Educação Física - Estudo e Saúde

Educação Física - Estudo e Saúde Para entender um pouco melhor a Educação física

MATURAÇÃO BIOLÓGICAPor definição de Matsudo e Matsudo (1991), que conceitua maturação biológica como o processo que irá ...
12/07/2013

MATURAÇÃO BIOLÓGICA

Por definição de Matsudo e Matsudo (1991), que conceitua maturação biológica como o processo que irá levar a um completo estado de desenvolvimento morfológico, fisiológico e psicológico, e que necessariamente, tem controle genético e ambiental. Já Beunen (2009), acrescenta ainda que este processo corresponda às mudanças “desenvolvimentais”.

Já para Malina e Bouchard (2002) o conceito de Maturação Biológica é composto de maneira simples, como o progresso em direção a um estado de amadurecimento. As possíveis diferenças apresentadas entre indivíduos do mesmo s**o podem refletir diferentes graus de maturidade biológica (Tourinho Filho e Tourinho, 1998). Para Malina, Bouchard e Bar-or (2009) o conceito de maturação está baseado na relação entre o tempo biológico e o tempo cronológico (ou tempo por calendário). Dessa forma, a duração do tempo de maturação biológica de uma criança não procede necessariamente em conjunto com a idade cronológica, sendo que indivíduos variam no nível de maturidade atingida em um determinado período da vida, em “timing” (momento em que ocorre um dado evento maturacional) e tempo (ritmo com que esse evento se manifesta) WILMORE, J. H.; COSTILL, D. L (2001).

Rabelo (2012) cita, o estudo de Malina et al. (2000) com jovens futebolistas, ao constatar que 21% dos jovens com idades de 11-12 anos apresenta o estado maturacional mais avançado, 38% dos jovens com idades de 13-14 anos apresenta o estado maturacional mais avançado e 65% dos jovens com idades de 15-16 anos apresenta o estado maturacional mais avançado, verificou – se que na medida que se avança a idade cronológica há uma predominância de jovens futebolistas com seu estado maturacional mais adiantado.Dessa forma em algumas situações da prática esportiva, encontramos jovens em diferentes estágios maturacionais dentro de um mesmo grupo de treinamento ou categoria competitiva. Situações que, pela diferença interindividual no componente físico, podem favorecer os mais adiantados no processo de desenvolvimento biológico, como Mazzuco (2007) mostra, pode incorrer em frustração e conseqüente abandono quando o jovem atleta sente-se desfavorecido em relação aos seus companheiros. Podendo desmotivar e automaticamente excluir outros mais tardios, com possibilidades reais de se tornarem excelentes atletas no futuro (Malina, 2003).

Como método para a avaliação da maturidade biológica consiste na ferramenta para determinação do estágio em que se encontra o indivíduo a fim de analisar o processo maturacional, entendido como a análise do relacionamento entre a constituição física e a maturação biológica (Malina, 2003).

Há uma grande variedade de técnicas adotadas para estimar o nível maturacional e entre elas a maturação dental, a maturação somática e a maturação sexual (Robergs e Roberts, 1997). Avaliações considerando Idade Esquelética têm sido adotadas para identificar o padrão maturacional de jovens desportistas (Tourinho Filho e Tourinho, 1998; Beunen et al, 1997; Matsudo e Matsudo, 1995).

De acordo com Rabelo (2012) a avaliação da idade esquelética é o melhor índice de maturação, porem é caro, requer equipamento especializado de interpretação. Embora a metodologia compreenda todo o período de crescimento desde o nascimento até a maturidade, não se presta ao trabalho de campo. Idade dentária e idade morfológica são mais amplas de medição técnicas com aplicabilidade limitada.

A avaliação das características se***is secundárias é limitada à adolescentes em um período e numa situação não-clínica e é considerada pessoalmente intrusiva por crianças/adolescentes e seus pais. Por outro lado, métodos somáticos como a idade de Pico de Velocidade de Crescimento em estatura (PVC) ou o crescimento diferencial associado com o crescimento regional podem ser obtidas através da estimativa do pico de velocidade de crescimento como o proposto por Mirwald et al. (2002).

