29/10/2018
Acreditamos que a diversidade e os direitos humanos, mais que pastas, são valores capitais de extrema importância e que representam nossa chapa na composição e no lema.
Mesmo no processo eleitoral, temos demonstrado isso, com o acolhimento de denúncias de opressões e uma reunião inicial com a Ubuntu - Frente Negra do IPOL. Pretendemos ir além, com jornada de rodas de resistência, de caracteres setoriais diante da conjuntura política assombrosa, na semana da vacância da campanha, entre os dias 31 de outubro (quarta) até 06 de novembro (terça).
Nossos diretores da diversidade (José Maurício e Débora Carvalho) estão sob a disposição de todas e todos para acolher demandas e/ou denúncias.
Vivemos momentos políticos tenebrosos, em que avanços sociais dos últimos 20 anos correm riscos sistemáticos de serem interrompidos pela extrema direita no Brasil e no mundo. Como integrantes do mundo acadêmico, precisamos reforçar esses avanços promovendo projetos, eventos e debates relacionados aos direitos LGBTs, à luta antirracista e recuperação histórica do legado político-cultural de Bantus, Sudaneses e Maleses para nosso País, e aos direitos das mulheres!
Ps: Recomendações bibliográficas:
1) O Abolicionismo - Joaquim Nabuco
2) A Negação do Brasil - Joel Zito
3) O Povo Brasileiro - Darcy Ribeiro
4) A integração do negro na sociedade de classes - Florestan Fernandes
5) Racismo, Sexismo e Desigualdade no Brasil - Sueli Carneiro
6) Mulher negra: Política governamental e mulher - Sueli Carneiro
7 ) Homossexualidade e Preconceito – Alessandra Fleury e Ana Torres
8 ) Homofobia no ambiente educacional – Toni Reis
9) Sobrevivi... posso contar - Maria da Penha
10) O Mito da Beleza: como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres - Naomi Wolf
Ah, e nossas propostas, claro:
- Continuidade da política da Gestão Margarida de conceder uma cadeira do Colegiado para a Ubuntu - Frente Negra do IPOL;
-Continuidade da introdução de femininjas em HHs, Chucapol e outras festas, para combater eventualidades de opressão e assédio;
-Pleitear a necessidade de tornar a Ubuntu em um projeto de extensão;
-Acompanhamento da Comissão Contra o Assédio e reivindicar uma representante discente mulher para compor a Comissão;
-Acompanhamento da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados (De Olho no Congresso);
- Acolher denúncias de assédio, discriminação, racismo e outras opressões através de formulário anônimo online, divulgado em página, ou através de conversa e reunião pessoal com a diretora do núcleo (obrigatoriamente precisa ser mulher)
-Parcerias com o DIV e movimentos sociais de minorias para realização de campanhas, divulgação de eventos, etc.;
- Organização de uma Semana da Diversidade, dedicada a combater as opressões e promover a conscientização e o debate democrático para promover avanços progressistas na afirmação das liberdades civis;
- Elaborar um Grupo de Whatsapp LGBT para as/os alunas/os de POL, dedicado à socialização, mobilizações e afirmação de uma cultura de tolerância social.