Círculo Tradicionalista Gaspar de Rodas

Círculo Tradicionalista Gaspar de Rodas Círculo tradicionalista de la Ciudad de Medellín y el Valle de Aburrá. Leales a S.A.R. Don Sixto Enrique de Borbón.

Comunicado conjunto ante las blasfemias proferidas por el jefe del Estado
29/01/2026

Comunicado conjunto ante las blasfemias proferidas por el jefe del Estado

El Círculo Tradicionalista Santafé de Bogotá y el Círculo Tradicionalista Gaspar de Rodas rechazan rotundamente y lamentan las blasfemias proferidas por el presidente de la República Gustavo Petro …

22/07/2025

En el 85° cumpleaños del Rey Don Enrique V de Castilla los carlistas del Nuevo Reino de Granada felicitan a S.M.

26/04/2025

La Comunión Tradicionalista se suma a las oraciones por el eterno descanso del Papa Francisco y en el primer día de los novendiales encarece a los círculos, asociaciones y correligionarios rueguen …

02/04/2025
19/03/2025

《(...) O genocídio Vendeano (1793-1794).

Parte I
Senhor, ajudai-nos a perdoar, Ámen!

Um pequeno resumo sobre o destino dos que se levantaram contra a Revolução Francesa.

-A Guerra Civil propriamente dita, que vai de Março de 1793 a Dezembro do mesmo ano e que termina com a derrota de Savenay: é uma guerra civil, certamente atroz, mas guerra civil antes demais;

-A enunciação, a concepção, a planificação e a realização de um sistema de aniquilamento e de despovoamento, de um «poppulicídio» como lhe chama os revolucionários, da Vendeia e dos Vendeanos, que nós, contemporâneos, assimilamos a um genocídio segundo a definição de Nuremberg, que começa em Abril de 1793 e termina com a queda de Robespierre.

O advogado Villenave, a 15 de Dezembro de 1794, por ocasião do processo Carrier, testemunha em termos muito precisos sobre o contexto: «Depois das batalhas de Mans e de Savenay, a Vendeia foi aniquilada. Não restavam senão alguns pelotões rebeldes que Charettem Stoffflet e la Rochejaquelein se esforçavam por engrossar. As comunas entravam de novo na ordem. iriam ficar inteiramente submetidas: apenas a clemência , a brandura, a amnistia podiam fazer regressar a paz a estas infelizes regiões...»

Mas a convenção decidiu de modo diferente, Hentz e Francastel, comissários da República, explicam-se a este respeito no quadro de um longo relatório de 38 páginas redigidas para a Convenção no Vindemiário, ano II: A ideia de uma amnistia era odiosa e a dignidade nacional rejeitava-a [...] apesar de a guerra da Vendeia estar politicamente terminada» daí o «sistema», prosseguiam eles, «proposto pela Convenção de que não haveria outro meio de fazer regressar a calma a esta região senão fazer sair dela todos os que não eram culpados e obstinados, exterminando o resto e repovoando-o o mais rapidamente possível com republicanos que defenderiam os seus lares...»

A ideia de exterminar a população vendeana é formulada pela primeira vez em 4 de Abril de 1793 por alguns políticos e oficiais superiores...

No dia 1 de Agosto, a Convenção vota a destruição da Vendeia: florestas, bosques, matas devem ser abatidos, o gado apreendido, as habitações confiscadas, as colheitas apanhadas. Segue-se, no dia 1 de Outubro do mesmo ano, a lei de exterminação:
«Soldados da liberdade, é preciso que os bandidos da Vendeia sejam exterminados antes do fim do mês de Outubro: a salvação da pátria assim o exige; a impaciência do povo francês o ordena; a sua coragem deve pô-lo em prática. O reconhecimento nacional aguarda nesta altura todos aqueles cujo valor e patriotismo terão consolidado para sempre a liberdade e a república.» .. «A Vendeia», exclama Turreau, general-em-chefe do Exército do Oeste, deve ser um cemitério nacional..»

Os relatórios políticos e militares são de uma precisão eloquente; é necessário prioritariamente eliminara as mulheres «sulcos reprodutores» e as crianças «porque virão a ser elas os futuros bandidos». Desaparece igualmente o risco das represálias e da vingança. Criam mesmo campos de extermínio que lhes são reservados, como em Noirmoutier. Em Bourgneuf e Nantes, organizam afogamentos especiais para as crianças.

