Acervo Histórico de Marco

Acervo Histórico de Marco Tudo sobre a História, cultura, tradição, beleza e religiosidade de Marco, Ceará!

Fátima Maria Silva Pontes, conhecida popularmente por Didi, era de uma família de doze irmãos. Nasceu em Marco, no dia 1...
05/06/2026

Fátima Maria Silva Pontes, conhecida popularmente por Didi, era de uma família de doze irmãos. Nasceu em Marco, no dia 16 de dezembro de 1958, filha de José Jacinto Silva que foi Vereador do Município de Marco em 1967 e de Maria Julieta Silva (in memoriam). Faleceu no dia 22 de outubro de 2020, vítima de câncer de mama. Deixa viúvo o seu esposo, José Sávio Pontes, com quem teve três filhos: Mara, Sávia e Pedro. Fátima era uma pessoa muito conhecida por sua humildade e religiosidade, sendo de destaque a sua devoção ao Servo de Deus Waldir Lopes de Castro.

Batizado de Isabelle Freitas, nos braços do Servo de Deus Waldir Lopes de Castro. Um momento abençoado, eternizado na me...
04/06/2026

Batizado de Isabelle Freitas, nos braços do Servo de Deus Waldir Lopes de Castro. Um momento abençoado, eternizado na memória e na fé.

Francisco Teófilo da Rocha (1888/1971) Nasceu no ano de 1888, na cidade de Marco, Ceará. Filho legítimo de José Teófilo ...
04/06/2026

Francisco Teófilo da Rocha (1888/1971)

Nasceu no ano de 1888, na cidade de Marco, Ceará. Filho legítimo de José Teófilo Fonteles e de Maria José da Rocha, famílias tradicionais e antigas da região, ligadas à formação e história do município de Marco.

Contraiu matrimônio com a Senhora Maria José Silva Teófilo (também grafada como Theófilo), união abençoada e duradoura, da qual nasceram oito filhos, todos criados com valores de fé, trabalho e união:

Francisca das Chagas Teófilo, Raimunda Eunice Silveira, Maria do Socorro Teófilo, José Teófilo da Rocha (herdou o nome do pai, mantendo a linhagem), Gonzaga Dionizia Teófilo de Souza, Manuel Jácome Teófilo, Rita Zilmar Teófilo Vasconcelos, Laura Teófilo

Mais detalhes sobre sua vida e legado:

Ele pertenceu a uma geração que ajudou a construir o desenvolvimento de Marco no final do século XIX e início do XX. Eram famílias de fazendeiros, lavradores e pessoas de prestígio, que participaram da organização social e religiosa da vila, ainda na época em que Marco era distrito e depois município.

O sobrenome Teófilo é um dos mais antigos e importantes da história local, presente em documentos desde a fundação da região, ligado à Igreja Matriz de São Manuel, à política e à vida comunitária.

Francisco viveu até idade avançada, falecendo na década de 1970, deixando uma descendência vasta, espalhada por Marco, Acaraú e região, que até hoje mantém viva a memória e o nome da família.

Sua esposa, Maria José Silva Teófilo, também vinha de família tradicional (Silva), e juntos foram referência de casamento e respeito na comunidade.

Seus filhos se casaram com membros de outras famílias históricas: Silveira, Souza, Jácome, Vasconcelos — todas famílias que fazem parte da identidade de Marco até hoje.

Marcos Gilson Silva Silveira (In memoriam)(04 de julho de 1972) Filho de Manuel Odilon Silveira e Maria das Graças Silva...
04/06/2026

Marcos Gilson Silva Silveira (In memoriam)
(04 de julho de 1972)

Filho de Manuel Odilon Silveira e Maria das Graças Silva Silveira, Arcos Gilson nasceu em Marco, no dia 04 de julho de 1972. Foi o primeiro de seis irmãos e, desde muito cedo, aprendeu o valor do trabalho, da responsabilidade e da obediência, ajudando os pais no sustento da família com dedicação exemplar.

