Pdp-Ana SOMOS TODOS NÓS

Pdp-Ana SOMOS TODOS NÓS Fundado a 17 de Março de 1992 por MFulupinga Landu Victor

PDP-ANAPARTIDO DEMOCRÁTICO PARA O PROGRESSO DA ALIANÇA NACIONAL ANGOLANASECRETARIADO PERMANENTE DO BUREAU POLÍTICOCOMUNI...
26/08/2026

PDP-ANA

PARTIDO DEMOCRÁTICO PARA O PROGRESSO DA ALIANÇA NACIONAL ANGOLANA

SECRETARIADO PERMANENTE DO BUREAU POLÍTICO

COMUNICADO POLÍTICO

A UNIDADE É A NOSSA BANDEIRA, A LEGALIDADE É O NOSSO CAMINHO E O FUTURO DE ANGOLA É A NOSSA CAUSA

Sobre a situação interna do Partido, a legitimidade dos órgãos estatutários, a pretendida “Comissão de Gestão” e o apelo à unidade, serenidade e disciplina

O Secretariado Permanente do Bureau Político do Partido Democrático para o Progresso da Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA), tendo tomado conhecimento do pronunciamento público realizado, no dia 21 de Agosto de 2026, por indivíduos que se apresentam como militantes do Partido, vem, com serenidade, firmeza e sentido de responsabilidade política, dirigir-se à família política do PDP-ANA e à opinião pública nacional.

Fazemo-lo não por medo da polémica, mas por respeito à verdade.

Fazemo-lo porque o silêncio, perante a mentira, pode transformar-se em cumplicidade; e porque a história de um Partido não pode ser escrita por aqueles que abandonaram as suas fileiras e agora pretendem falar em nome daqueles que permanecem.



1. A VERDADE NÃO SE VOTA, A LEGITIMIDADE NÃO SE INVENTA

O PDP-ANA possui história, Estatutos, memória institucional e órgãos legitimamente constituídos.

Nenhuma conferência improvisada, nenhum pronunciamento individual e nenhuma declaração pública poderá conferir legitimidade a quem dela não dispõe.

Nos termos do artigo 14.º dos Estatutos, a representação do Partido compete aos órgãos e dirigentes legitimamente constituídos.

O Partido conhece os seus filhos políticos.

Conhece aqueles que caminharam consigo nos momentos de glória e nos momentos de tempestade. Conhece aqueles que permaneceram quando era mais fácil partir. Conhece aqueles que carregaram a bandeira quando outros procuravam apenas a sombra dela.

Por isso, o Secretariado Permanente esclarece que Mampinga Mbala, Zissala Mamona Pululu, Costa Yoani, António Ludiabana, Santos Liapumba e Sequeira Felino, segundo os registos e deliberações internas do Partido, deixaram de integrar o PDP-ANA desde 2024, na sequência dos procedimentos disciplinares competentes, culminando na sua expulsão, nos termos do artigo 127.º, alíneas a) e b), dos Estatutos.

Assim sendo, não possuem legitimidade estatutária para falar, deliberar ou tomar decisões em nome do PDP-ANA.

A nossa resposta é simples:

A legitimidade não nasce de um microfone.
A legitimidade nasce da lei, dos Estatutos e da vontade institucionalmente reconhecida.



2. O PDP-ANA NÃO É UMA CASA SEM PORTAS NEM UMA BANDEIRA SEM MASTRO

Há momentos em que a política exige palavras.

Há outros em que exige silêncio.

E há momentos, como este, em que exige firmeza.

O PDP-ANA não é uma organização sem memória, onde qualquer indivíduo pode entrar pela janela da conveniência e sair pela porta da ambição.

O Partido é uma instituição.

Tem Estatutos.

Tem órgãos.

Tem disciplina.

Tem história.

Tem militantes.

Tem memória.

E, sobretudo, tem uma causa política.