Os Vendeanos não devem mais reproduzir-se, daí o recurso a um simbolismo macabro que consiste em cortar sexos masculinos para fazer deles, entre outras coisas, brincos ou para os pendurar à cintura como outros tantos troféus, ou ainda fazer explodir cartuchos no aparelho ge***al das mulheres. Ai daquele que proteja «esses lobas e esse lobachos.» O carrasco Lamberty sofrerá por causa disso a terrível experiência: «Por ter roubado alguns ao afogamento», é preso e condenado à morte. É certo que algumas crianças são «confiscadas» por habitantes de Nantes, mas não podem conservá-las consigo, a não ser que prometam garantir a sua «regeneração.» A questão dos Vendeanos azuis é repetidamente abordado. Não há dúvida, são republicanos e provaram-nos, mas são também Vendeanos, o que por si só constitui o maior dos crimes. Decide-se, portanto, eliminá-los também: «A morte de um patriota é pouca coisa quando se trata da salvação pública», explica o general Grignon. Carrir é definitivo: «Aliás», pontifica ele, não pode haver mais vendeanos. Posso afirmar-vos que não ficou um único patriota na Vendeia. Todos os habitantes desta região tomaram parte mais ou menos activa nesta guerra.» Os representantes Hentz, Garreau e Francastel são também categóricos:
«Todos os habitantes agora residentes na Vendeia são rebeldes, todos encarniçados [...]. Chegados a este ponto, a guerra não poderá estar completamente terminada senão quando já não existir um só habitante na Vendeia.»

Esta vontade declarada de extermínio total deixa estupefactos os republicanos que não estão ao corrente das ordens emitidas. Alguns deles, como o maire de Fontenay-le-Comte, Mariteau, manifestam por escrito a sua surpresa e indignação perante esta violência:
«Em 12 [Nivoso ano II] o horror do cenário aumenta, o general Amey parte com a sua coluna e incendeia todas as granjas desde La Rochelle até Herbiers. Numa distância de 3 léguas, nada foi poupado. Os homens, as mulheres, mesmo as crianças de peito, as mulheres grávidas, todos pereceram às mãos da sua coluna. Em vão alguns infelizes patriotas, com os certificados de civismo na mão, intercederam pelas suas vidas a esses possessos; não foram escutados; degolaram-nos. Para acabar de descrever as perversidades deste dia, é necessário dizer que os fenos foram queimados nas granjas, os cereais nos celeiros, os animais nos estábulos e, quando alguns desgraçados agricultores, bem conhecidos pelo seu civismo, tiveram a infelicidade de serem encontrados a desamarrar os seus bois, não foi preciso mais nada para serem fuzilados....

Em 7 de Novembro, a Convenção, por ocasião de uma sessão solene, vai ainda mais longe e risca do mapa da França a Vendeia para passar a designá-la por departamento «Vengé». O seu raciocínio é lógico: como um homem não pode revoltar-se contra a República, o vendeano não pode, pois, ser considerado como tal e visto que os não-homens não podem possuir bens, portanto um território, este território não pode continuar a ter nome: por conseguinte é «desbaptizada». Como é necessário regenerar esta terra, entre outras medidas com o repovoamento com bons republicanos, dá-se-lhe um novo nome: o departamento «Vengé».

Fonte: O Livro Negro da revolução Francesa DIR. Renaud Escande

https://chamadourique.blogspot.com/2011/02/o-genocidio-vendeano-1793-1794-parte-i.html?fbclid=IwAR1SNpCm9NTlZpdtgiKjaB8zlWlMS6g49YYwPsIL6aKNcv4IFDYq8MzgJCA

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Parte II
http://chamadourique.blogspot.com/2011/02/o-genocidio-vendeano-1793-1794-parte-ii.html

Parte III
http://chamadourique.blogspot.com/2011/02/o-genocidio-vendeano-1793-1794-parte.html

Parte IV
http://chamadourique.blogspot.com/2011/02/o-genocidio-vendeano-1793-1794-parte-iv.html

François-Athanase de Charette de la Contrie (1763-96).》

Nota pessoal:
- Em Dezembro de 1794 os republicanos iniciaram negociações que resultaram no "Tratado de La Jaunaye", assinado por representantes da "Convenção Nacional" e lideranças vendeanas. Esse facto marcou o fim da Primeira Guerra da Vendeia, em Fevereiro de 1795, mas não pacificou a região.

A Segunda Guerra da Vendeia iniciar-se-ia alguns meses depois, em Junho de 1795, após o desembarque de emigrados e ingleses em Quiberon. Essa insurreição contudo, perdeu força rapidamente. As lideranças que restavam na Vendeia foram detidas ou executadas entre Janeiro e Julho de 1796.

