Movimento Caminhando Em Luta

Movimento Caminhando Em Luta Organização política sem fins lucrativos, articula ações em defesa dos direitos e da democracia! A tragédia é ampla e radical em nosso país.

Nós, do Movimento Caminhando Em Luta - MCL, apresentamo-nos como uma forma de contribuir para um enfrentamento que se impõe como necessário e inadiável, em tempos difíceis contra as amarras do capital e a opressão do povo brasileiro. Os desafios para nós, que pensamos uma sociedade justa e igualitária, e, portanto, socialista, estão postos, já que estamos em uma guerra invisível contra um vírus le

tal, em uma sociedade com profundas desigualdades. É, indiscutivelmente, nesse contexto de crises e mortes, a nossa luta f**a ainda mais limitada. De fato, no cenário da pandemia, reivindicar e lutar não serão mais da mesma forma, mas reinventar é preciso para que os sonhos de outrora nunca se acabem. A pandemia da COVID-19 (novo coronavírus) abalou todas as estruturas da sociedade mundial e, especif**amente, da brasileira, desde a economia até a vida pessoal e familiar. O próprio sistema de saúde pública, já sucateado, é fortemente confrontado com uma demanda crescente de doentes para a qual não tem resposta. Vivencia-se o drama do desemprego em massa e da falta de trabalho para a imensa maioria do setor informal, que não tem como garantir formas de sobrevivência. A educação, em permanente desmonte, é afrontada com a ameaça contra a renovação do FUNDEB, o que causaria um profundo prejuízo à educação básica. Diariamente, ainda temos que nos deparar com as vidas de milhares de seres humanos sendo ceifadas por essa doença, em função, inclusive, da irresponsabilidade do poder executivo. O atual presidente Bolsonaro tem uma política conservadora, entreguista e inteiramente voltada para os interesses do capital, não se importando, de maneira alguma, com a vida das pessoas. De forma perversa, o nosso cotidiano é marcado pela morte de mais de 100 mil brasileiros, constituindo, assim, uma verdadeira tragédia. Portanto, o ano de 2020 entra para a História como um dos momentos mais difíceis da humanidade, sendo a pandemia do COVID-19 um trágico marco do século XXI. Na verdade, esta pandemia desmascarou a falsa paz e harmonia do mundo do capital, deixando o capitalismo a nu, a mostrar a sua face mais cruel. As desigualdades e apartações f**aram visíveis, mostrando a dura realidade dos que vivem nas margens desse sistema. O isolamento físico/social tirou a sujeira que, para alguns, estava debaixo do tapete, do salão de festas da sociedade burguesa. O dinheiro girava nos comércios à custa do trabalho informal, na condição do subemprego. A realidade da precarização do trabalho e da vida torna-se sempre mais visível, empurrando, cada vez mais, os excluídos para as margens da sociedade, destituídos de todos os direitos humanos. A crise da disseminação do coronavírus agrava a desumanização característica da sociedade brasileira. Logo, a questão social só se aprofunda e se complexif**a com a pandemia, mostrando o quanto o modelo de sociedade precisa mudar para que se tenha uma valorização da vida. As autoridades sanitárias e os gestores dos estados e dos municípios exigiam radicalmente e, hoje, continuam a exigir, que todos fiquem em casa. No entanto, uma parte da população não tem moradia e uma grande maioria vive em habitações precárias. Logo, não pode sair da rua, da praça ou dos abrigos ou permanecer em casa de forma protegida. Assim, este grande contingente de excluídos, sempre invisíveis, face à indiferença da sociedade, passa a ser visto, no âmbito da crise da COVID-19. Os trágicos percursos da pandemia exigem das pessoas o uso permanente de máscaras, como forma de proteção e, ao mesmo tempo, deixam cair a “máscara do neoliberalismo”, no seu dogma de que tudo se resolve no mercado. Pelo contrário, ficou evidente a importância da intervenção do Estado para garantir políticas públicas de saúde, com hospitais, leitos e profissionais, para abrigar e cuidar dos milhares de doentes e, também, políticas de apoio à ciência, às instituições públicas e aos pesquisadores, na produção de uma vacina e/ou remédio para enfrentar o vírus letal. Igualmente, ficou evidente a importância decisiva do Estado, com o chamado “auxílio emergencial”, para socorrer milhões de desempregados, de homens e mulheres fora do mercado de trabalho, de um signif**ativo contingente de pessoas mergulhadas na extrema-pobreza e na miséria. A pandemia do coronavírus mostrou, com milhares de infectados e mortos, a lógica cruel do mercado que sempre privilegia os ricos e penaliza os pobres. De fato, nos tempos de farturas as melhores fatias dos bens e da riqueza f**am com os ricos e, nos tempos de crise, a conta cai, pesadamente, sobre os ombros dos pobres.

