Articulação de Esquerda Rio de Janeiro

Articulação de Esquerda Rio de Janeiro Página da Articulação de Esquerda do Rio de Janeiro. Tendência PeTista a Serviço de um PT Democrático

12/07/2026

🌹

Em 2010, o Brasil viveu um momento histórico. Com o jingle "Lula Tá com Dilma", a campanha reforçava o apoio de Lula à candidatura de Dilma Rousseff e a continuidade do projeto iniciado em 2003.

A música rapidamente conquistou as ruas, embalou a militância e se tornou um dos jingles mais marcantes da história das campanhas presidenciais brasileiras.

No primeiro turno, Dilma recebeu 46,91% dos votos. No segundo, venceu José Serra com 56,05%, tornando-se a primeira mulher eleita Presidenta do Brasil. Foi também a quarta vitória consecutiva do PT nas eleições presidenciais — o tetra iniciado com Lula em 2002, seguido pela reeleição em 2006 e pelas vitórias de Dilma em 2010 e 2014.

Em 2026, o Brasil não conquistou o hexa nos gramados. Mas nas urnas podemos escrever mais um capítulo dessa história: eleger Lula mais uma vez, com a força do povo, rumo ao tetra de Lula e ao hexa do PT. ✊🏽🌹🇧🇷

🇧🇷

🌹𝗔 𝗙𝗔𝗟𝗦𝗔 𝗨𝗡𝗔𝗡𝗜𝗠𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗢 𝗔𝗣𝗢𝗜𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗧 𝗥𝗝 𝗔 𝗘𝗗𝗨𝗔𝗥𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗘𝗦, 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗣𝗔𝗨𝗟𝗢 𝗘 𝗤𝗨𝗔𝗤𝗨ÁUm Diretório convocado em cima da hora impedi...
11/07/2026

🌹

𝗔 𝗙𝗔𝗟𝗦𝗔 𝗨𝗡𝗔𝗡𝗜𝗠𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗢 𝗔𝗣𝗢𝗜𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗧 𝗥𝗝 𝗔 𝗘𝗗𝗨𝗔𝗥𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗘𝗦, 𝗣𝗘𝗗𝗥𝗢 𝗣𝗔𝗨𝗟𝗢 𝗘 𝗤𝗨𝗔𝗤𝗨Á

Um Diretório convocado em cima da hora impediu que a Articulação de Esquerda pudesse participar da reunião que definiu a tática eleitoral, a chapa majoritária e a coordenação da campanha do presidente Lula no Rio de Janeiro. Uma sequência de decisões equivocadas, com exceção da imprescindível candidatura de Benedita ao Senado, foi aprovada pelo Diretório Estadual no dia 8 de julho.

A reeleição de Lula deve ser a prioridade de todas as prioridades do PT, mas a campanha no Rio de Janeiro corre o risco de ser seriamente prejudicada com a aprovação de Quaquá como coordenador estadual. Essa função precisa ser desempenhada por alguém capaz de agregar e que possua compromisso orgânico com Lula, com a esquerda e com o PT. Além disso, conforme suas próprias declarações recentes, por alguém "que não tenha problemas com investigações".

A tática eleitoral de apoiar Eduardo Paes ao Governo do Estado e Pedro Paulo como segundo nome para o Senado é um erro político que afasta o PT de seus princípios e coloca em risco a eleição de Benedita da Silva para uma das duas vagas ao Senado pelo Rio de Janeiro. Eduardo Paes não é aliado do PT e não tem compromisso com os acordos estabelecidos. Pedro Paulo tem histórico de violência contra a mulher, apoiou o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff e é autor do projeto da Reforma Administrativa, que desmonta o Estado, ataca os direitos do funcionalismo público e enfraquece os serviços públicos. Também não será surpresa uma dobradinha implícita entre Pedro Paulo e a extrema direita na disputa pelo Senado, colocando em risco a vitória eleitoral do PT. Ambos representam, em nossa avaliação, a direita neoliberal.

Entendemos ser importante para a campanha nacional e para o fortalecimento da esquerda no Rio de Janeiro a construção de uma candidatura com nitidez na oposição à extrema direita e à direita neoliberal; comprometida com a defesa das políticas do Governo Lula, do PT e de um programa voltado aos interesses da classe trabalhadora e dos setores populares. Um programa que fortaleça o papel do Poder Público como indutor do desenvolvimento do Estado; que valorize o funcionalismo; que fortaleça a proteção ambiental; que promova políticas inclusivas para camelôs e ambulantes; e que preserve praças, parques, jardins e demais espaços públicos como patrimônios inalienáveis da população. Paes e Pedro Paulo se contrapõem a esse projeto e, caso eleitos, tenderão a aprofundar uma política mercantilista, recessiva e excludente.

