Coletivo Municipal de Jovens de Quijingue - CMJQ

Coletivo Municipal de Jovens de Quijingue - CMJQ O Coletivo de Jovens estimula a força transformadora da juventude quijinguense no contexto social, político e no projeto de vida de cada membro. Junte-se a nós!

11/02/2019
Sabe-se que julgar, apontar e acusar, nunca foi remédio para quem precisa de cuidados. Para Cuidar da saúde, da Alma, é ...
20/12/2018

Sabe-se que julgar, apontar e acusar, nunca foi remédio para quem precisa de cuidados. Para Cuidar da saúde, da Alma, é preciso uma dose bem grande de AMOR.
Nesse sentido, partilhar nossos dramas é a chave que abrirá portas para nos entendermos. E assim, colocar-se no lugar do outro/da outra, ouvir, acolher, aconchegar. Enxergar com outra ótica!

E aí, vamos Partilhar?

A ideia deste tema vem da ACONCHEGO - Associação Constitutiva de Conhecimento Harmonia e Espiritualidade em Grupo Organizado.

É uma associação em desenvolvimento que vem explanar ao grande público, um projeto (esboço) para se constituir um centro de acolhimento de pessoas que tenha algum tipo de sujeição com as dr**as. É notável, por exemplo em nosso município, o aumento contínuo de alcoolistas que necessitam de atenção e apoio. E de que forma seria esta atenção e apoio? Participe e saiba mais o que está por vir nesse Diálogos na Praça!

Toda contribuição para esta causa será muito bem vinda!

Hoje às 19h, na praça Jonas Rocha, ao lado do Centro de Cultura do município.

Sabe-se que julgar, apontar e acusar, nunca foi remédio para quem precisa de cuidados. Para Cuidar da saúde, da Alma, é preciso uma dose bem grande de AMOR.
Nesse sentido, partilhar nossos dramas é a chave que abrirá portas para nos entendermos. E assim, colocar-se no lugar do outro/da outra, ouvir, acolher, aconchegar. Enxergar com outra ótica!

E aí, vamos Partilhar?

A ideia deste tema vem da ACONCHEGO - Associação Constitutiva de Conhecimento Harmonia e Espiritualidade em Grupo Organizado.

É uma associação em desenvolvimento que vem explanar ao grande público, um projeto (esboço) para se constituir um centro de acolhimento de pessoas que tenham algum tipo de sujeição com as dr**as. É notável, por exemplo em nosso município, o aumento contínuo de alcoolistas que necessitam de atenção e apoio. E de que forma seria esta atenção e apoio? Participe e saiba mais o que estar por vir nesse Diálogos na Praça!

Toda contribuição para esta causa será muito bem vinda!

Hoje às 19h, na praça Jonas Rocha, ao lado do Centro de Cultura do município.

Venham no balançar dessa rede! Fiquem ligad@s
09/12/2018

Venham no balançar dessa rede!
Fiquem ligad@s




Com a eminência da instauração de um governo retrógrado e autoritário, os movimentos sociais de todo país saem às ruas p...
09/12/2018

Com a eminência da instauração de um governo retrógrado e autoritário, os movimentos sociais de todo país saem às ruas para gritar ELE NÃO.
Quijingue, como uma cidade onde esses tipos de movimentos se fazem presentes, não poderia se omitir nessa luta em favor da nossa democracia e contra todo retrocesso que representava a candidatura que liderava as pesquisas de intenção de voto. Então a sociedade civil organizada ao lado destes movimentos organiza no dia 06 de Outubro o movimento ELE NÃO, com rodas de conversa e sarau, hasteando a bandeira: “Se fere a minha existência, serei resistência”.
Com a confirmação das pesquisas e o resultado da eleição, percebe-se então a necessidade de intensificar a luta e levar essas discussões cada vez mais adiante e mais a fundo, para toda sociedade Quijinguense. Surge então o projeto “Diálogos na Praça”, onde são promovidos encontros (cine-debates, rodas de conversa, saraus, etc.) semanais no centro da cidade, em frente ao que deveria estar sendo o Centro de Cultura de Quijingue desde 2014, mas por ingerência de governos, está se mostrando um dos maiores “elefantes-brancos” (algo valioso ou que custou muito dinheiro, mas que não possui utilidade) da história da cidade.

