e funcionamento alternado, devido à falta de profissionais.
Faro fecha, Portimão recebe. Portimão fecha, Faro recebe.
É esta a solução que queremos para as mulheres algarvias?
Uma grávida não pode depender da escala médica disponível naquele fim de semana para saber onde poderá ter o seu filho.
E não podemos esquecer uma realidade que parece ser constantemente ignorada: o Algarve não tem a mesma população durante todo o ano.
No verão, a população presente na região aumenta exponencialmente, colocando uma pressão enorme sobre hospitais, centros de saúde, urgências, INEM e bombeiros.
É precisamente nesta altura que precisamos de uma resposta reforçada e planeada.
Anunciar 15 novos médicos de Medicina Geral e Familiar, que permitirão atribuir médico de família a mais de 26 mil utentes, é positivo. Mas não podemos fingir que isso resolve a crise estrutural da saúde no Algarve.
Não resolve as urgências.
Não resolve a falta de especialistas.
Não resolve as maternidades condicionadas.
Não resolve a falta de camas.
Não resolve as ambulâncias retidas.
Não resolve a pressão provocada pelo aumento brutal da população no verão.
O Algarve
Precisa de planeamento, investimento, profissionais, capacidade hospitalar e uma estratégia de saúde adequada à realidade da região.
Precisamos de reforçar os hospitais de Faro e Portimão, aumentar a capacidade de resposta do Hospital de Lagos, garantir as valências necessárias, reforçar os cuidados de saúde primários e criar respostas intermédias que impeçam que todos os doentes acabem nas urgências.
Precisamos também de uma verdadeira estratégia para o verão.
Porque todos os anos sabemos que o Algarve vai receber centenas de milhares de pessoas.
Não é uma surpresa. É previsível.
Por isso, não aceito que todos os anos se fale em "picos de procura" como se fossem acontecimentos inesperados.
O Algarve não pode continuar a ser tratado como uma região que, durante o verão, simplesmente tem de "aguentar".
O Algarve merece uma Saúde preparada para a sua população residente e para a sua população flutuante.
A visita da Ministra pode ser um primeiro passo.
Mas agora queremos ver decisões, investimento, profissionais e resultados.
Porque enquanto se fazem visitas e se anunciam medidas, há algarvios sentados durante horas numa urgência, grávidas sem saber onde serão atendidas e ambulâncias paradas à porta dos hospitais.
O Algarve não precisa de promessas.
O Algarve precisa de soluções.
E precisa delas com carácter de emergência.

Os acontecimentos recentes em Ceuta são mais um alerta para toda a Europa. Quando um país deixa de controlar as suas fro...
06/08/2026

Os acontecimentos recentes em Ceuta são mais um alerta para toda a Europa. Quando um país deixa de controlar as suas fronteiras, deixa também de controlar quem entra, quem permanece e quais serão as consequências para a segurança, a economia e a coesão social.
Portugal não pode continuar de braços cruzados. Um Governo que não protege as suas fronteiras não está a cumprir uma das suas funções mais básicas: defender os seus cidadãos.
Não é preciso estudar muito geopolítica para perceber que os fluxos migratórios podem ser instrumentalizados por interesses políticos e estratégicos. Ignorar esta realidade é fechar os olhos ao que está a acontecer à nossa volta.
A imigração só faz sentido quando é legal, controlada e acompanhada de uma verdadeira integração. Quem entra em Portugal deve respeitar as nossas leis, os nossos costumes, a nossa cultura e os valores que sustentam a nossa sociedade.
Quando a imigração é descontrolada, aumenta a pressão sobre a habitação, os serviços de saúde, a educação e a segurança. E ninguém pode aceitar que crimes graves, como agressões se***is, violência contra mulheres e crianças ou outras formas de criminalidade, sejam tolerados ou relativizados. A lei deve ser igual para todos e aplicada com firmeza.
Portugal tem de voltar a controlar ef**azmente as suas fronteiras, reforçar a fiscalização, impedir a entrada ilegal e garantir que apenas entra quem cumpre a lei e contribui para o nosso país.
Não é uma questão de racismo. É uma questão de soberania, segurança e responsabilidade.
Imigração, sim. Mas legal, controlada, integrada e sempre defendendo os interesses de Portugal e dos portugueses em primeiro lugar

31/07/2026
31/07/2026

Politicas fofinhas , impassividade da Europa e degradação moral da Esquerda

Alguns membros da Assembleia Municipal de Lagos-CHEGA estiveram hoje presentes na sessão de abertura da 37.ª Feira Concu...
22/07/2026

Alguns membros da Assembleia Municipal de Lagos-CHEGA estiveram hoje presentes na sessão de abertura da 37.ª Feira Concurso Arte Doce e da Exposição Fotográf**a da Lusa" 40 anos , 40 fotografias "

Este é um evento de grande importância para a economia local, valorizando a doçaria tradicional, promovendo os produtores e artesãos do concelho e reforçando a atratividade turística de Lagos.

A Feira Concurso Arte Doce é também uma celebração da nossa cultura, das nossas tradições e da nossa identidade, preservando e divulgando um património gastronómico que passa de geração em geração

o sucesso desta iniciativa, continua a afirmar Lagos como um concelho de excelência, rico em história, tradição e autenticidade.

Sempre na defesa das necessidades da nossa População e Concelho de Lagos
09/07/2026

Sempre na defesa das necessidades da nossa População e Concelho de Lagos

16/06/2026

Caros militantes e simpatizantes,
O meu nome é Sandra Oliveira, sou militante da Concelhia de Lagos e atualmente Líder de Bancada do CHEGA na Assembleia Municipal de Lagos.
Aceitei o convite para integrar a Mesa da Assembleia Distrital de Faro, por acreditar que este momento é necessario reforçar o crescimento do CHEGA no Algarve e reforçar a proximidade com os cidadãos que em nós depositam a sua confiança.
No próximo dia 28 de junho, apoierei e votarei na Lista A, liderada pelo Deputado João Graça, por acreditar na sua visão, na sua capacidade de liderança e no trabalho que tem vindo a desenvolver no Algarve e pelos Algarvios.
O CHEGA é hoje a segunda força política em Portugal . Este crescimento não aconteceu por acaso; é o resultado da dedicação de uma equipa experiente, empenhada e focada em dar resposta aos problemas reais das pessoas.
Acredito num Algarve mais forte, mais desenvolvido e mais respeitado, onde as necessidades dos algarvios estejam sempre em primeiro lugar. Um Algarve onde a política seja feita com proximidade, ouvindo as populações, defendendo os seus interesses e não deixando ninguém para trás.
É com esse espírito que manifesto o meu apoio à Lista A e ao projeto liderado por João Graça, certa de que esta equipa continuará a trabalhar com determinação, experiência e sentido de missão para construir um Algarve melhor para todos.

Sandra Oliveira Concelhia de Lagos e Líder de Bancada do CHEGA na Assembleia Municipal de Lagos

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Lagos

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