Coletivo Feminista 3 Rosas

Coletivo Feminista 3 Rosas Coletivo feminista auto-organizado pelas mulheres de Faficla (Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP). Che Guevara.

Aliado à ENECOS (Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social), o 3 Rosas soma-se hoje a um projeto de universidade e sociedade que busca, entre outras coisas, mobilizar-se em torno da pauta de combate às opressões. "Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira".

Chegou ao nosso conhecimento um caso de racismo envolvendo a estudante da PUC Anna Gabriela Coelho, que militou no 3 ros...
02/10/2016

Chegou ao nosso conhecimento um caso de racismo envolvendo a estudante da PUC Anna Gabriela Coelho, que militou no 3 rosas. Repudiamos esse ocorrido e a expulsamos do nosso coletivo. Além disso, conversamos com a menina que foi agredida e prestamos nossa solidariedade. Por se tratar de um coletivo majoritariamente composto por mulheres brancas, realidade que também se repete na nossa universidade, o racismo infelizmente é um fantasma que está à nossa volta. Contamos com a colaboração de todas para denunciar esses casos e nos ajudar a evoluir constantemente. A autocrítica é muito importante bem como a participação de mulheres negras no nosso coletivo.
Lamentamos este acontecimento e faremos o possível para que isso não se repita. Segue, abaixo, o post feito pela estudante no Facebook, para conhecimento.

Vamos ajudar esse projeto maravilhoso que é a InfoPreta? É só votar! As minas precisam dessa grana para continuar tocand...
10/08/2016

Vamos ajudar esse projeto maravilhoso que é a InfoPreta? É só votar! As minas precisam dessa grana para continuar tocando essa iniciativa, é super rápido!

"Esse projeto visa doar notebooks para jovens negras e negros das comunidades e de baixa renda que não possuem condições e nem possibilidade de continuar os estudos. Mas infelizmente, nos faltam recursos e ajuda para continuarmos auxiliando, orientando e estimulando os jovens a continuarem no ensino superior. Por isso estamos participando do BeDream Brasil, que irá nos ajudar com todas essas dificuldades."

LINK PARA VOTAR: http://fund.bedream.me/projects/4450 =_

As próximas audiências públicas da Comissão de Propostas para Segurança, Discriminação e Assédio da PUC vão acontecer ne...
10/08/2016

As próximas audiências públicas da Comissão de Propostas para Segurança, Discriminação e Assédio da PUC vão acontecer nesta sexta-feira (12), pela manhã (das 10h às 11h30) e à noite (das 19h às 20h30), no auditório 239. Estudantes interessadas em prestar depoimento de casos de assédio e discriminação podem comparecer ou prestar queixa anônima!
Mais informações no link.

Audiência pública ouve funcionários 05/08/2016 Equipe ACI A Comissão de Propostas para Segurança, Discriminação e Assédio na PUC-SP, nomeada pela reitora e presidente do Conselho de Administração, professora Anna Maria Marques Cintra, realizou dia 5/8 a sua segunda audiência pública para recolher os...

09/08/2016

DELEGACIA DA MULHER 24H // O Governador acabou de confirmar a primeira Delegacia de Defesa da Mulher de SP a funcionar 24 horas por dia, sete dias da semana. Taí a prova de que nos mobilizando, conseguimos criar a cidade que a gente quer. \o/

Precisamos comemorar o resultado e continuar firmes na luta, afinal, uma só delegacia não será suficiente. Não podemos descansar até conseguirmos um compromisso do governo de levar atendimento 24h para as cinco regiões da cidade e outras cidades do estado. Assine nossa petição e compartilhe: www.delegaciadamulher.minhasampa.org.br

Só de janeiro a abril desse ano, nosso estado registrou, em média, um caso de estupro por hora. Não podemos deixar que o poder público pense que uma única delegacia resolve a questão. O atendimento 24 horas nas Delegacias da Mulher de todo o estado é fundamental pra que a gente combata a cultura de violência contra a mulher, puna os agressores e ofereça um suporte as vítimas no momento em que elas mais precisam. Vamos nessa?!