Vários colaboradores já contribuíram, participando dos debates e trazendo diversos temas de altíssima relevância para enriquecer cada vez mais esse movimento.
O que já houve nos Diálogos da Praça até aqui:
Cine-debate - A língua das Mariposas; Wellington Andrade - O histórico e avanço do Facismo, e o cenário atual; Cine-debate - A onda; Cine-debate - V de Vingança; Barbosa Jr. - Movimentos Sociais; Enock Peixoto - Educação Tecnicista implantada durante a Ditadura Militar; Djaelson Santana e Laiane Soares - Literatura afro-brasileira e Juventude Negra; Sarau da Resistência; David Alex - Desertificação da Caatinga e O Manejo da Apicultura; Gabriela Barbosa - Equipamentos Culturais e os sentidos da Governança.
O Diálogos na Praça é um projeto que parte da sociedade civil, com a necessidade de cobranças fundamentais para uma vida digna para todos. Então se junte ao movimento, indo aos debates, sugerindo temas a serem discutidos e ajudando na organização.

Avante!




E na sexta-feira à partir das 17h, contamos com a presença de todos os conselheiros do Conselho de Cultura, titulares e ...
05/12/2018

E na sexta-feira à partir das 17h, contamos com a presença de todos os conselheiros do Conselho de Cultura, titulares e suplentes, para juntos dialogar sobre a ativação do Conselho e a construção de um plano de ação.

Venham construir com a gente!

Olá companheirxs, amigxs! >>FIQUEM ATENTOS!

Próxima quinta-feira 6, teremos mais um encontro na praça 'Diálogos Na Praça'; com as ilustres presenças das convidadas Marta Janne, que fará uma brilhante intervenção artística de Dança. E na sequência, mais um tema interessante, que desta vez, a nossa convidada Gabriela Barbosa, vem compartilhar com a gente uma compreensão ampla sobre: "Os Equipamentos Culturais e Os Sentidos da Governança". Será às 19h na praça do quase Centro Cultural. Venha você que já frequenta aos Diálogos Na Praça, convide xs amigxs.

E você, por que não foi aos Diálogos ainda?

Boa noite garotinh@s! Desta vez Diálogos na Praça trará como convidado David Alex para discutirmos sobre a desertificaçã...
22/11/2018

Boa noite garotinh@s!

Desta vez Diálogos na Praça trará como convidado David Alex para discutirmos sobre a desertificação da caatinga, do nosso bioma, o qual com o passar do tempo, tem sofrido ainda mais com as queimadas despelando nossas serras, com o intuito que não sabemos qual, por consequência da falta de conscientização sobre as melhores formas de cuidar da terra para que ela assim nos retribua. Todos gostam de sombra, frequentemente, os questionamentos na rua são, se a chuva vem ou não, porém são poucos que não entendem a gravidade de queimar uma árvore.

"A cor do sertão sem nossa caatinga é triste demais. A lei do machado traz o recado que a seca virá. Eu fiz a besteira, cortei aroeira pra fazer um pirão e a macambira que tanto me inspira, cortei de facão." (Seu Artista Wando, que não só compõe como pinta)

Esse trecho da música do Artista Quijinguense, Seu Wando, traz a dualidade do ser sem acesso direto a informação de gostar do sertão e não saber preservar o que agrava a cada dia a desertificação do solo.

Vamos pra rua juventude! Vamos pra rua papais e mamães, vovós e titios.



Bom dia com a divulgação de um evento lindo desse! Depois de dialogar nas ruas sobre o outro lado da história, o qual nã...
18/11/2018

Bom dia com a divulgação de um evento lindo desse! Depois de dialogar nas ruas sobre o outro lado da história, o qual não contam o nosso lado, este lado, da diversidade, dos encantos, da labuta. O lado da resistência! Resistindo na contra mão desse sistema opressor, ocupando os espaços que nos foram tomados desde muito tempo. Construímos o sarau para que a coragem, a liberdade de expressão, de nossos corpos, da nossa voz tomem conta das ruas, respeitando um ao outro. Dando a mão, um pra o outro.
"1, 2, 3, até hoje dói/ 1, 2, 3, bateu mais que uma vez" e agora, pra tocar em um fio de cabelo da gente, vai ter que passar por uma barreira que abraça o mundo, tem treta, se vocês são Ku Klux Klan, nós somos Pantera Negra!