É verdade que o vírus da Covid-19 atingiu todas as classes sociais, nesta tempestade que se abateu sobre a humanidade. No entanto, mostrou que, na tempestade, não estamos no mesmo barco: uma pequena parte está protegida em luxuosos transatlânticos; uma parte signif**ativa está segura em bons navios; e uma grande maioria está em lanchas e canoas, sem muita proteção ou, então, totalmente desprotegida, em meio à tempestade, segurando-se em um tronco de árvore. Assim, as tristes cenas do filme Titanic viraram realidade: os ricos foram salvos e, a maior parte da classe trabalhadora, sequer teve o direito ao colete ou boia salva-vida. Dados revelam que, no início da pandemia, o pico de confirmação do COVID era nos bairros nobres das cidades, mas o surto de óbito foi quando a pandemia chegou nas periferias, exatamente nos locais onde há ausência de políticas públicas de Estado. No Brasil, a tragédia é grandiosa e não é maior graças ao Sistema Único de Saúde-SUS. Os planos de saúde, que propagavam a ideia da missão de salvar vidas, correram para superfaturar, ainda mais, suas mensalidades em plena pandemia. E, o SUS ficou praticamente lutando sozinho, pois os capitalistas do ramo hospitalar aproveitaram para aumentar o seu lucro exacerbado, não autorizando, nem mesmo, os te**es para Covid.

É, neste século XXI, que o sistema capitalista apresenta o maior acúmulo de riqueza, sob o comando do capital financeiro. A abundância de poucos contrasta com a pobreza gritante da maioria. Seja nas cidades metrópoles ou nos rincões espalhados no planeta, o apartheid social é escancarado, já que as relações com a população empobrecida são opressoras. Com a malfadada Reforma Trabalhista, o mundo do trabalho retrocedeu ao século passado, atingindo, fortemente, direitos conquistados pelos trabalhadores, principalmente, a mão de obra feminina. Afinal, somos parte de um povo de luta que carrega no coração e na mente histórias cruéis de desigualdades. O nosso movimento se fortalece com a poesia, dança e teatro e mantemos os grupos de capoeira, banda de lata, saraus porque fazem parte das nossas vidas e nos mantém firmes para a luta. Muito aprendemos com a força de mulheres e homens da esquerda no mundo, que seguiram em frente, entre suor, lagrimas e sangue, confirmando, com suas vidas, a centralidade da luta de classes. Nossa resistência nasce da luta e solidariedade entre todos os povos, participando ou apoiando as revoluções de todos os continentestarefa de desvendar a realidade e lutar para transformar radicalmente as estruturas das sociedades, a partir das condições materiais e da formação da consciência e da vontade coletiva da classe trabalhadora.

É preciso ter nítido como uma diretriz de uma luta: não existe saída para a classe trabalhadora no sistema capitalista! Por isso, é indispensável a tarefa de construir uma lógica de viver radicalmente anticapitalista. No entanto, não há socialismo sem feminismo, sem combate ao LGBTfobia, contra o racismo e mudança de uma cosmovisão capaz de redefinir relações de vida dos seres humanos para com os animais, as plantas, a água, enfim, a natureza. Precisamos da verdade para enfrentar esta pandemia e todas as ameaças da humanidade e do planeta. Retomar a vida sobre outra lógica é viver profundamente, socializando coisas boas. Desta maneira, chegamos mais próximos do sentimento socialista até realizarmos a nossa vitória. Nossas Bandeiras vão balançar, abraçando a humanidade, pois somos herdeiras e herdeiros desse planeta que persiste. Com paz e amor espalhados pelo mundo somos fortes e tão importantes quanto plantas e animais.

EM LUTA 🌵🚩✊🏾 | É HOJE! A CLASSE TRABALHADORA VAI OCUPAR AS RUAS DE FORTALEZA PELO FIM DA ESCALA 6X1!💪🏾PARTICIPE LOGO MAI...
25/06/2026

EM LUTA 🌵🚩✊🏾 | É HOJE! A CLASSE TRABALHADORA VAI OCUPAR AS RUAS DE FORTALEZA PELO FIM DA ESCALA 6X1!

💪🏾PARTICIPE LOGO MAIS DA GRANDE MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA👇🏾

➡️ 25 de Junho - Quinta-feira (hoje)
⏰ 14h
📍 Concentração: Praça do Carmo – Centro de Fortaleza

✊🏿 Pelo fim da escala 6x1!
💪🏾 Pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários!
🫵🏾Por trabalho digno e qualidade de vida!

É Hojeeeee!!!
ClasseTrabalhadora MovimentoSindicaleSociais Mulheres Juventudes
TrabalhoDigno Fortaleza LutaPopular VidaAlémDoTrabalho ChegaDe6x1 TrabalhadoresUnidos

25/05/2026
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23/04/2026

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05/04/2026

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