A renovação dos órgãos partidários deverá ocorrer dentro dos mecanismos estatutariamente estabelecidos, respeitando os respectivos prazos, competências e condições políticas, organizacionais, materiais e financeiras.

É do conhecimento dos militantes que os mandatos dos órgãos eleitos pelo Congresso, nomeadamente o Comité Central e o Presidente do Partido, se aproximam do seu termo, previsto para Dezembro de 2026.

Esse facto não constitui um vazio de poder.

Onde existem Estatutos, não existe vácuo institucional.

Onde existem órgãos legítimos, não existe espaço para governos paralelos.

Onde existe lei, a vontade individual não pode transformar-se em autoridade colectiva.



3. NÃO EXISTE “COMISSÃO DE GESTÃO” ONDE OS ESTATUTOS NÃO A CRIARAM

O Secretariado Permanente do Bureau Político esclarece, de forma inequívoca, que não existe nos Estatutos do PDP-ANA a figura de uma “Comissão de Gestão” nos moldes que alguns pretendem criar unilateralmente.

E aqui reside uma questão fundamental:

Ninguém pode criar uma autoridade que os Estatutos não reconhecem e, depois, exigir que o Partido obedeça a ela.

Isso não é renovação.

Isso não é reforma.

Isso não é democracia interna.

Isso é subversão da ordem estatutária.

O PDP-ANA não aceitará a criação de estruturas paralelas destinadas a substituir os órgãos legitimamente constituídos.

Quem pretende mudar o Partido deve fazê-lo dentro do Partido.

Quem pretende disputar ideias deve fazê-lo com ideias.

Quem pretende disputar liderança deve fazê-lo pelos mecanismos estatutários.

Mas ninguém poderá transformar a sua ambição pessoal em instituição partidária.

O Partido não pertence a indivíduos. O Partido pertence à sua história, aos seus militantes e à causa nacional que representa.



4. A QUINTA-COLUNA NÃO ESCREVERÁ O DESTINO DO PDP-ANA

O PDP-ANA conhece os momentos difíceis.

Conhece as tempestades.

Conhece as tentativas de divisão.

Conhece aqueles que aparecem quando há luz, mas desaparecem quando chega a escuridão.

Conhece também aqueles que, depois de abandonarem a casa, regressam não para reconstruí-la, mas para reclamar a chave.

A esses dizemos: a chave da nossa história não está nas mãos de interesses particulares.

Não permitiremos que aquilo que não conseguiram conquistar pela convicção tentem obter pela confusão.

Não permitiremos que a intriga substitua a política.

Não permitiremos que a mentira substitua a verdade.

Não permitiremos que a ambição individual seja colocada acima dos superiores interesses do Partido.

E não permitiremos que aquilo que pode ser resolvido pelos Estatutos seja transformado numa guerra política artificial.

O PDP-ANA será firme, mas será legal.
Será vigilante, mas será responsável.
Será combativo, mas não será desordeiro.

A nossa arma será a verdade.

O nosso escudo será a legalidade.

A nossa trincheira será a unidade.

E a nossa bandeira continuará a ser Paz, Democracia, Progresso e Fraternidade.



5. A MEMÓRIA DOS QUE PARTIRAM NÃO SERÁ USADA PARA DIVIDIR OS QUE FICARAM

Há feridas que o tempo não apaga.

Há nomes que a história não esquece.

Há homens que partiram, mas deixaram a sua voz gravada na consciência de uma geração.

O PDP-ANA jamais esquecerá os seus mártires, os seus combatentes políticos e todos aqueles que deram a vida pela causa do povo angolano.

E jamais esquecerá o seu Presidente Fundador, Eng.º Mfulupinga Landu Victor.

A sua memória não deve ser transformada em instrumento de divisão.

Aqueles que deram a vida pelo Partido não nos deixaram uma herança de ódio; deixaram-nos uma responsabilidade.

Não estamos aqui para destruir a casa que eles ajudaram a construir.

