Jekiti cultural

Jekiti cultural O evento foi realizado até o ano de 2005, mas o espaço criativo e a ideia continuam vivos, aguard Um dos patrimônios imateriais da cidade.

Jekiti é o nome de um dos cafés do então "terminal de onibus" construído pelo prefeito municipal Cecyn Jorge Cecyn em 1955. Hoje, além de atender suas finalidades, é ponto obrigatório de convivência de moradores e visitantes da cidade. Uma espécie de "boca maldita" onde tudo se fala e vira verdade.

22/12/2025
Lançamento do livro: Tucum, apelidos de Antonina. Participem!
01/12/2025

Lançamento do livro: Tucum, apelidos de Antonina. Participem!

28/06/2025

Hoje comemoro 12 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

CAUSOS ANTONINENSES/LEGADONO NATAL DE LUZ DA LIGA...Cuidado com a rede elétricaA partir dos anos 2002 aconteceu o Natal ...
02/12/2024

CAUSOS ANTONINENSES/LEGADO

NO NATAL DE LUZ DA LIGA...Cuidado com a rede elétrica

A partir dos anos 2002 aconteceu o Natal de Luz da Liga. A tradicional instituição filantrópica da cidade, sob a batuta da dupla dinâmica Maria Lucia Correa/Olga Marlene Mussi e diretoria realizaram evento festivo natalino, com a participação dos alunos da escolinha.

A ideia partiu do aceito pela amiga professora Lia Pinheiro – trabalho voluntário, em criar um coral com as respectivas crianças. Durante os ensaios a diretoria se entusiasmou e começou um planejamento a fim de apresentar o coral nas janelas do prédio da entidade. Assim, elaborado um belo repertório, indumentária adequada, e uma decoração natalina apropriada foi realizado o primeiro Natal de Luz da Liga.

Este escrevinhador aceitou o desafio da direção e produção da festa – voluntário, que, graças a participação e dedicação da comunidade – diretoria, professores, alunos e familiares, emoldurou o espírito natalino da entidade e da cidade, por alguns anos.

Sempre, na última apresentação do coral, programada para o dia 23, o ponto alto do evento era a chegada do casal Noel. No primeiro ano, 2002, eles chegaram de escuna e nos anos subsequentes – até 2006, de trem (ABPF), recepcionados na estação por milhares de crianças com direito a desfile em carro dos Bombeiros, pelas ruas da cidade, abrilhantado pela Filarmônica Antoninense. O desfile tinha como destino a sede da Liga, onde seria realizada a última apresentação do coral das crianças.

A cada ano o pessoal da organização tentava proporcionar uma novidade para o encerramento. Foram flocos de neve de isopor, balões a gás...e muita música. Uma verdadeira apoteose natalina.

Em 2006, creio que tenha sido o último da série, a presidente teve a “brilhante ideia” – brilhante mesmo, em adicionar fitas metalizadas nos balões a gás que seriam soltados durante a cantata de encerramento.

Tudo pronto, crianças apostas e afinadas, prédio iluminado, o casal Noel aposto nas escadarias e os alunos da escolinha trajados com vestimentas representativas de vários países. Carro de bombeiro, Filarmônica engajada e uma plateia alegre, festiva e empolgante.

Hora do encerramento, mensagem da presidente...e que soltem os balões – azul e branco. E assim, como planejado, música e alegria e centenas de balões ascendem aos céus, quando de repente...breves estouros de curtos-circuitos. Luzes se apagam e segundos de pânico – preocupação para com as crianças. Minutos após volta a energia, e nosso pessoal técnico percebe que as festivas fitas laminadas dos balões a gás ao encontrar a rede elétrica fecharam curto – a fiação não era protegida, causa de toda a queda de energia.

