Diário de historiador

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Textos, videos e atividades de história para o ensino fundamental e médio.

02/04/2026

Período Napoleônico - Império (1802 – 1814)
Em 28 de maio de 1804, o consulado proclamou Napoleão como imperador dos franceses, decisão que foi ratificada por um plebiscito popular.
O papa Pio VII presidiu a sagração do novo soberano, em 2 de dezembro de 1804. Em 1805, Napoleão coroou-se rei da Itália. Sua política de conquista, no entanto, tornou impossível a convivência pacífica com outras potências. Vencidas a Alemanha, a Itália e a Holanda numa nova coligação contra a França, Napoleão decretou o bloqueio continental contra a Inglaterra.
A seguir Napoleão empreendeu a conquista no trono da Espanha. A Áustria retomou a guerra, mas acabou subjugada. Divorciado de Josefina, Napoleão casou-se com Maria Luísa, filha do imperador austríaco Francisco II.
No auge de seu poder, Napoleão cometeu, porém, o erro de distribuir os novos reinos entre seus irmãos, que se mostraram incompetentes.
Em 1813, Napoleão enfrentou a coalizão de todas as potências europeias e foi derrotado em Leipzig. Retirou-se para a França, logo invadida por russos e prussianos.
Após a queda de Paris, em 30 de março de 1814, Napoleão renunciou à coroa, em 6 de abril, em Fontainebleau, e partiu para o exílio, na ilha de Elba.
Em março de 1815, ciente da impopularidade do novo rei, Napoleão evadiu-se da ilha e, em marcha triunfal, entrou em Paris. Durante cem dias ocupou novamente o trono, mas em junho de 1815 foi derrotado em Waterloo.
Deposto, foi desterrado na ilha de Santa Helena, onde morreu em 5 de maio de 1821. Embora odiado em vida por toda a Europa, e mal suportado na França, tornou-se herói popular diante da mediocridade do absolutismo monárquico restaurado.
Em 1840, seus restos mortais foram transladados de Santa Helena para o Dôme des Invalides, em Paris.

Pré História - Teorias evolutivasCriacionismoA Bíblia Sagrada, mais especificamente no livro de Gênesis, narra à históri...
02/04/2026

Pré História - Teorias evolutivas
Criacionismo

A Bíblia Sagrada, mais especificamente no livro de Gênesis, narra à história da origem de tudo que há ao nosso redor, como Sol, estrelas e seres vivos. O primeiro versículo da Bíblia já diz que: “No princípio criou Deus os céus e a terra em seis dias e no sétimo descansou”. Essa era justamente a idéia central do criacionismo, em que Deus criou o primeiro homem, que foi chamado de adão, a partir de um molde de barro, a qual soprou e lhe deu vida. E a primeira mulher foi Eva, criada a partir de uma das costelas de Adão. E ambos foram expulsos do paraíso por desobediência a Deus por comerem o fruto proibido, dando origem a todos os descendentes humanos na terra.

Evolucionismo ou Darwinismo

Teoria que surgiu a partir do século XIX, afirma que o homem foi resultado de uma longa evolução iniciada há cerca de cinco milhões de anos, desde os Hominídeos até o Homo sapiens, cuja espécie correspondente ao homem moderno com suas características atuais.
De fato, a teoria evolucionista se originou a partir da publicação do livro de Charles Darwin “A Origem das Espécies”, em 1859. Darwin, após uma viagem cientifica às Ilhas Galápagos, acabou descobrindo diversas novas espécies de animais como pássaros de bicos curtos e curvos na busca por alimentos, que o levou a desenvolver a idéia de seleção natural dos seres vivos. Segundo a teoria, homem e macaco possuiriam a mesma ascendência, da qual as outras espécies de primatas que foram se desenvolvendo ao longo do tempo e que se extinguiram por não conseguirem se adaptar em meio as constantes mudanças climáticas e geológicas.

Estudo de texto - Pré – História (Conceito)Período que se inicia com a formação geológica da terra, a evolução humana e ...
02/04/2026

Estudo de texto - Pré – História (Conceito)

Período que se inicia com a formação geológica da terra, a evolução humana e o surgimento das civilizações ágrafas (sem escrita) por volta de 4.000 a.c.
O conhecimento de fatos históricos desse período se faz pelos estudos dos vestígios deixados pelos povos antigos, denominado Paleontologia.
Outra ciência que auxilia a Paleontologia é a arqueologia que se utiliza a analise desses vestígios através de uma técnica chamada de carbono 14, que determina a datação desses vestígios denominados fósseis. Os fosseis podem ser encontrados em rochas, madeira ou no solo, como plantas petrificadas, ossos de dinossauros e repteis empalhados.