CASTELLANI FILHO, Lino. Politica Educacional e Educação Física. Campinas, SP, Autores Associados, 2002.CAPITULO: UMOs Im...
12/07/2013

CASTELLANI FILHO, Lino. Politica Educacional e Educação Física. Campinas, SP, Autores Associados, 2002.

CAPITULO: UM
Os Impactos Da Reforma Educacional Do Governo FHC Da Educação Física Brasileira

Segundo Castellani Filho (2002), a Educação Física era vista como uma área que deveria mostrar suas qualidades e bens para sociedade e a melhor forma de conceituar “A frase ‘Caminhante! Não há caminho. O caminho se faz ao andar’ embalava nossa ação numa época em que ter utopia não era motivo de escárnio.
A Educação Física esteve presente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional desde sua fundamentação, sendo que era contemplada como uma via de adequar o cidadão a o exercício físico, tendo em vista o trabalho em si, sem se preocupar com o individualismo ou mesmo com sua ação pedagógica, como mostra Castellani Filho (2002):


“Como sabemos, a Educação Física esteve contemplada na primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei n° 4.024 de 20 de dezembro de 1961 em seu artigo 22. Os motivos justificadores do tratamento por ela recebido já estavam presentes há três décadas. Basicamente,centravam-se no processo de industrialização do modelo econômico brasileiro,em substituição ao agrário de índole comercial-exportadora implementado nos anos 30, e apoiavam-se na necessidade da capacitação física do trabalhador ao lado daquela de natureza técnica. A necessidade do adestramento físico era esse o termo utilizado pela Carta Magna do Estado Novo.”


Anos mais tarde segundo Castellani Filho (2002), o Decreto n° 69.450, para regulamentador da Educação Física nos três níveis de ensino, aludia nos quatro incisos de seu artigo 6º às condições outras que facultavam ao aluno a prática da Educação Física. A sua lógica interna mostrava-se coerente com o raciocínio descrito:


“a) Facultá-la àquele aluno que comprovadamente trabalhasse mais de seis horas/dia e estudasse à noite — condição logo estendida a todos que atestassem o vínculo empregatício, independentemente do turno em que viessem a estudar — reforçava a lógica de que, estando o aluno já integrado ao mercado de trabalho, caberia a esse — e não à escola — a responsabilidade pela capacitação, manutenção e reprodução de sua força de trabalho. Tanto é verdade que, alguns meses antes da promulgação desse Decreto (1º de junho de 1971), o Presidente da República fez publicar a Lein°5.664 que, nos termos abaixo descritos, acrescenta parágrafo único ao Decreto-lei n°705 de 25 de julho de 1969: ‘Os cursos noturnos podem ser dispensados da prática da Educação Física’”



Assim como os cursos noturnos a Educação Física tornava-se de forma facultativa, ou seja, o aluno optava por realizar ou não suas aulas, teve de acordo com Castellani Filho (2002), outras indagações deixavam a Ed. Física como uma forma de ser “opcional”, ou seja, não obrigatoriamente necessária:


“b) Facultá-la ao aluno com mais de 30 anos de idade, expressava a compreensão de que, a essa altura da vida, ele (sim, ele, homem e não a mulher, pelos motivos que veremos logo adiante) já estaria, na condição de arrimo de família ou prestes a sê-lo, vinculado ao mercado de trabalho,cabendo a esse, como já dissemos, tomar as devidas providências para a manutenção e, quando necessário, recuperação da aptidão física de seu funcionário;
c) Facultá-la ao aluno que estivesse prestando serviço militar na tropa, correspondia ao entendimento da similitude existente entre o trabalho corporal levado a efeito nas Forças Armadas e aquele outro das aulas escolares de Educação Física;
d) Facultá-la, por fim, ao aluno que estivesse fisicamente incapacitado, confirmava a tese de que ela só se justificava pela centralização exclusiva de sua ação pedagógica, na atividade física isenta da necessidade de ser pensada, refletida, teorizada.”


