Caldeirão Vivo

Caldeirão Vivo Projeto de educomunicação, composto pela Exposição Fotográf**a, Instalação, vídeodocumentário e o Concurso Caldeirão Vivo de Artes nas Escolas.

O projeto ‘Caldeirão Vivo’ surgiu através de pesquisas etnográf**as realizadas no sítio Caldeirão, localizado a 32 km do município do Crato/CE, dos quais 12 km são em estrada carroçável. O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto foi uma comunidade religiosa e autossuficiente, liderada pelo Beato José Lourenço (fiel seguidor do Pe. Cícero) que pregava a partilha, trabalho e oração. O movimento incomodo

u as lideranças politicas das época, determinaram a expulsão dos moradores e a destruição do local. Buscamos resgatar e difundir esse importante episódio da historiografia cearense para aqueles que pouco sabem ou desconhecem esse importante fato histórico do Ceará.

* Projeto premiado no Concurso Público - IV Edital das Artes, na área de Fotografia, categoria Difusão da SECULTFOR.

11/05/2021

Em 11 de maio de 1937, centenas de sertanejos seguidores do beato José Lourenço foram massacrados pela Polícia e pelo Exército, na fazenda Caldeirão.

Espaço preservará a história da comunidade que foi, há 84 anos, bombardeada pelas Forças Armadas. Local também se tornar...
11/05/2021

Espaço preservará a história da comunidade que foi, há 84 anos, bombardeada pelas Forças Armadas. Local também se tornará unidade de conservação e geossítio do Geopark Araripe.

Há 84 anos, no dia 11 de maio de 1937, as Forças Armadas e a Polícia Militar do Ceará, sob ordem do Governo Federal, invadiram a comunidade do Caldeirão da Santa Cruz, em Crato. Parte dos seus moradores foram mortos e os sobrevive

Urca realiza palestra virtual sobre o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto.A Universidade Regional do Cariri (URCA), atrav...
16/09/2020

Urca realiza palestra virtual sobre o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto.

A Universidade Regional do Cariri (URCA), através do Instituto José Marrocos de Pesquisa e Estudos Socioculturais do Cariri - IPESC realiza nesta quarta-feira (16) às 19h, a terceira edição do projeto Diálogos sobre a História e Cultura do Cariri, que terá como tema "O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto e a luta pela Terra, ontem e hoje".

O evento on-line contará com a participação do professor doutor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Domingos Sávio de Almeida Cordeiro - autor de diversas publicações sobre a temática do Caldeirão - e do padre Vileci Basílio Vidal, pároco da cidade do Araripe e coordenador diocesano de pastoral da Diocese de Crato, onde desenvolve um trabalho ativo junto as Comunidades Eclesiais de Bases (CEBs).

As inscrições do seminário poderão ser realizadas de forma gratuita pelo site http://cev.urca.br/siseventos/. A transmissão ocorrerá pelo canal da URCA no YouTube.

Sobre o Projeto

O projeto Diálogos sobre a História e Cultura do Cariri tem o intuito de propiciar aos estudantes, professores, pesquisadores e público em geral o conhecimento e debate sobre temas relevantes para a história e a cultura do Cariri.

Além da temática do Caldeirão, o projeto irá abordar a festa do pau da bandeira de Barbalha; a história política do Cariri; cordel: patrimônio cultural do povo brasileiro e beatos e beatas: a vida de Maria de Araújo, entre outros.

Caldeirão

O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto foi uma comunidade liderada pelo Beato José Lourenço, brutalmente reprimida pelas forças militares em 1937, por carregar ideais de uma sociedade mais justa e humanitária. Na comunidade, tudo era de todos e, por essas e outras características, tornou-se exemplo para discutir questões sociais de projetos voltados hoje para a vivência com o semiárido.

O Centro Espírita Beneficente União do Vegetal - Núcleo Santa Fé do Cariri (Crato – CE) promove neste sábado (22), às 19...
22/08/2020

O Centro Espírita Beneficente União do Vegetal - Núcleo Santa Fé do Cariri (Crato – CE) promove neste sábado (22), às 19h, uma live sobre “Educação e Resiliência na Comunidade do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto”. O palestrante convidado será o professor doutor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Domingos Sávio de Almeida Cordeiro, autor de diversas publicações sobre a temática do Caldeirão, entre elas, o livro “Um beato líder: narrativas memoráveis do Caldeirão”.
Para acompanhar a transmissão ao vivo, acesse o link do Youtube: https://youtu.be/LQV52w6neb8