A pré – história e sua divisão

Paleolítico – surgimento dos primeiros hominídeos a partir de 12.000 anos, com a formação de pequenos grupos humanos em cavernas, que criavam pequenos instrumentos rudimentares de pedra lascada, madeira ou ossos para a caça e a pesca. Eram nômades, sem moradia fixa.
Neolítico – período que corresponde a sedentarização dos hominídeos (moradia fixa) a 8.000 anos, quando passaram a praticar a agricultura de subsistência, a criar o fogo e domesticar pequenos animais, além de utilizar instrumentos de pedra polida como facas, arpoes e flechas. Formaram as primeiras cidades em planícies com rios e lagos.

Estudo de texto - O trabalho dos Paleontólogos e dos arqueólogos A sistematização das escavações e a descoberta de novos...
02/04/2026

Estudo de texto - O trabalho dos Paleontólogos e dos arqueólogos

A sistematização das escavações e a descoberta de novos restos, tanto vegetais quanto animais, junto com o estudo comparativo da série de estratos em distintas áreas geográficas, estabeleceram as bases de uma nova ciência, a paleontologia, de importância capital na história da biologia.
De especial relevância para o conhecimento da história da vida no passado foram os trabalhos de cientistas como o francês Alcides Dessalines D'Orbigny e o britânico Richard Owen, entre outros. Em meados do século XIX, Owen estudou os restos, encontrados décadas antes, de vertebrados gigantescos aos quais deu o nome de dinossauros.
Desde então houve vários avanços no campo das ciências geológicas. O aperfeiçoamento das técnicas de pesquisa e a elaboração de métodos que tornaram possível a datação precisa de exemplares fósseis como o carbono 14 e do material estratigráfico a eles associados permitiram ao homem obter, nos tempos modernos, conhecimento detalhado da evolução da vida sobre a Terra ao longo de milhões de anos.

02/04/2026

Vídeo que presenta a era geológica, em que no período jurássico e cretáceo, os Dinossauros dominaram o planeta terra.

02/04/2026

Estudo de Texto - Paleontologia

Conceito

É a ciência que estuda o passado geológico e a análise de fósseis vegetais e animais, inclusive aqueles de tamanho microscópico preservados dentro de rochas. Seu estudo abrange todos os aspectos da biologia de antigas formas de vida: forma e estrutura, padrões de evolução, relação taxonômica com as atuais espécies vivas, distribuição geográfica e inter-relações com o meio ambiente.

Os Fósseis

Fósseis são restos de animais ou vegetais que viveram em épocas pré-históricas e que se conservou no interior dos sedimentos que com o passar do tempo foram-se acumulando sobre as rochas.
A definição abrange também os vestígios que sinalizam a existência de vida em tempos remotos, como pegadas, habitat e restos de alimentos. Na antiguidade a palavra fóssil (do latim fossilis, "extraído da terra") significava toda coisa estranha encontrada numa rocha. Na acepção moderna corresponde a evidências diretas deixadas por seres que viveram antes do holoceno, há mais de dez mil anos.

02/04/2026

Vídeo sobre a pré história no Brasil e as últimas pesquisas arqueológicas entre 1990 e 2017.

Estudo de texto - Conflitos na República Velha (1894-1922) • Revolta da Armada (1893-1894) - Movimento desencadeado pela...
14/04/2025

Estudo de texto - Conflitos na República Velha (1894-1922)

• Revolta da Armada (1893-1894) - Movimento desencadeado pela Marinha de Guerra no Rio de Janeiro contra o presidente Floriano Peixoto contra a substituição do almirante Custódio de Melo pelo almirante Saldanha da Gama. Foi encerrado em 1894, com a fuga dos revoltosos para Buenos Aires.
• Revolta de Canudos (1896-1897) – expedição militar lançada contra o arraial de Canudos (Monte Santo - BA), em 1896 e 1897, que tentavam submeter a "cidade santa" construída por Antônio Vicente Mendes Maciel, o Antônio Conselheiro, líder religioso dos sertões. O conflito de Canudos é narrado por Euclides da Cunha na obra “Sertões”.
• Revolta da Vacina (1904) - movimento popular ocorrido no Rio de Janeiro, em 1904, em reação ao plano de saneamento da cidade, do então diretor-geral da Saúde Pública, Osvaldo Cruz que tornava obrigatória a vacina contra a varíola nos cortiços da cidade.
• Revolta da Chibata (1910) - Movimento de protesto na marinha do RJ liderado pelo negro João Candido que visava o fim dos maus tratos e melhoria das condições de vida dos marinheiros de baixa patente. Os rebeldes foram atendidos e anistiados pelo presidente Hermes da Fonseca.
• Contestado (1912-1914) – Conflito armado entre posseiros de Santa Catarina e Paraná contra a instalação de estradas de ferro e empresas inglesas de extração de madeira na região.
• Tenentismo e Coluna prestes (1922 – 1928) - movimento político-militar revolucionário que tomou corpo no Brasil a partir de 1922, sob a forma de uma série de levantes em todo o território nacional liderado por oficiais de baixa patente como Luís Carlos Prestes, Juarez Távora, Eduardo Gomes, Siqueira Campos, Juraci Magalhães, Cordeiro de Farias, Ernesto Geisel e Artur da Costa e Silva e civis como Osvaldo Ar**ha e Virgílio de Melo Franco.