Sendo entendida como uma forma de trabalho essencialmente corpórea, e obrigatoriamente sendo uma capacitação para o mercado de trabalho, Segundo Castellani Filho (2002), a Educação Física tinha o estereótipo de não ser necessária para alunos de pós graduação, pois tinha uma intima relação com o intelecto e não com o físico, já para mulheres com prole (filho), sua justificativa se dava através de que, seu marido estaria encarregado de sustentar o lar, sendo dispensável para ela a capacitação para o mercado de trabalho, como veremos:


“Seis anos mais tarde, a essas quatro alíneas se juntaram outras duas, através da Lein°6.503 de 13 de dezembro de 1977. A primeira (e) a facultava ao aluno de pós-graduação. Também aqui o raciocínio não deixava dúvidas: estudos de pós-graduação tinham íntima relação com trabalho intelectual, o que afastava a necessidade da capacitação física para o exercício profissional. A segunda e última, dizia respeito a tornar facultativo a prática da Educação Física à mulher com prole, numa clara alusão à compreensão deque a ela — e tão somente a ela — cabia o cuidar dos filhos, já que ao esposo era destinado a responsabilidade de prover o sustento do lar.”


CAPÍTULO: TRÊS
Classes de Aceleração: uma Proposta Pedagógica para a
Educação Física

A Educação Física não se resume a apenas Esporte, que é um dos conteúdos estruturantes, mas deve abranger Dança, Ginástica, Lutas e Jogos e Brincadeiras como diz Castellani filho (2002), “Mas não só ele, esporte, merecerá nossa atenção. Também a DANÇA e a GINÁSTICA deverão ser tematizadas pela disciplina pedagógica Educação Física.”
Sendo embasado no seguinte conceito:


“O reconhecimento das práticas constitutivas da cultura corporal, como práticas sociais, vale dizer - nunca é demais repetir –produzidas pela ação (trabalho) humana com vistas a atender determinadas necessidades sociais, leva-nos, necessariamente, a vivenciá-las tanto naquilo que possuem de fazer corporal, quanto na necessidade de se refletir sobre a sua significância e propósito.” Castellani Filho (2002)
Pela forma apontada, o aprender a jogar essa ou aquela modalidade esportiva, a dançar ou a movimentar-se ginasticamente de modo não associado à busca do rendimento físico-esportivo (Castellani Filho, 2002), A proposta da Educação Física escola, ou seja, didático-pedagógica deve ser voltada de forma a transmitir o conhecimento e não frisar a competitividade ou rendimento esportivo:


“mas sim percebendo a técnica como conhecimento historicamente produzido e o movimento humano ali presente, necessário de ser apreendido para além de sua condição de ato motor; o aprender das regras esportivas percebendo-as enquanto construções socioculturais modificáveis a partir do desenvolvimento científico-tecnológíco; o qualificar-se para implementar procedimentos organizacionais de suas próprias competições esportivas, tudo isso, enfim, comporia unidades programáticas a serem desenvolvidas.” Castellani Filho (2002).


De acordo com Castellani filho, o ensino da Educação Física escolar deve-se dar a partir da construção de um conceito, da parte do aluno, histórico-Critico por ser formada de acordo com a cultura social.


“O importante é que não percamos de vista a idéia de que técnica é conhecimento e como tal deve estar presente no horizonte pedagógico da Educação Física e não como atributo de rendimento esportivo, como costumeiramente acontece. Será que um aluno que sabe jogar determinada modalidade esportiva não é capaz de ajudar um colega a fazê-lo? Vejam... tudo isso é conhecimento que tradicionalmente é de domínio exclusivo do professor.E dele a responsabilidade de decidir por esse ou aquele sistema de competição, essas ou aquelas modalidades esportivas, pelo tempo do evento. Aos alunos compete... competir, assumirem o papel único de atletas, deixando todos os procedimentos organizacionais sob os ombros do professor. Propomos enfaticamente o fim dessa concepção pedagógica. Doravante desejamos que todo o conhecimento necessário à organização de um evento esportivo seja entendido como patrimônio da cultura corporal a ser estendida ao acervo cultural do aluno, de modo a permitir-lhes autonomia na realização de suas competições esportivas. Mais do que isso, perceberem-se capazes de realizarem seus jogos, ainda que não automática e mecanicamente, farão com que eles se sintam confiantes e sensíveis à possibilidade de chamarem para si a tarefa de resolução dos seus problemas, de todos eles, não só aqueles restritos ao universo esportivo.” Castellani Filho (2002)


