Eu Amo Taperoá

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"Taperoá, PB | Cultura, história e belezas do Cariri paraibano. 🏞️ Venha conhecer nossa terra!"


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16/08/2026
Neste Dia dos Pais, o Eu Amo Taperoá presta sua homenagem a todos os homens que fizeram da paternidade um exemplo de amo...
09/08/2026

Neste Dia dos Pais, o Eu Amo Taperoá presta sua homenagem a todos os homens que fizeram da paternidade um exemplo de amor, coragem, trabalho e dedicação.

Ser pai é deixar marcas que o tempo não apaga. É ensinar pelo exemplo, proteger sem esperar reconhecimento, estender a mão nos momentos difíceis e celebrar cada conquista dos filhos como se fosse sua.

Nossa homenagem também alcança aqueles pais que já partiram, mas permanecem vivos na memória, nos ensinamentos e nas histórias que continuam sendo contadas de geração em geração.

A todos os pais de Taperoá, da zona urbana e da zona rural, que diariamente constroem famílias, fortalecem nossa terra e ajudam a escrever a história do nosso município, o nosso mais sincero respeito e gratidão.

Feliz Dia dos Pais!

Eu Amo Taperoá
Celebrando a nossa gente, a nossa história e o orgulho de ser taperoaense.

Hoje é 24 de junho. É Dia de São João.Em Taperoá, muitos filhos da terra voltaram para casa imaginando encontrar a cidad...
23/06/2026

Hoje é 24 de junho. É Dia de São João.

Em Taperoá, muitos filhos da terra voltaram para casa imaginando encontrar a cidade tomada pelo calor da festa, pelo som da sanfona e pelo reencontro de famílias e amigos. Afinal, essa sempre foi uma das datas mais simbólicas da nossa história.

A antecipação das festividades, no entanto, não conseguiu reunir o público que muitos imaginavam. E, para quem escolheu estar em Taperoá justamente no dia 24, ficou a sensação de que faltava algo essencial: celebrar São João no seu verdadeiro tempo, ao lado de quem ama e no lugar onde nasceram tantas memórias.

Muitos seguiram para cidades vizinhas em busca da festa. Mas o desejo não era esse. O que queriam era viver o São João em Taperoá, no seu torrão, na sua praça, nas suas ruas e entre a sua gente.

Não escrevemos estas palavras para apontar culpados. Escrevemos porque acreditamos que preservar uma tradição é preservar a alma de um povo. O São João de Taperoá não pertence a uma gestão, a um evento ou a uma geração. Ele pertence à memória coletiva de quem nasceu aqui, de quem escolheu ficar e de quem faz questão de voltar todos os anos.

No Eu Amo Taperoá, seguiremos defendendo aquilo que nos une: nossa cultura, nossas raízes e nossa identidade. Porque uma cidade que honra suas tradições fortalece seu futuro sem esquecer de onde veio. E enquanto houver alguém disposto a manter essa chama acesa, sempre haverá esperança de ver o verdadeiro espírito de São João florescer novamente em nossa terra.

21/06/2026
No Nordeste, as romarias para visitar Padre Cícero nunca foram apenas viagens de fé.Elas sempre carregaram esperança, pr...
17/05/2026

No Nordeste, as romarias para visitar Padre Cícero nunca foram apenas viagens de fé.

Elas sempre carregaram esperança, promessas, gratidão e pertencimento.

Durante décadas, famílias inteiras atravessaram estradas rumo a Juazeiro do Norte levando terços nas mãos, chapéus de palha, malas simples e uma devoção que atravessa gerações.

Muitos viajavam em caminhões, ônibus e paus de arara. Outros enfrentavam longas horas de estrada apenas para agradecer uma graça alcançada ou renovar a fé diante do Padim Ciço.

No interior nordestino, essas viagens se transformaram em parte da memória afetiva de um povo.

As conversas durante o percurso.
As rezas.
Os cantos religiosos.
As paradas na estrada.
O reencontro de romeiros vindos de diferentes cidades.

Tudo isso ajudou a construir uma das manifestações mais fortes da religiosidade popular nordestina.

Porque no Nordeste, a fé sempre caminhou lado a lado com o povo.

E talvez seja por isso que, mesmo com o passar do tempo, as romarias continuem vivas dentro da alma nordestina.

📍E na sua cidade? As romarias para Juazeiro também faziam parte da história do povo?

Há cidades que não envelhecem.Elas apenas vão perdendo os seus sons.E olhando essas duas imagens de Taperoá, o que dói n...
10/05/2026

Há cidades que não envelhecem.
Elas apenas vão perdendo os seus sons.

E olhando essas duas imagens de Taperoá, o que dói não é apenas a mudança da paisagem. É o silêncio.

Na primeira foto antiga, ainda existia pulsação. O antigo Colégio Estadual mantinha aquela parte da Matriz viva. Tinha estudante atravessando a praça, conversa nas calçadas, bicicleta encostada, vendedor chamando, risada ecoando entre as paredes antigas. O espaço era apertado porque a vida ocupava tudo.