Estudo de texto  - República Velha (1889-1930) - ConceitoPeríodo da história republicana do Brasil que começa com ao gov...
14/04/2025

Estudo de texto - República Velha (1889-1930) - Conceito

Período da história republicana do Brasil que começa com ao governo provisório de Deodoro da Fonseca em 1889 até deposição de Washington Luís pela revolução de 1930. Também chamada de República das oligarquias de Minas e São Paulo ou café com leite.
Republica café com leite (1889-1930)

Divisão:
• República Militar (1889-1894) – nos governos de Deodoro da Fonseca e de Floriano Peixoto onde acontece a Revolução federalista no Rio Grande do Sul () onde rebeldes proclamam a república Juliana ao propor a separação do sul com os demais estados da federação.
• Política dos governadores (1894 a 1930) – governo Prudente de Moraes e a introdução de um novo regime econômico – Encilhamento e política de valorização do café no Convênio de Taubaté (1904).

Caracteristicas

Chegada de imigrantes europeus e asiáticos no Brasil para trabalhar nas indústrias de bens de consumo e nas lavouras de café. Organização da classe operaria e primeiros movimentos de greve em São Paulo.
Conflitos enttre governo e a população pobre dos núcleos urbanos e rurais ( Canudos, Contestado, Chibata e Vacina).
Coronelismo e fraundes eleitoriais (voto de cabresto)
Semana de arte moderna (1922-1924) - introdução de uma arte genuinamente brasileira no resgate ao passado colonial brasileiro representado por Tarsila do Amaral, Mario de Andrade e Oswald Andrade.

Brasil República - Constituições do Império e da República (1824-1988) .
14/04/2025

Brasil República - Constituições do Império e da República (1824-1988) .

Brasil República - República Velha (1889-1930) Estudo de texto - Biografia Floriano Peixoto Floriano Vieira Peixoto nasc...
14/04/2025

Brasil República - República Velha (1889-1930)
Estudo de texto - Biografia Floriano Peixoto
Floriano Vieira Peixoto nasceu em 30 de abril de 1839 no engenho do Riacho Grande, em Ipioca, Alagoas. De família pobre, foi entregue ao tio e padrinho, coronel José Vieira de Araújo Peixoto, que o criou. Fez os estudos primários em Maceió e aos 16 anos transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou no Colégio São Pedro de Alcântara. Assentou praça em 1857 e em 1861 ingressou na Escola Militar. Dois anos mais tarde recebeu a patente de primeiro-tenente.
Quando irrompeu a guerra do Paraguai, Floriano servia em Bajé RS. Participou da retomada de Uruguaiana e de outras importantes ações militares, inclusive da batalha final em Cerro Corá, onde foi morto Solano López. Terminada a guerra e promovido a tenente-coronel, pôde concluir o curso de ciências físicas e matemáticas. Serviu depois no Amazonas, Alagoas e Pernambuco. Em 1883 foi promovido a brigadeiro e em 1884 assumiu a presidência da província de Mato Grosso, cargo que ocupou por um ano. Em 1889, depois de breve afastamento, foi nomeado ajudante-general-de-campo.
Ao que tudo indica, Floriano não participou das conspirações republicanas. O marechal Deodoro da Fonseca, no entanto, contava com sua solidariedade. E, de fato, na noite de 15 de novembro de 1889, Floriano se recusou a cumprir ordens do visconde de Ouro Preto para dispersar os corpos rebeldes reunidos no Campo de Santana.
Em 1890, foi nomeado ministro da Guerra. Candidato a vice-presidente, elegeu-se pelo Congresso Constituinte em 25 de fevereiro de 1891. Com a renúncia de Deodoro, em 23 de novembro, assumiu o poder. Seu primeiro ato foi destituir, com exceção de um, todos os governadores estaduais que haviam apoiado a dissolução do Congresso decretada por Deodoro.
Em seguida, adotou medidas drásticas para combater os oposicionistas que exigiam novas eleições. A reivindicação baseava-se no artigo da constituição republicana que determinava a convocação de eleições em caso de vaga na presidência antes do decurso de dois anos de mandato.
Em 6 de abril de 1892, 13 generais e almirantes assinaram um manifesto pela renúncia do governo. Floriano demitiu e reformou todos os signatários, em meio à agitação popular. Em 10 de abril as garantias constitucionais foram suspensas por 72 horas e o governo ordenou prisões e desterros em massa. Pressionado, o Congresso aprovou medida que legitimava o mandato presidencial até 15 de novembro de 1894 e Floriano decretou uma anistia geral.
Em fevereiro de 1893 eclodiu no sul a revolução federalista. A situação se agravou em setembro, com a revolta da armada, no Rio de Janeiro. Os dois movimentos acabaram por se unir, com o objetivo de depor o "marechal de ferro" e restaurar a monarquia. Floriano rejeitou a oferta de apoio naval estrangeiro na baía de Guanabara e rendeu os rebeldes com a chegada de uma nova esquadra, recém-adquirida nos Estados Unidos e na Europa. No Paraná e em Santa Catarina, foi implacável a repressão aos revoltosos, com centenas de fuzilamentos.
Concluído o mandato, o "marechal de ferro" seguiu para uma estação de repouso em Cambuquira MG, por recomendação médica. De lá, transferiu-se para Divisa (hoje Floriano), no município de Barra Mansa RJ, onde morreu em 29 de junho de 1895.
©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