Assustados, mas não desanimados, reiniciamos o término do evento, agradecendo a presença de todos, pedindo desculpas pela ocorrência e desejando um Feliz Natal e Ano Novo de 2007, repleto de saúde e felicidade. Saudado pela musicalidade da nossa Filarmônica Antoninense, que se despediu interpretando o clássico Jingle Bell.
“Nem sempre tudo ocorre perfeitamente, mas só acontece para quem tenta fazer.”
Cuidado com a rede elétrica.

Este e outros 50 causos estão no livro “Divã do Jekiti” Adquira em Antonina, na Livraria da Barca, ou autografado com o autor, através da WhatsApp 41 99906-4081. Pague com pix e receba em casa. Apenas R$59,90*. Apoie autores locais. Presenteie com livros!

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Jekiti imortalizado. “Divã do Jekiti” livro com 50 causos, gravados no local, com frequentadores assíduos do local. Soli...
17/11/2024

Jekiti imortalizado. “Divã do Jekiti” livro com 50 causos, gravados no local, com frequentadores assíduos do local. Solicite, pague com pix e receba em casa. Apoie autores locais, independentes.

06 De Novembro se comemora a instalação da Vila Antonina, em 1797.Sempre a mesma história e muitas dúvidas quanto as dat...
06/11/2024

06 De Novembro se comemora a instalação da Vila Antonina, em 1797.

Sempre a mesma história e muitas dúvidas quanto as datas comemorativas da cidade.

Aprendemos nas escolas que a data é comemorativa a sua emancipação política.

Mas, comemorar uma emancipação não parece algo tão “comemorativo”. Não seria melhor comemorar sua fundação. Mas quando foi a fundação de Antonina?

No meu último livro, o “Antonina Frag-men-tos” dediquei um capítulo no sentido de clarear algumas dúvidas sobre nossa existência, pesquisado através de escassa biografia e de alguns alfarrábios e ‘achismos’ populares (citações na página).

Diversos artigos foram publicados, até por instituições que merecem nossa credibilidade, mas precisam ser olhados com muito cuidado e não apenas se utilizar do viciante e confortável copiar e colar do computador, e postar datas e valores não tão confiáveis.

Mas o que realmente aconteceu a 06 de novembro de 1797? Bem vamos lá pro livrinho:

“Em poucos anos, cresce a população da Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa, chegando aproximadamente as 2300 almas/pessoas. E coube ao padre Antônio do Valle Porto, filho do Sargento-Mor Manoel do Valle Porto, liderar o movimento reivindicatória dos “capelistas” solicitando ao governador da Capitania Geral de São Paulo, Antônio Manoel de Melo Castro e Mendonça, sua elevação de Freguesia em Vila. Cujo intento foi aclamado em 29 de agosto de 1797. Sendo sua instalação solene a 06 de novembro de 1797. Recebendo a denominação de Villa Antonina, em homenagem ao príncipe D. Antonio, filho de D. João VI e da rainha D. Carlota Joaquina de Bourbon, nascido a 21 de março de 1795 e falecido a 11 de junho de 1801.”

Entende se que devemos comemorar a instalação da VILA ANTONINA, e claro se a Freguesia como era conhecida não passava de um território conhecido pelo clero, com a criação da Vila a comunidade se torna independente...emancipada. Pois, estava sendo instalado os poderes da câmara, delegacia e o pelourinho. Instancias obrigatórias de liberação e cumprimento das leis imperiais. Certo!?

Muitos usam a data de 12 de setembro de 1714 como nossa fundação, mas o que realmente aconteceu foi a autorização da construção da Igreja de Nossa Senhora do Pilar (antes da Vila), construída em terreno doado por Vale Porto, que aqui chegou no ano de 1712, era apenas uma sesmaria.

Outra data importante é 21 de janeiro de 1857, pela lei provincial N°14, Antonina foi elevada à categoria de cidade, já pertencendo a Província do Paraná, se tornando umas das primeiras cidades paranaenses (antes pertencíamos a Província de São Paulo).