Estamos aqui para preservá-la, fortalecê-la e entregá-la às novas gerações.



6. 2027: O NOSSO OLHAR ESTÁ NO FUTURO

Enquanto alguns procuram fabricar crises internas, o PDP-ANA prepara-se para os desafios políticos de 2027.

Enquanto alguns discutem posições pessoais, nós discutimos o futuro de Angola.

Enquanto alguns procuram dividir militantes, nós procuramos mobilizá-los.

Enquanto alguns procuram ocupar cadeiras, nós procuramos construir um projecto político.

Angola não espera por nós para resolver as suas dores.

O cidadão espera por respostas.

Os jovens esperam oportunidades.

As famílias esperam dignidade.

As comunidades esperam água, saúde, educação, emprego, justiça e desenvolvimento.

É para isso que devemos trabalhar.

O PDP-ANA deve entrar nos desafios eleitorais de 2027 mais organizado, mais unido, mais forte e mais próximo do povo.

A nossa prioridade não pode ser a luta por cargos.

A nossa prioridade deve ser a luta por Angola.



7. AOS MILITANTES: NÃO TENHAM MEDO DO RUÍDO

Aos militantes do PDP-ANA dizemos:

Não tenham medo do ruído.

A árvore que cresce não precisa discutir com o vento.

A montanha não abandona o seu lugar porque alguém grita contra ela.

E uma bandeira não deixa de representar uma causa porque alguém tenta rasgá-la.

Permaneçam serenos.

Permaneçam unidos.

Permaneçam vigilantes.

Não respondam à provocação com provocação.

Não transformem divergências políticas em conflitos pessoais.

Deixemos que os Estatutos falem.
Deixemos que os órgãos competentes decidam.
Deixemos que a História julgue.

O PDP-ANA não precisa de gritos para demonstrar que existe.

Existe porque tem história.
Existe porque tem militantes.
Existe porque tem organização.
Existe porque tem uma causa.



8. A NOSSA PALAVRA FINAL

O Secretariado Permanente do Bureau Político reafirma que o PDP-ANA continuará a defender:

A LEGALIDADE.
A ÉTICA.
A DISCIPLINA.
A DEMOCRACIA.
A UNIDADE.
A COESÃO.
A SOBERANIA NACIONAL.

Não haverá tréguas à desinformação.

Não haverá silêncio perante a usurpação da identidade partidária.

Não haverá espaço para estruturas paralelas.

Mas também não haverá recurso à violência, à intolerância ou à anarquia.

Responderemos politicamente com política, estatutariamente com os Estatutos e juridicamente com a lei.

Porque a nossa força não está na desordem.

A nossa força está na razão.

A nossa força não está no insulto.

A nossa força está na verdade.

A nossa força não está na divisão.

A nossa força está na unidade.

E aqueles que pensam que podem dividir o PDP-ANA devem recordar:

Uma árvore pode perder folhas, mas não perde as suas raízes.
Uma bandeira pode enfrentar o vento, mas não abandona o seu mastro.
Um Partido pode atravessar tempestades, mas não abandona a sua causa.

O PDP-ANA continuará de pé.

Hoje, amanhã e sempre.

Com coragem.

Com disciplina.

Com serenidade.

Com unidade.

E com os olhos postos em Angola.

VIVA ANGOLA!

VIVA O PDP-ANA!

VIVA A DEMOCRACIA!

VIVA A UNIDADE E A COESÃO DO PARTIDO!

VIVA A PAZ, A DEMOCRACIA, O PROGRESSO E A FRATERNIDADE!

VIVA SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DO PDP-ANA, DR. ABREU CAPITÃO BERNARDO!

Luanda, 22 de Agosto de 2026

O SECRETARIADO PERMANENTE DO BUREAU POLÍTICO

GABINETE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING DO PDP-ANA

TV-PDP-ANA, em colaboração com a Imprensa

DITOS E FACTOS

PDP-ANA — SOMOS TODOS NÓS.