Segundo Castellani Filho (2002), o ensino deve focar-se na qualidade de ensino e não na quantidade:

“Como horizonte a ser alcançado pelos alunos, no que se relaciona ao desenvolvimento de suas capacidades de apreensão da realidade social complexa, temos como referência -- dada a faixa etária em que se situam, a especificidade desse componente curricular frente aos demais e a particularidade do processo de escolarização, a eles pertinente — a configuração de um salto qualitativo que os situem nas linhas limítrofes dos campos dos ciclos de iniciação à sistematização do conhecimento e ampliação da sistematização do conhecimento.” Castellani Filho (2002)


Castellani Fiho (2002), diz que a disciplina Educação Física, ao tematizar as práticas sociais componentes da cultura corporal, deve-se centrar em parâmetros Histório-Sociais.

CAPÍTULO: CINCO
Teses acerca da Questão da Regulamentação da Profissão


A Tese primeira: “O movimento pela regulamentação reflete a tentativa de retomada de espaço político pelos setores conservadores da Educação Física.” In: Castellani Filho (2002)
De acordo com Castellani Filho (2002), para essa tese, os elementos dos elencos atribuídos a pratica da Educação Física deve ser dirigido de acordo com os Conselhos, sendo eles formados por profissionais conservadores.


“... perceber que os determinantes do quadro são outros, não passíveis de serem enfrentados e resolvidos por aquelas instâncias. O que parece não perceberem é o significado de Conselhos em mãos de profissionais imbuídos de valores conservadores, o que certamente sedaria, dada a correlação de forças constituída a partir dos elementos...” Castellani Filho (2002)


Na tese sexta: “Dizer que investir na organização dos cidadãos - buscando fazê-los defensores de seus direitos, implementando e dotando os conselhos estaduais e municipais de esporte de mecanismos que possibilitem a fiscalização dos estabelecimentos comercializadores das práticas corporais - é inviável, é falacioso” In: Castellani Filho (2002).
Em nome da Regulamentação, aqueles que a defendem argumentam pela sua imperiosa necessidade para a proteção dos cidadãos (melhor seria dizer consumidores) dos leigos e de estabelecimentos comerciais prestadores de serviços (academias de Ginástica, por exemplo.) desqualificados, Segundo Castellani Filho (2002)

“Tal argumentação não se sustenta face à evidente constatação da existência — já hoje — de mecanismos que, se devidamente acionados, dariam conta da mencionada defesa do consumidor, aí sim imbuídos do espírito de cidadania. Referimo-nos, por exemplo, à possibilidade de dotarmos os Conselhos Estaduais e Municipais de Esporte — definidos nas Constituições Estaduais e nas Leis Orgânicas Municipais, a partir da promulgação da Carta Magna de 1988, e constituídos por representantes da sociedade civil — de instrumentos que visem assegurar a fiscalização dos estabelecimentos comercializadores das práticas corporais, buscando garantira qualidade dos serviços por eles oferecidos, bem como a observância dos direitos trabalhistas de seus profissionais. Esse é o caminho a ser trilhado em uma sociedade que se deseja democrática!” Castellani Filho (2002)


Já na tese sétima, Castellani Filho (2002), fala sobre uma compreensão respaldada numa concepção a histórica de sociedade.


