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📍PARLAMENTO PAN-AFRICANO | “ Angola fornece água a países vizinhos, mas muitas comunidades angolanas ainda não têm acess...
24/07/2026

📍PARLAMENTO PAN-AFRICANO | “ Angola fornece água a países vizinhos, mas muitas comunidades angolanas ainda não têm acesso à água potável “ Presidente Adalberto Costa Júnior

24/07/2026

📍PARLAMENTO PAN-AFRICANO | Intervenção do Presidente Adalberto Costa Júnior durante a Sessão Ordinária

PRESIDENTE ADALBERTO COSTA JÚNIOR EM TRABALHO NO PARLAMENTO PAN AFRICANO MIDRAND, ÁFRICA DO SUL — Entre os dias 17 e 30 ...
24/07/2026

PRESIDENTE ADALBERTO COSTA JÚNIOR EM TRABALHO NO PARLAMENTO PAN AFRICANO

MIDRAND, ÁFRICA DO SUL — Entre os dias 17 e 30 de Julho de 2026, o Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, chefia enquanto deputado a delegação da Assembleia Nacional de Angola na 1.ª Sessão Ordinária da 7.ª Legislatura do Parlamento Pan-Africano, onde representantes de diversos países do continente discutem políticas de desenvolvimento sustentável, boa governação, direitos humanos e paz. Os deputados de Angola têm participação em Comissões de Trabalho do Parlamento Pan-Africano na dureccionadas à implementação das metas estratégicas da União Africana, num momento em que o continente enfrenta desafios decisivos em matéria de estabilidade, integração e crescimento.

Ao longo da sessão, os deputados africanos analisam propostas destinadas a fortalecer a integração regional, melhorar os mecanismos de governação e acelerar a concretização da Agenda 2063 da União Africana. Em discussão estão igualmente instrumentos de promoção da paz, da defesa dos direitos humanos e do reforço das instituições democráticas, considerados pilares para o desenvolvimento sustentável do continente. Estão em debate diversas Leis-Modelo, tais como: Acesso à Águas e ao Saneanemto Básico em Africa Lei-Modelo Sobre a proteção da família Lei Modelo sobre a equidade do género LM Sobre o Sidtema Alimentar e Nutricional LModelo sobre a Aplicação de Decisões em Matéria de Direitos Humanos Lei Modelo sobre as Alterações Climáticas Lei Modelo Sobre a gestão sustentável dos Solos Lei Modelo sobre os Minerais Críticos Lei Modelo relativa ao Direito à Nacionalidade a Irradiação da Apátrida LM sobre a Cibersegurança .

A delegação angolana é liderada por Adalberto Costa Júnior, após a recente perda do deputado Manuel Augusto, e integra ainda os deputados Arlete Borges, Maria Escovalo, João Vahekeni.Tomara posse nesta sessão o deputado Kilamba Van-Dúnem.

Mais do que um fórum de debate, o Parlamento Pan-Africano constitui um espaço de concertação política entre os Estados-membros da União Africana, permitindo aproximar posições sobre desafios comuns que vão desde a segurança regional ao combate à pobreza, passando pelo fortalecimento das instituições públicas e pela promoção da integração económica africana.

A presença da delegação angolana ocorre numa conjuntura em que África procura consolidar mecanismos de cooperação capazes de responder aos desafios impostos pelos conflitos armados, pelas alterações climáticas, pela insegurança alimentar e pelas desigualdades económicas. É neste contexto que os debates em Midrand assumem particular significado político e institucional.

Enquanto os trabalhos prosseguem no Parlamento Pan-Africano, permanece uma questão que ultrapassa as fronteiras de Midrand, conseguirá África transformar as decisões debatidas nas suas instituições em mudanças concretas na vida dos seus povos? É dessa resposta que poderá depender uma parte importante do futuro do continente.

