Chega - Celorico de Basto

Chega - Celorico de Basto

12/06/2026

Braga merece mais.

Os militantes merecem transparência, organização e uma estrutura forte, capaz de unir todos os concelhos do distrito em torno de um projeto vencedor.

Quando falhamos em comunicar, coordenar e mobilizar, perdemos oportunidades de afirmar uma verdadeira alternativa para Braga.

É tempo de construir um distrito mais forte, mais unido e mais preparado para os desafios do futuro.

Braga pode mais. A mudança começa agora.





10/06/2026

Deputado e dirigente partidário formaliza candidatura à liderança distrital, defendendo uma estrutura “mais próxima das bases, mobilizadora e orientada para resultados”.

28/05/2026
26/05/2026
CARTA ABERTA AO EXECUTIVO DA CÃMARA MUNICIPAL DE CELORICO DE BASTO A PROPÓSITO DA SUPOSTA VINDA PARA O CONCELHO DE UMA I...
13/05/2026

CARTA ABERTA AO EXECUTIVO DA CÃMARA MUNICIPAL DE CELORICO DE BASTO A PROPÓSITO DA SUPOSTA VINDA PARA O CONCELHO DE UMA INDÚSTRIA DE PRODUÇÃO DE E-METANOL. EXIGIMOS TRANSPARÊNCIA!!

Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal:

A Delegação do partido Chega de Celorico de Basto vem, por este meio, manifestar a sua frontal oposição à eventual aprovação da instalação de uma unidade industrial de produção de e-metanol no concelho, assunto que será apreciado na próxima reunião de Câmara.

A gravidade e dimensão deste projeto exigem total transparência, prudência política e respeito absoluto pelos princípios da proteção ambiental e da defesa das populações.

Não estamos perante uma pequena unidade industrial sem impacto relevante. Estamos perante uma atividade industrial pesada, associada:
-ao armazenamento e manipulação de substâncias tóxicas;
-a elevadíssimos consumos de água;
-a enormes necessidades energéticas;
-à possível proliferação de infraestruturas industriais complementares;
-e a riscos ambientais potencialmente irreversíveis para o território.

Importa recordar que o metanol — independentemente da designação “verde” ou “e-metanol” — continua a ser uma substância:
-altamente inflamável;
-tóxica para seres humanos;
-perigosa para ecossistemas;
-e suscetível de provocar contaminação grave de solos e recursos hídricos em caso de acidente, fuga ou derrame.

A circunstância de esta unidade poder vir a localizar-se numa zona elevada do concelho agrava exponencialmente os riscos associados ao projeto.
Em caso de derrame ou falha industrial:
-a contaminação poderá propagar-se pelas linhas de água e aquíferos situados a jusante;
-atingir terrenos agrícolas;
-comprometer ecossistemas;
-afetar captações de água;
-e colocar em causa a segurança ambiental de várias localidades do concelho.

Por outro lado, a água é um recurso estratégico, escasso e vital.
É absolutamente incompreensível que, numa altura em que:
-se multiplicam alertas de seca;
-existem restrições hídricas em diversas regiões do país;
-e os próprios poderes públicos apelam à poupança de água,

se admita instalar no concelho uma indústria com necessidades massivas de consumo hídrico.

A população tem o direito de saber:

-quantos milhões de litros de água serão consumidos;
-qual a origem dessa água;
-quais os impactos sobre os aquíferos;
-quais os riscos para o abastecimento público;
-e quais os efeitos cumulativos desta atividade sobre o equilíbrio hídrico do território.

Até ao momento, não existe conhecimento público de qualquer estudo rigoroso e transparente que esclareça estas questões fundamentais, nem tão pouco foi este assunto veiculado para informação da população.

Acresce que a produção de e-metanol exige enormes quantidades de energia elétrica, frequentemente suportadas por extensos parques fotovoltaicos e demais infraestruturas industriais associadas.
Isso significa:
-ocupação intensiva do território;
-artificialização da paisagem;
-pressão sobre áreas naturais e agrícolas;
-destruição da identidade paisagística do concelho;
-e inevitáveis impactos negativos sobre o turismo, qualidade de vida e atratividade territorial.

