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A partir do verão de 2027, entra em vigor um limite máximo de 10 mil euros para pagamentos em dinheiro em transações com...
30/05/2026

A partir do verão de 2027, entra em vigor um limite máximo de 10 mil euros para pagamentos em dinheiro em transações comerciais na União Europeia, segundo o site Okdiario.
O que é que está mesmo em causa?
Nas redes sociais anda a circular a ideia de que a União Europeia vai proibir dinheiro físico acima de 10 mil euros. Não é verdade. O que muda é outra coisa: grandes pagamentos feitos em contexto comercial deixam de poder ser feitos exclusivamente em numerário.
A medida faz parte do Regulamento (UE) 2024/1624, segundo escreve o Polígrafo SIC, integrado no novo pacote europeu de combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. O objetivo é tornar mais difícil movimentar grandes quantias sem deixar rasto.
O que muda na prática?
Se quiseres pagar mais de 10 mil euros a uma empresa ou profissional, por exemplo um carro num stand, uma obra numa empresa ou um serviço profissional, já não poderás fazer o pagamento totalmente em dinheiro.
Será obrigatório recorrer a métodos com registo formal, como:
Transferência bancária.
Cartão.
Cheque nominativo.
Outros meios rastreáveis.
E entre particulares?
A regra europeia não proíbe pagamentos em numerário entre particulares, desde que não exista atividade profissional envolvida. Ou seja: vender uma mota usada ao vizinho por 12 mil euros continua, à partida, fora desta proibição europeia. Ainda assim, transportar grandes quantias em dinheiro continua a poder levantar questões de segurança ou de fiscalização.
E em Portugal?
Na prática, Portugal já tem regras mais apertadas. Segundo o Banco de Portugal, pagamentos em numerário iguais ou superiores a 3 mil euros já estão proibidos em muitas transações. Ou seja: o limite europeu de 10 mil euros acaba por ser mais permissivo do que a legislação portuguesa atualmente em vigor.
Então, porquê esta medida?
Segundo a Comissão Europeia e a Europol, o dinheiro físico continua a ser frequentemente utilizado em:
Branqueamento de capitais.
Financiamento de redes criminosas.
Economia paralela.
Evasão fiscal.
Não porque as notas sejam ilegais, mas porque pagamentos em dinheiro deixam menos rasto automático. A lógica da medida é esta: quanto maior o valor envolvido, maior deve ser a transparência.
Isto significa o fim do dinheiro físico?
Não. Notas e moedas continuam válidas para:
Compras do dia a dia.
ntos abaixo do limite legal.
Transações privadas entre particulares.
O que desaparece é a possibilidade de fazer pagamentos comerciais muito elevados sem qualquer registo formal.
Há quem veja esta medida como:
Uma limitação da privacidade financeira.
Mais pressão para pagamentos digitais.
Um aumento do controlo do Estado.
Outros defendem que é uma ferramenta essencial no combate ao crime financeiro organizado.
O que podes levar daqui?
A União Europeia vai acabar com o dinheiro físico?
Não. O numerário continua legal.
Posso pagar 15 mil euros em dinheiro a uma empresa em 2028?
Não. Acima dos 10 mil euros será obrigatório usar meios de pagamento rastreáveis.
Entre particulares continua a ser permitido?
Em regra, sim, desde que não exista atividade comercial ou profissional.
Portugal já tem limites?

Sim. O teto nacional é atualmente mais baixo: 3 mil euros.

26/05/2026
23/05/2026

🇵🇹 O orgulho de ser português não se explica… sente-se.

No próximo dia
10 de Junho, junta-te a nós no Parque da Cidade do Porto para celebrar Portugal, a nossa cultura, a nossa música e aquilo que nos une como povo.

🎶 Música
🍽️ Tasquinha
🔥 Convívio
🇵🇹 Patriotismo sem vergonha
🎤 Convidado especial: Rey Brandão

Vivemos tempos em que querem apagar a nossa identidade, os nossos valores e o amor à nossa terra. Nós escolhemos o contrário: celebrar Portugal com orgulho, união e alegria.

📍 Parque da Cidade do Porto – Entrada Principal
🗓️ 10 de Junho
🕓 16h00

Traz a família, os amigos e boa disposição.
Vamos fazer desta celebração um grande momento de união nacional.

⚡ Portugal precisa de quem não baixa os braços.
Contamos contigo?

Canidelo precisa de continuar a crescer com qualidade de vida.Os espaços verdes, zonas de lazer e áreas para famílias fa...
20/05/2026

Canidelo precisa de continuar a crescer com qualidade de vida.