Aos 24 anos, uniu-se em casamento a Sirlyane Rios Souza, filha de Manuel Osmar Souza e de sua primeira esposa, Maria José Rios Souza. Dessa união abençoada nasceram dois filhos: Marcos Gilson Silva Silveira Filho e Marcus Paulo Souza Silveira. Conhecidos por todos como um casal apaixonado e feliz, construíram sua história com muito trabalho, dedicação mútua e amor pela família.

Sua marca registrada era a alegria: não importava onde estivesse ou com quem falasse, jamais se deixou abater pela tristeza ou pelo desânimo. Na Igreja, sua presença foi luz e exemplo. Participou ativamente do Grupo de Jovens, exerceu o ministério de Ministro Extraordinário da Sagrada Eucaristia e se dedicou com paixão à Pastoral Familiar. Nessa missão, ajudou a reconciliar casais, orientou famílias e ministrou cursos preparatórios para os sacramentos do Batismo e do Casamento. Tinha como desejo maior fortalecer os laços familiares — tanto que, há pouco tempo, criou o Chá da Família, um encontro semanal na casa de um dos irmãos, com oração do Terço e confraternização, para manter viva a união e o afeto entre todos. Até hoje, esse encontro permanece cumprindo o seu belo propósito.

Sua sabedoria e disposição para aconselhar fizeram com que fosse procurado por muitas pessoas, levando suas palavras de apoio tanto na igreja quanto no ambiente de trabalho.

Sua trajetória profissional começou como balconista na padaria do Senhor Ricardo Neves Rios, onde trabalhou por curto período, até ser contratado pelo Senhor Manuel Lourenço — que depois se tornaria seu sogro. Lá, permaneceu por 16 anos como motorista, percorrendo os municípios de Marco e Acaraú com entregas e vendas. Foram nessas estradas, nas conversas e caronas, que ele conheceu e conquistou a amizade de muita gente, pessoas que até hoje dão testemunho do seu caráter nobre e de sua personalidade acolhedora.

Desde 2009 até os seus últimos dias, trabalhou na Indústria RUAH, onde exerceu o cargo de Gerente e Encarregado. Uma função de grande responsabilidade, que desempenhou com muita sabedoria, honestidade e competência. Lá, pôde mostrar seu grande talento no trato com as pessoas, sendo muitas vezes a porta aberta e a esperança para aqueles que buscavam uma oportunidade de emprego — afinal, conhecia de perto a realidade e as necessidades de muitas famílias do nosso município.

Um homem de fé, trabalho, alegria e amor à família: esse é o legado que Marcos Gilson deixa gravado na memória de todos que tiveram a sorte de o conhecer.

Um verdadeiro tesouro do nosso passado. Compartilhamos este registro histórico que retrata a força e a resistência do po...
30/05/2026

Um verdadeiro tesouro do nosso passado.

Compartilhamos este registro histórico que retrata a força e a resistência do povo de Marco diante das grandes enchentes do Rio Acaraú. O material também mostra os avanços e ações nas áreas de urbanismo, saúde e educação, realizados na gestão do então prefeito Raimundo Neiva Neves.

Preservar estas páginas é manter viva a nossa memória e a verdadeira identidade da nossa terra.

Posse do primeiro vigário, Padre Francisco Apoliano – 1942A Vila de São Manuel do Marco recebe apoteoticamente S. Excia....
30/05/2026

Posse do primeiro vigário, Padre Francisco Apoliano – 1942

A Vila de São Manuel do Marco recebe apoteoticamente S. Excia. Revdma. D. José Tupinambá da Frota e o seu primeiro Vigário Revdmo. Pe. Francisco Apoliano

No dia 5 do corrente, com destino a São Manuel do Marco, partiram desta cidade, às 15 horas, conduzidos o Revdmo. Pe. Francisco Apoliano, primeiro Vigário daquela prospera Vila, Pe. José de Osmar Carneiro, ilustre Reitor do Seminário Maior de Sobral, Pe. Sabino Loiola, digno Diretor da Obra das Vocações Sacerdotais, Pe. José Alcino Pinto e Gonçalo Eufrásio, distintos e zelosos cooperadores e Vigário de Granjeiro, Pe. Sabino Arraes de Freitas, Vigário de Santana, Snr. Francisco Neves, Delegado de Jacome Filho, o prestigioso e Diretor dos Diários de Osvaldo Silveira, o Pe. Francisco Apoliano.