Venham, vamos movimentar as ruas de Quijingue de forma consciente!





Hoje, 16 de novembro, nós membros do Coletivo Municipal de Jovens de Quijingue em plena sexta-feira, paramos para organi...
17/11/2018

Hoje, 16 de novembro, nós membros do Coletivo Municipal de Jovens de Quijingue em plena sexta-feira, paramos para organizar a VII Semana da Juventude a qual levará como lema a frase: "Se fere minha existência, serei resistência", onde será dedicada uma semana, a primeira de dezembro 03 a 07, para discutirmos assuntos e situações que nos cercam diariamente, saúde, educação, cultura, política. Enfim, um espaço de formação, onde possamos trocar informações e construir conhecimento com o intuito de agregar mais jovens ao movimento.

Fiquem ligad@s, e venham construir junt@ com a gente!!!!





Sexta-feira (24/11/2017): 5º diaNo último dia de palestras e debates, o CMJQ recebeu como convidado Fágner Moreira (Ativ...
02/10/2018

Sexta-feira (24/11/2017): 5º dia
No último dia de palestras e debates, o CMJQ recebeu como convidado Fágner Moreira (Ativista dos Direitos Humanos, Conselheiro Estadual da Juventude, representante do Brasil na cúpula do J8/G8 Summit, na Itália em 2009). Fargner trouxe como tema para debate “A juventude no atual cenário político”, onde fez um paralelo entre a importância de se preocupar com a inserção do jovem no âmbito político social. Fez também um levantamento geral de como a política brasileira vem sendo defasada com o tempo, e salientando novamente a importância de uma política jovem para melhoria do cenário atual, levando em consideração tópicos como a reforma trabalhista e como isso está relacionado diretamente com a juventude. No turno da noite, tivemos Jhonatas Monteiro (Educador, historiador e ativista político, Mestre em História pela UEFS), que trouxe como tema “A atual conjuntura política do país e os desafios da educação pública. O debate teve como destaque tópicos como a reforma do ensino médio, uma crítica negativa à chamada “escola sem partido” e como ela pode ser nociva ao ensino público já defasado no Brasil, mas destacando a importância de se haver uma reforma no ensino público com urgência. Finalizamos a noite e o evento com a apresentação musical do Rapper e compositor Mick Santana (membro fundador do grupo de rap quijinguense Atitude Resistência Atividade e Proceder [A.R.A.P]), cujas letras de autoria própria tocam na ferida quando o assunto é resistência negra e conscientização.



Quinta-feira (23/11/2017): 4º diaDando início ao quarto dia de palestras e debates, tivemos Andréa Laura (Sanitarista gr...
02/10/2018

Quinta-feira (23/11/2017): 4º dia
Dando início ao quarto dia de palestras e debates, tivemos Andréa Laura (Sanitarista graduada em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFBA), que trouxe como tema “Uma análise política; SUS em contexto”, onde fez um apanhado do Sistema Único de Saúde, desde a sua criação, até à precarização que o serviço público vive atualmente. Além da evidente discussão sobre quão defasado está o Sistema Público de Saúde atualmente, Andréa fez questão de esclarecer que o SUS também tem seus inúmeros pontos positivos e que devemos defendê-lo com unhas e dentes. Durante a tarde, tivemos Valquíria Lima (Educadora, especialista em Literatura e Diversidade Cultural pela UFBA e Doutora em Literatura e Cultura pela UFBA), que trouxe como tema “A necessidade de reparação social histórica por parte do Estado Brasileiro”, retratando como o racismo está impregnado na sociedade brasileira, desencadeando alguns dos problemas que levam à exclusão do negro, pobre e periférico. Falou também sobre a política de cotas, onde respondeu várias perguntas da plateia e concluiu fazendo uma síntese de outros temas abordados durante a semana e como eles se comunicam na discussão sobre racismo no Brasil. Por fim, no início da noite, se iniciou a roda de debate com o tema “Pelo fim da cultura do estupro”, mediada por Marcela Prest, que além de Doula (auxiliadora em parto humanizado), é militante ativa em movimentos sociais. Marcela fez um aparato sobre como a sociedade percebe as inúmeras formas de violência contra a mulher, dentro e fora do âmbito familiar, trazendo estatísticas sobre o estupro dentro de casa. Falou também sobre os fatores históricos e sociais que fazem da nossa sociedade uma sociedade machista que silencia e violenta as mulheres. Marcela finalizou sua fala com a importância de se denunciar casos de violência e da importância que o diálogo social tem no combate à violência.