Serviço:
Educação e Resiliência na Comunidade do Caldeirão
Data: 22 de agosto de 2020
Horário: 19h
Transmissão pelo Youtube (https://youtu.be/LQV52w6neb8)

🙏 ⛪️ 🙏 Missa do Beato José Lourenço.Data: 12 de fevereiro de 2020 (quarta-feira)Horário: 17hLocal: Capela do Perpétuo So...
06/02/2020

🙏 ⛪️ 🙏 Missa do Beato José Lourenço.
Data: 12 de fevereiro de 2020 (quarta-feira)
Horário: 17h
Local: Capela do Perpétuo Socorro (Rua Santa Luzia, S/N, Juazeiro do Norte – CE). 🙏 ⛪️ 🙏



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A 20ª Romaria da Santa Cruz do Deserto no Caldeirão já tem data! Acontecerá no dia 22 de setembro de 2019 (domingo) no s...
25/08/2019

A 20ª Romaria da Santa Cruz do Deserto no Caldeirão já tem data! Acontecerá no dia 22 de setembro de 2019 (domingo) no sítio Caldeirão da Santa Cruz do Deserto no município de Crato/CE.

A programação inclui ciclo de debates e encontros, acontecendo simultaneamente durante o final de semana do evento. Venha e traga sua caravana!



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        | Fonte: Jornal Diário do Nordeste (25 de julho de 2019) - Editoria: Região - Coluna: Ver.DRAMATURGIA.  O projet...
25/07/2019

| Fonte: Jornal Diário do Nordeste (25 de julho de 2019) - Editoria: Região - Coluna: Ver.

DRAMATURGIA. O projeto de encenação do espetáculo “Reza de Maria” vai percorrer, até 7 de agosto, cinco cidades do Cariri. Hoje (25), às 18h, no Terreiro de Mestre Dodô, em Juazeiro do Norte, o evento apresenta a história da personagem-boneca Maria Alvina, que traz lembranças do Povoado do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto. As próximas cidades a receberem a peça são Caririaçu, Nova Olinda, Barbalha e Missão Velha.

        | Fonte: Jornal Diário do Nordeste - Editoria: Região.Histórico Caldeirão da Santa Cruz mostra sinais de abandon...
27/05/2019

| Fonte: Jornal Diário do Nordeste - Editoria: Região.

Histórico Caldeirão da Santa Cruz mostra sinais de abandono

Uma das mais severas secas que castigou o Nordeste, em 1932, acabou sendo a responsável pelo crescimento do local que recebeu milhares de pessoas em busca de alimento. O sítio agora pode se tornar uma Unidade de Conservação

Há alguns anos, o poder público e pesquisadores discutem transformar o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, no Crato, em uma Unidade de Conservação (UC) e, futuramente, em um geossítio que integre o Geopark Araripe. Seu tombamento em nível nacional também já foi pensado. No entanto, o cenário atual não está em consonância com planos previstos para o Caldeirão.

O histórico sítio, alvo de romaria anual ocorrida no mês de setembro, localizado a 33 quilômetros da sede do Município, mostra sinais de abandono. A própria estrada que dá acesso ao local está praticamente intransitável.

A principal dificuldade já começa no trajeto. O volume da vegetação impede que os motoristas enxerguem a estrada. A sinalização, ainda que improvisada, também está camuflada no verde.

Na capela de Santo Inácio de Loyola, o mato cresce e os túmulos vizinhos à edif**ação se escondem. A própria “Santa Cruz”, que batiza o sítio, pende e corre o risco de cair. Já o poço, que dá o nome de “Caldeirão”, ponto turístico atrativo para os banhistas, expõe a falta de fiscalização: latinhas e garrafas plásticas estão espalhadas no local. O prédio que seria dedicado a um museu está fechado e há poucos moradores nas casas próximas - praticamente isoladas.

“Lá, não está tendo a atenção adequada. As estradas ruins, o mato fechado por conta do inverno. O museu, que se diz museu, não funciona. O sítio precisa ser preservado. Vêm pessoas de vários lugares do Brasil e até de outros países. A gente pede que o poder público tome um posicionamento para dar atenção melhor”, suplica o técnico em agropecuária José Antônio Norberto de Carvalho, morador do Assentamento 10 de Abril, comunidade próxima ao cadeirão.

