Partido ANAMOLA - Província de Maputo

Partido ANAMOLA - Província de Maputo Página Oficial do Partido Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autônomo na Província de Maputo

1 Encontro de balanço de mobilização da ALO do distrito de Boane
19/09/2026

1 Encontro de balanço de mobilização da ALO do distrito de Boane

ANAMOLA EM INHAMBANE REPUDIA ACUSAÇÕES DA TV SUCESSO E ADMITE RECURSO À JUSTIÇAPor Samuel SumbaneInhambane — A Coordenaç...
18/09/2026

ANAMOLA EM INHAMBANE REPUDIA ACUSAÇÕES DA TV SUCESSO E ADMITE RECURSO À JUSTIÇA

Por Samuel Sumbane

Inhambane — A Coordenação Provincial do Partido ANAMOLA em Inhambane, liderada por Ilídio Cumbe, reagiu às informações divulgadas pela TV Sucesso, nas quais, segundo a organização política, membros ou estruturas do partido terão sido associados à morte de um indivíduo.

Em Nota de Repúdio, a Coordenação Provincial considera grave a associação do nome do partido a um caso de natureza criminal sem que, segundo a sua posição, tenham sido apresentados publicamente elementos que comprovem qualquer envolvimento da organização ou dos seus membros.

Ilídio Cumbe afirma que permanecem por esclarecer pelas autoridades competentes, aspectos fundamentais relacionados com o caso, incluindo à identidade da vítima, as circunstâncias da morte e a eventual responsabilidade individual dos envolvidos.

ANAMOLA rejeita associação com actos criminosos

Na nota, o ANAMOLA reafirma a sua rejeição a qualquer forma de violência e declara que não reconhece como actos da organização, quaisquer práticas criminosas eventualmente cometidas por indivíduos que possam tentar associá-las ao nome do partido.

A formação política defende que responsabilidades de natureza criminal devem ser determinadas pelas autoridades competentes, com base em factos, provas e procedimentos legalmente estabelecidos.

Partido invoca direitos constitucionais

A Coordenação Provincial fundamenta a sua posição em disposições da Constituição da República de Moçambique, nomeadamente os artigos 40.º, 41.º e 59.º, n.º 2, além de fazer referência ao artigo 233.º do Código Penal, relacionado com a difamação.

Na nota, o partido afirma que se reserva o direito de recorrer aos meios legais que considerar adequados para a defesa da sua honra, bom nome e reputação, caso sejam confirmadas imputações que considere falsas ou lesivas.

ANAMOLA pede investigação do caso

A Coordenação Provincial solicita ainda que, o caso seja submetido às autoridades de investigação criminal e ao Ministério Público, para o apuramento rigoroso das circunstâncias da morte e de eventuais responsabilidades individuais.

A posição do partido surge após a divulgação das informações pela TV Sucesso, levando a organização a exigir que qualquer associação entre o seu nome e o caso seja sustentada por elementos de prova e pelas conclusões das autoridades competentes.

Revisão: CFI - Aleferga/GDIF

𝐀𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐀𝐧𝐚𝐦𝐨𝐥𝐚 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐚𝐬𝐬𝐢𝐧𝐚𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐦𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐝𝐨, 𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐬 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐝...
17/09/2026