Assim, entendemos que, na tática eleitoral do PT do Rio de Janeiro, não cabem nem Paes nem Pedro Paulo. No primeiro turno das eleições, precisamos dedicar todos os esforços à defesa de Lula, divulgando propostas ainda mais ousadas para um futuro Governo Lula 4. No entanto, o Diretório Estadual aprovou a aliança com Paes sem qualquer acordo programático, reafirmando uma adesão rebaixada, com riscos para a candidatura de Benedita e para a própria construção partidária. É preciso que o PT retome seu papel de liderança na reorganização da esquerda e na construção de um novo ciclo político no Rio de Janeiro.

𝗕𝗲𝗻𝗲𝗱𝗶𝘁𝗮 é 𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗽𝗿é-𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗮 𝗮𝗼 𝗦𝗲𝗻𝗮𝗱𝗼!

𝗟𝘂𝗹𝗮 é 𝗧𝗲𝘁𝗿𝗮!

𝗩𝗶𝘃𝗮 𝗼 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗧𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮𝘀 𝗲 𝗱𝗼𝘀 𝗧𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀!

10 de julho de 2026

Direção Estadual da Articulação de Esquerda do RJ

🇧🇷

🐷  𝐀 𝐑𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮çã𝐨 𝐃𝐨𝐬 𝐁𝐢𝐜𝐡𝐨𝐬 𝐄 𝐀 𝐄𝐬𝐪𝐮𝐞𝐫𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐝 𝐏𝐢𝐥𝐥𝘗𝘰𝘳 𝘙𝘰𝘣𝘦𝘳𝘵𝘰 𝘗𝘰𝘯𝘤𝘪𝘢𝘯𝘰— Alguns finais de livros marcaram minha trajetória d...
14/05/2026

🐷 𝐀 𝐑𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮çã𝐨 𝐃𝐨𝐬 𝐁𝐢𝐜𝐡𝐨𝐬
𝐄 𝐀 𝐄𝐬𝐪𝐮𝐞𝐫𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐝 𝐏𝐢𝐥𝐥

𝘗𝘰𝘳 𝘙𝘰𝘣𝘦𝘳𝘵𝘰 𝘗𝘰𝘯𝘤𝘪𝘢𝘯𝘰

— Alguns finais de livros marcaram minha trajetória de leitor, cito três que foram verdadeiras epifanias para mim: o primeiro, Satã em “A revolta dos anjos”, de Anatole France, no qual o diabo é convidado para fazer uma revolução contra a tirania e a monarquia de Jeová e tem um sonho. Nele, como ambos, Deus e Diabo, compartilham da mesma natureza imortal, Satã vence, toma a monarquia do céu, e expulsa Jeová para a terra. Satã se torna o monarca ditadorial e Jeová vira Satã, então, o próprio Satanás tem uma epifania, se não é para mudar nada, para que afinal se faria uma revolução, e desiste da empreitda.

A segunda, de “Grande sertão, veredas”, a descoberta por Riobaldo que Reinaldo, Diadorim, era, na verdade, Maria Deodorina da Fé Bettancourt Marins, toda aquela tensão sexual entre dois jagunços, numa sociedade permeada pela homofobia, ao final revelada como um pacto de silêncio da filha de Joca Ramiro para vingar o pai (óbvio que o livro não se resume a esta única tensão, mas o final é simplesmenta fantástico) e, por fim, Napoleão, em “A revolução dos bichos”, de George Orwell, em que após fazer a revolução, Napoleão, o porco, a liderança dos animais, está sentado junto à mesa, com os humanos, negociando a carne de seus semelhantes e não sabe mais em que lado da luta está realmente.

Mas, porque afinal este irritante nariz de cera neste texto? É porque a semiótica da qual falarei faz lembrar, ao menos do livro de Anatole France, de uma esquerda que perde seu leimotiv e se vicia no aparelho do poder e nem sabe mais porque está lutando, ou transforma a luta num meio de vida no sentido vil de trabalho para se sustentar e manter o status quo; e do terceiro, do Napoleão de Orwell, que, ao fim e ao cabo, conquista o poder e se refestela nele, e anula os limites entre aliados e inimigos.

Numa mesma semana, duas notícias fazem pensar mais do que em tática e estratégia, em questões de fundo. Não é segredo para ninguém que Washington Quaquá faz qualquer coisa para agradar a platéia reacionária e bolsonarista para quem deseja falar. Numa inversão de valores da luta por corações e mentes, este “gênio da raça” convence alguns (ou não os convence e os fideliza por aparelho) que para “ser povão” e “falar a linguagem do povo” o caminho é transformar o senso comum em teoria e pautar a esquerda pelo programa da direita.

