30/04/2026
𝐄𝐦 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐝𝐨 𝐫𝐢𝐠𝐨𝐫... 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞!
O Partido Socialista de Amares não pode deixar de assinalar como estranha uma publicação do PSD Amares, sob o mote: Clarificação e defesa do nosso associativismo.
O motivo de tal publicação prende-se com uma posição assumida pelo vereador eleito pelo PS, Pedro Costa acerca da falta de rigor e critério na atribuição de dinheiros públicos, concretamente a eventos realizados no território.
Primeiro os factos, para que se perceba definitivamente quem informa e quem desinforma:
🔴 A posição do vereador do PS não pode ser vista como um ataque ao associativismo, pois dos nove (9) subsídios extraordinários abordados e aprovados com a sua abstenção, oito (8) deles são atribuídos a Juntas/Uniões de Freguesia e não a associações ou organizações de voluntariado;
🔴 A título de curiosidade, refira-se que, todas as oito entidades antes referidas, pertencem ao grupo municipal do PSD;
🔴 Em momento algum o Vereador do PS desvalorizou o trabalho das associações e organizações sem fins lucrativos do concelho;
🔴 Pelo contrário, há muitos anos o Vereador do PS vem reivindicando um regulamento municipal mais justo e transparente, com apoios mais efetivos para estas organizações, algo que os executivos PSD nunca quiseram, ou foram capazes de fazer;
🔴 Por outro lado, o concelho de Amares conhece e reconhece o percurso de vida do Vereador Pedro Costa, bem como o seu já muito longo histórico de serviço voluntário ao associativismo.
𝐏𝐨𝐫 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨, 𝐜𝐚𝐛𝐞-𝐧𝐨𝐬 𝐚 𝐚𝐧𝐚́𝐥𝐢𝐬𝐞 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬:
🟢 O PS foi, e será sempre, um defensor do associativismo como pilar fundamental da democracia e coesão social. É o PS que em sede de Parlamento tem proposto a revisão do Estatuto do Dirigente Associativo e do Voluntariado.
🟢 Mas não foi o associativismo que foi posto em causa na posição do Vereador do PS. O que é posto em causa, nos largos anos de governação PSD em Amares, é a atribuição de dinheiros e apoios públicos sem critério, sem diferenciar a natureza, o impacto e a dimensão dos eventos realizados no território.
🟢 O que está em causa é a forma como estas ações têm vindo a ser realizadas nos mandatos do PSD, que levanta questões em matéria de legalidade e legitimidade, que no entender do PS, justificarão porventura o escrutínio do Tribunal de Contas, ou da Inspeção Geral das Finanças.
𝐏𝐨𝐫 𝐟𝐢𝐦,
O PS e o Pedro Costa apresentaram com toda a legitimidade um projeto autárquico para Amares em 2025.
Porque Amares escolheu outro caminho, aceitaram e respeitaram esse escrutínio, com democracia e espírito de colaboração facilmente comprováveis.
A abstenção do Vereador do PS foi imbuída desse espírito, atendendo ao facto do executivo do PSD (sublinhe-se) ter aceitado as críticas apresentadas e reconhecido que o modelo não é perfeito e terá ajustes no futuro.
Mas esta colaboração construtiva que todos desejamos, nunca será conivência com modelos, posturas e práticas, que consideremos lesivas ao verdadeiro interesse público. Jamais!
PS Amares