𝐀𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐀𝐧𝐚𝐦𝐨𝐥𝐚 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐚𝐬𝐬𝐢𝐧𝐚𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐦𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐝𝐨, 𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐬 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐚𝐬
𝐏𝐨𝐫 :𝐋𝐮𝐜𝐚 𝐁𝐮𝐬𝐬𝐨𝐭𝐢,
………………………………………………………………………
Luca Bussotti é um académico italiano, doutorado em Sociologia do Desenvolvimento pela Universidade de Pisa, com atuação nas áreas de Ciência Política, Sociologia do Desenvolvimento e Estudos Africanos, especialmente sobre África lusófona e Moçambique.............................................……………………………
A denúncia do opositor Mondlane: em Moçambique já não existe Estado de Direito
𝐎 𝐩𝐨𝐥í𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐦𝐨𝐜̧𝐚𝐦𝐛𝐢𝐜𝐚𝐧𝐨 𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝐚𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐞𝐮: “𝐍𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐫 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐠𝐚́𝐬. 𝐒𝐚̃𝐨 𝐧𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐟𝐢𝐫𝐦𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐚 𝐫𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐚̃𝐨”
É um apelo forte aquele lançado à comunidade internacional por Venâncio Mondlane, o líder mais popular da oposição em Moçambique, que se encontra estes dias em visita ao Parlamento Europeu.
Num documento publicado há alguns dias, em português e inglês, o fundador do recém-criado partido Anamola, atualmente o verdadeiro “pesadelo” do Frelimo no poder tendo em vista o próximo ciclo eleitoral de 2028-29, denunciou a morte de dezenas de membros do seu partido e a indiferença dos governos europeus.
𝐔𝐦𝐚 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐚 𝐬𝐞𝐪𝐮𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐚𝐬𝐬𝐢𝐧𝐚𝐭𝐨𝐬
O texto, intitulado “𝐌𝐨𝐜̧𝐚𝐦𝐛𝐢𝐪𝐮𝐞, 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫𝐚𝐜𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐚𝐧𝐠𝐫𝐚”, começa com 10 fotografias de vítimas ilustres do regime do Frelimo durante a ainda curta história da democracia moçambicana (as primeiras eleições realizaram-se em 1994, após a assinatura dos Acordos de Paz de Roma, em 1992).
Entre elas está Carlos Cardoso, o jornalista que investigava os negócios da elite político-económica que avançava com privatizações desenfreadas, com a bênção do Fundo Monetário Internacional (FMI), assassinado em 22 de novembro de 2000.
Também é mencionado o professor franco-moçambicano Gilles Cistac, que havia fornecido uma base constitucional à proposta de federalismo apresentada pelo então líder da Renamo, o maior partido da oposição na época, Afonso Dhlakama. Cistac foi assassinado em 3 de março de 2015.
Estes dois assassinatos ocorreram no centro de Maputo, na sequência de eleições complexas: as de 1999 e as de 2014.
São também mencionados episódios trágicos mais recentes, como o assassinato de Jeremias Pondeca, um dos líderes da Renamo, morto em 2016, e de Elvino Dias e Paulo Guambe, colaboradores próximos de Mondlane, então candidato presidencial nas eleições de 2024, alvejados a tiro no coração da capital.
Chega-se, finalmente, ao caso de Ilídio Facitela Gustavo, coordenador local do Anamola na província meridional de Inhambane, cujo rapto e posterior assassinato foram denunciados pelo partido apenas há poucos dias.
𝐀 𝐜𝐫𝐢𝐬𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐢𝐬
O documento fala de uma verdadeira crise no respeito pelos direitos humanos fundamentais,“𝐩𝐚𝐭𝐫𝐨𝐜𝐢𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨”, cujo objectivo seria o “𝐝𝐞𝐬𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐨𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚”
É uma denúncia grave, reforçada por outro elemento, talvez ainda mais preocupante: a aparente indiferença dos parceiros internacionais, sobretudo ocidentais, perante este cenário.
Parceiros que estariam atualmente interessados sobretudo, este é o ponto de partida do documento, no potencial económico de Moçambique. Em primeiro lugar, no gás natural de que são ricas as costas da província setentrional de Cabo Delgado.
𝐅𝐎𝐍𝐓𝐄:https://www.nigrizia.it/.../la-denuncia-oppositore...