RESOLUÇÃO SOBRE A CRESCENTE CRIMINALIZAÇÃO DA OPOSIÇÃO POLÍTICA E AS AMEAÇAS À DEMOCRACIA EM ÁFRICA  O IDC-CDI: • Profun...
23/07/2026

RESOLUÇÃO SOBRE A CRESCENTE CRIMINALIZAÇÃO DA OPOSIÇÃO POLÍTICA E AS AMEAÇAS À DEMOCRACIA EM ÁFRICA

O IDC-CDI:
• Profundamente preocupado com a crescente tendência observada em várias partes de África de criminalização da oposição política, através da utilização de processos judiciais artificiais, detenções arbitrárias, intimidação, violência política e restrições às liberdades fundamentais;

• Alarmado com os recentes acontecimentos em vários países africanos, incluindo a Tanzânia, Uganda, Angola, Moçambique, Zimbabué e a República Democrática do Congo, onde líderes da oposição, activistas políticos, jornalistas e membros da sociedade civil enfrentam perseguições, violência, limitações à sua participação política e outras formas de repressão incompatíveis com os princípios democráticos;

• Reconhecendo que a democracia não é ameaçada apenas por golpes de Estado militares, mas também por golpes institucionais e constitucionais que enfraquecem progressivamente a separação de poderes, a independência das instituições e a alternância democrática.

O IDC-CDI:
• Reafirma o seu compromisso inabalável com a democracia multipartidária, o pluralismo político, a alternância democrática e o Estado Democrático de Direito;

• Condena todas as formas de violência política, intimidação, detenções arbitrárias, perseguição judicial e criminalização dirigidas contra líderes da oposição, activistas políticos, jornalistas e membros da sociedade civil;

• Apela ao reforço da independência dos tribunais, das administrações eleitorais, dos parlamentos e das demais instituições democráticas;

• Adverte que a criminalização da oposição política e a redução do espaço democrático constituem graves ameaças à paz, à estabilidade e ao desenvolvimento sustentável dos países;

• Manifesta preocupação com a possibilidade de que tendências semelhantes de exclusão política, manipulação institucional e intimidação de opositores possam comprometer a confiança pública nos futuros processos eleitorais, incluindo nas Eleições Gerais de 2027 em Angola;

• Solicita à União Africana, às Comunidades Económicas Regionais e à comunidade internacional democrática que reforcem a monitorização e o acompanhamento de situações em que a competição política esteja ameaçada pelo uso abusivo das instituições do Estado.

Assembleia Geral – Bruxelas, Bélgica, 13.07.2026

RESOLUÇÃO SOBRE O APOIO INTERNACIONAL À DEMOCRACIA E À INTEGRIDADE ELEITORAL EM ANGOLA O IDC-CDI: • Relembrando o seu co...
23/07/2026

RESOLUÇÃO SOBRE O APOIO INTERNACIONAL À DEMOCRACIA E À INTEGRIDADE ELEITORAL EM ANGOLA

O IDC-CDI:
• Relembrando o seu compromisso histórico com a democracia, o pluralismo político, o Estado de Direito e a alternância democrática em África;

• Reconhecendo a importância estratégica de Angola para a estabilidade política, o desenvolvimento económico e a consolidação democrática na África Austral e no continente africano;

• Considerando a aproximação das Eleições Gerais de Agosto de 2027, num contexto em que cresce entre os cidadãos angolanos a aspiração por maior participação política, transparência institucional, prosperidade económica e renovação democrática;

• Recordando que, na sequência das Eleições Gerais de 2022, partidos políticos e organizações da sociedade civil apresentaram propostas destinadas a reforçar a transparência, a integridade e a credibilidade do processo eleitoral, as quais não foram aprovadas pela Assembleia Nacional;

• Convicto de que transições democráticas bem-sucedidas são exemplos positivos para outras nações e contribuem para o fortalecimento da cultura democrática em toda a região.

