07/01/2026
MENTIRA. INSULTO. ÓDIO. CONFLITO.
Chega de guerra na nossa terra!
𝐀 𝐋𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐏𝐒𝐃 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐃𝐄𝐌𝐈𝐒𝐒Ã𝐎 𝐞𝐦 𝐛𝐥𝐨𝐜𝐨.
Decisão que envolve um processo longo, ponderado e doloroso. Ainda mais porque esta foi a lista que venceu legitimamente as eleições, com uma diferença clara de votos em relação ao segundo movimento mais votado e todas as pessoas que votaram em nós sabiam em quem estavam a votar e os cargos que iríamos ocupar. Esqueçam o argumento da família, uma lista tem pai e filha nos 2 primeiros lugares e a outra está também recheada de ligações familiares. Somos uma das 6 freguesias que conseguiu ganhar contra a onda azul da oposição. E garantimos uma coisa: se perdessemos, desde outubro que esta freguesia já teria Junta de Freguesia. Sabemos ocupar o nosso lugar.
Contudo, desde o primeiro dia fomos alvo de mentiras conscientes, repetidas até se tornarem, para muitos, verdades convenientes. Nunca insultámos. Nunca tratámos ninguém como cidadão de segunda. Nunca chamámos ninguém de “ovelha”, muito menos de “ovelha tresmalhada”. Quem o fez sabe exatamente o que fez. Nós não fomos, nem nunca seremos, desse nível. Temos provas disso.
O que a oposição fez e tem feito é tudo menos política, é atacar de forma propositada em todos os sentidos. Fosses quem fosses, de que partido fosse, qualquer pessoa podia contar connosco. Temos provas disso. Sempre acreditámos que o mais importante é ser cidadão. Não instrumento. Cidadão. Esse foi sempre o nosso lema e continua a ser.
Durante a campanha fomos perseguidos, intimidados e difamados. Insultavam-nos no porta a porta e escondiam-se. Houve cobardia suficiente para se atacar a memória de pessoas já falecidas. Isso não é política. É falta de caráter. Houve dias e contextos em que o silêncio, o respeito e a dignidade deveriam ter prevalecido e não prevaleceram. O Dia de Todos os Santos, o Natal, a Passagem de Ano. Foram dias de procura de confrontos e intimidações. Quem o fez sabe exatamente o que fez, estamos perante situações claras de tribunal.
O elemento do partido Unir Belinho, quando integrou a Assembleia da Junta de Freguesia, sabia perfeitamente o que estava a fazer. Nunca foi subornado, nunca foi condicionado, nunca foi pressionado. Existem provas disso. No dia em que esse elemento decidiu desistir, não houve uma chamada, não houve uma justificação. Mas sabemos que a oposição rondou a sua oficina, rondou a sua família, colocando-o numa situação psicologicamente desfavorável.
Após essa desistência, nunca o apelidámos de traidor, nem de rato farinheiro. Outros optaram por o fazer de forma pública, em contexto institucional, recorrendo a expressões que não dignificam quem as profere nem o espaço onde foram ditas. Falamos das mesmas pessoas que se diziam amigas e que hoje atacam quem não resistiu depois de ser encostado à parede. No dia em que esse elemento saiu da Assembleia de Freguesia, a única pergunta que lhe fizemos foi se estava bem. Naquele momento, a Junta era secundária. A pessoa vinha primeiro. Temos provas disso.
Avisaram-nos a nível do concelho e pessoas do partido que ganhou na sua maioria que em Belinho a oposição não conhece a palavra democracia, apenas ódio e guerra, tentaram chamá-los à razão mas estavam loucos! Não queríamos acreditar mas confirma-se agora.
Após a formação do executivo da Junta de Freguesia e da Mesa da Assembleia, estavam reunidas todas as condições para dar continuidade ao trabalho sério, dedicado e responsável que o Filipe tem vindo a realizar, até então muitas vezes sozinho. Ao longo de todo este processo, o Filipe mostrou aquilo que sempre o caracterizou: sentido de responsabilidade, serenidade e respeito pelas pessoas. Nunca virou costas ao diálogo, nunca fugiu às suas responsabilidades e colocou sempre Belinho em primeiro lugar. Era a hora de resolver os problemas de toda a população.
Importa reafirmar: o PSD nunca atuou fora da lei. Nunca jogou baixo. Nunca atacou famílias, crenças ou vidas pessoais. Nunca utilizou redes sociais como palco de humilhação ou ameaça. Nunca confundiu diferenças políticas com desrespeito humano. Estejam atentos, nasce em Belinho uma forma de exercer o poder baseada na pressão, na intimidação e na divisão. Nós estamos tranquilos. Estamos isentos. Nunca traímos os nossos valores nem a nossa terra.
O PSD venceu legitimamente as eleições. Sai de cabeça erguida e recusa ser cúmplice de um clima de ódio e degradação humana. A freguesia não é uma posse. BELINHO é de TODOS.