BASTA DE PERSEGUIÇÃO E VIOLÊNCIA POLÍTICA EM MOÇAMBIQUEO Partido ANAMOLA manifesta a sua profunda indignação e o seu mai...
15/09/2026

BASTA DE PERSEGUIÇÃO E VIOLÊNCIA POLÍTICA EM MOÇAMBIQUE

O Partido ANAMOLA manifesta a sua profunda indignação e o seu mais firme repúdio perante a escalada de violência política, perseguição, intimidação e violações dos direitos fundamentais que continuam a marcar a realidade nacional.

Não podemos normalizar o assassinato de cidadãos por razões políticas. Não podemos aceitar que membros da oposição sejam perseguidos, ameaçados ou mortos e que, perante estes acontecimentos, prevaleçam o silêncio, a impunidade e a ausência de respostas.

O CASO ILÍDIO FACITELA EXIGE RESPOSTAS

Recebemos com profunda preocupação as informações relativas ao desaparecimento e posterior morte de Ilídio Facitela Gustavo, mobilizador do Partido ANAMOLA em Morrumbene, Província de Inhambane.

Segundo as informações de que dispomos, Ilídio terá sido levado por indivíduos que se identificaram como agentes da Polícia e posteriormente encontrado sem vida no Distrito de Homoíne.

A gravidade destas informações exige uma investigação imediata, independente, transparente e credível.

Queremos respostas:

Quem levou Ilídio? Quem o matou? Quem ordenou? Quem executou? Porquê?

E, sobretudo, deve ser esclarecido se a sua condição de potencial testemunha no processo judicial envolvendo dirigentes do Partido teve alguma relação com o seu desaparecimento e morte.

Não aceitaremos que este caso seja arquivado no silêncio.

QUELIMANE TAMBÉM EXIGE RESPONSABILIZAÇÃO

Repudiamos igualmente os relatos de violência policial registados em Quelimane durante as celebrações do primeiro aniversário do Partido, incluindo alegações de utilização de munição real contra cidadãos que participavam numa manifestação pacífica.

Se estas informações forem confirmadas, estaremos perante uma violação gravíssima dos direitos fundamentais dos cidadãos e perante uma utilização inadmissível da força pública contra o exercício legítimo da liberdade de reunião e manifestação.

Os responsáveis devem ser identificados e responsabilizados.

57 VIDAS NÃO PODEM SER TRATADAS COMO ESTATÍSTICAS

O registo interno do Partido ANAMOLA contabiliza 57 membros vítimas de violência política mortal, incluindo o nosso eterno Coordenador Anselmo Vicente.

Por detrás de cada número existe uma pessoa, uma família e uma comunidade.

Não aceitaremos que estas mortes sejam reduzidas a estatísticas ou esquecidas com o passar do tempo.

A impunidade alimenta a repetição da violência.

EXIGIMOS RESPOSTAS

O Partido ANAMOLA exige:

1. Investigação imediata, independente e transparente sobre a morte de Ilídio Facitela Gustavo;
2. Identificação e responsabilização dos autores materiais e dos eventuais mandantes dos crimes;
3. Esclarecimento público sobre as circunstâncias da morte de Anselmo Vicente e dos demais membros do Partido vítimas de violência;
4. Investigação rigorosa dos acontecimentos de Quelimane e responsabilização de todos os agentes que tenham cometido abusos;
5. Protecção efectiva dos dirigentes, membros, testemunhas e cidadãos ameaçados em consequência da sua actividade política;
6. Publicação dos resultados das investigações, para que as famílias e a sociedade conheçam a verdade;
7. Garantia efectiva das liberdades de expressão, reunião e manifestação, constitucionalmente reconhecidas;
8. Intervenção imediata da Procuradoria-Geral da República e das instituições competentes, sem interferência política ou institucional nas investigações.

Dirigimo-nos particularmente ao Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, à Procuradoria-Geral da República, ao Ministério do Interior e às forças de segurança.

O Estado tem o dever de proteger todos os cidadãos, independentemente da sua orientação política.

BASTA DE SILÊNCIO. BASTA DE IMPUNIDADE.