O IDC-CDI:
• Reafirma o seu apoio à consolidação da democracia, ao pluralismo político e ao fortalecimento das instituições democráticas em Angola;

• Incentiva todos os actores políticos e sociais angolanos a prosseguirem os seus objectivos através de meios pacíficos, constitucionais e democráticos;

• Apela aos partidos-membros e organizações parceiras do IDC-CDI a reforçarem o seu envolvimento político, diplomático e técnico em apoio à democracia, à boa governação e à integridade eleitoral em Angola, utilizando os seus canais políticos e diplomáticos para sensibilizar governos, parlamentos e instituições internacionais para a importância do acompanhamento do processo eleitoral angolano;

• Apela às autoridades angolanas para que adotem, antes das Eleições Gerais de 2027, as reformas necessárias ao reforço da transparência, da fiscalização independente, da integridade e da credibilidade do processo eleitoral;

• Exorta a comunidade internacional a acompanhar de perto a evolução da situação política angolana e a apoiar iniciativas que promovam eleições livres, transparentes e credíveis em 2027;

• Reconhece que uma alternância democrática pacífica e bem-sucedida em Angola representaria um importante avanço para a consolidação da democracia na África Austral e poderia inspirar progressos democráticos noutros países da região e do continente;

• Solicita o reforço das missões de observação eleitoral, dos programas de formação democrática, da cooperação institucional e do acompanhamento internacional do processo eleitoral angolano;

• Reafirma que a democracia, a alternância política, a responsabilização dos governantes e o respeito pelas liberdades fundamentais constituem condições indispensáveis para a paz, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável de Angola e de África.

Assembleia Geral – Bruxelas, Belgica, 13.07.2026

PRESIDENTE ADALBERTO COSTA JÚNIOR REÚNE PRINCIPAIS DIRIGENTES DA UNITA EM PORTUGAL  O Presidente da UNITA, Adalberto Cos...
20/07/2026

PRESIDENTE ADALBERTO COSTA JÚNIOR REÚNE PRINCIPAIS DIRIGENTES DA UNITA EM PORTUGAL

O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, realizou esta segunda-feira, 20 de julho de 2026, em Lisboa, um encontro de trabalho que reuniu algumas das principais figuras da estrutura político-partidária . Participaram igualmente na reunião o Secretário-Geral da JURA, Nelito da Costa Ekuikui, o Secretário para as Relações Exteriores, Jonas Mulato, o Representante da UNITA em Portugal, Ermelindo dos Santos, e o Representante Adjunto, Antonico Cayeye. O encontro decorreu no âmbito da articulação institucional e do acompanhamento das actividades da representação do partido em Portugal.

A participação do Secretário-Geral da JURA, Nelito da Costa Ekuikui, reforça igualmente o papel da juventude na dinâmica política do partido, enquanto a presença do Secretário para as Relações Exteriores evidencia a dimensão internacional da agenda institucional da UNITA. Já os representantes da organização em Portugal assumem um papel central no acompanhamento das actividades políticas e no relacionamento com a comunidade angolana naquele país.

Num contexto em que os desafios políticos e sociais de Angola continuam a suscitar amplo debate, iniciativas desta natureza procuram assegurar uma coordenação permanente entre a liderança partidária e as suas estruturas de representação internacional, reforçando a capacidade de acompanhamento dos assuntos considerados estratégicos.

📍MENSAGEM POR OCASIÃO DO DIA NACIONAL DA JURA | Neste 18 de julho, celebramos o Dia Nacional da JURA, evocando a memória...
18/07/2026

📍MENSAGEM POR OCASIÃO DO DIA NACIONAL DA JURA | Neste 18 de julho, celebramos o Dia Nacional da JURA, evocando a memória do seu Patrono, David Jonatão Samwimbila ,símbolo de coragem, patriotismo e entrega à causa da liberdade. Ao lado do Dr Jonas Savimbi, Fundador da UNITA, ele representa a geração que plantou as sementes da resistência e nos legou o dever inadiável de honrar o seu sacrifício com acções concretas.

Mas a história não se escreve apenas no passado. Ela exige de nós uma leitura lúcida do presente. E os números são inequívocos: 75% dos angolanos têm menos de 30 anos, mas cerca de 48,7% dos jovens estão desempregados; mais de 80% da força de trabalho juvenil encontra-se no sector informal, sem protecção social nem perspectivas de progresso. A idade média dos desempregados é de apenas 25,9 anos ,uma geração inteira à espera de oportunidades que o actual modelo de governação teima em não criar.