O abraço em Pazzuelo, o ministro da morte do governo Bolsonaro, a defesa aberta e escancarada de Brazão (o réu condenado pelo assassinato de Mariele Franco), a propaganda aberta e declarada de que “bandido bom é bandido na vala”, sem nenhum subterfúgio e que poderia ter saído da boca da Júlia Zanata, de qualquer um dos filhos de Bolsonaro, do próprio Bolsonaro pai ou de Marcel van Hatten, numa propaganda de ódio que vai contra tudo que a esquerda prega e “justificada” pelos feitos administrativos de Maricá e de alguns marcos de governo com viés de esquerda, como batizar o hospital municipal com o nome de Ernesto Che Guevara ou fazer acordos com Cuba e ou China. Em tese, este seria o “pragmatismo” da sua fração no PT, que consegue falar a língua do povo, e isto seria o caminho para o sucesso eleitoral do partido.

Na verdade, é uma renúncia a fazer a luta ideológica e a submissão à lógica de fazer todo e qualquer tipo de aliança para manter o poder, aproximando o discurso da esquerda ao pior sendo comum da direita mamadeira de piroca e que bebe detergente Ypê, um discurso para os ressentidos e frustrados – não à toa o recurso a xingamentos, palavras de baixo calão e ameaças, mostrando como se for necessário ele irá “fazer na mão” com este ou aquele desafeto, e os xingamentos inclusive homofóbicos ou machistas a seus adversários políticos como “viado, corno” (sic), seja dirigido a pessoas dentro do próprio PT, seja a Garotinho, não porque este seja um cara de direita (Quaquá não tem problema de transitar ou apoiar ninguém da direita), mas porque a régua política passa a ser a amizade ou inimizade pessoal.

E porque eu chamo este processo de “Esquerda Red Pill”, porque esta “estratégia” utiliza do mesmo apoio emocional ao macho frustrado e reseentido – e capta inclusive o apoio de muitos deles, que elogiam este discurso com o falso argumento de que “Quaquá combate o discurso identitário”. Este discurso “popular e da força” tolhe a análise racional através de um apelo ao menino frustrado e ressentido que vai passar a vida baseando suas escolhas na medição de sua “masculinidade”.

Dois eventos significativos que saíram, um na imprensa, outro na rede social, são bem ilustrativos desta semiótica. Uma a decisão da Direção Nacional do PT em intervir no Rio de Janeiro para evitar que o suplente ao Senado de Benedita da Silva fosse ou o cantor evangélico Kleber Lucas, ou o deputado Felipe Neto (ou os 2, sabe-se lá em que ordem), desejos da “política pragmática” de Quaquá, que se abstém de fazer qualquer embate ideológico ou enfrentamento ao avanço do fascismo.

Quaquá pratica o entrismo, desfigurando o PT por dentro, fazendo o partido inchar através do seu aparelhamento, com adesões de figuras que não só são estranhas aos objetivos e ao programa que norteou a fundação do PT socialista, como são mesmas inimigas declaradas de tudo que o PT representou de novidades, anseios e esperanças com sua fundação. É a necrose, por dentro, do partido, que ao permitir que se perca suas nuances e limites ideológicos corre o risco de passar por processo semelhante ao que ocorreu nos partidos socialistas da França e do Chile, que ao fim e ao cabo, não dissentiam ou não diferiam muito dos partidos liberais em suas fronteiras.

Um partido não é um aparelho em si mesmo, é parte do pensamento da sociedade, e a adesão a ele é um processo de fidedignação a ideias comuns que norteiam a luta por um objetivo maior que apenas ganhar eleições ou conseguir cargos de primeiro a décimo nono escalão, seja nos governos municipais, estaduais ou federal. István Mészàros já alertava para a doença da conversão dos grandes partidos socialistas e comunistas em aparelhos subvertidos a uma lógica de aparelhos burocráticos, que acabavam por se tornar fim em si mesmos, com um exército de burocratas que, ao fim e ao cabo, acabavam transformando a vida interna do partido em um fim em si mesmo e na luta pela sobrevivência pessoal através da permanência na estrutura do poder como um meio de sustentação, como um “trabalho”.

Contra esta burocratização e esta perversão do PT, em uma estrutura de poder dócil e leniente aos interesses da elite, deve ser o objetivo da militância cotidiana e árdua daqueles que não veem o PT como um fim em si mesmo, mas sim como um instrumento de mudança da sociedade brasileira, de luta de classes e de luta pelo socialismo.

O outro fato merece até virar uma anedota. O filho de Quaquá, que virou algo semelhante a um 01 com verniz de esquerda, vai a um CAC (estes aparelhos ideológicos do bolsonarismo, que hoje são estruturas que servem para armar e financiar o crime organizado) com uma blusa estampada com a cara do Lula em uma pose que levaria Júlia Zanata a aplaudi-lo.