Às 18 horas, chegaram em Marco.

A vila toda engalanada apresentava-se festiva para receber seu primeiro vigário.

Multidão compacta se encontrava em ala.

Por entre alas de resplandecência do cel. Manoel Neves, dirigiram-se às vistas.

A Banda de Música de São Manuel se achava em destaque o Hino Nacional, ferindo de o ou inúmeras girândolas de foguetes.

Fez prestada em seguida expressiva manifestação de júbilo.

Em nome do povo marcuense, proferiu aplaudido discurso o senhor José Arraes de Andrade, em que Pe. Apoliano, o prof. Joaquim Arroio foi belo e gentilmente recebido pelo povo de Massapê.

Ali se achavam o Revdmo. Pe. Sabino Loiola, digno Vigário de Acaraú e o Revdmo. Francisco Sancho, de Massapê.

Por entre palmas, flores e vivas percoreu as ruas.

Manifestações religiosas e em geral S. Excia. Revma. Ao chegar ao palácio do cel. Manoel Neves, onde devia alojar-se, foi alvo de grandes demonstrações de saudação, orando Jacome Filho, o aplaudido orador, terminando.

S. Excia. Revdma, agradecendo de modo comovido a todas as gentilezas que lhe foram prestadas, deu também o seu termo e sentiu-se muito à vontade.

Em seguida tomou posse da paróquia o Revdmo. Pe. Francisco Apoliano, seguindo-se a missa celebrada pelo reverendíssimo bispo.

Às 12 horas foi oferecido um banquete.

Na série de despretensiosos comentários sobre a situação internacional que venho trazendo ao correr de semanas, cumpre-me hoje de um ponto, com o mesmo temperado, mas sempre de capital relevância, mas nunca de desdenhar de todas essas tragédias, de dor, de angústias e misérias que assombram a humanidade.

Refiro-me ao título que eu acima estampas, sobre cuja veracidade histórica apresenta os seus fundamentos e em torno de cuja magnífica síntese se baseiam os enciclopedistas e outros firmaram a S. Excia. e comitiva, lauto almoço.

Às 13 horas, voltava a S. Excia. o Revdmo. bispo, de onde distintos visitantes regressavam.

Neste notável momento, queremos justiça destacar o grande concurso que teve S. Manuel do Marco por parte do muito e zeloso amigo Pe. Freitas Rios, o vigário da paróquia.

O Sr. Freitas Rios soube demonstrar sem austeridade nem temor a terra de seu adoção, sempre muito benemérito e de um espírito de lealdade.

Destacamos também as relevantes serviços prestados na organização.

Ninguém desconhece que os problemas do «contêndio» que constituem a causa desta guerra. Todos sabem que os problemas sociais, e as suas complexidades de ordem econômica e econômico-social, por vezes tão simples e pretexto, como o da religião, e o de uma autêntica soberania, ou a uma nação, estranhas às possibilidades democráticas, essas aptidões, se impõem e se exigir, de Berlim os resultados das cláusulas de Versalhes.

Na sua irradiação para o Brasil queria tal transplantação, a realização de um milagre.

Alegria e o povo marcuense mais nobre da sua justa altivez.

O seu ideal transformou-se em fulgurisima realidade.

Sua surpresa foi elevada a dignidade de Mariri, foi solenidade e a paróquia de Marco.

Agradecemos o cativante convite que nos foi dirigido e também os louvores e bens do futuro progressos marquense.