19/08/2026
PDP-ANA PRESENTE NO ACTO DA DECLARAÇÃO POLÍTICA E JURÍDICA CONJUNTA SOBRE OS ACONTECIMENTOS NO UÍGEPDP-ANA — SOMA E SEGU...
19/08/2026

PDP-ANA PRESENTE NO ACTO DA DECLARAÇÃO POLÍTICA E JURÍDICA CONJUNTA SOBRE OS ACONTECIMENTOS NO UÍGE

PDP-ANA — SOMA E SEGUE

A TV-PDP-ANA acompanhou o acto de apresentação da Declaração Política e Jurídica Conjunta sobre os acontecimentos registados na província do Uíge, realizado no dia 18 de Agosto de 2026, na sede do Grupo Parlamentar da UNITA, em Luanda.

O PDP-ANA esteve representado pelo seu Secretário-Geral, João Pires Sumbo, em representação do Presidente do Partido, Dr. Abreu Capitão Bernardo (ACB), que se encontra no exterior do País em missão de trabalho.

O encontro reuniu representantes e lideranças políticas do PDP-ANA, UNITA, RENOVA ANGOLA, PNSA, SIKONDA ALEXANDRE, PPA e Bloco Democrático, num exercício de concertação política e de participação cívica, ao abrigo dos princípios constitucionais que protegem a liberdade política, a cidadania, a reunião, a expressão e o pluralismo democrático.

A declaração surge num contexto de crescente preocupação política e social relativamente aos acontecimentos ocorridos no Uíge, particularmente perante alegações de violência e agressões contra militantes da UNITA e outros cidadãos.

As lideranças subscritoras entendem que a gravidade das alegações impõe esclarecimento público, investigação imparcial e apuramento rigoroso dos factos, sem julgamento antecipado, mas também sem silêncio institucional perante eventuais violações de direitos fundamentais.

1. DA CONDENAÇÃO DE QUAISQUER ACTOS DE VIOLÊNCIA

As lideranças políticas condenam, de forma inequívoca, todo e qualquer acto de violência, intimidação, perseguição, coacção ou abuso de autoridade praticado contra cidadãos no exercício legítimo dos seus direitos políticos e constitucionais.

Caso os factos denunciados venham a ser confirmados pelas entidades competentes, estaremos perante ocorrências de elevada gravidade, susceptíveis de afectar a paz social, a tolerância política, a reconciliação nacional, a liberdade de participação política e a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.

Num Estado Democrático e de Direito, a divergência política não pode ser convertida em motivo de perseguição, violência ou exclusão.

2. DO APURAMENTO DA VERDADE E DA RESPONSABILIZAÇÃO

As lideranças exigem que os factos sejam objecto de investigação célere, independente, imparcial, transparente e juridicamente credível, com vista ao integral apuramento da verdade e à determinação de eventuais responsabilidades.

Se forem identificadas condutas ilícitas, deverão ser accionados os mecanismos de responsabilização civil, criminal, disciplinar ou administrativa, conforme a natureza dos factos e nos termos da Constituição e da lei.

Ninguém está acima da Constituição. Ninguém está acima da lei.

A autoridade pública não constitui um espaço de impunidade. Pelo contrário, quanto maior for o poder conferido a uma instituição ou agente público, maior deverá ser a responsabilidade perante a lei e perante o cidadão.

A força do Estado deve estar subordinada ao Direito; jamais o Direito deve ser submetido à força do Estado.

Caso se confirme a utilização indevida de órgãos ou agentes das forças de defesa e segurança para fins político-partidários, as responsabilidades deverão ser rigorosamente apuradas pelas entidades competentes.

3. DA LIBERDADE DE IMPRENSA E DO PLURALISMO INFORMATIVO

As lideranças manifestam igualmente profunda preocupação quanto à actuação dos órgãos de comunicação social públicos, defendendo o cumprimento dos princípios da isenção, imparcialidade, pluralismo, contraditório, igualdade de tratamento e liberdade de informação.