“Parece muito confuso, mas a historiografia nos auxilia, quando percebemos as diferenças entre sesmeiro, povoador e fundador. Nossa história é rica de fases e momentos distintos, valorizando assim nosso caráter civilizatório e existencial. Espero que este pequeno relato, incentive pessoas a pesquisar sobre a nossa tão rica história, e consiga em breve publicar algo mais consistente e didático.”

Vamos então fazer do nosso tão querido 6 de novembro a data comemorativa da instalação da VILA ANTONINA e não apenas de sua tão falada emancipação. Mais midiático, mais histórica e mais coerente. Viva a Vila Antonina!

P.S. Outras datas comemorativas vc encontra no livro “Antonina Frag-men-tos”, para compra na Livraria Da Barca ou autografado diretamente com o autor através do Whatsapp 99906-4081.

COISAS DE ELEIÇÕES. No Divã do Jekiti.ELEIÇÕES 1996... O caso Joaquim e ManoelEm 1996 fui candidato a prefeito de Antoni...
03/10/2024

COISAS DE ELEIÇÕES. No Divã do Jekiti.

ELEIÇÕES 1996... O caso Joaquim e Manoel

Em 1996 fui candidato a prefeito de Antonina pelo PT. A campanha foi muito interessante, bem articulada e participativa. Tivemos até Plano de Governo (o primeiro a ser apresentado a comunidade).

Como em todas as campanhas, principalmente nas cidades menores, sempre tem um candidato “amparado” pelo governo estadual. O PT fazia oposição e tinha poucas cidades por ele administrada, e de difícil aceitação por considerada parte da comunidade.

Fizemos uma “campanha limpa” conforme mandava o figurino e a Lei Eleitoral. Mas, nossos adversários como sempre corriam atrás do voto a qualquer preço, distribuindo facilitações a quem possa interessar, de olho no voto do eleitor.

Mas, o motivo de escrever essas linhas, é para relatar um caso curioso e engraçado ocorrido no dia das eleições. O juiz eleitoral proibiu qualquer tipo de reunião partidária no dia anterior ao pleito. Causando estranhamento a todos, pois a coordenação da campanha deveria se reunir para designar pessoal do partido a fim de fiscalizar as seções eleitorais. Fizemos uma reunião meio às escondidas abaixo de um grande temporal, e após distribuição dos envelopes e credenciais da equipe, eis que chegam de Curitiba, Joaquim (Cocota) e Manoel (Manino) dispostos a colaborar.

Ficou então a cargo dos dois a seção do bairro do Cedro. Comunidade distante da sede e de difícil aceso, principalmente em período chuvoso. Assim sendo, demos algumas dicas do local: vão pela estrada de Guaraqueçaba e em determinado momento irão encontrar um bar e um desvio a direita, peguem o desvio que os levara ao Cedro.

Dia seguinte, partiram cedo ao destino. A chuva deu uma acalmada, mas não cessou. Por um certo tempo desconfiaram que deveriam ter seguido em frente e não encontraram o tal desvio a direita. Após alguns minutos chegaram a uma localidade.

Um olhou para o outro e comentaram: – Deve ser aqui! A movimentação era de eleitores. – Bom dia...Falou o Manoel. Somos fiscais do PT e gostaríamos de nos apresentar. Complementou. O mesário surpreso disse: desculpem, mas aqui não tem candidatos do PT. – Como assim? Retrucou nosso fiscal. – Aqui não é o Cedro? – Não, aqui é Tagaçaba pertencente a Guaraqueçaba. O cedro é de outro lado...Precisam retornar alguns quilômetros, ao encontrar uma venda e um desvio a esquerda, é só seguir. Chegarão em poucos minutos. Afirmou o mesário.

Decepcionados e após muitas risadas por parte dos presentes, os dois retornaram e acharam a tal estrada. Cumprindo suas tarefas.