“Tese sétima: Dizer que somente a regulamentação da profissão - com a subseqüente criação dos conselhos - poderá garantir um piso salarial condizente com o trabalho desenvolvido pelos profissionais da área é falacioso.” In: Castellani Filho (2002)

Em algumas situações da prática esportiva, encontramos jovens em diferentes estágios maturacionais dentro de um mesmo gr...
05/04/2013

Em algumas situações da prática esportiva, encontramos jovens em diferentes estágios maturacionais dentro de um mesmo grupo de treinamento ou categoria competitiva. Situações que, pela diferença interindividual no componente físico, podem favorecer os mais adiantados no processo de desenvolvimento biológico e, que podem desmotivar e automaticamente excluir outros mais tardios, com possibilidades reais de se tornarem excelentes atletas no futuro

Os indicadores somáticos, como estatura e peso corporal e seus derivados picos de velocidade de crescimento, são comumente utilizados em caráter longitudinal para determinação do estado de maturidade baseado em medidas antropométricas normatizadas

Poucos são os estudos nacionais que analisaram os efeitos da idade (cronológica ou biológica) em índices de aptidão física em grupos com prática esportiva sistemática. É importante destacar que, em nosso país, o futebol apresenta uma grande importância sócio-econômica-cultural, sendo muito praticado pela população mais jovem, indicando a necessidade de estudos que analisem as possíveis influências da sua prática em crianças e adolescentes (VILLAR; DENADAI, 2001)

Para Malina, Bouchard e Bar-or (2009) o conceito de maturação está baseado na relação entre o tempo biológico e o tempo do calendário. Dessa maneira, a duração do tempo de maturação biológica de uma criança não procede necessariamente em conjunto com a idade cronológica, sendo que indivíduos variam no nível de maturidade atingida em um determinado período da vida, em timing (momento em que ocorre um dado evento maturacional) e tempo (ritmo com que esse evento se manifesta).

Se por um lado, a dinâmica dos diferentes estágios de maturação dos sistemas biológicos é semelhante em todos os indivíduos jovens, por outro, podem ocorrer variações individuais significativas quanto à época com que os estágios maturacionais mais avançados são atingidos. Portanto, a avaliação da maturidade biológica consiste na ferramenta para determinação do estágio em que se encontra o indivíduo a fim de analisar o processo maturacional, entendido aqui como a análise do relacionamento entre a constituição física e a maturação biológica
(MALINA, 2003)

Como a Educação Física pode a ajudar a reverter o cenário da violência no esporte? A Educação Física, por ser uma das au...
14/01/2013

Como a Educação Física pode a ajudar a reverter o cenário da violência no esporte?

A Educação Física, por ser uma das aulas que está relacionada com maior proximidade dos alunos com o professor, tem um papel fundamental para formação do carácter e valores como: a amizade o companheirismo e o trabalho em grupo, e está em mútua ajuda com os relacionamentos sociais (melhora a socialização, o respeito e a comunicação) e benefícios físicos (tais como: a motricidade geral e a motricidade fina, o crescimento, o desenvolvimento e a maturação fisiológica, de acordo com os parâmetros normativos) logo beneficiando a saúde.
Veja a postagem completa em: http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/2012/09/como-educacao-fisica-pode-ajudar.html

CapoeiraCapoeira é uma arte marcial com quase 5 séculos, desenvolvida no Brasil, por escravos oriundos de África, inicia...
13/01/2013

Capoeira

Capoeira é uma arte marcial com quase 5 séculos, desenvolvida no Brasil, por escravos oriundos de África, inicialmente como técnica de defesa.
Baseada em tradicionais danças e rituais africanos, estes escravos praticavam Capoeira nos intervalos do trabalho, treinando quer o corpo quer a mente para situações de combate. Devido à proibição de qualquer tipo de arte marcial pelos seus donos, a capoeira continuou, mas encoberta como uma "inocente" dança recreativa.
Mais tarde, no século 17, alguns escravos fugitivos formaram "quilombos" (territórios escondidos e governados por escravos), na qual a arte capoeirista foi aperfeiçoada.
Mas a Capoeira permanecia proibida, mesmo após a abolição da escravatura em 1888. Contudo, continuava a ser praticada pela população mais pobre, dando origem a perseguições e condenações, numa tentativa, quase bem sucedida, de erradicar a Capoeira das ruas brasileiras nos anos 20.
Apesar da proibição, Mestre Bimba e Mestre Pastinha fundaram a primeira escola de Capoeira, em Salvador, Bahia. Mestre Bimba criou um novo estilo, a "Capoeira Regional", afastando-se da tradicional "Capoeira Angola", introduzindo novos movimentos e técnicas.
Foi com a nova "Capoeira Regional" que o Mestre Bimba conseguiu finalmente convencer as autoridades do enorme valor cultural da Capoeira, terminando assim a proibição na década de 30.