A comunicação social pública, por receber e exercer uma função de interesse público, não deve transformar-se em instrumento de propaganda partidária, silenciamento ou exclusão de vozes políticas.

Num Estado Democrático, o cidadão tem direito à informação, mas também ao pluralismo da informação.

A democracia não pode sobreviver onde apenas uma versão dos factos tem direito à antena.

4. DA SOLIDARIEDADE PARA COM AS VÍTIMAS E SUAS FAMÍLIAS

As lideranças expressam a sua solidariedade para com os cidadãos que tenham sido vítimas de agressões, bem como para com as respectivas famílias.

Reafirmam, neste contexto, que a dignidade da pessoa humana constitui um limite jurídico e ético intransponível à actuação de qualquer autoridade, instituição, organização ou cidadão.

Nenhuma disputa política pode justificar a violação da integridade física, moral ou psicológica de qualquer cidadão.

5. DO APELO À TOLERÂNCIA, À SERENIDADE E À PAZ

As lideranças apelam a todos os cidadãos, partidos políticos, instituições públicas, autoridades tradicionais, organizações da sociedade civil e forças de defesa e segurança para que actuem com responsabilidade, serenidade, tolerância e elevado sentido de Estado.

A divergência política é própria da democracia.

O adversário político não é inimigo da Pátria.

A democracia não se constrói pelo medo, pela força ou pela intimidação. Constrói-se pelo diálogo, pelo respeito às regras constitucionais, pela livre circulação das ideias e pela aceitação da pluralidade política.

6. DA DEFESA DO ESTADO DEMOCRÁTICO E DE DIREITO

As lideranças entendem que os acontecimentos do Uíge devem ser devidamente investigados e analisados no contexto mais amplo das preocupações relativas a alegadas violações de direitos fundamentais, intolerância política e restrições às liberdades democráticas.

Sem prejuízo da presunção de inocência e do devido processo legal, qualquer alegação de violação de direitos fundamentais deve merecer resposta institucional séria.

Neste sentido, reafirmam o compromisso de defender a Constituição da República, os direitos fundamentais, a cidadania, a liberdade política, a justiça, a paz e o Estado Democrático de Direito.

7. DA CONCERTAÇÃO POLÍTICA E DO OBSERVATÓRIO DA CIDADANIA

As partes assumem o compromisso de promover encontros regulares de concertação política, com vista ao fortalecimento de uma plataforma de diálogo e cooperação fundada no princípio:

“UM POR TODOS, TODOS POR UM.”

É igualmente assumido o propósito de criação de um Observatório para a Defesa da Cidadania e do Estado Democrático de Direito, destinado a acompanhar, documentar, analisar e denunciar, pelos meios legalmente admissíveis, eventuais violações dos direitos fundamentais e das liberdades democráticas.

8. DA PREVENÇÃO E RESOLUÇÃO DE CONFLITOS POLÍTICOS E ELEITORAIS

As lideranças defendem a criação de um Mecanismo Nacional Inclusivo de Prevenção, Mediação e Resolução de Conflitos Políticos e Eleitorais, envolvendo todos os partidos políticos legalmente constituídos, incluindo o partido no poder.

O mecanismo deverá actuar antes, durante e depois das eleições gerais, promovendo o diálogo nacional, a concertação política, a prevenção de conflitos e a procura de soluções institucionais para eventuais impasses eleitorais.

A estabilidade política de Angola não pode depender exclusivamente da ausência de conflitos; deve depender, sobretudo, da existência de instituições capazes de prevenir, mediar e resolver conflitos dentro da Constituição e da lei.

9. POR UMA ANGOLA LIVRE DO MEDO

As lideranças reafirmam a determinação de contribuir para a construção de uma Angola livre do medo, da pobreza, da exclusão, da intolerância e da fome, onde o poder político seja exercido em benefício do cidadão e submetido ao império da Constituição e da lei.