Manoel Osvaldo Pereira nasceu em 03 de abril de 1935. Na juventude, foi trabalhar em Fortaleza, retornando à sua terra n...
29/05/2026

Manoel Osvaldo Pereira nasceu em 03 de abril de 1935. Na juventude, foi trabalhar em Fortaleza, retornando à sua terra natal, Marco (CE), em 1958. No ano de 1959, contraiu matrimônio com a senhora Rita de Cássia Pereira. Dessa união, nasceram nove filhos: José, Raimundo, Rita Maria, Dinorá Pereira, Altair, Eluzia, Marilene, Zulene e Manoel Reginaldo.

Exerceu funções de liderança como dirigente da Paróquia de São Manuel de Marco e foi o primeiro representante do grupo de Alcoólicos Anônimos na cidade. Deixou um legado de valores e exemplos para toda a família; querido por todos, construiu grandes amizades entre seus conterrâneos.

Faleceu em 28 de março de 2017, deixando muitas saudades nos corações de seus familiares e amigos. Hoje, descansa em paz na presença do Criador, o nosso Deus Todo-Poderoso.

Registro do jornal Sobral Tribuna mostrando o sucesso do 29º Chitão Maravilha, realizado nos dias 3 e 4 de julho de 1993...
29/05/2026

Registro do jornal Sobral Tribuna mostrando o sucesso do 29º Chitão Maravilha, realizado nos dias 3 e 4 de julho de 1993. Uma época marcante que contou com a presença de grandes lideranças políticas e o show inesquecível do Rei do Brega, Reginaldo Rossi, agitando a nossa região!

​Quem aí se lembra dessa época ou chegou a curtir esse Chitão? Deixe seu comentário!

José Bazilio Sobrinho, brasileiro, casado, nasceu na cidade de Acaraú, Ceará, nos primeiros dias do mês de outubro de 19...
29/05/2026

José Bazilio Sobrinho, brasileiro, casado, nasceu na cidade de Acaraú, Ceará, nos primeiros dias do mês de outubro de 1951. Era filho de José Maria Bazilio e Maria Albertina Bazilio.

Conhecido carinhosamente como “José Bazil”, residia em Marco e foi um grande colaborador da comunidade, especialmente nas áreas de entretenimento e lazer. Ao lado de sua família, promoveu durante todo o ano eventos e campeonatos desportivos voltados para jovens e adultos, levando diversão e integração a todos.

Deixou como legado o exemplo de amor, respeito e fidelidade com que sempre tratou familiares, amigos e conhecidos — qualidades que lhe renderam a admiração de todos que o cercavam.

Era casado com Rita Helena Silva Bazilio e pai de cinco filhos: José Frota Bazilio, Francisco Gean Bazilio, Silvia Maria Bazilio, Mara Manuela Bazilio e José Luiz Bazilio.

Faleceu na cidade de Fortaleza, na Santa Casa de Misericórdia, no dia 2 de abril de 2020, vítima de doença priônica e hipertensão arterial sistêmica.

Monsenhor Waldir Lopes de Castro nasceu na cidade de Sobral no dia 2 de fevereiro de 1931. Foi, em ordem cronológica, o ...
29/05/2026

Monsenhor Waldir Lopes de Castro nasceu na cidade de Sobral no dia 2 de fevereiro de 1931. Foi, em ordem cronológica, o quarto dos dez filhos do casal Victor de Castro Cavalcante e Francisca Elusa Lopes de Castro Cavalcante. Seus avós paternos foram José Cavalcante Albuquerque e Maria Fausta de Castro Cavalcante, ambos naturais de Santana do Acaraú. Os avós maternos foram José Alcino Lopes Cavalcante e Maria Amélia de Albuquerque Lopes — ele, nascido em Sobral, e ela, na cidade de Meruoca.