Após as urnas serem abertas, constavam dois votos a nossa candidatura, o de Joaquim e do Manoel. Esses meus conterrâneos!

Esse e mais 50 causos vc encontra no livro "Divã do Jekiti", adquira em Antonina na Livraria da Barca, ou pelo Whatsapp 41 99906-4081, pague com pix e receba em casa.

O Jekiti (ponto de encontro em Antonina) foi imortalizado, com o lançamento do livro “Divã do Jekiti”, aqui, mais uma da...
30/07/2024

O Jekiti (ponto de encontro em Antonina) foi imortalizado, com o lançamento do livro “Divã do Jekiti”, aqui, mais uma das histórias, ainda não publicada no blog, mas parte do livro.

PERIPÉCIAS DO CARLINHO

Carlinho Fucinho de Porco, na infância foi um dos meus melhores amigos. Quando adulto na década de noventa nos encontramos no escritório do amigo e advogado Julio Simão, mais conhecido como Julinho Vaca Brava (todo bom antoninense herda apelido). E na época Carlinho estava mais para aprontar brincadeiras com os amigos capelistas, tudo sem maldade, apenas para “perturbar” nossas vidas.
Apaixonado, eu claro. Tagarela como sempre fui, achei de chorar as mágoas perto do Carlinho. Ouvido atento e mente aberta a novas virtudes, não deu outra.
Vivia relacionamento apaixonado, ardente...fervoroso. Chegando em casa e ouvindo minha “secretária eletrônica” ouço a voz masculina de alguém que se identificava com o pai da minha pretendida. Totalmente agressivo, afirmava que se eu insistisse no namora, ele tomaria atitudes desagradáveis...e assim por diante. Desliguei o aparelho apavorado, pois sequer conhecia o pai da minha pretendente, sendo filha de casal separado.
Como todo apaixonado, passei a noite as claras sem saber o que fazer. O que menos passou por minha cabeça foi renunciar a uma paixão, apenas porque alguém não aceitava.
Dia seguinte, conversando com “a cara metade” ela afirma que jamais seu pai ousaria fazer tal procedimento. E daí a pergunta: Mas quem fez?
Mais tarde estive no escritório do Júlio e lá encontrei Carlinho todo faceiro. Olhei pra ele e não foi preciso perguntar. Confirmou que foi ele o autor do trote. Quase morri, pois senti o coração sair pela boca..., mas nessa hora de raiva do Carlinho.

Carnaval
Durante o carnaval, Julinho se hospedava na casa da Dona Neuza Pelicano, tia dele. Carlinho também vinha junto. Eu tinha um carro, TL Volkswagen 1972, que amanhecia estacionado defronte a minha casa, na Ermelino de Leão. Ao acordar, abri a porta da casa e o carro havia sumido. PÔ...roubaram meu TL! Exclamei. Saí a procura e vi o carro parado na rua a frente, na Carlos Gomes. Logo encontrei Carlinho todo sorridente: he...he...he! Na madrugada pegamos teu carro – nos em seis, carregamos até a avenida e deixamos lá. Queria te dar um o susto!
Ano seguinte, ao abrir a porta de casa fui surpreendido com centenas de latas de cerveja em mim derramada. Adivinhe? Carlinho teve o cuidado, durante a madrugada em catar centenas de latinhas vazias de cervejas e empilhar uma a uma, formando uma barreira de latas. O efeito foi meio dominó...mexeu em uma caíram todas. Esse Carlinhos...Saudades!

Essas e mais de 50 causos fazem parte do livro “Divã do Jekiti” solicite pelo whatsApp 41 99906-4081, pague por pix e receba em casa, por apenas R$59,90 (+ taxa de correio para entregas em outras localidades). Últimos exemplares.

Livros publicados do Bó. Solicite e leia.
20/01/2024

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Você ainda não leu o livro Divã do Jekiti?
20/01/2024

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26/12/2023

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