A ANAMOLA não pretende substituir os tribunais nem antecipar conclusões sobre crimes que devem ser investigados.

Mas também não ficará em silêncio perante mortes, perseguições e actos de violência que, caso confirmados, constituem ataques directos à democracia e ao Estado de Direito.

Queremos investigação.

Queremos verdade.

Queremos justiça.

Queremos responsabilização.

E queremos garantias de que nenhum cidadão será morto, perseguido ou intimidado por exercer os seus direitos políticos.

Moçambique não pode construir democracia sobre o medo.

Pela Vida. Pela Verdade. Pela Justiça. Pela Democracia.

Moçambique merece respostas.

ESTE PAÍS É NOSSO.

SALVE MOÇAMBIQUE.

Com Anamola: Anamalala, Anamalala, ANAMALALAAA

15/09/2026
14/09/2026

Enquanto o tribunal Julga Venâncio, O POVO JULGA O TRIBUNAL!

A Coordenação Política Provincial da ANAMOLA esteve reunida para avaliar detalhadamente o desempenho e a execução das no...
14/09/2026

A Coordenação Política Provincial da ANAMOLA esteve reunida para avaliar detalhadamente o desempenho e a execução das nossas atividades diretamente nas bases.
Mais do que olhar para relatórios, o objetivo principal foi perceber o impacto real das nossas ações junto das comunidades e planear os próximos passos. A nossa força vem de baixo para cima e é na proximidade com o povo que construímos a alternativa que Moçambique precisa.
Parabéns a todos os coordenadores, delegados e militantes que mantêm o dinamismo nas bases, mesmo enfrentando desafios diários. O trabalho não para!

NÃO HÁ VITÓRIA SEM DIGNIDADE: ANAMOLA EM MELUCO EXIGE QUE O 7 DE SETEMBRO SAIA DO DISCURSO E ENTRE NA VIDA DO POVOPor: H...
10/09/2026

NÃO HÁ VITÓRIA SEM DIGNIDADE: ANAMOLA EM MELUCO EXIGE QUE O 7 DE SETEMBRO SAIA DO DISCURSO E ENTRE NA VIDA DO POVO

Por: Halia Balata

Meluco, Cabo Delgado | 07 de Setembro de 2026

O Partido ANAMOLA marcou presença nas celebrações alusivas ao Dia da Vitória, no Distrito de Meluco, em Cabo Delgado.

Quem representou o partido foi o Chefe de Informação do Distrito de Meluco, Sr. Cheque Júlio Ntipa.

Logo na sua intervenção, o representante do ANAMOLA iniciou saudando o Governo do Distrito e dirigiu saudações calorosas ao Excelentíssimo Presidente do Partido ANAMOLA, Engenheiro Venâncio Mondlane, reconhecendo a sua determinação na luta contra as injustiças e a desigualdade social.
Incentivamos a continuidade desta luta, porque o povo está do vosso lado, afirmou Cheque Júlio Ntipa.

A REFLEXÃO QUE O DIA PEDE
Longe de ser apenas cerimónia, a intervenção do ANAMOLA foi carregada de memória e cobrança.
Recordar a data da vitória, disse o representante, é lembrar que não existe vitória verdadeira sem liberdade de expressão, sem dignidade, sem direitos humanos. Não há vitória com jovens sem emprego, escolas sem carteiras e hospitais sem medicamentos.

Não podemos homenagear a vitória do passado se continuamos a adiar a vitória do presente, declarou.
Para o ANAMOLA, a verdadeira vitória só será concretizada quando todos os moçambicanos alcançarem a dignidade, liberdade, igualdade, segurança e às mesmas oportunidades.

A DENÚNCIA!
O representante não poupou críticas à realidade atual:
Muitas comunidades continuam a enfrentar dificuldades no acesso aos serviços básicos.
Estradas esburacadas isolam o povo, enquanto as elites se beneficiam dos recursos do país e deixam o cidadão comum na miséria.