A Capoeira é caracterizada por uma roda, formada por praticantes da arte capoeirista. Na roda um Mestre encarrega-se de tocar o berimbau, acompanhado por outros capoeiristas com instrumentos específicos da Capoeira, como o pandeiro ou o atabaque. Os restantes membros que irão praticar o seu "jogo" de Capoeira, alternadamente, e dois a dois, num misto de dança, pontapés, saltos, etc.
Veja a postagem completa em: http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/2012/09/origem-da-capoeira-capoeira-e-uma-arte.html

VôleiO vôlei foi criado em nove de fevereiro de 1895, William George Morgan tentava criar um jogo recreativo que ao mesm...
13/01/2013

Vôlei

O vôlei foi criado em nove de fevereiro de 1895, William George Morgan tentava criar um jogo recreativo que ao mesmo tempo fosse competitivo uma competição sem contato físico entre os adversários, de modo a minimizar os riscos de lesões para atrair o público mais velho.
A primeira rede usada no voleibol tinha a altura 1,98 metros, a bola usada era a camará de ar de uma bola de basquete. Morgan batizou seu esporte com o nome de Mintonette.
Veja a postagem completa em: http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/2012/12/volei.html

FATORES QUE AFETAM O CRESCIMENTO, O DESEMPENHO E A MATURAÇÃO.Os fatores primários que influenciam o crescimento e a matu...
13/01/2013

FATORES QUE AFETAM O CRESCIMENTO, O DESEMPENHO E A MATURAÇÃO.

Os fatores primários que influenciam o crescimento e a maturação são:
- Genes
- Hormonais
- Nutrientes
Os programas regulares de atividade física podem influenciar o peso e a composição corporal, mas tem pouco efeito sobre o crescimento da estatura e a maturação. A subnutrição crónica e a obesidade tem efeitos vastamente descritos sobre o crescimento, a maturação e o desempenho, podendo também influenciar na atividade física.
Veja a postagem completa em: http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/2012/09/fatores-que-afetam-o-crescimento-o.html

PRESSÃO ARTERIALPressão arterial sistólica – geralmente este valor é denominada de pressão arterial máxima, e é correspo...
13/01/2013