"PRECISAMOS FALAR SOBRE A CULTURA DO ESTUPROA cultura do estupro está nas ruas, nos assédios, nas músicas, no cinema, na...
26/05/2016

"PRECISAMOS FALAR SOBRE A CULTURA DO ESTUPRO

A cultura do estupro está nas ruas, nos assédios, nas músicas, no cinema, na publicidade, na mídia, na pornografia, em todas as formas de perpetução e naturalização da violência contra a mulher. No Brasil, 130 mulheres são estupradas por dia e cerca de 0,26% da nossa população sofre violência sexual, o que indica que haja anualmente 527 mil tentativas ou casos de estupros consumados no país, dos quais só 10% são reportados às autoridades. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o número de estupros no Brasil subiu 18,17% em 2012, na comparação com o ano anterior.
Cotidianamente as mulheres convivem com o medo gerado pelo feminicídio (morte de mulheres motivados por misoginia, ódio e sentimento de posse sobre as mulheres), que atravessa nossas vidas em todos os espaços: a casa, as vielas, a rua, o ônibus, o trabalho, as relações, sua identidade.
Mesmo assim vivemos também a violência de nos negarem a legitimidade do nosso medo, com falas que reforçam lugares de objeto, o da culpa, o da punição. O acesso aos nossos corpos é naturalizado no assédio daqueles que os entendem como públicos e disponíveis.
Essa cultura doente que subjuga a mulher é tão instalada na sociedade que homens agressores se sentem na liberdade de publicamente, na mídia e nos veículos de humor colocar a violência como piada ou troféu. As mulheres combateram nas redes e nas ruas figuras televisivas como Rafinha Bastos e Daniel Gentilli que deram declarações absurdas em seus programas naturalizando o estupro, e ainda Alexandre Frota que confessou ser estuprador e hoje se reuniu com o Ministério da Educação do Governo Temer.
Hoje vimos mais uma tragédia no Rio de Janeiro, que em uma rede social massiva como o Twitter um criminoso divulga vídeo junto com outros diversos agressores expondo o corpo da vítima dopada e se vangloriando, em meio a risadas e declarações grotestas.
No Rio de Janeiro das Olimpíadas e que tem como candidato à prefeitura também um agressor, Pedro Paulo, ocorreu o caso que vai marcar com horror a vida de uma mulher, uma geração de mulheres.
Não há justiça capaz de responder essa agressão, mas haverá luta para que todos sejam punidos e que a cultura do estupro e o feminicídio acabem!
Eu luto pelo fim da cultura do estupro!
Por todas as vítimas! Por todas nós."

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Twitbon Eu luto pelo fim da cultura do estupro! –
http://twibbon.com/Support/fim-da-cultura-do-estupro

13/05/2016

"Nunca se esqueça de que basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá de manter-se vigilante durante toda a sua vida."
(Simone de Beauvoir)

06/05/2016

A partir de relatos frequentes de assédio nos arredores da PUC-SP, o coletivo VOA* propôs a mobilização “Fui Assediada Aqui” que será iniciada em Perdizes e pretende ser espalhada por toda a cidade de São Paulo.
A ideia consiste em expor em pontos específicos da cidade lambes com a frase “ATENÇÃO, FUI ASSEDIADA AQUI”, com o objetivo de intimidar, alertar e conscientizar as pessoas que transitam pelas ruas de SP sobre os abusos sofridos pelas mulheres cotidianamente.
O modelo tipográfico do lambe foi produzido e, com a ajuda de participantes e apoiadores do movimento, milhares estão sendo impressos.
Pretendemos espalhá-los por locais em que já foram relatados diversos tipos de abuso e, com o crescimento da ideia, vamos disponibilizar lambes prontos para mulheres nas ruas/metrôs/universidades e escolas para que elas colem nos locais em que já passaram por essa desagradável situação.
Mapas da região da PUC Perdizes serão confeccionados e expostos nos corredores da universidade para que as estudantes marquem os locais de assédio e assim levantaremos mais pontos para fortalecermos com a colagem. (Manas de outras faculdades, façam os mapas de vocês também! Nós te ajudamos :D)
A iniciativa está aberta para sugestões, críticas e participação de todas as minas interessadas. Quem quiser participar do grupo, de reuniões, ações ou simplesmente trazer um depoimento, é só entrar em contato com a gente através da página heart emoticon
Unidos, nossos relatos vão tomar essa cidade que é nossa por direito. As mesmas palavras usadas para nos assediar diariamente podem ser viradas contra os próprios agressores. Nenhum passo para trás será dado! Vamos juntas?
- *O VOA (Voa, Organização e Autonomia) é um coletivo criado por estudantes de jornalismo da PUC-SP que querem unir o debate de diferentes coletivos feministas e de qualquer mulher interessada em somar na luta. Bora dividir as ideias, ações e desabafos, misturar tudo lindo e gostosinho por um desejo em comum, a nossa liberdade!
https://www.facebook.com/fuiassediadaaqui/?fref=ts