Com um fuzil na mão, evocou Marighela e Che Guevara (que devem estar se revirando no túmulo) para tentar criar uma simbiose com o eleitor bolsonarista.

Aqui cabem muitas notas sobre esta foto patética.

Primeiro, a direita não vai votar numa candidato de esquerda porque ele está com um rifle na mão. Entre Carlos Bolsonaro com um rifle na mão e Diego Quaquá imitando o filho do Bozo, o eleitor de direita nem pestaneja em votar no bolsonarista original.

Segundo, tornar palatável o armamento da população para fingir que “está discutindo política de segurança” é dar força ao senso comum do “bandido bom é bandido morto’, como se o armamento letal disseminado entre a população não servisse ao fim e ao cabo para a execução covarde de mulheres, g**s, lésbicas, trans, negros pobres na favela.

Terceiro, antes que me venham falar de “luta armada” e “revolução” a última coisa que Diego, antes Zeidan, e agora Quaquá, vai fazer é propaganda de luta armada, que sequer é uma pauta de qualquer partido da esquerda no Brasil no século XXI.

Para agradar o bolsonarismo não me espantaria se na próxima semana Diego Quaquá não aparecesse bebendo um frasco inteiro de detergente Ypê.

𝘙𝘰𝘣𝘦𝘳𝘵𝘰 𝘗𝘰𝘯𝘤𝘪𝘢𝘯𝘰 é Escritor, mestre em Filosofia e Letras, especialista em Economia

🇻🇳 *BOLETIM PÁGINA 13* 🇻🇳Sábado, 13 de dezembro de 2025 *Receba os boletins do P13:* Whatsapp http://bit.ly/2OCLfGnTeleg...
15/12/2025

🇻🇳 *BOLETIM PÁGINA 13* 🇻🇳

Sábado, 13 de dezembro de 2025

*Receba os boletins do P13:*
Whatsapp http://bit.ly/2OCLfGn
Telegram https://t.me/BoletimPagina13

BOA LEITURA!

🧐 *Análise e caricatura*
Por Valter Pomar
https://pagina13.org.br/analise-e-caricatura/

⛓‍💥 *Cabides de Aço*
Tovar Junior
https://pagina13.org.br/cabides-de-aco/

✊🏼 *Nota em apoio à companheira Gleice Jane*
Por Dnae
https://pagina13.org.br/nota-em-apoio-a-companheira-gleice-jane/

🇻🇳 *Por uma Juventude Petista radical, interiorizada e do tamanho dos nossos sonhos!*
Por JAE/RS
https://pagina13.org.br/por-uma-juventude-petista-radical-interiorizada-e-do-tamanho-dos-nossos-sonhos/

👑 *Eduardo Leite, o rei dos pedágios!*
Por Marcos Jakoby
https://pagina13.org.br/eduardo-leite-o-rei-dos-pedagios/

💸 *Governo Leite asfixia o financiamento da saúde e da educação*
Por Lúcia Camini
https://pagina13.org.br/governo-leite-asfixia-o-financiamento-da-saude-e-da-educacao/

🚩 *Construir a alternativa popular e democrática para o RS*
Por Júlio Quadros
https://pagina13.org.br/construir-a-alternativa-popular-e-democratica-para-o-rs/

😡 *Comissão de Ética para Quaquá*
Por Valter Pomar
https://pagina13.org.br/comissao-de-etica-para-quaqua/

📝 *Orientação Militante N°510 (13 de dezembro de 2025)*
Por dnae
https://pagina13.org.br/orientacao-militante-n510-13-de-dezembro-de-2025/

🗓 *Agenda*
https://www.pagina13.org.br/agenda/


📫 Contato:
[email protected]

VISITE NOSSAS PÁGINAS:
https://www.pagina13.org.br/
https://www.facebook.com/jornalpagina13/
https://www.youtube.com/user/JornalPagina13

Domingo nas Ruas!Caetano Veloso, Gilberto Gil e Paulinho da Viola voltam a dividir o mesmo palco em um novo ato musical ...
13/12/2025

Domingo nas Ruas!

Caetano Veloso, Gilberto Gil e Paulinho da Viola voltam a dividir o mesmo palco em um novo ato musical no Rio de Janeiro. Três pilares da música brasileira se reencontram nas ruas para pedir respeito pelo Brasil e levantar a voz contra os retrocessos impostos pelo Congresso.

O Ato Musical 2: O Retorno – Respeitem o Brasil acontece em Copacabana no Posto 5 a partir das 14h.

Venha e participe desse capítulo da luta coletiva do povo brasileiro.

Fiquem atentos nas nossas redes para mais informações.

🇧🇷

13/12/2025

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Articulação de Esquerda Rio de Janeiro posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar