25/12/2025
MANIFESTO PÚBLICO EM DEFESA DO RTO
PELO DIREITO AO TRABALHO E À MOBILIDADE
A Artesp retirou nossa remuneração, nos coagindo a assinar contratos precários como única forma de receber pelo serviço já prestado.
Agora, na calada da noite, de maneira arbitrária, covarde e sem diálogo, declara extinto todo o sistema RTO.
O RTO não é favor, nem privilégio.
É transporte essencial, utilizado diariamente por milhares de cidadãos da Região Metropolitana de São Paulo para acesso ao trabalho, à escola e à saúde.
Sempre trabalhamos sob contratos precários, realidade que, inclusive, marca todo o sistema de transporte metropolitano.
Diante disso, perguntamos:
👉 Por que apenas os direitos de 96 microempresários, cada um com um único ônibus, estão sendo retirados?
👉 Por que grandes empresários seguem operando sem licitação?
👉 Quem controla a caixa-preta do transporte no Estado de São Paulo?
👉 Quem decide quem pode trabalhar e quem deve ser eliminado de um sistema que já opera sem licitação e sem transparência?
O que está em curso é a exclusão deliberada de trabalhadores e microempreendedores, empurrados para fora do sistema sem qualquer alternativa, negociação ou responsabilidade social.
Não pedimos privilégio.
Exigimos respeito.
Exigimos legalidade.
Exigimos o direito constitucional ao trabalho.
Interromper o RTO de forma abrupta é condenar trabalhadores, microempresários e usuários a pagarem sozinhos uma conta que não criaram.
📢 Os RTOs pedem socorro.
📢 O transporte é um direito do povo.
📢 Trabalhar também.
lima
Alckmin
oficial
Guilherme Boulos
sp cerm
CartaCapital
Zarattini
Gleisi Hoffmann
Kim Kataguiri