A partir de relatos frequentes de assédio nos arredores da PUC-SP, o coletivo VOA* propôs a mobilização “Fui Assediada Aqui” que será iniciada em Perdizes e pretende ser espalhada por São Paulo.
A ideia consiste em expor em pontos específicos da cidade lambes com a frase “ATENÇÃO, FUI ASSEDIADA AQUI”, com o objetivo de intimidar, alertar e conscientizar as pessoas que transitam pelas ruas de SP sobre os abusos sofridos pelas mulheres cotidianamente.
O modelo tipográfico do lambe foi feito e, com a ajuda de participantes e apoiadores do movimento, milhares estão sendo impressos.
Pretendemos espalhá-los por locais em que já foram relatados diversos tipos de abuso e, com o crescimento da ideia, vamos disponibilizar lambes prontos para mulheres nas ruas/metrôs/universidades e escolas para que elas colem nos locais em que já passaram por essa desagradável situação.
Mapas da região da PUC Perdizes serão confeccionados e expostos nos corredores da universidade para que as estudantes marquem os locais de assédio e assim levantaremos mais pontos para fortalecermos com a colagem. (Manas de outras faculdades, façam os mapas de vocês também! Nós te ajudamos :D)
A iniciativa está aberta para sugestões, críticas e participação de todas as minas interessadas. Quem quiser participar do grupo, de reuniões, ações ou simplesmente trazer um depoimento, é só entrar em contato com a gente através da página

06/05/2016

"ATENÇÃO MULHERES DA PUC-SP CAMPUS PERDIZES!
Ontem aconteceu de novo. Duas vezes em menos de meia hora.
Duas alunas da PUC foram atacadas ontem (05/05) na rua Ministro Godoi, a poucos metros da Pontifícia. Um grupo de três homens as perseguiram e elas escaparam por pouco ao perceberem a movimentação suspeita. Pelos relatos, foram os mesmos homens que atacaram as duas. São altos, andam bem vestidos e um deles tem cabelo comprido até o ombro.
Há duas semanas, outra aluna da PUC relatou via Internet um ataque semelhante nas mesmas redondezas, também por um grupo de três indivíduos que se encaixam neste mesmo perfil. Ainda muito assustadas, nós mulheres da PUC, componentes de diversos coletivos, estamos nos mobilizando para que as medidas necessárias sejam tomadas.
Por enquanto, o recado que f**a é o seguinte: NÃO SAIAM DA PUC DESACOMPANHADAS! ANDEM JUNTAS! Temos um grupo no whatsapp para combinarmos entre nós companhias na hora de ir embora. Quem ainda não fizer parte, manifeste-se nos comentários que entramos em contato!
Hoje (06/05), vamos nos encontrar às 17h no pátio da cruz para conversarmos sobre os ocorridos, organizar nossa mobilização e sair colando lambes por Perdizes. Todas são bem-vindas!
Vamos fazer de tudo para que a situação não se repita! Fiquem alertas!"

https://www.facebook.com/fuiassediadaaqui/?fref=ts

A partir de relatos frequentes de assédio nos arredores da PUC-SP, o coletivo VOA* propôs a mobilização “Fui Assediada Aqui” que será iniciada em Perdizes e pretende ser espalhada por São Paulo.
A ideia consiste em expor em pontos específicos da cidade lambes com a frase “ATENÇÃO, FUI ASSEDIADA AQUI”, com o objetivo de intimidar, alertar e conscientizar as pessoas que transitam pelas ruas de SP sobre os abusos sofridos pelas mulheres cotidianamente.
O modelo tipográfico do lambe foi feito e, com a ajuda de participantes e apoiadores do movimento, milhares estão sendo impressos.
Pretendemos espalhá-los por locais em que já foram relatados diversos tipos de abuso e, com o crescimento da ideia, vamos disponibilizar lambes prontos para mulheres nas ruas/metrôs/universidades e escolas para que elas colem nos locais em que já passaram por essa desagradável situação.
Mapas da região da PUC Perdizes serão confeccionados e expostos nos corredores da universidade para que as estudantes marquem os locais de assédio e assim levantaremos mais pontos para fortalecermos com a colagem. (Manas de outras faculdades, façam os mapas de vocês também! Nós te ajudamos :D)
A iniciativa está aberta para sugestões, críticas e participação de todas as minas interessadas. Quem quiser participar do grupo, de reuniões, ações ou simplesmente trazer um depoimento, é só entrar em contato com a gente através da página

Atenção minas da Puc e região! Vamos Juntas!
29/04/2016

Atenção minas da Puc e região!
Vamos Juntas!

Compartilhem para que o maior numero de minas tenha conhecimento!

25/04/2016


Reportagem de Alê Alves, especial para a Ponte Jornalismo Procurados pela Ponte Jornalismo, o comandante-geral da PM de SP, coronel Ricardo Gambaroni, Douglas Luiz de Paula, Fábio Donizeti Pultz e …

Endereço

Pontifícia Universidade Católica De
São Paulo, SP

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