O poder político não deve ser um privilégio de poucos, mas um instrumento de serviço público e de realização do interesse colectivo.

A alternância democrática, a participação cidadã e o respeito pelas liberdades fundamentais devem constituir pilares de uma República verdadeiramente inclusiva.

10. DA MOBILIZAÇÃO CÍVICA E POLÍTICA PACÍFICA

Por fim, as lideranças acordaram adoptar e incentivar formas de mobilização cívica e política pacíficas, legais, responsáveis e democraticamente legítimas, destinadas a envolver a sociedade civil na defesa dos direitos fundamentais, da cidadania, da justiça, da paz e do Estado Democrático de Direito.

A mobilização política deverá decorrer dentro dos limites da Constituição e da lei, sem recurso à violência, à intimidação ou à provocação.

CONCLUSÃO

O encontro de Luanda representa, assim, um momento de concertação política, afirmação cidadã e defesa das instituições democráticas, perante acontecimentos que reclamam esclarecimento e resposta institucional.

O PDP-ANA, ao participar neste processo, reafirma a sua vocação de partido comprometido com a democracia, a justiça, a cidadania, o pluralismo político e a defesa do Estado de Direito.

A democracia exige coragem para falar, responsabilidade para ouvir e instituições suficientemente fortes para fazer cumprir a lei.

Onde houver medo, deve nascer a cidadania.
Onde houver violência, deve prevalecer a Justiça.
Onde houver intolerância, deve prevalecer o Direito.
E onde houver abuso de poder, deve erguer-se a Constituição.

Luanda, 18 de Agosto de 2026

Edição e Publicação: TV-PDP-ANA

PDP-ANA — SOMA E SEGUE

Consolidar as bases rumo aos desafios eleitorais de 2027.

ACB — O CANDIDATO DOS ANGOLANOS

"Em Agosto o destino é  Cuanza Norte Inauguração e emboçamento do Secretariado Provincial." Abreu Capitão Bernardo ( ACB...
26/07/2026

"Em Agosto o destino é Cuanza Norte
Inauguração e emboçamento do Secretariado Provincial." Abreu Capitão Bernardo ( ACB) é o timoneiro).
Vamos ou vamos para o Bem da democracia.
Convite aberto.

😭 recebemos ligação para irmos buscar cadeira de rodas  na província do huambo no centro de acolhimento princesa Diana g...
22/07/2026

😭 recebemos ligação para irmos buscar cadeira de rodas na província do huambo no centro de acolhimento princesa Diana garantiram alojamento alimentação de 3 dias infelizmente😭 não temos condições financeiras para pagar o transporte até a província do huambo somos 6 está se falar de 200MIl ital ida ivolta pedimos de coração que nos ajudem com transporte para o uambo 🙏🙏🙏
Liga para contato de ajuda
940279777
Express 940279777
IBAN 0006 0000 2407215030179
BFA Lucas Alberto Jorge 🙏🙏

15/07/2026

Se fosse aqui?

💔 PASSOU 51 ANOS NUM HOSPITAL E PARTIU DEIXANDO UMA LIÇÃO QUE O MUNDO NUNCA ESQUECERÁ.

Paulinho tinha apenas 1 ano e meio quando a poliomielite o deixou dependente de um respirador. O que seria uma internação temporária transformou-se em toda uma vida dentro de um hospital.

Abandonado pela família, ele fez daquele quarto o seu lar. Estudou, aprendeu informática, montou computadores, criou animações e inspirou milhares de pessoas com uma mensagem que jamais abandonou:

"Vale muito a pena viver."

A sua história prova que a verdadeira liberdade não depende do lugar onde estamos, mas da força com que escolhemos viver cada dia.

15/07/2026

Endereço

Rua Dos Açores Huambo
Huambo

Website

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