14/04/2025

Brasil Republica - República Velha (1889-1930)
Estudo de texto - Biografia Deodoro da Fonseca
Manuel Deodoro da Fonseca nasceu em Alagoas AL (hoje Deodoro), a 5 de agosto de 1827, em uma família de militares. Ingressou na Escola Militar em 1843. Lutou contra a revolução praieira (1848-1849), como tenente do Exército enviado para Pernambuco. Já capitão, participou em 1865 do cerco de Montevidéu e, depois da capitulação da capital uruguaia, partiu para a campanha do Paraguai.
Em 1870, retornou do Paraguai como herói, no posto de coronel. Em 1874 foi promovido a brigadeiro e em 1884 a marechal-de-campo. Com a morte do general Osório em 1879 e do duque de Caxias em 1880, dividiu com o visconde de Pelotas a liderança da chamada questão militar, desencadeada quando o tenente-coronel Antônio de Sena Madureira que criticou, em artigo publicado no jornal do Partido Republicano A Federação, de Porto Alegre, a administração de um ex-ministro da Guerra. Deodoro, no comando de armas do Rio Grande do Sul, apoiou o subordinado.
Essa atitude foi fortemente combatida pelo deputado Silveira Martins, de quem se diz ter colaborado na denúncia, apresentada em 1886 ao Supremo Tribunal de Justiça, que acusava Deodoro de prevaricador. De volta ao Rio, Deodoro foi alvo de grandes homenagens por parte de abolicionistas e republicanos e acabou absolvido.
Nesse clima surgiu um manifesto assinado pelo visconde de Pelotas e por Deodoro - documento cuja redação é atribuída a Rui Barbosa - definindo os pontos de vista das forças armadas. Em seguida, organizou-se o Clube Militar, de que Deodoro foi fundador e primeiro presidente, em 1887. Nessa qualidade, coube-lhe apresentar à princesa Isabel, então regente, requerimento em que o Exército pedia para ser dispensado da perseguição de escravos fugidos.
Após a abolição da escravatura, o governo imperial resolveu afastar Deodoro da corte, designando-o para o comando em Mato Grosso, para onde seguiu em 1888. Aceitou a "deportação", mas não concordou, tempos depois, com a nomeação para presidente da província de um oficial de patente inferior a sua, o coronel Ernesto Augusto da Cunha Matos.
Regressou ao Rio de Janeiro, em setembro de 1889, encontrando já muito avançado o processo que determinaria a queda da monarquia. Por seu prestígio junto à tropa, coube-lhe papel decisivo no movimento de 15 de novembro de 1889, quando proclamou a república.
Assumiu a chefia do governo provisório e procedeu à separação da igreja e do estado, instituiu o casamento civil e convocou o Congresso Constituinte. Este elegeu Deodoro presidente da república em janeiro de 1891. Seu governo teve na segunda fase o barão de Lucena como uma espécie de primeiro-ministro e se mostrou impotente para enfrentar a crise entre os poderes legislativo e executivo. A 3 de novembro de 1891 Deodoro dissolveu o Congresso. A reação foi imediata e a Marinha revoltou-se.
No dia 23 de novembro, em manifesto lacônico, Deodoro afirmou "o desejo de não deixar atear-se a guerra civil na minha cara pátria" e renunciou. Morreu no Rio de Janeiro, em 23 de agosto de 1892, nove meses depois de deixar a presidência.

Fonte: ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

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Belo Horizonte, MG
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