Os espaços verdes, zonas de lazer e áreas para famílias fazem toda a diferença no dia a dia da nossa freguesia.

Uma comunidade moderna não vive apenas de construção e desenvolvimento urbano — precisa também de equilíbrio, natureza e locais onde as pessoas possam conviver com tranquilidade.

Investir em espaços públicos bem cuidados é investir na saúde, no bem-estar e no futuro da comunidade.

Canidelo merece continuar a ser uma freguesia agradável para viver, trabalhar e criar família.

Na sua opinião, Canidelo precisa de mais espaços verdes e zonas de lazer?

Andriy Gnatkivskyy
Coordenador Canidelo
Coordenador Distrito do Porto
Órgãos Nacionais do ADN

- Vila Nova de GaiaADN Arcozelo@

20/05/2026
Por que a Áustria continua a ser o último bastião do dinheiro em espécie na EuropaA Áustria é campeã absoluta da zona eu...
16/05/2026

Por que a Áustria continua a ser o último bastião do dinheiro em espécie na Europa
A Áustria é campeã absoluta da zona euro no amor pelo dinheiro físico. Enquanto a Suécia e os Países Baixos avançam com confiança para uma sociedade sem numerário, os austríacos agarram-se firmemente às suas notas e moedas. E isso não é atraso, coincidência ou simples hábito. Por detrás disto está toda uma filosofia — com raízes históricas profundas, uma posição estatal clara e uma sabedoria popular viva.
No país funcionam sistemas de pagamento por smartphone, quase toda a gente tem cartão bancário (apenas 4% dos austríacos não têm), mas 94% das pessoas dizem que não estão dispostas a prescindir do dinheiro físico, e um em cada dois austríacos ainda paga predominantemente com notas e moedas.
Na Áustria não existe nenhuma lei que obrigue os comerciantes a aceitar cartão. Um empresário pode simplesmente recusar pagamentos sem numerário, e muitos fazem-no. Em contrapartida, recusar dinheiro físico constitui uma infração à lei, ainda que não haja sanções previstas.
O Banco Nacional austríaco defende ativamente o numerário e promove o seu uso. Recebi pelo correio uma brochura inteira que reproduz uma página do seu sítio sobre as vantagens deste meio de pagamento. Entre os pontos positivos: proteção da privacidade, independência da infraestrutura eletrónica, ausência de comissões ocultas e acessibilidade para todos. O banco central recomenda que cada família austríaca guarde em casa pelo menos 100 euros por membro — para casos de falha dos sistemas eletrónicos. O banco instala também ativamente caixas automáticos em zonas rurais, onde os bancos fecharam as suas agências. Em paralelo, lobbeia a nível da UE por uma lei que obrigue à aceitação de numerário. A lógica é a seguinte: o dinheiro físico é dinheiro público e o único meio de pagamento que pertence a todos e não lucra à custa de ninguém. Os cartões e os sistemas de pagamento são um negócio privado que cobra comissões.
Um velho ditado austríaco — “Nur Bares ist Wahres” — significa literalmente “só o dinheiro físico é real”. É uma explicação breve e precisa de como milhões de austríacos encaram o dinheiro, a confiança e o controlo sobre a própria vida.
Os austríacos pagam em numerário não por desconhecerem os cartões ou os sistemas de pagamento modernos. Os inquéritos do banco central mostram que a principal razão é a privacidade. 81% dos austríacos dão ao dinheiro físico a nota máxima precisamente pela proteção de dados pessoais, e 80% pela anonimidade. A segunda razão é a sensação de controlo. Quando se entregam fisicamente os euros, as despesas tornam-se tangíveis. Não se pode gastar mais do que o que se tem na carteira. 88% dos austríacos dizem que o dinheiro físico os ajuda a manter as finanças sob controlo — e nenhuma aplicação bancária, com todos os seus gráficos e notificações, substitui completamente essa sensação. A terceira razão é a segurança. O dinheiro físico funciona sempre: sem internet, sem eletricidade, sem necessidade de o servidor do banco estar online.
Nos Países Baixos, apenas 22% das transações em loja são feitas em numerário; na Finlândia, 27%; em França, 43%. A média da zona euro é de 52%. Mas na Áustria ultrapassa os 60% — primeiro lugar entre todos os países da zona euro. 94% dos austríacos não querem abdicar do dinheiro físico. 72% considerariam a sua abolição uma séria limitação dos seus direitos. Apenas 6% dizem que conseguiriam viver sem ele no dia a dia. 27% pagam em numerário todos os dias, e outros 47% várias vezes por semana.
Para uns, trata-se de liberdade e anonimato. Para outros, é uma ausência real de escolha: 79% dos inquiridos já se depararam pelo menos uma vez com uma situação em que um comerciante exigia numerário e não aceitava cartão. E para outros ainda, é uma questão de independência, pois os sistemas de pagamento internacionais estão sob o controlo de grandes corporações privadas estrangeiras.
Existe uma clara divisão regional. 51% dos vienenses preferem os pagamentos sem numerário, valor notoriamente acima da média nacional. A lógica é compreensível: infraestrutura urbana densa, mais estrangeiros, mais jovens e pessoas com maior nível de escolaridade. Nas zonas rurais, acontece o inverso. As gerações mais velhas — maiores de 55 anos, reformados, pessoas sem ensino superior — preferem esmagadoramente o dinheiro físico. 19% dos austríacos pagam exclusivamente em numerário, sendo a maioria pessoas com mais de 70 anos. Para elas, o cartão ou o smartphone não é comodidade — é stress.
A história ajuda a perceber por que razão os austríacos se agarram tão firmemente ao dinheiro físico. Em 1921, a Áustria tornou-se o primeiro país da Europa do entreguerras a sofrer hiperinflação, com uma taxa de 190% ao ano. Depois veio 1931, quando faliu o maior banco do país, dando início à crise bancária europeia da Grande Depressão. Quem tinha poupanças no banco perdeu tudo. A seguir, o Anschluss de 1938 e a substituição forçada do xelim pelo marco alemão a uma taxa fictícia. Após a Segunda Guerra Mundial — de novo uma nova moeda, dinheiro de ocupação, caos. E só com o tempo chegou o xelim estável, que em 2002 cedeu o lugar ao euro. Cinco moedas num único século. Não é apenas história — é memória coletiva, transmitida de geração em geração. Desconfiança no sistema bancário e o hábito de guardar dinheiro em casa.
A partir de 2027, os países da UE introduzirão limites aos pagamentos em numerário: os comerciantes poderão aceitar no máximo 10 000 euros em dinheiro físico, e para montantes a partir de 3 000 euros o comprador será obrigado a apresentar documento de identificação, enquanto o vendedor terá de registar os dados.
Há um paradoxo curioso: os austríacos, que se agarram tão firmemente ao dinheiro físico, são simultaneamente dos mais abertos ao euro digital em toda a Europa. 40% dos austríacos estão dispostos a utilizá-lo — face a uma média de 33% na UE. Mas isso não é contraditório — é lógico.
O euro digital é dinheiro eletrónico emitido diretamente pelo Banco Central Europeu. Soa semelhante aos sistemas de pagamento online — mas a diferença é fundamental. Todos os pagamentos digitais existentes passam por empresas privadas que cobram comissões e recolhem dados sobre as suas compras. O euro digital é dinheiro público sem intermediários, como o numerário, mas no smartphone. Gratuito, protegido da vigilância comercial e aceite em toda a zona euro. O lançamento está previsto para 2027–2028.