O concelho não pode transformar-se num corredor industrial pesado à custa do ambiente, da água, da paisagem e das populações.

Mais grave ainda: é impossível ignorar a profunda incoerência política subjacente a este processo.

De facto, num passado muito recente, foram invocadas preocupações ambientais para contestar projetos de exploração de lítio no concelho.
Pergunta-se então:
Como pode agora o Executivo Municipal admitir a instalação de uma indústria química desta dimensão e risco?!

Que coerência existe entre rejeitar projetos mineiros por razões ambientais e abrir portas a uma atividade potencialmente perigosa para os recursos hídricos, solos, ecossistemas e qualidade ambiental do território?
As populações merecem respostas claras.
Importa ainda recordar que o direito ao ambiente e à qualidade de vida se encontra protegido:
-pelo artigo 66.º da Constituição da República Portuguesa;
-pela Lei de Bases do Ambiente;
-e pelo princípio da precaução ambiental consagrado no direito europeu e português.

Nos termos da Lei de Bases do Ambiente, as entidades públicas encontram-se obrigadas a prevenir e evitar riscos ambientais graves ou irreversíveis, adotando medidas preventivas mesmo perante cenários de incerteza científica.

Mais se recorda que projetos suscetíveis de produzir impactos significativos sobre o ambiente e os recursos hídricos podem estar sujeitos a Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), nos termos do Decreto-Lei n.º 151-B/2013, não podendo ser tomadas decisões levianas ou politicamente apressadas sem escrutínio técnico, ambiental e público adequado.

Uma decisão desta dimensão não pode ser tomada:

-sem estudos independentes;
-sem total transparência;
-sem esclarecimento público;
-e sem participação efetiva das populações.

Assim, advertimos expressamente que qualquer deliberação favorável à instalação desta unidade industrial será objeto de reação firme por todos os meios legais, administrativos, ambientais e judiciais ao dispor dos cidadãos e demais interessados, incluindo:

-participação à Agência Portuguesa do Ambiente;
-intervenção da CCDRN;
-participação à IGAMAOT;
-pedidos de fiscalização e averiguação ambiental;
-ações administrativas e cautelares junto dos tribunais;
-e demais mecanismos legalmente admissíveis para defesa do ambiente, dos recursos hídricos e da saúde pública.

Os cidadãos do concelho não aceitarão decisões tomadas à margem da transparência, da prudência ambiental e do interesse público!

O futuro ambiental do concelho não pode ser colocado em risco por decisões precipitadas e potencialmente irreversíveis. A Delegação do Partido Chega de Celorico de Basto ficará atenta ao evoluir deste processo e tomará as devidas providências, caso assim se justifique.

Atendendo á falta de civismo usada na página da Escola Profissional Engenheiro Silva Nunes, de Fermil, Celorico de Basto...
25/04/2026

Atendendo á falta de civismo usada na página da Escola Profissional Engenheiro Silva Nunes, de Fermil, Celorico de Basto, e à deliberada ofensa de militantes e simpatizantes do partido Chega, decidimos que o facto será comunicado ao Município de Celorico de Basto, à direção da Escola, ao diretor geral da educação, ao ministro da educação,à inspeção geral da educação e à Direção Nacional do Chega.
Cada um fará, estamos certos, o seu papel.
Não vale tudo...

Congratulamo-nos por ver a nossa proposta eleitoral ser executada pelo executivo PSD 😉😉Afinal, até o PSD de Celorico leu...
21/03/2026

Congratulamo-nos por ver a nossa proposta eleitoral ser executada pelo executivo PSD 😉😉
Afinal, até o PSD de Celorico leu com atenção as nossas propostas! E, melhor, gostou tanto delas que já pôs uma em prática! Qual será a próxima? 😉😉Que seja tudo pelo bem da nossa população!

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Celorico De Basto

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