Estes dados não são meras estatísticas: são rostos, sonhos adiados, talentos desperdiçados. Por isso, a JURA não pode ser apenas memória ou símbolo. A JURA deve ser a vanguarda da transformação que o país reclama. A um ano das eleições, a missão é clara: liderar a alternância democrática, não como um fim em si mesmo, mas como caminho para devolver aos jovens o direito de construir o seu próprio destino.

O passado ensina-nos que a mudança nunca veio sem organização, consciência e determinação. O presente cobra-nos acção: fiscalizar, mobilizar, denunciar a corrupção e a má gestão, e exigir políticas públicas que priorizem a educação, o emprego digno e a participação política efectiva. O futuro será aquilo que os jovens, fizerem dele.

A JURA é património de todos os angolanos que acreditam num país mais justo. Que o exemplo de Samwimbila e a visão de Jonas Savimbi nos inspirem a não nos resignarmos. A juventude unida, consciente e determinada é a maior garantia de que a alternância não será um slogan, mas uma realidade construída com as nossas mãos.

O presente é vosso. O futuro também. Assumam o vosso lugar na história.

Viva a JURA! Viva a Juventude Angolana! Viva Angola!

Adalberto Costa Júnior
Presidente da UNITA

🗣️" A nossa força nasce do descontentamento, da pobreza, da falta de emprego, da falta de futuro e do grito de um povo c...
14/07/2026

🗣️" A nossa força nasce do descontentamento, da pobreza, da falta de emprego, da falta de futuro e do grito de um povo com sede de mudança “

By: Adalberto Costa Júnior-Presidente da UNITA ,no seu livro “Juntos por Angola : Outro passo para a Liberdade” Pagina 97 (Passeata da Alternância)

13/07/2026

📍BREVE | Presidente Adalberto Costa Júnior na Assembleia Geral da Internacional democrata do Centro ( IDC - CDI ) em Bruxelas

BRUXELAS ACOLHE ASSEMBLEIA DA MAIOR FAMÍLIA POLÍTICA DO MUNDO COM PARTICIPAÇÃO DE ADALBERTO COSTA JÚNIOR BRUXELAS, 13 de...
13/07/2026

BRUXELAS ACOLHE ASSEMBLEIA DA MAIOR FAMÍLIA POLÍTICA DO MUNDO COM PARTICIPAÇÃO DE ADALBERTO COSTA JÚNIOR

BRUXELAS, 13 de Julho – Decorre neste momento, em Bruxelas, a Assembleia Geral da Internacional Democrata do Centro (IDC-CDI), a maior família política mundial, que congrega 115 partidos provenientes de 89 países. Na qualidade de Vice-Presidente da organização, o Presidente da UNITA, Eng.º Adalberto Costa Júnior, participa nos trabalhos do encontro, reforçando a presença de Angola nos principais fóruns internacionais dedicados à promoção da democracia, da liberdade, da boa governação e do Estado de Direito.

O Presidente da UNITA faz-se acompanhar pelo Secretário para as Relações Exteriores, Jonas Mulato, numa missão diplomática que visa aprofundar as relações institucionais com parceiros europeus e fortalecer a cooperação política entre África e a Europa.

A Assembleia Geral da IDC-CDI reúne dirigentes políticos de vários continentes para debater os desafios contemporâneos das democracias, a defesa das liberdades fundamentais, a estabilidade institucional e a cooperação internacional entre partidos que partilham os valores do humanismo, da democracia pluralista e do Estado de Direito.

A participação de Adalberto Costa Júnior, enquanto um dos Vice-Presidentes da maior organização política internacional da sua matriz ideológica, representa um reforço da projeção externa da UNITA e evidencia o crescente envolvimento do partido nos grandes debates internacionais sobre governação democrática e integridade eleitoral.

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