Quarta-feira (22/11/2017): 3º diaNa quarta-feira pela manhã, contamos com a presença de Ailton Santana (Graduado em Letr...
02/10/2018

Quarta-feira (22/11/2017): 3º dia
Na quarta-feira pela manhã, contamos com a presença de Ailton Santana (Graduado em Letras pela UNEB, Serviço Social pela UNOPAR e especializado em Políticas Públicas de Gênero e Raça pela UFBA), que trouxe um polêmico e importante debate, com o tema “Gênero e Sexualidade na Educação Pública”. Durante o debate foram levantados vários tópicos de suma importância para se dialogar o tema, entre eles o PNE (Plano Nacional da Educação) e a exclusão das pautas “Ideologia de Gênero” e ”Equidade de Gênero” em audiência na Câmara de Vereadores Municipal, e de como é importante debater tais temas, independentemente de ideologias religiosas e posicionamentos políticos, por entender a relevância de se discutir os mesmos como políticas públicas. Já no período da tarde, após a apresentação musical com as meninas do Coral UM SÓ (finalistas da etapa Estadual do projeto Encante), voltamos a receber Ailton, mas desta vez para uma apresentação de projeto de TCC sobre a Casa Quijinguense de Todos Universitários Secundaristas (CAQTUS), onde, além de salientar conceitos básicos do projeto inicial que foram deixados de lado pelas gestões municipais desde sua criação. Logo após, se desenvolveu uma roda de conversa sobre a CAQTUS, que contou com a presença de Tatiane Araújo (atual moradora da casa), Jarbas Almeida (acompanhou a criação do projeto), Júnior Barbosa (professor da rede estadual), Sinária Cavalcante (professora da rede estadual), além do já citado Ailton Santana. Na roda de debate ficou evidente que a casa é hoje resquícios do que seu projeto é, e que assistências básicas, como alimentação e até contas de energia e água, sofrem por um total descaso da gestão municipal.



Terça-feira (21/11/2017): 2º diaIniciamos o segundo dia de debates e palestras com Yuri Cerqueira (graduado em Ciências ...
02/10/2018

Terça-feira (21/11/2017): 2º dia
Iniciamos o segundo dia de debates e palestras com Yuri Cerqueira (graduado em Ciências Econômicas pela UEFS), que abordou o tema “Os desafios dos jovens brasileiros no mercado de trabalho”, fazendo um apanhamento geral contextualizando o movimento político, social e trabalhista no Brasil e no mundo e salientando a relação da educação nesses âmbitos. Foi debatido também como o Estado se posiciona diante da atual situação do país, destacando as propostas de reformas impostas pelo próprio e como isso se relaciona com a crise política mundial, além de destrinchar o neoliberalismo e os constantes ataques aos direitos dos trabalhadores. Durante a tarde, contamos com a presença de Carlos Carneiro (Diretor da Companhia Teatral de Canudos, formado em Letras e pós-graduando em Literatura e Linguística pela UNEB), que promoveu oficinas teatrais com o objetivo de refletir as diferenças e como nos relacionamos com as diversas formas que a sociedade pós-moderna nos rotula, pautando a realidade das relações entre os indivíduos, a inclusão e exclusão dos jovens perante a sociedade. Por fim, o mesmo respondeu alguns questionamentos voltados à arte e como nos relacionamos através dela, destacando como ponto positivo quando se trata de arte que não exclui, não criminaliza e não alimenta uma cultura doentia que desrespeita os sujeitos.



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Quijingue, BA
48830-000

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