Hoje é o Dia Mundial da Língua Portuguesa.E o que fizeram com ela?O Acordo Ortográfico de 1990 não unificou nada. Destru...
05/05/2026

Hoje é o Dia Mundial da Língua Portuguesa.
E o que fizeram com ela?
O Acordo Ortográfico de 1990 não unificou nada. Destruiu. Descaracterizou. Confundiu. Pegou numa língua com história e identidade e transformou-a num remendo mal feito.
Arrancaram consoantes, apagaram etimologias, criaram incoerências absurdas, tudo em nome de uma suposta modernização que ninguém pediu e que nunca funcionou.
Isto não é evolução da língua. É engenharia política sobre a cultura.
Uma língua não se reforma à força. Muito menos contra a sua própria lógica.
O resultado está à vista: uma ortografia instável, artificial e cada vez mais desligada das suas raízes.
Celebrar a língua portuguesa enquanto se aceita isto é hipocrisia.
Ou se defende a língua a sério, ou assiste-se em silêncio à sua degradação.
Hoje não é só dia de celebrar. É dia de dizer basta.
E para falar em bom Português, o ADN faz falta na Assembleia da República.
#𝗔𝗗𝗡 #𝗹í𝗻𝗴𝘂𝗮𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗮 #𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗼𝗮𝗱𝗻 #𝗦𝗼𝗺𝗼𝘀𝗔𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮

02/05/2026

VACINA-TE CONTRA O PACOTE LABORAL.
ESTA NÃO TEM EFEITOS ADVERSOS!

Endereço

Praceta Da Fonte Do Casal, 55
Casal

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