Vote Nelas SP

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Somos um grupo voluntário, suprapartidário e independente com um único objetivo: que todas as mulheres se reconheçam como força política.

07/07/2021
Bia Kicis (PSL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, não permitiu que a depu...
23/06/2021

Bia Kicis (PSL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, não permitiu que a deputada Joênia Wapichana (Rede) falasse durante a sessão para discutir o PL 490, que afeta diretamente os povos originários do Brasil, pois tira deles territórios já demarcados.
Joênia Wapichana, primeira mulher indígena a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados, tentava argumentar, com base na Constituição e no tratado da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil faz parte, que os povos indígenas teriam o direito de serem escutados e, para tanto, Wapichana sugeria uma audiência pública.
De forma autoritária, a presidente da CCJ interrompeu a fala da deputada e afirmou que questão estava encerrada. A atitude de Bia Kicis causou indignação nos parlamentares presentes na sessão, em vários grupos de organização civil, artistas e influenciadores.

Não permitir que a única representante eleita dos povos indígenas na Câmara seja ouvida é antidemocrático.

⚠️ MACHISMO NA CPI DA PANDEMIA! Nenhuma mulher compõe a CPI da pandemia. Sem vaga formal no colegiado, as senadores tem ...
26/05/2021

⚠️ MACHISMO NA CPI DA PANDEMIA!

Nenhuma mulher compõe a CPI da pandemia. Sem vaga formal no colegiado, as senadores tem se revezado para fazer perguntas na audiência.

A senadora Simone Tebet foi interrompida durante a sua fala cerca de 11 VEZES.

Como Leila Barros (PSD) expõe: “Não há um dia sequer que os senadores deixem de interromper senadoras no meio de suas falas”.

@ Senado Federal

💜MÃES: DIFICULDADES NA CARREIRA E NA POLITICA- PARTE 1: CARREIRA✨ Existem diversas barreiras para a mulher ascender na c...
25/05/2021

💜MÃES: DIFICULDADES NA CARREIRA E NA POLITICA
- PARTE 1: CARREIRA

✨ Existem diversas barreiras para a mulher ascender na carreira, dentre as quais podemos destacar três: (i) desigualdade de salários entre homens e mulheres, (ii) baixo número de mulheres nos espaços de poder e (iii) ausência de licença paternidade obrigatória. Esses fatores dificultam a ascenção e a manutenção das mulheres na carreira e estimulam agressões como assédio moral e sexual, demissões após a maternidade e desistência do trabalho. Além disso, as mulheres representam cerca de 45% da principal fonte de renda das famílias, segundo o IBGE.

Sobre a diferença salarial, dados recentes do IBGE dão conta que o gap chega a ser de quase 25%. Entre diretores e gerentes, grupo com rendimentos mais elevados, a diferença é ainda maior: a remuneração das mulheres foi de cerca de 62% daquela auferida por homens (uma diferença de quase 40%, portanto). 😳

O baixo número de mulheres na liderança e a ausência de licença paternidade ainda forçam a mulher a ser o centro do amparo da familia, submetendo-a a jornadas duplas e triplas de trabalho, sobrecarregando-a de culpa e dificultando seu foco e desenvolvimento na carreira.

➡️ Tratando especificamente das mulheres mães, pesquisas indicam que, no mercado de trabalho, o panorama das mulheres que não têm filhos é bem diferente daquele das que são mães. Um amplo levantamento, realizado em 2006 pela socióloga Louise Marie Routh com profissionais com título de MBA, nos Estados Unidos, mostrou que 36% ⚠️ delas afirmaram ter tido uma interrupção na progressão de suas carreiras depois da gravidez, enquanto suas colegas sem filhos seguiram numa trajetória de promoção e aumento de prestígio. A chance de uma mulher sem filhos ser contratada é 80% maior do que a de outra, com filhos, e com currículo semelhante.

Fontes:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/03/licenca-maternidade-precisa-mudar-para-incentivar-mulher-no-trabalho.shtml #:~:text=A%20pol%C3%ADtica%20que%20garante%20no,dificultar%20a%20perman%C3%AAncia%20delas%20no

https://www.brasildefato.com.br/2019/05/13/mulheres-falam-sobre-dificuldades-de-conciliar-atuacao-politica-e-maternidade @ Maternidade

Uma frase pra te inspirar nesse fim de domingo! 💜
23/05/2021

Uma frase pra te inspirar nesse fim de domingo! 💜

💜✨ Queremos conhecer e interagir com mais mulheres com conteúdos relevantes! Marque aqui embaixo um perfil de uma mulher...
20/05/2021

💜✨ Queremos conhecer e interagir com mais mulheres com conteúdos relevantes! Marque aqui embaixo um perfil de uma mulher que vale a pena seguir! ⤵️

✊ Hoje é o Dia Internacional de Luta Contra LGBTfobia.  ➡️ O Brasil foi considerado, pelo 12o ano consecutivo, o país qu...
17/05/2021

✊ Hoje é o Dia Internacional de Luta Contra LGBTfobia.

➡️ O Brasil foi considerado, pelo 12o ano consecutivo, o país que mais mata transe***is no mundo. Além disso, a cada 23 horas um LGBTI+ é assassinado ou se suicida vítima da LGBTfobia, o que confirma o Brasil como um dos países com piores índices de crimes contra as minorias se***is.

➡️ Sob o espectro político, tivemos os episódios de ataques e violência contra as vereadoras , e . Mais recentemente, a escalada de violência contra as mulheres trans se tornou tão grave que a vereadora mais votada de Niterói, , precisou ser retirada do Brasil para preservar sua vida e integridade física.

A violência política compromete a plena democracia e o estado de direito.

Por isso, sua participação contra a lgbtqiafobia ativa é mais que necessária, é vital!