PRESSÃO ARTERIAL

Pressão arterial sistólica – geralmente este valor é denominada de pressão arterial máxima, e é correspondente ao valor medido no momento em que o ventrículo esquerdo bombeia uma quantidade de sangue para a aorta. Normalmente este valor pode variar entre os 120 a 140 mmHg, sendo estes os valores mais comuns para que tenha a sua pressão dentro dos valores normais.
Pressão arterial diastólica – normalmente este valor é conhecida como a pressão arterial mínima, correspondente ao momento em que o ventrículo esquerdo volta a encher-se para retomar todo o processo da circulação. Este valor geralmente está dentro da média do 80 mmHg.
A pressão arterial do sangue é regulada pelo volume sanguíneo, pela resistência periférica total e pela frequência cardíaca. Para compensar desvios, mecanismos reguladores ajustam esses factores por meio da retroalimentação negativa. A pressão arterial desce e sobe durante a sístole e a diástole.
No sistema arterial, a resistência ao fluxo é maior nas arteríolas por que esses vasos possuem menores diâmetros. Embora o fluxo sanguíneo total de um sistema de arteríolas deve ser igual ao do vaso maior que deu origem a estas, o menor diâmetro de cada arteríola reduz a sua taxa de fluxo de acordo com a lei de Poiseulie. Portanto, a taxa de fluxo sanguíneo e a pressão são reduzidas nos capilares, localizados a jusante da alta resistência imposta pelas arteríolas. (A velocidade menor do fluxo sanguíneo através dos capilares aumenta a difusão através da parede capilar.) A pressão sanguínea e a montante das arteríolas – nas arteríolas médias e grandes – aumenta proporcionalmente.
A pressão sanguínea e a taxa de fluxo no interior dos capilares são reduzidas pelo fato de sua área transversa ser muito maior (devido ao seu grande numero) do que as áreas transversas das artérias e arteríolas. Portanto, embora cada capilar seja muito mais estreito do que cada arteríola, os leitos capilares servidos pelas arteríolas não provêem resistência tão grande ao fluxo sanguíneo quanto as arteríolas.
Por essa razão, variações de diâmetro das arteríolas em consequência da vasoconstrição e da vasodilatação afetam o fluxo sanguíneo através dos capilares e, ao mesmo tempo, a pressão arterial “a montante” dos capilares. Dessa maneira, o aumento da resistência periférica total devido a vasoconstrição arteriolar pode elevar a pressão arterial. A pressão arterial também pode ser aumentada pelo aumento do débito cardíaco. Este pode ser consequência da elevação da frequência cardíaca ou do volume sistólico, que por sua vez são afetados por outros fatores. As três variáveis mais importantes que afetam a pressão arterial são a frequência cardíaca, o volume sistólico (determinado basicamente pelo volume sanguíneo) e a resistência periférica total. O aumento de qualquer um desses fatores, quando não compensado por uma diminuição de uma ou outra variável, acarreta aumento da pressão arterial.
veja a postagem completa em:http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/2012/09/pressao-arteria.html

Tipos de ações dos músculos:      Agonista: O agonista é o músculo responsável pelo movimento, possui ação concêntrica. ...
13/01/2013

Tipos de ações dos músculos:
Agonista: O agonista é o músculo responsável pelo movimento, possui ação concêntrica.
Antagonista: Se opõe ao agonista, a ação muscular é contrária ao agonista.
Sinergista: É o músculo que ajuda o agonista a realizar o movimento.
Estabilizador: estabiliza as articulações e os grupos musculares.
Veja a postagem completa em: http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/2012/09/tipos-de-acoes-musculares.html

ESTERÓIDESO que é?Os esteróides são lipídios derivados do colesterol. Eles atuam, nos organismos, como hormônios e, nos ...
13/01/2013

ESTERÓIDES

O que é?
Os esteróides são lipídios derivados do colesterol. Eles atuam, nos organismos, como hormônios e, nos humanos, são secretados pelas gônadas, córtex adrenal e pela placenta. A testosterona é o hormônio sexual masculino, enquanto que o estradiol é o hormônio responsável por muitas das características femininas.
Esteróides são compostos tetracíclicos (quatro anéis) de alta massa molecular. Aqueles contendo um ou mais grupos ─OH e nenhum grupo C═O são chamados esteróis. O esterol mais comum é o colesterol, o qual é encontrado em gorduras animais, mas não em gorduras vegetais.
Os esteróides estão largamente difundidos em seu corpo. Quantidades muito pequenas mostram atividade biológica considerável. Pequenas variações na estrutura molecular de esteróides resultam em grandes diferenças nos seus efeitos. Os esteróides que ocorrem naturalmente incluem o colesterol, os sais biliares, e muitos hormônios, reguladores dos processos químicos.
Os esteróis, esteróides que contêm um grupo hidroxila , são os esteróides mais abundantes. O esterol mais importante é o colesterol.
A bile é um líquido produzido pelo fígado e armazenado na vesícula biliar. Quando a bile é hidrolisada, o esteróide obtido mais abundante é o ácido cólico.
Veja a postagem completa em:http://educacaofisicaestudoesaude.blogspot.com.br/

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