Hoje, olhando a imagem atual, parece que arrancaram a alma do lugar e deixaram apenas concreto organizado.

Abriram vazio onde antes existia encontro.

E talvez esse seja um dos maiores erros das cidades modernas: acharem que urbanizar é apenas “limpar”, “padronizar”, “abrir espaço”. Não é.

Cidade sem gente circulando vira cenário.
E cenário não abraça ninguém.

As barracas construídas ali parecem não conversar com a história da rua. Quebram a identidade visual, ferem a memória arquitetônica e criam uma sensação estranha de desconexão. Quem conhece Taperoá de verdade percebe isso na mesma hora.

E lá do alto ainda enxergamos outra ferida: o que fizeram com a Casa Paroquial.

Quem viveu aquele tempo lembra dos jardins, das roseiras, do charme antigo, da imponência silenciosa daquele espaço. Havia uma harmonia entre a Igreja, a praça e a Casa Paroquial. Tudo parecia conversar entre si.

Hoje, muito disso foi descaracterizado.

E o mais revoltante é perceber que, em nome do “novo”, muitas cidades estão apagando justamente aquilo que as tornava únicas.

Taperoá nunca precisou parecer cidade grande.
Sua beleza sempre esteve exatamente no contrário.

Nas fachadas antigas.
Nas esquinas apertadas.
Na sombra das árvores.
No povo ocupando a rua.
Na memória viva.

Porque uma cidade não é feita apenas de obra.
É feita de pertencimento.

E pertencimento não se constrói com cimento. Se constrói com memória, identidade e respeito pela própria história.


Mãe de Taperoá: o coração que bate mais forte no CaririTem um tipo de amor que só existe aqui.É o amor de mãe no Cariri....
10/05/2026

Mãe de Taperoá: o coração que bate mais forte no Cariri

Tem um tipo de amor que só existe aqui.

É o amor de mãe no Cariri.

Daquelas que acordam antes do sol nascer, quando o frio da madrugada ainda abraça a terra seca, e já colocam a chaleira no fogo para o café coado, enquanto a casa desperta devagar.

Mãe de Taperoá tem um jeito diferente de amar.

Ama no cuidado silencioso.
No prato feito com carinho.
No conselho dado na cozinha.
Na bênção antes de sair de casa.
E naquele velho “vá com Deus”, que vale mais que qualquer proteção.

Foi ela quem nos ensinou a caminhar pelas ruas de nossa terra.

Quem segurou nossa mão na ida à feira.

Quem nos levou à missa de domingo.

Quem preparou o almoço para reunir a família inteira ao redor da mesa.

Quem enxugou nossas lágrimas e celebrou nossas vitórias como se fossem dela. Porque eram.

Mãe de Taperoá é forte.

É mulher de fibra.

Muitas vezes criou filhos sozinha, enfrentou a seca, a distância, a saudade e as dificuldades da vida sem nunca perder a fé.

Fez do pouco, abundância.

Do aperreio, coragem.

Da luta, exemplo.

E mesmo com o peso do mundo nas costas, ainda encontrava tempo para um sorriso e um colo que curava tudo.

Hoje, nossa homenagem é para elas.

Para as mães que estão entre nós.

Para as que já partiram, mas permanecem vivas em cada lembrança, em cada receita, em cada ensinamento e em cada saudade.

Porque toda casa de Taperoá guarda um pouco da força de uma mãe.

E todo filho de Taperoá carrega no peito um pedaço desse amor.

Feliz Dia das Mães.

Uma singela homenagem do Eu Amo Taperoá, em reverência às mulheres que fizeram e fazem da nossa terra um lugar mais humano, mais forte e infinitamente mais amoroso.

No Beco da Poesia, as paredes guardam versos. Eu guardo o orgulho de chamar Taperoá de minha terra.Há lugares que não sã...
10/05/2026

No Beco da Poesia, as paredes guardam versos. Eu guardo o orgulho de chamar Taperoá de minha terra.

Há lugares que não são feitos apenas de tijolo, cal e concreto. São construídos de memória, sentimento e pertencimento. Lugares que, quando a gente pisa, não toca apenas o chão, toca também a própria história.

O Beco da Poesia é assim.

Entre palavras escritas nas paredes e silêncios que falam à alma, ele nos lembra que uma cidade não vive apenas de ruas e prédios. Vive de lembranças. Vive das histórias de seu povo. Vive daquilo que escolhemos preservar.

Caminhar por aqui é mais do que atravessar um espaço. É reencontrar raízes. É ouvir ecos de ontem dialogando com o presente. É sentir que cada verso estampado nessas paredes também conta um pouco da nossa própria trajetória.

Taperoá tem esse dom: transformar lugares em sentimento.

E talvez seja por isso que amar nossa terra seja, antes de tudo, reconhecer nela um pedaço de nós mesmos.

Esse sou eu. Sou de muitos lugares, mas Taperoá é de mim, ela não sai de mim. Por onde eu for, a carrego no peito, na garganta, na mente e nos meus sonhos.

E você, qual lugar de Taperoá guarda um pedaço da sua história?

Endereço

Rua São José, S/N
Taperoá, PB
5860000

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