É uma contradição celebrar a vitória, enquanto o povo continua derrotado pela fome, pelo desemprego e pelo abandono, frisou.

O COMPROMISSO DO ANAMOLA

No encerramento, Cheque Júlio Ntipa reafirmou:
O ANAMOLA respeita grandemente os heróis da Pátria Moçambicana. Mas respeitar os heróis é também ter a coragem de erguer a voz para exigir responsabilidade de quem governa hoje.

A vitória do povo só será completa quando o mesmo sentir o reflexo dessa vitória na sua vida diária. Enquanto houver um jovem sem futuro, uma mãe sem medicamento e uma escola sem professor, a luta continua.

ANAMOLA - Pela dignidade, pela liberdade, pelo povo.

Revisão: CFI-Dique César Inglosse/GDIF

A PROVÍNCIA DE MAPUTO FORTALECE AS BASES EM MOBILIZAÇÃO MASSIVA DO PARTIDO ANAMOLA. No âmbito de mobilização massiva e f...
08/09/2026

A PROVÍNCIA DE MAPUTO FORTALECE AS BASES EM MOBILIZAÇÃO MASSIVA DO PARTIDO ANAMOLA.

No âmbito de mobilização massiva e fortalecimento das bases,o partido ANAMOLA na província de Maputo alarga os passos da liberdade rumo a Matutuíne.

Como de costume, foi mais uma vez, granda festa para os Anamolitas que em caravana levaram o punho e a voz da liberdade para os povos de Matutuíne.
Guiados pelo seu icónico líder, coordenador pronvincial Justino Artur Jasse, ao vibrante som do Mc Bandeira que veio directamente de Nampula pra uma nobre missão, libertar as mentes, dispertar os que ainda estão adormincidos na profundeza promísqua da ilusão.

E lá caminhava ANAMOLA, nas terras dos donos que já lá haviam preparado a surpresa que não podia faltar.
Ao entrar em Bela vista, uma mahindra colocada no meio da estrada para barrar a passagem e uns tipos bem posicionados a moda kahina lani, oque vocês querem?

Mas esqueceram que ANAMOLA é campeão na matéria.
Tendo logo seguido por vias alternativas que os levou ao destino, mercado do Bela vista em canticos, danças com punhos no ar.

Bem vindos à terras nossas, alheias, transmitiam os olhos do povo de Matutuíne.
Hoje renasce a nossa esperança, afirmou um dos jovens apois o discurso breve e caloroso do coordenador Provincial do partido, que reafirmou o compromisso de lutar pra resgatar Matutuíne que por sinal sua terra natal.
Hoje volto a Matutuíne como coordenador da província de Maputo, mas bem conheço todos desafios dessa terra, por isso exorto aos meus irmãos pra que se levantem e vistam se de bravura pra libertar Matutuíne.

E lá seguiu a marcha para Salamanga, onde mais uma vez os ditos donos de tudo em Mozambique já haviam feito sua campanha pra não aderência do showmício do ANAMOLA, mas o sabor da vergonha lhes repeliu quando jovens e adultos juntaram se ao ANAMOLA, cantando e dançando ao som do imparável Mc Bandeira.
Que como se não bastace soltaram verdades vividas com muita dor naquela região.
Vivemos acorrentados em nossas casas, em nossas próprias terras, aqui há muita bandidagem, muitas Injustiças, mas ninguém pode, ninguém deve ousar em abrir a boca pra reclamar nem manifestar sua dor, somos conotados e ameaçados de morte.
Narrou uma mãe tomada de coragem, seguida por dois jovens que deram o remate: Estãos aí nos fundos olhando e registando quem está aqui e quem vai falar, mas a nós já não importa a morte, estamos aqui pra dizer os nossos irmãos, não tenhamos medo, sejamos o próprio escudo da nossa liberdade, porque se o medo continuar nos tomando morreremos sem nada, e nem se quer deixaremos nada pras nossos filhos.