A região da Vendeia abrigou, ainda, breves levantamentos armados com uma “Terceira” Guerra entre Outubro e Dezembro de 1799, uma “Quarta” em 1815, já no período Napoleónico, e uma “Quinta” em 1832. Estes conflitos, foram no entanto bem menores que a soma das duas primeiras guerras.

COMUNICADO DE LA SECRETARÍA POLÍTICA DE S.A.R. DON SIXTO ENRIQUE DE BORBÓNCarlos Javier de Borbón Parma y Lippe Biesterf...
19/03/2025

COMUNICADO DE LA SECRETARÍA POLÍTICA DE S.A.R. DON SIXTO ENRIQUE DE BORBÓN

Carlos Javier de Borbón Parma y Lippe Biesterfield, quien en principio hubiera debido ser el titular de los derechos de la legitimidad dinástica española, de no haberlos perdido por seguir el camino de su padre, ha concedido una entrevista de tono cortesano y más bien inane, que demuestra que están lejos los tiempos del socialismo autogestionario y las alianzas de su padre con comunistas y terroristas, aunque sigan muy presentes los del liberal-globalismo de la «Agenda 2030».

Son muchas las cosas que podrían comentarse, pero nos limitaremos a los dos párrafos que se refieren a su tío S.A.R. Don Sixto Enrique de Borbón. Quien desde 2021 adoptó prudentemente todo tipo de cautelas respecto de su persona, sus bienes y su sucesión, desgraciadamente algunas no respetadas por el Estado revolucionario francés, animado en este punto tristemente por algún miembro de la familia del Señor, y que están sub iudice.

En todo caso, y agradeciendo la preocupación del ex-Príncipe por su Augusto tío, es de precisar que la reconciliación a la que se alude, contraída a encuentros del Señor con algunas de sus hermanas a quienes había dejado de tratar hace muchos años, fue única y exclusivamente familiar, sin consecuencia política o jurídica alguna. E incluso en ese ámbito familiar ciertos pleitos hereditarios han proseguido y Don Sixto Enrique tuvo que recriminar severamente a sobrino que permitiera la incineración del cadáver de la ex-Infanta María Teresa.

Entre vaguedades, inconsecuencias y errores de todo tipo es de celebrar, por lo menos, que Carlos Javier de Borbón Parma y Lippe-Biesterfield sepa que los Duques de Parma siempre anteponían su título de infantes de España a ese título. Y es que es una dinastía española. Sujeta a las leyes tradicionales de la monarquía española, con sus exigencias y exclusiones.

Madrid, 19 de marzo de 2025
Solemnidad del Glorioso Patriarca Señor San José

https://carlismo.es/comunicado-de-s-a-r-don-sixto-enrique-de-borbon/

14/03/2025

El profesor don Miguel Ayuso visitará Bogotá el mes que viene e impartirá una conferencia abierta al público general. Para asistir se requiere inscripción. Favor escanear el código QR que se encuentra en la imagen o acceder al siguiente enlace:

https://forms.gle/uHiySY26ZDu8MUUM9

10 de marzo: festividad de los mártires de la tradición.[Imagen: José María Zuláibar y Aldape, por Gustavo Rico, 2025, p...
10/03/2025

10 de marzo: festividad de los mártires de la tradición.

[Imagen: José María Zuláibar y Aldape, por Gustavo Rico, 2025, parte de la investigación del historiador Alejandro Ricaurte].

16/02/2025
15/02/2025

En la tarde del sábado 15 de febrero Su Alteza Real Don Sixto Enrique de Borbón ha recibido en el Berry a una delegación de la Comunión Tradicionalista

2 de febrero de 2025: fiesta de Nuestra Señora de La Candelaria, patrona de Medellín y de nuestro círculo. En tiempos de...
02/02/2025

2 de febrero de 2025: fiesta de Nuestra Señora de La Candelaria, patrona de Medellín y de nuestro círculo.

En tiempos de la monarquía fue la celebración más importante de la Villa de Medellín. Eran excluidos de la vida pública quienes no participaban.

31/01/2025

Tal día como hoy de 1818 nacía en el Palacio Real de Madrid el Infante Don Carlos Luis María, hijo del entonces Infante Don Carlos María Isidro de Borbón (Carlos V, 1833-1845) y de su primera esposa, la Infanta María Francisca de Braganza. Gran parte de su vida, así como su reinado (Carlos VI, 1845-1861), transcurrió en el exilio, salvo breves períodos en la Península durante la II Guerra Carlista. Quiera Dios que su legítimo sucesor (actualmente S.A.R. Don Sixto Enrique de Borbón) esté pronto de vuelta en su Palacio.

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