Por isso hoje, informe-se sobre como ser mais inclusivo e doe para instituições de apoio à comunidade LGBTQIA+. Como por exemplo, a !

@ LGBT

VN EXPLICA: InterseccionalidadeVocê sabe o que é interseccionalidade? Interseccionalidade é um conceito sociológico preo...
14/05/2021

VN EXPLICA: Interseccionalidade

Você sabe o que é interseccionalidade? Interseccionalidade é um conceito sociológico preocupado com as interações e marcadores sociais nas vidas de grupos minorizados.

Os debates sobre interseccionalidade surgiram a partir das lutas e teorizações dos movimentos feministas negros nos Estados Unidos e no Reino Unido entre os anos 1970 e 1980. Entretanto, foi somente em 1989 que o termo foi de fato sistematizado por Kimberlé Crenshaw, teórica feminista e professora estadunidense especializa em questões de raça e gênero. Para a professora, é através desse termo que se explica como os eixos de poder relacionados a raça, etnia, gênero e classe estruturam os terrenos sociais, econômicos e políticos em que vivemos.

Nos últimos anos, o número de autoras interessadas em alimentar e fortalecer a teoria da interseccionalidade aumentou consideravelmente. Podemos citar alguns nomes mundialmente conhecidos: Audre Lorde (1983), Bell Hooks (1984), Patricia Hill Collins (1990), Avtar Brah (2006) e Angela Davis (2017).

A produção sobre o assunto também é marcante no Brasil por nomes como Sueli Carneiro (1985), Luiza Bairros (1995); além de Lélia Gonzales (1988) e Beatriz Nascimento (1989), que não trabalharam com o conceito em si, mas com muitas premissas que o antecedem.

Sem a interseccionalidade não colheremos os frutos da liberdade na luta contra o patriarcado e, portanto, não seremos todas livres. É preciso enxergar a luta de todos os grupos de forma individual: as mulheres negras, indígenas, asiáticas, PCDs, LGBTQIA+, e pobres é a única forma de libertar todas as mulheres da opressão da misoginia.

Erram as mulheres brancas que acreditam que sua luta está resumida a atingir e cobrir a diferença salarial. Essa visão capitalista neoliberal do feminismo branco apenas reforça a opressão patriarcal e diminui causas importantes, ancestrais e históricas, deixando muitas mulheres para trás.

É importante individualizar as lutas, enxergar todas as opressões e unir forças entre elas. O Vote Nelas acredita na força de agregar e lutar pelo fim de todas as opressões.

@ São Paulo, Brazil

🗣 Como bem disse Lélia Gonzalez, o 13 de maio é muito mais REFLEXÃO do que CELEBRAÇÃO, a luta continua! ✊Compartilhe ess...
13/05/2021

🗣 Como bem disse Lélia Gonzalez, o 13 de maio é muito mais REFLEXÃO do que CELEBRAÇÃO, a luta continua! ✊

Compartilhe esse post para que mais pessoas reflitam sobre isso! 💜

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Arte da Leila: Luísa Vasconcelos @ São Paulo, Brazil

🗣 De acordo com . "o sexismo atrela o desempenho de certas funções a mulheres e desqualifica culturalmente essas funções...
12/05/2021

🗣 De acordo com . "o sexismo atrela o desempenho de certas funções a mulheres e desqualifica culturalmente essas funções por serem desempenhadas por elas, o que legitima a atribuição de salários menores. O nível de desprezo social será maior e a compensação salarial será menor quando o sexismo opera com o racismo para atribuir funções subalternas a mulheres que pertencem a minorias raciais." (Tratado de Direito Antidiscriminatório, p. 605, 2020).

Você também percebe a diferença salarial entre homens e mulheres no seu entorno? ⤵️

O Projeto de Lei Complementar nº 130 de 2011 (PLC 130/2011), que trata da igualdade de salários entre homens e mulheres ...
11/05/2021

O Projeto de Lei Complementar nº 130 de 2011 (PLC 130/2011), que trata da igualdade de salários entre homens e mulheres que desempenhem a mesma função, havia sido aprovado pelo Senado em 30 de março e aguardava sanção presidencial. No entanto, o presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL), solicitou à Presidência da República a volta do projeto.

O PLC 130/11 tramita no Congresso há DEZ longos anos aguardando aprovação. Desconfia-se que esse retorno do projeto à Câmara seja uma manobra do governo. Há poucos dias, o presidente Jair Bolsonaro declarou "ter dúvidas sobre sancionar o projeto".

Sob o ponto de vista legal e prático, tal preocupação do presidente não tem o menor fundamento. É importante lembrar que, na verdade, já existem proteções legais contra discriminações salariais. Tanto a Constituição Federal como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) proíbem diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de s**o, idade, cor ou estado civil, inclusive com a imposição de multa.

A vantagem do PLC 130/2011 é conferir uma proteção adicional à mulher, pois prevê multa específica para discriminação salarial por gênero. Assim, uma empresa que remunera de forma distinta homens e mulheres que exercem as mesmas funções deverá reparar a pessoa prejudicada não apenas pagando a diferença salarial ou uma indenização por dano moral, mas adicionalmente, uma multa de até cinco vezes a diferença registrada.

A medida em que garantimos o mesmo salário para homens e mulheres na mesma função, desestimulamos que as mulheres desistam de suas carreiras por receber menos que os homens, estimulando sua ascensão profissional. Não há qualquer prejuízo em assegurar a aplicabilidade da lei e da Constituição Federal.

Por esse motivo, repudiamos o retorno do PLC 130/2011 à Câmara e defendemos sua sanção imediata pelo Presidente da República!

Compartilhem e nos ajudem a lutar em mais essa causa! ✊💜

Endereço

Senado Federal
Brasília, DF
70165-900

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