Aqui temos a fábrica de simentos DUGONGO, que nos vende simento caro, quando a matéria prima é extraida de nossas terras e vendem assecível a outros países. É pra nos calarmos diante disso? Não não.
Discurso que arrepia até os cabelos.
E mais uma vez o coordenador Provincial tomou a palavra que em dispedida disse: Meus irmãos estamos aqui pra dizer, vamos levantar, vamos nos unir e caminharmos juntos pra conquistar a nossa liberdade, mas precisamos libertar nossas mentes das ilusões do regime, só assim alcançaremos a vitória final.
Foi um dia de muito aprendizado e aventuras misturadas de muita emoção pra os membros da província de Maputo.

Com Anamolaa...
Anamalalaa
Anamalalaa
Anamalalaa ✊

𝐀𝐬 𝐭𝐞𝐬𝐭𝐞𝐦𝐮𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐧𝐨 𝐜𝐚𝐬𝐨 𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞…𝐏𝐨𝐫: 𝐒𝐞́𝐫𝐠𝐢𝐨 𝐑𝐚𝐢𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨1. Espero ver, no tribunal, Elvino Dias com...
08/09/2026

𝐀𝐬 𝐭𝐞𝐬𝐭𝐞𝐦𝐮𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐧𝐨 𝐜𝐚𝐬𝐨 𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞…

𝐏𝐨𝐫: 𝐒𝐞́𝐫𝐠𝐢𝐨 𝐑𝐚𝐢𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨

1. Espero ver, no tribunal, Elvino Dias com o seu peito esquartejado de balas a apontar o dedo a VM7 e a dizer “foi este senhor que me matou”;

2. Que o Paulo Guambe esteja, também, no tribunal, a ziguezaguear com o seu cabelo despenteado de balas, a concordar com Elvino e a contar, com a ajuda dos dedos, o número de balas que VM7 despejou sobre eles;

3. As bombas queimadas que se arrastem pelos pés das suas mangueiras e cheguem ao tribunal ainda a cheirar a fumo para dizer uma simples coisa: “foi o VM7 que nos sacudiu com palitos de fósforos”;

4. O Shottas que também esteja lá no tribunal, com o seu telemóvel na mão para gravar tudo, para dizer que não terminou a sua live porque VM7 o atingiu com uma bala antes de terminar a transmissão da sua morte;

5. A própria imunidade que foi tirada a VM7 deve estar no tribunal para dizer qualquer coisa ou, simplesmente, para agradecer por ter sido afastada de um terrorista que matou, queimou e destruiu;

6. A economia nacional, cortejada por enormes gráficos de falência, pode lá estar para dizer que foi o VM7 que a fez cair, ela que sempre esteve em boas mãos desde 1975;

7. O gás lacrimogéneo deverá lá estar para dizer que foi tirado dos aldeamentos da polícia pelas mãos cheias de missangas de VM7 e que foi ele que o distribuiu por todos os bairros, ruas e avenidas;

8. As balas não podem faltar; devem falar das ordens e ameaças que receberam de VM7 para matar inocentes; espero que não tenham medo de confessar que teriam matado mais se não tivessem sido paradas pela polícia;

9. As lojas saqueadas e os pneus queimados devem lá estar e apontar o VM7, porque foi ele que os benzeu com petróleo e os fez comer a hóstia de palitos em chamas;

10. O PODEMOS deve lá estar para responsabilizar VM7 pelos danos que criou dentro dele. Esse partido que por pouco era o maior partido de África, mas VM7 desorganizou toda a sua estrutura;

11. As esquadras devem levar ao tribunal os seus livros de ocorrências assinados por VM7; contar como VM7 maltratava, violentava e prendia qualquer manifestante que encontrasse pela rua. E levar, também, os que continuam detidos, hoje, por ordem de VM7.

Endereço

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Maputo

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