Turismo
José Antônio faz parte de um grupo do Assentamento que realiza turismo comunitário e recebe visitantes de todo Brasil e também do exterior, como em 2017, quando hospedou 14 viajantes franceses por cinco dias. O roteiro incluía uma visita ao Caldeirão da Santa Cruz, primeiro pedaço de terra ocupado pelos agricultores do Movimento dos Sem-Terra (MST), no início da década de 1990, até serem reassentados. “É um lugar histórico para o Crato e para o Brasil”, reforça José.

O secretário-adjunto de Infraestrutura de Crato, Carlos Andson Paiva, explica que o processo licitatório para recuperar as estradas vicinais do Município já foi realizado. Ainda há o prazo para as empresas concorrentes recorrerem, antes de homologar o resultado e começar o trabalho. “A gente espera as chuvas cessarem para iniciar”. Quanto ao roçado do mato, aguarda resolver algumas questões burocráticas. “Em 10 a 15 dias no máximo, será iniciado”, diz. Além disso, garantiu que enviará uma equipe até o sítio para analisar a situação das edif**ações por lá erguidas.

Preservação
Em outubro de 2017, foi realizado o seminário “Caldeirão da Santa Cruz do Deserto: uma construção coletiva”, organizado pela Universidade Regional do Cariri (Urca) para debater a transformação do local em uma unidade de conservação e, também, em um geossítio do Geopark Araripe. Inclusive, o secretário de Meio Ambiente do Ceará, Artur Bruno, esteve presente.

O primeiro passo foi dado com a conclusão do georreferenciamento, realizado pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Territorial do Crato. Agora, serão feitos os estudos sobre os monumentos erguidos, a história e valor cultural do Caldeirão. “Como já tem acervo, esperamos passar pouco tempo nessa etapa. Acho que em 90 dias concluiremos. A parte mais complica- da já foi”, explica o secretário Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Territorial, Brito Júnior.

Todo este material será utilizado para viabilizar a produção de um decreto, que seria votado pela Câmara Municipal e, assim, tornaria a comunidade uma UC de Proteção Integral, na categoria “Monumento Natural”, destinado à preservação de lugares singulares, raros e de grande beleza cênica, permitindo diversas atividades de visitação.

“Como Unidade, possibilita angariar recursos do próprio Fundo de Defesa Ambiental para fazer o melhoramento, como implantação de placas de sinalização e manutenção”, completa Brito.

A partir do georreferenciamento, os técnicos do Geopark Araripe começarão a trabalhar o inventário geológico do Caldeirão, pensando na sua inclusão como território da Organização das Nações Unidas para Educação Ciência e Cultura (Unesco). “Aí podemos fazer o mapa, que é cheio de detalhes. A equipe está pronta”, garante Nivaldo Soares, diretor-executivo da instituição, que é ligada à Urca.

O Crato já conta com um geossítio, o Batateiras, que compreende a área do rio homônimo, cortando o Parque Estadual do Sítio Fundão. Porém, até o fim do ano, deve ganhar outro, no sítio arqueológico de Santa Fé, no distrito de mesmo nome. Com área de 8,3 hectares, o local f**a a cerca de 20 quilômetros da sede do município de Crato e está a 800 metros de altitude. O principal atrativo são as inscrições rupestres deixadas pelos antigos habitantes que viveram no Sul do Ceará. O lugar deve ser estruturado para receber visitantes e pesquisadores.

        | Fonte: Jornal Diário do Nordeste (26 de maio de 2019) - Editoria: Região - Coluna: Opinião.História pede lugar...
27/05/2019

| Fonte: Jornal Diário do Nordeste (26 de maio de 2019) - Editoria: Região - Coluna: Opinião.

História pede lugar no Futuro.

Cenário atual de abandono, o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto tem uma promessa de manter viva parte importante da construção social do Brasil e atrair mais visitantes por sua singularidade natural. O projeto para transformar a área localizada no município do Crato em Unidade de Conservação de Proteção Integral desponta com uma das poucas alternativas para levar adiante a história do patrimônio, que foi palco de um dos principais movimentos messiânicos brasileiros e até hoje atrai multidões de romeiros anualmente a cada setembro. Sem recursos financeiros e plano de preservação, o sítio histórico ameaça registrar um novo massacre. Dessa vez por desinteresse do poder público.

Lorena Cardoso - Editora

        | Histórico Caldeirão da Santa Cruz mostra sinais de abandono.Fonte: Jornal Diário do Nordeste | Editoria: Regiã...
26/05/2019

| Histórico Caldeirão da Santa Cruz mostra sinais de abandono.
Fonte: Jornal Diário do Nordeste | Editoria: Região.

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