O inesquecível pároco recebeu o batismo na Igreja da Sé, em Sobral, no dia 8 de março do mesmo ano de seu nascimento. Foram padrinhos: Manuel Gomes da Mota e Maria Vasconcelos da Mota. O Sacramento foi administrado pelo Padre José Gerardo Ferreira Gomes. Recebeu o sacramento da Crisma em 1944, tendo como padrinho Monsenhor Olavo Passos.

Iniciou os estudos primários com a professora Maria Paulo (Dona Maroca), concluindo-os no Grupo Escolar Professor Arruda, em Sobral. Ingressou no Seminário Menor de Sobral em 8 de fevereiro de 1944, onde permaneceu até 1950. Posteriormente, cursou Filosofia e Teologia no Seminário Maior da Prainha, em Fortaleza, durante seis anos.

Tornou-se clérigo em 14 de julho de 1953. Recebeu as ordens menores do Leitorato e Ostiariato em 20 de junho de 1954; e, em 8 de dezembro do mesmo ano, as ordens do Exorcistato e do Acolitato. Foi-lhe conferido o Subdiaconato em 23 de outubro de 1955, e recebeu o Diaconato no dia 8 de dezembro de 1956, das mãos do Bispo Dom José Tupinambá da Frota, na Igreja Catedral de Sobral.

Começou seu ministério sacerdotal como cooperador do Vigário da Paróquia do Patrocínio, Monsenhor José Osmar Carneiro, função que exerceu de janeiro de 1957 a março de 1964. Nesse mesmo período, atuou também como professor de Religião no Seminário de Sobral e na Escola Técnica de Comércio Dom José.

No dia 8 de março de 1964, assumiu a Paróquia de São Manuel, em Marco, onde permaneceu até o fim de sua vida. Sua ação pastoral foi ampla e marcante, com especial dedicação à implantação da Catequese Renovada, ao apoio às Comunidades Eclesiais de Base e à conscientização sobre o dízimo. Preocupado também com a educação, fundou, com o apoio de líderes da comunidade, o Centro Educacional São Manuel, estabelecimento de 1º e 2º graus onde exerceu também os cargos de professor e diretor por muitos anos.

Prestou relevante serviço à Diocese no setor de Vocações Sacerdotais, tendo assumido a direção do Seminário Diocesano São José, em Sobral, nos anos de 1980 e 1981. Mesmo nesse período, não deixou de ser o pároco de Marco, mantendo-se presente e atuante em nossa comunidade.

Por reconhecimento aos serviços prestados à Igreja, Dom Walfrido pediu e obteve da Santa Sé o título de Monsenhor, concedido em 27 de fevereiro de 1975. Em reconhecimento à sua dedicação ao povo marquense, recebeu o título de Cidadão Honorário de Marco no dia 24 de novembro de 1984, por meio da Lei Municipal nº 009, de 18 de novembro de 1984.

Com a colaboração espontânea dos paroquianos, construiu a Igreja do Coração de Jesus e reformou o Cemitério Parque São Roque. Dedicou-se também à reforma da Igreja Matriz, mas não chegou a ver o término dessa e de outras obras que trazia em seu coração — pois sonhos nunca lhe faltaram.

Na manhã do dia 22 de dezembro de 2001, enquanto caminhava pela Avenida São Manuel, foi vítima de um acidente por volta das 5h10. Foi levado à Santa Casa de Misericórdia de Sobral, onde faleceu às 7h45, durante a realização de um exame de tomografia computadorizada. Sua partida foi repentina, como se o Pai o precisasse mais junto de Si. Suas últimas palavras, conforme testemunhas, foram: “Ela me ama (Maria)” e “Pai, em tuas mãos entrego a comunidade de Marco” — frase que confirmou a imensidão de sua fé e o amor que dedicou ao nosso povo.

Monsenhor Waldir deixou também uma marca profética: ao visitar o distrito de Panacuí, previu com exatidão o seu futuro, quando se tornaria paróquia.

Endereço

Marco, CE
62560-000

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